Xamanismo
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O livro é sobre o xamanismo Yanomami que reúne uma série de trabalhos realizados por meio da parceria entre pesquisadores Yanomami da aldeia Watoriki e assessores napëpë
Sem títuloPor meio de considerações acerca do território, da economia, do parentesco, da organização política e da religião, a autora fornece uma visão geral das sociedades indígenas no continente sul-americano, chamando a atenção para semelhanças entre sociedades indígenas distintas
Sem títuloCompreende a relação dos Asurini com o mundo sobrenatural. Analisa dois temas centrais: o xamanismo e a relação entre os gêneros
Sem títuloAnalisa a posição particular da humanidade no universo Wayampi. Enfoca o domínio da pessoa do ponto de vista de seus elementos constitutivos. Descreve as concepçOes relativas à doença e analisa o contágio e a agressão xamanística
Sem títuloSe até o início dos anos 60 muito pouco se sabia sobre o mundo indígena nas Guianas, nos anos 70 e 80, com o avanço dos estudos etnográficos, a região se via predominantemente caracterizada pelo minimalismo de suas instituições e pela xenofobia de seus povos. A imagem que surgia era a de sociedades demograficamente pequenas, geograficamente isoladas e com uma organização social extremamente simples. Essas sociedades passavam a ser conhecidas como atomatizadas e fechadas, compostas de grupos locais auto-suficientes
Sem títuloO livro traz uma visão geral sobre o conhecimento florístico dos Yanomami com base em dados coletados em diferentes partes de seu território e em diferentes períodos. Um texto do xamã e líder Yanomami Davi Kopenawa abre a publicação, que traz informações sobre diferentes aspectos da etnobotânica de seu povo. Em suas 207 páginas, o leitor terá acesso a informações sobre como as plantas da floresta são parte intrínseca da cultura Yanomami, sendo utilizadas na alimentação, na construção de casas e artefatos, na ornamentação corporal, para a cura e o xamanismo. A apresentação de dados científicos é somada a informações na língua nativa, em um cuidadoso trabalho de diálogo entre o conhecimento gerado pela ciência e o saber tradicional. A publicação faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas entre os Yanomami pelo Programa Rio Negro, do ISA, e é leitura obrigatória para todos interessados nas relações entre povos indígenas e o meio ambiente
Sem títuloDepois de considerarmos extintos, os índios Arara reapareceram. Com o território rasgado ao meio pela rodovia Transamazônica e invadido por milhares de novos habitantes, os Arara ganharam fama. Seus ataques, a morte e o esquartejamento ritual dos que eram apreisionados levaram o terror à região de Altamira no Pará. Após um longo e acidentado processo de contato, que se estendeu de 1969 a 1987, os Arara revelaram uma outra face: a polidez das falas, a delicadeza dos gestos, a cortesia nos modos e generosidade nos atos são as maiores marcas do seu mundo aldeão
Sem títuloApós o contato com a sociedade nacional, em 1971, os Asurini do Xingu - cuja denominação foi dada pelas frentes de atração - sofreram uma drástica baixa populacional. Contudo, o perigo eminente de sua extinção física sempre contrastou com uma extrema vitalidade cultural, manifesta na realização de extensos rituais, práticas de xamanismo e um elaborado sistema de arte gráfica
Sem títuloA historia de Manuel Córdova-Rios, peruano, que foi sequestrado aos 15 anos de idade pelos índos Huni Kui, na selva da Amazônia, foi submetido a um treinamento intensivo com o uso da ayahuasca ou Nixi Honi Xuma., em seu espantoso relato, Córdova contou sobre visões coletivas, os segredos da natureza, a verdade das lendas e mitos indígenas, a harmonia total com o ambiente da floresta a capacidade de ver à distância e conhecer o futuro, o conhecimento profundo sobre as plantas e animais, o saber dos ancestrais
Sem títuloFruto de uma longa vivência entre os Guarani em Mato Grosso do Sul e no Rio Grande do Sul, de uma densa pesquisa em documentos históricos do período colonial e de uma leitura criteriosa da etnologia referente à religiosidade Guarani, este livro se define, nas palavras da autora, "duplamente como uma teologia índia feita por uma teóloga cristã e como tradução de uma experiência religiosa indígena". Ao enfocar a maneira pela qual os índios cristãos têm permanecido "fiéis aos grandes valores de seu sistema cultural", a autora permite repensar a longa relação entre os Guarani e o cristianismo
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