Tupinambá

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              128 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tupinambá / C146c / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Em seu A CRIANÇA E A MULHER TUPINAMBÁ, o Prof. José de Ribamar Chaves Caldeira analisa antologicamente uma sociedade fundamental para a formaçào sociocultural brasileira, em especial do Maranhão: os Tupinambás. A análise da criança e da mulher Tupinambá nos possibilita uma viagem pelo universo indígena, irradiando novas possibilidades para melhor compreensão da cultura e sociedade maranhenses

              CALDEIRA, José de Ribamar Chaves
              A Guerra dos Tamoios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.53 / Q7g / 1965 · Item · 1965
              Parte de Bibliográfico

              A Confederação dos Tamoios, como ficou conhecido o movimento contra a dominação do colonizador português, iniciado pelos índios tupinambás, é considerada o primeiro levante popular brasileiro em nome da liberdade. O livro de Aylton Quintiliano registra esse momento histórico, ao relatar em detalhes a revolta que começava a moldar a mistura racial e social do povo brasileiro. Os insurgentes, que ficaram conhecidos como tamoios –os mais velhos, os donos da terra – ganham o destaque merecido, ao lado de figuras como Estácio de Sá, Villegagnon e Anchieta, em um momento no qual o Rio de Janeiro ainda não existia oficialmente como cidade

              QUINTILIANO, Aylton
              A guerra dos Tamoios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.53 / Q7g / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A guerra dos tamoios é, antes de tudo, a história de um grupo de heróis. Negligenciados pelos livros e obscurecidos por nomes como os de Estácio de Sá e Villegagnon, os tamoios são exemplos de união em defesa da terra e de seus direitos; É também um registro do Rio de Janeiro antes da fundação da cidade de São Sebastião, seus tipos, suas práticas econômicas, sua vida social e política e do espírito de independência e amor à liberdade que permanece até hoje na alma carioca

              QUINTILIANO, Aylton
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.024 / V131h / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Ao longo do século XVI os colonizadores europeus se horrorizaram com um fenômeno religioso entre os tupis, a que chamaram santidade. Nela, em meio a danças, transes, cânticos e À fumaça inebriante do tabaco, os índios renovavam a peregrinação À Terra sem Mal - lugar mítico da felicidade eterna que buscavam no mundo terreno. Vasculhando documentação inquisitorial inédita sobre o culto indígena na fazenda de Jaguaripe (Bahia), Ronaldo Vainfas descobre na santidade uma idolatria insurgente, culturalmente híbrida, que ao mesmo tempo negava e incorporava valores da dominação colonial. Por meio de um texto apaixonado e instigante, o autor lança luz sobre uma nova e reveladora faceta da conquista da América portuguesa

              VAINFAS, Ronaldo
              A investigação etnologica no Brasil e outros ensaios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39.001.5(81) / F399i / 1975 · Item · 1975
              Parte de Bibliográfico

              Este livro reúne cinco ensaios etnológicos escritos por Fernandes entre 1946 e 1964, incluindo estudos sobre a reação tupi à conquista, a educação entre os Tupinambá, a trajetória de Tiago Marques Abiporeu, as tendências teóricas da pesquisa etnológica e o valor etnográfico das fontes coloniais. Inclui o famoso quadro sinóptico das observações registradas pelos “cronistas”

              FERNANDES, Florestan
              A organização social dos Tupinambá
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tupinambá / F363o / 1989 · Item · 1989
              Parte de Bibliográfico

              Durante mais de quatro séculos foi vendida a imagem do índio como um homem geneticamente preguiçoso, um homem nada afeito ao trabalho sistemático. Esta preguiça, entretanto, seria mera conseqüência da riqueza da terra. O índio brasileiro vivia numa espécie de Leste do Éden, um espaço onde tudo estava à mão e nenhuma necessidade se apresentava. Daí seu nomadismo, seu desapego à terra, seu desprezo ao trabalho. Segundo a tese em voga, também daí vinham seu caráter de povo sem lei, nem fé, nem rei e a formação de uma sociedade onde tudo era permitido, inclusive o canibalismo, a promiscuidade e a libertinagem.; Este olhar quinhentista formalizou o motivo necessário para se trazer da África os milhões de negros escravizados, afinal, uma “cultura superior”, como a européia, não podia conviver com tamanha ignomínia. E o sistema colonial precisava de uma mão de obra mais, digamos, responsável para fazer valer seus altos investimentos

              FERNANDES, Florestan
              Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / D395b / 1980 · Item · 1980
              Parte de Bibliográfico
              DENIS, Ferdinand
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3049 / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Edição da revista Caros Amigos: especial genocídio e resistência dos povos indígenas que apresenta diversas matérias abordando a violação dos direitos indígenas. Há reportagens sobre os índios Guarani Kaiwá, Tupinambá, Pataxó, além da questão de Belo Monte assim como entrevistas com a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha e do ex-presidente da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Márcio Meira

              Duas viagens ao Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / S776d 1974 / 1974 · Item · 1974
              Parte de Bibliográfico

              Duas vezes em meados do século XVI, o mercenário e arcabuzeiro alemão Hans Staden (1524-1576) aportou nas costas do recém-descoberto Brasil. A primeira, em 1549, passando por Pernambuco e pela Paraíba, e a segunda, em 1550, quando chegou na ilha de Santa Catarina, dirigindo-se posteriormente à capitania de São Vicente, no litoral sul do atual estado de São Paulo. Na segunda viagem, como viera a bordo de um navio espanhol, foi preso pelo governador-geral, o português Tomé de Sousa, e em seguida capturado pelos índios tamoios, inimigos dos tupiniquins e dos portugueses e aliados dos franceses. O jovem Staden viveu para contar o que viu: paisagens virgens, riquezas inexploradas e a prática ritual do canibalismo, do qual por muito pouco não foi vítima. O livro com o seu relato foi publicado em 1557, em Marburgo, Alemanha, ilustrado por xilogravuras anônimas (reproduzidas nesta edição) baseadas nas suas descrições, e imediatamente tornou-se um best-seller em toda Europa. Trata-se da mais acurada e impressionante descrição do banquete antropofágico? o festim canibal praticado pelos povos Tupi. É, também (junto à Carta de Pero Vaz de Caminha) umas das primeiríssimas reportagens realizadas sobre os povos que viviam no que viria a ser o Brasil

              STADEN, Hans
              Franceses e Tupinambás na terra do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-939.9 / L864f / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Neste livro, o autor conta a história dos franceses na terra do Brasil e a intenção de nela estabelecer o que chamavam de uma França Antártica e uma França Equinocial; suas lutas com os portugueses e as alianças com a gente dessa terra, os tupinambás, entre outros. Com rigor histórico, Adriana Lopez narra os passos iniciais incertos dados nessa terra que viria a ser o Brasil

              LOPEZ, Adriana
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.034 / A124h / 1945 · Item · 1945
              Parte de Bibliográfico

              Publicado em Paris em 1614, a História do capuchinho Abbeville tem duas traduções em português, a primeira de César Marques (1874) e a segunda, mais divulgada, de Sérgio Milliet (1945), cada qual, segundo o prefácio de Sebastião Moreira Duarte, "bem longe de ser perfeita". O relato é sumamente valioso não apenas pela descrição minuciosa dos Tupinambá do Maranhão, como também pelas narrativas indígenas embutidas no texto. Cabe ainda refletir sobre este texto enquanto relato histórico e não propriamente etnográfico

              ABEVILLE, Claude d'
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.034 / A124h / 1975 · Item · 1975
              Parte de Bibliográfico

              Claude D'Abreville, capuchinho francês, fez parte da missão que veio ao Maranhão acompanhando a expedição de La Ravardière, em 1612. Demorou-se no Brasil quatro meses. De volta à França escreveu esta História da Missão dos Padres Capuchinhos na Ilha do Maranhão, publicada pela primeira vez em 1614

              D'ABREVILLE, Claude
              HISTÓRIA e cultura dos povos indígenas no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / H673h / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              "Nossa visão das sociedades indígenas há muito é distorcida por equívocos e preconceitos que surgem quando tentamos aplicar a outras civilizações os critérios de nossa própria cultura. (.) Para compreender melhor os povos indígenas, temos de examinar sua realidade a partir de sua perspectiva”. Desta prerrogativa parte História e cultura dos povos indígenas no Brasil, que trata das particularidades dos indígenas brasileiros, sua trajetória desde a conquista portuguesa, o impacto por ela causado e as lutas que eles empreendem hoje no país

              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / C331I / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Esta tese aborda a forma pela qual os índios de diversos grupos foram se incorporando à ordem colonial da AmazOnia portuguesa, tornando-se índiso cristãos. O autor busca mostrar como esses cristãos reinventaram e rearticularam os padrOes religiosos e morais introduzidos por missionários. O trabalho é fruto de uma extensa pesquisa em processos da Inquisição e traz novos aportes para se pensar o confronto de cosmologias e de universos culturais nesse período

              CARVALHO JÚNIOR, Almir Diniz de
              Memória da mãe terra
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / A696 / 2012 · Item · 2012
              Parte de Bibliográfico

              Livro construído coletivamente sobre a visão dos índios sobre a natureza por 27 autores indígenas

              Arian Pataxó [et.al.]
              Meu querido canibal
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(815.3=1-82) / T693m / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Em Meu Querido Canibal, Torres se debruça sobre a vida do líder indígena Cunhambebe para traçar um painel das primeiras décadas de história brasileira. Considerado o mais valente dos nativos que lutaram contra a escravidão ou morte proposta pelos colonizadores, Cunhambebe, que, presumivelmente, morreu entre 1554 e 1560, era o mais temido e adorado guerreiro índigena e sua vida acabou sendo envolta em mitos. O livro acompanha a criação, apogeu e massacre da Confederação dos Tamoios, a organização social das tribos, o modo de vida, a ligação com os piratas franceses, o papel ambíguo de Anchieta, as mentiras e trapaças dos conquistadores, a fundação sangrenta da cidade do Rio de Janeiro, entre muitos outros temas que não estão nos livros escolares

              TORRES, Antônio
              Multiverso indígena
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / C837 / 2014 · Item · 2014
              Parte de Bibliográfico
              Costa, Francisco Vanderlei Ferreira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-271.36(81) / D129 / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Andréa Daher analisa as características da missão francesa no Brasil - que buscava a cristianização e a ocidentalização dos selvagens -, a partir de um estudo da colônia do Maranhão. A autora compara os discursos dos capuchinhos franceses com os dois jesuítas portugueses e reflete com sutileza sobre os diferentes olhares desses colonizadores

              DAHER, Andréa
              O canibal: grandeza e decadência.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392.89 / L643c / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              Traçando um amplo painel do Renascimento ao Romantismo, o autor sustenta que a degradação da imagem do outro foi acompanhado por uma crescente incompreensão da antropofagia. Grande especialista nos textos quinhentistas franceses a respeito do Brasil, Lestringant dedica alguns capítulos aos Tupinambá e à sua fortuna política e filosófica no pensamento europeu

              Lestringant, Frank
              O Rio antes do Rio
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / S586r / 2020 · Item · 2020
              Parte de Bibliográfico
              SILVA, Rafael Freitas da
              Os índios antes do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / F268i / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Um mundo se desenvolveu por milênios à margem do Ocidente e do Oriente, até um dia ser descoberto e conquistado. Seus traços, que ficaram impressos na solidez da pedra e na fragilidade do barro, são o objeto deste livro. Das escarpas dos Andes ao Amazonas, do cerrado ao litoral, o leitor é convidado a conhecer esse mundo de antes de Cabral

              FAUSTO, Carlos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.21 / P581p / 1992 · Item · 1992
              Parte de Bibliográfico

              Aqui se conta a história da conquista do Maranhão pelos franceses com base em relatos dos frades capuchinhos Claude d'Abbeville e Yves d'Evreux, além de pesquisas do autor realizadas em Saint-Malo, de onde partiam as expedições corsárias, Paris, Genebra, Lisboa, Sevilha e Rio de Janeiro, nas bibliotecas e arquivos públicos. Logo, o livro não é apenas a compilação de outros volumes, mas uma visão particular e especial. Da mesma forma a apresentação não segue os padrões acadêmicos e a leitura se torna mais agradável quando o autor dá um tom romanesco à História, sem fugir em nenhum momento à verdade da cronologia e da saga gaulesa em terras maranhenses. Como afirma o senador José Sarney: "Os papagaios amarelos nos relembram que aqui se pensou criar uma nova França, que se pensou que os índios se transformariam em franceses. Com que grande orgulho o padre d'Abbeville julgava que o altíssimo e poderosíssimo monarca Luís XIII teria essa bela glória da tiara e a tríplice coroa de França, Navarra e Maranhão!"

              PIANZOLA, Maurice
              Ouro vermelho: a conquista dos indios brasileiros.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / H489o / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Esta é a primeira tentativa de abordar a história de todos os índios brasileiros durantes os séculos de conquista colonial o primeiro contato que o autor teve com os índios brasileiros deu-se em 1961 numa expedição pelas cabeceiras do rio Iriri, quando sofreram uma emboscada preparada pelos kreen-akrore, tribo ainda desconhecida no país após essa primeira expedição, realizou várias viagens para diferentes regiões do país, conhecendo em profundidade a realidade de nossos índios neste livro, se propõe a escrever uma história dos índios brasileiros ou da conquista do Brasil em termos de seus povos nativos destaca a atuação dos exploradores europeus que deixaram alguma documentação sobre os índios que encontraram, e especialmente a atuação dos jesuítas, a seu ver, de fundamental importância para o bem estar dos índios durante a maior parte do domínio colonial português termina com a expulsão dos jesuítas na década de 1760, quando o equilíbrio de poder entre os colonos e os índios já se havia modificado

              Hemming, John
              Pelas mulheres indígenas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-3-055.2(81=1-82) / P381 / 2015 · Item · 2015
              Parte de Bibliográfico

              Livro sobre a situação das mulheres indígenas na região do Nordeste brasileiro