Violência contra índios
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Grupo de homens empregados na matança dos índios em Santa Catarina, sob a direção de Martinho Marcelino, à direita de calça branca, paletó e boné
Depois da morte de índios, Martinho Marcelino que esta sentado no centro da canoa conduz as crianças que escaparam para distribuí-las entre os matadores de seus pais em Santa Catarina
Informação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Diversos detalhes da caixa de granadas enviada pela F.B.C. do Rio ao Dr.Carlos Téles da Estrada de Ferro Tocantins afim de serem empregadas contras os "Parakanã"."; Descrição da foto: Caixa de granada para ser utilizada contra os índios Parakanã
Informação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Diversos detalhes de caixa de granada enviada pela F.B.C. do Rio ao Dr. Carlos Teles da Estrada de Ferro Tocantins afim de serem empregada contra os "Parakanã"."; Descrição da foto: Caixa de granadas enviadas pela Fundação Brasil Central ao Dr. Carlos Teles para serem utilizadas contra os índios Parakanã
Informação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Diversos detalhes da caixa de granadas enviada pela F.B.C. do Rio ao Dr. Carlos Téles da Estrada de Ferro Tocantins afim de serem empregadas contra os "Parakanã"."; Descrição da foto: Caixa de granadas para serem utilizadas contra os índios Parakanã
Baseada numa ampla pesquisa documental, o livro narra os conflitos armados entre os Kaingang do oeste paranaense e diferentes agentes de ocupação territorial, desde a primeira expedição para Guarapuava até a "pacificação" no início do século XX. Preenche de forma admirável uma lacuna na historiografia regional, centrada nos mitos do "vazio demográfico" e da epopéia imigrante
Sem títuloA publicação aborda a violência praticada contra o patrimônio indígena, como os conflitos territoriais, danos ambientais e a violência praticada contra os indivíduos. Outro tema abordado pelo relatório são as violências decorrentes da omissão do poder público, como os suicídios e a desassistência à saúde indígena. O capítulo final do relatório apresenta dados sobre ameaças a povos indígenas isolados, de pouco contato com o homem branco que vivem na Amazônia; Em 2008, o Cimi registrou 68 mortes de indígenas como conseqüência de desassistência à saúde. Estes dados referem-se aos estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Maranhão
Sem títuloInformação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Diversos detalhes da caixa de granadas enviada pela F.B.C. do Rio ao Dr. Carlos Téles da Estrada de Ferro Tocantins afim de serem empregadas contra os "Parakanã"."; Descrição da foto: Caixa de granadas para serem utilizadas contra os índios Parakanã
Informação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Diversos detalhes da caixa de granadas enviada pela F.B.C. do Rio ao Dr. Carlos Téles da Estrada de Ferro Tocantins afim de serem empregadas contra os "Parakanã"."; Descrição da foto: Granadas para serem utilizadas contra os índios Parakanã
Advogado responsável pela condução do caso: Sérgio Leitão
Sem títuloRelatório produzido pelo Conselho Indigenista Missionário - CIMI - no ano de 2012 sobre a violência contra os povos indígenas do Brasil
Depois da morte de índios, Martinho Marcelino que esta sentado no centro da canoa conduz as crianças que escaparam para distribuí-las entre os matadores de seus pais em Santa Catarina
Grupo de homens empregados na matança dos índios em Santa Catarina, sob a direção de Martinho Marcelino, à direita de calça branca, paletó e boné
Depois da morte de índios, Martinho Marcelino que esta sentado no centro da canoa conduz as crianças que escaparam para distribuí-las entre os matadores de seus pais em Santa Catarina
O matador de índios chamado Martinho Marcelino em Santa Catarina, no centro com outros dois companheiros
O matador de índios chamado Martinho Marcelino em Santa Catarina, no centro com outros dois companheiros
O matador de índios chamado Martinho Marcelino em Santa Catarina, no centro com outros dois companheiros
Baseada numa ampla pesquisa documental, o livro narra os conflitos armados entre os Kaingang do oeste paranaense e diferentes agentes de ocupação territorial, desde a primeira expedição para Guarapuava até a "pacificação" no início do século XX. Preenche de forma admirável uma lacuna na historiografia regional, centrada nos mitos do "vazio demográfico" e da epopéia imigrante
Sem títuloOs Tapirapé vivem numa região de floresta tropical, com flora e fauna tipicamente amazônicas, entremeada de campos limpos e cerrados. Agricultores, suas aldeias tradicionalmente se localizam nas proximidades de densas florestas em terrenos altos não inundáveis, onde mantém suas roças. Tapi’itawa, a aldeia mais conhecida do grupo, reproduz as condições ideais para a localização de uma aldeia: terreno não-inundável próximo a florestas altas para agricultura, também com proximidade a campos abertos marginais aos afluentes do Araguaia e a um córrego de existência perene mesmo durante a estação seca. Os Tapirapé exploram alternadamente esse ambiente, segundo a época do ano e atividade a que se dedicam: agricultura, caça, coleta e pesca
Sem títuloCom este relatório o Conselho Indigenista Missionário quer; mais uma vez afirmar seu compromisso com os povos; indígenas no Brasil, na defesa de sua dignidade e de seus direitos inalienáveis e sagrados; Em 2010, o governo ignorou constantemente os povos; indígenas, seus apelos, seus protestos, seus projetos de vida; Atropelou os seus direitos e tem falhado na proteção de suas; comunidades. Belo Monte, alicerçada na ilegalidade, na força e; na negação de diálogo com as populações atingidas, é talvez o; mais emblemático, mas apenas um entre tantos casos
Sem títuloEste livro narra a saga de um grupo de indigenistas que revolucionou o indigenismo governamental brasileiro a partir da década de setenta, em conjunto com outros seguimentos sociais, abandonando os confortos da vida urbana, embrenaram=se nos mais afastados rincões do país, tornando-se aliados verdadeiros dos povos indígenas, com os quais passaram a lutar pela liberdade, respeito, reconhecimento étnico e auto-determinação desses povos
Sem títuloDossiê do álbum Violência contra índios
Grupo de homens empregados na matança dos índios em Santa Catarina, sob a direção de Martinho Marcelino, à direita de calça branca, paletó e boné