Aldeia Bukuak

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_03B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_03D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã inicia o trabalho de feitura do artefato, esculpindo a madeira com um facão. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_01V · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Detalhe de Bësson trançando o seu xukate. NAO TEM A FOTO

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_31 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe da máscara de mariwin passando pelo processo de pré-queima. Tumã explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_32 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, durante sua pré-queima. Enquanto isso, a máscara de mariwin também passa por esse processo. A mulher explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. Perto de um dos pilares da sua pequena maloca, está a bolsa trançada, na qual guarda os seus instrumentos para a confecção de cerâmicas, e o pote com água que utiliza para fazer as últimas correções nas peças.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_37 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. As peças são colocadas no interior da fogueira.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_39 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. A mulher vai alimentando a fogueira com mais pedaços de madeira, que insere de acordo com a armação que fez.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_43 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando cada vez mais dentro dela.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres buscam, andando por uma trilha que se inicia na aldeia, o melhor igarapé para realizar a extração de argila de qualidade. Enawat e seu bebê Binin são seguidos por Shawa e Tëkpa.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01L · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Shawa segura toda a argila que conseguiu coletar, acomodada em cima de folhas que protegem a matéria-prima durante a caminhada de volta à aldeia.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01O · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. Em sentido anti-horário: Carolina Lopez, antropóloga responsável pelo ProDocult Matis, Shawa, Tumã, Tumã, Tëkpa, Bësson, Enawat e seus filhos.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02F · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Após um tempo, chega uma matxó, mulher mais velha, que se junta ao coletivo de mulheres e acompanha os trabalhos, conversando e interagindo também.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02H · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã, considerada pelas outras mulheres mestra artesã na arte da cerâmica, em momento de descontração, enquanto tempera a argila com o pó de cinzas mëi que acabou de peneirar.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02M · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã (saia rosa) também pega um pedaço de argila para temperar com o pó de cinzas mëi, filtradas pelo sekte, peneira.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02N · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã (saia estampada) vai temperando a argila com cinzas mëi, amaciando-a para que fique na consistência certa para ser modelada. Tumã (saia rosa) também pega um pedaço de argila para temperar e amaciar. De vez em quando, as mulheres umedecem a massa com a água que se encontra na panela de alumínio, de forma a equilibrar sua consistência.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. As mulheres iniciam a modelagem das peças fazendo uma esfera, na qual uma fenda vai sendo aberta aos poucos. Tumã tem a sua peça já em estado avançado, enquanto Bësson também inicia a modelagem, fazendo a sua esfera. As artesãs são observadas por crianças, que até certa idade acompanham as mulheres na maioria de suas atividades diárias.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03C · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã termina de temperar a massa para poder começar a modelagem de suas peças.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tëkpa observa os cabelos de Tumã, para ver se há bichinhos do mato no mesmo. Esse é um gesto de carinho, que esse tipo de atividade coletiva entre as mulheres proporciona.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03G · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. Detalhe do rosto de Bësson, concentrada na atividade de modelagem da sua peça.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03H · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã vai moldando as paredes internas de sua peça. Ao fundo, Batsi, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, realiza o registro fílmico do evento, capturando imagens de Bësson modelando a sua peça. Crianças observam as artesãs, já que é comum que essas, até certa idade, acompanhem as mulheres em suas atividades diárias.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03I · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã modela as paredes internas de sua peça com a ajuda do tsanut, concha utilizada especificamente para isso. É possível observar o grande comprimento de seu kuiot, adorno facial perfurado abaixo do lábio inferior, que cresce em tamanho com a idade, e materializa a maturidade e feminilidade de uma mulher.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03K · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã alisa e molda as paredes internas de sua peça com uma concha que as mulheres matis utilizam propriamente para isso e que se chama tsanut. Ao fundo, Bësson molda sua peça com a ponta dos dedos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_01E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Planta da qual se extraem as folhas para a produção do xukate, já retiradas pelas mulheres.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_01I · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Detalhe do rosto de Enawat enquanto essa trança o seu xukate.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_01J · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Detalhe das mãos de Enawat enquanto essa trança o seu xukate.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_01K · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Detalhe de Tëkpa trazendo sua folha até o local, para começar a preparação e o trançado da mesma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_01M · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Tëkpa em processo de conclusão de seu xukate, no momento em que as sobras dos braços das folhas começam a ser dobradas para dentro da peça, realizando assim o seu acabamento.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_01O · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, peça constituída de uma folha trançada, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Enawat em processo de conclusão de seu xukate, no momento em que as sobras dos braços das folhas começam a ser dobradas para dentro da peça, realizando-se assim o seu acabamento.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã coloca a máscara de mariwin que está produzindo em seu próprio rosto, para poder medir a altura em que irá fazer os buracos para os olhos na máscara de cerâmica.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Detalhe do rosto de Tumã, matxó, mulher madura, considerada pelas outras uma mestra artesã na arte da cerâmica. Os Matis tem o costume de apontar as coisas com a ponta do queixo, como faz Tumã na foto.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_04E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini começa a passar o veneno nos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_04H · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Detalhe do pote de cerâmica auxiliar que Kuini utiliza para misturar o veneno, ao retirá-lo da panelinha na qual é guardado, pendurado nos pilares da maloca. Atrás, outra cuia auxiliar utilizada no processo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01C · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Máscara de mariwin passando pelo processo de pré-queima, realizada em uma fogueira pequena, com cada peça individualmente. Tumã explica que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe os muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01F · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01J · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_02A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Dois tenke, aljavas, que possuem grande valor material e simbólico para os caçadores. Cada homem possui uma ligação especial com o seu tenke, que serve para levar os dardos da zarabatana durante a caça com essa arma. Esse artefato é guardado pendurado nos pilares das malocas das aldeias, junto às panelinhas onde fica armazenado o veneno curare. As suas opo, duas bolsas tecidas, servem para guardar a paina de samaúma utilizada nos dardos, de acordo com o método de caça matis.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01C · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres buscam um igarapé que apresente argila de boa qualidade. À frente de todas está Bësson, seguida por Tumã, Tëkpa (short jeans), Tumã (saia estampada), Shawa (short marrom) e o menino Binin, filho da artesã Enawat, também participante da atividade. Batsi, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro do evento.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01F · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa (bermuda jeans) e Bësson (saia azul florida) retiram a argila do fundo das margens do igarapé escolhido, a cerca de quarenta minutos de caminhada da aldeia. Tumã (saia rosa) é responsável por pegar, fora d´água, a argila que as mulheres vão extraindo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01G · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Enawat, com seu outro filho também chamado Binin no colo, pega a argila que Tumã vai retirando do fundo das margens do igarapé escolhido pelas mulheres para a extração da matéria-prima.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01H · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Enawat, com seu outro filho também chamado Binin no colo, pega a argila que Tumã vai retirando do fundo das margens do igarapé escolhido pelas mulheres para a extração da matéria-prima. Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro do evento.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01L · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa interage com a matxó, mulher mais velha, Tumã, mestra na arte da cerâmica, que ensina a jovem a reconhecer uma argila de boa qualidade. Isso é feito pela cor e textura da mesma, como explicaram as artesãs matis.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01M · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã pega um grande pedaço de argila do fundo do igarapé, do qual selecionará apenas as partes boas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01U · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa, a mulher mais nova dessa comitiva, e Tumã, a mais velha, mergulham para conseguir extrair o barro da melhor qualidade possível do fundo das margens do igarapé. As mulheres vão tateando os pontos que possuem a melhor argila para a extração.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01W · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Batsi, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro do evento. Ao fundo, Tëkpa e Bësson (saia azul florida) extraem o barro do fundo das margens do igarapé escolhido, localizado a cerca de 40 minutos de caminhada da aldeia.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZC · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Monte de argila formado pelos pedaços que Tumã vai extraindo do fundo das margens do igarapé.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZI · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa segura o monte da argila que conseguiu extrair, apoiado em folhas que servem para proteger a matéria-prima durante o transporte para a aldeia. Enquanto isso, Enawat e seu bebê Binin, seu outro filho Binin, Tumã e Bësson (de pé) aguardam calmamente Tumã e Tëkpa concluírem a extração de argila.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZJ · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, foi um dos responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos que ocorreram em sua aldeia.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZN · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã, mestra artesã na arte da cerâmica, segura o cesto pronto, já com grande quantidade de argila dentro. Além de servir para o transporte da matéria-prima, também é usado para guardá-la dentro das casas das mulheres, que vão utilizando a argila aos poucos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZS · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã amarra a alça no cesto, feita de um pedaço da casca de uma árvore, extraído na hora mesmo. O cesto serve para o transporte, mas também para guardar a matéria-prima na casa das mulheres, que vão utilizando-a aos poucos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZT · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã (saia rosa) e Bësson (saia azul florida) aguardam as outras mulheres terminarem de se aprontar para poderem iniciar a caminhada de volta à aldeia.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã ascende uma fogueira para esquentar cinzas que foram molhadas pela chuva na noite anterior, de forma a secá-las e usá-las para temperar a argila.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02F · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã (saia rosa) esquenta cinzas que foram molhadas pela chuva na noite anterior, de forma a secá-las e usá-las para temperar a argila. Shawa junta-se a Tumã, preparando as cinzas para que a senhora filtre-as usando a peneira sekte.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02G · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Shawa junta-se a Tumã, preparando as cinzas para que a senhora filtre-as usando a peneira sekte.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02H · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Shawa junta-se a Tumã, preparando as cinzas para que a senhora filtre-as usando a peneira sekte. As cinzas viram um pó fino ao serem passadas pela peneira, e as impurezas vão sendo colocadas na folha, para serem depois descartadas.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02I · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Shawa junta-se a Tumã, preparando as cinzas para que a senhora filtre-as usando a peneira sekte. As cinzas viram um pó fino ao serem passadas pela peneira, e as impurezas vão sendo colocadas na folha, para serem depois descartadas. Ao fundo, Tumã seca cinzas molhadas anteriormente pela chuva.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03C · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. Tumã inicia o trabalho de feitura de sua peça, modelando uma esfera na qual esculpe um buraco no meio. Bësson também inicia a modelagem de uma peça. No barro antes disforme, as formas vão surgindo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. Bësson pergunta a Tumã (saia estampada) se a esfera que fez está de bom tamanho para a peça que pretende esculpir, já que essa é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã na arte da cerâmica. Ela sabe produzir todos os tipos de peças da cultura matis. Enquanto isso, Tumã (saia rosa) tempera o seu pedaço de argila com o pó feito de cinzas peneiradas.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03F · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Já é visível que Tumã está produzindo um pote. Bësson inicia a modelagem, esculpindo a esfera inicial a partir da qual as peças são feitas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03N · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã alterna movimentos de moldagem das paredes internas de seu pote com a correção das bordas da peça. Em seu colo está concha tsanut, que as mulheres matis utilizam propriamente para a modelagem e alisamento de suas cerâmicas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03ZB · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. Tumã modela sua peça, enquanto é abraçada por Binin, filho de Enawat, mulher que está logo atrás dela.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03ZC · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Plano geral da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã (saia estampada), Enawat e Tumã (saia rosa) moldam suas peças, enquanto conversam sobre suas vidas e situações da aldeia, nessa que é uma atividade feminina e coletiva. Ao fundo, Batsi Matis, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, descansa da atividade de realização do registro fílmico da oficina.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_01A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia de oficinas de produção de artefatos na Aldeia Bukuak. Xapex, tucum, planta da qual as mulheres retiram as folhas, que secam e fiam, para assim fazerem seus artefatos: adornos trançados (witsun), redes (di), puçás para a pesca, entre outros.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_01R · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Enawat trança um xukate para o Museu do Índio/RJ.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_01Z · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Em momento de pura concentração, Enawat termina o seu xukate, enquanto, à sua esquerda, Tëkpa já inicia o seu segundo e Shawa aprende o trançado de um novo motivo, o capëk xiktodo, isto é “barriga de jacaré”. Bësson (bermuda azul) já terminou a sua peça e, por isso, reinicia os trabalhos da oficina de cerâmica, que as mulheres começaram no dia anterior.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_01ZA · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Enawat faz o acabamento de seu xukate, dobrando as pontas das folhas trançadas para dentro da peça.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_01ZB · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. Enawat inicia a feitura de um segundo xukate. À frente, o macaquinho de estimação de uma das mulheres.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_01ZF · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do xukate, abano trançado, realizada na Aldeia Bukuak. O xukate é um objeto polifuncional, e pode servir também como prato, assento feminino, tampa para as panelas e, inclusive, para abanar o rosto dos jovens durante o ritual da tatuagem. Após a extração da matéria-prima, as mulheres voltam à construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artesanatos na aldeia. A antropóloga Carolina Lopez observa, em suas mãos, a peça que Tëkpa acabara de produzir, enquanto Enawat inicia o trançado de seu segundo xukate.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak, ocorrida logo após a oficina de produção do xukate. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Enquanto as outras mulheres terminavam de produzir os seus xukate, Bësson já polia o seu tëtxuk, pote que serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. Perto de sua perna, pode-se ver uma panela cheia das cinzas mëi, que as mulheres usaram no dia anterior para temperar a argila.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak, ocorrida logo após a oficina de produção do xukate. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson conclui a feitura de seu tëtuk, pote que serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik. As mulheres voltam a trabalhar as suas cerâmicas, acompanhadas pelo macaquinho de estimação de uma delas.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02G · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Detalhe de Tumã fazendo o polimento de seu masën, instrumento de sopro dos matis.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02H · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Tumã faz a correção das paredes internas de sua máscara de mariwin, artefato essencial para a vida simbólica e ritual matis.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02I · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Bësson faz o polimento do seu txuma, cuia masculina para se tomar a bebida tatxik.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02M · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson alisa as bordas de seu ancha, prato ritual que serve para alocar os espinhos usados para a tatuagem dos jovens. Utiliza para isso o tsanut, concha tradicionalmente usada pelas mulheres matis para a confecção de suas cerâmicas.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02O · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã faz correções em seu masën, instrumento de sopro tradicional matis, adicionado mais argila ao seu bocal.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02R · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Abrigo de folhas feito pelas mulheres para poderem secar as suas peças, sem o perigo dessas serem destruídas por porcos do mato, como acontecera na noite anterior.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02T · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Txuma, cuia para se tomar a bebida tatxik, já pronta, secando ao sol em cima de um sekte, peneira.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02W · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe as partes do rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02Z · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe as partes do rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZE · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã termina de esculpir o nariz no rosto de sua máscara de mariwin.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZG · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã termina de esculpir o nariz no rosto de sua máscara de mariwin. O momento é registrado por Batsi Matis, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e um dos responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos em sua aldeia.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZI · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe a última parte de sua máscara de mariwin, a boca.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZJ · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe a última parte de sua máscara de mariwin, a boca.

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZR · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã inicia o processo de colocação das perfurações faciais tradicionais na sua máscara de mariwin, feitas de pedaços do caule de uma planta.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_03A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, esculpido por Tumã, em paralelo às atividades da oficina de cerâmica, na Aldeia Bukuak. Tumã extrai a madeira que irá esculpir para construir a peça. A planta de onde pega a madeira encontra-se em uma roça da aldeia, bem próxima à construção de paxiúba que as mulheres utilizam como oficina para a feitura de seus artefatos. Após a extração da madeira, a mulher volta para junto das outras artesãs, para iniciar o seu trabalho.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_04A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini prepara o veneno com um bastonete próprio para isso. O curare fica guardado em panelinhas específicas, penduradas nos pilares das malocas. O veneno é utilizado exclusivamente pelo homem que o produz.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_04E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. O homem traz brasas de uma das fogueiras acesas pelas mulheres para cozinharem, em um dos cantos da maloca, e as coloca embaixo dos dardos já envenenados, de forma a esquentar e fixar melhor o curare nos mesmos.

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