Tukano

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        Tukano

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          Tukano

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            Tukano

              132 Descrição arquivística resultados para Tukano

              Grupo Tukano
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF342_PL073_DOC00_FOTO038_139 · Item · 1942
              Parte de Arquivístico

              Informação do relatório: Serviço de Proteção aos índios - Relatorio v.1 - Rio de Janeiro 1942; Legenda da foto: Tucanos; Descrição da foto: Mulheres Tukano em pé posando

              Posto Indígena do Alto do Rio Uaupés
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF340_PL055_DOC00_FOTO121_2234 · Item
              Parte de Arquivístico

              SPI - Relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 (1930-1931); Legenda: Posto Indígena do Alto do Rio Uaupés - Um aspécto da povoação de Taracuá, habitada por indios Tucáno - Baixo Uaupés

              Posto Indígena do Alto do Rio Uaupés
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF340_PL055_DOC00_FOTO126_2207 · Item
              Parte de Arquivístico

              SPI - Relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 (1930-1931); Legenda: Posto Indígena do Alto do Rio Uaupés - Maloca Umarí-Cachoeira, habitada por indios da tribu Tucáno

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)DESANA / R349a / 1971 · Item · 1971
              Parte de Bibliográfico

              Este livro, escrito por um dos melhores etnólogos modernos, é uma obrigação para os especialistas, assim como leitores em geral interessados ​​em obter uma visão profunda da cosmologia de índios da Amazônia. It provides the reader with a model for symbolic interpretation of rituals, myths, deities, astronomical cycles and everyday life aspects of the Desana, an ethnic indigenous group that lives near the Colombian Vaupés River. Ele oferece ao leitor um modelo de interpretação simbólica de rituais, mitos, deuses, ciclos astronômicos e aspectos da vida cotidiana do Desana, um grupo étnico indígena que vive perto do rio Vaupés colombiano. The author uses a linguistic approach to analyze the detailed interviews with his informants, who are acculturated shamans, whom describe to minimum detail the symbolic meaning of their spiritual and material culture. O autor usa uma abordagem lingüística para analisar as entrevistas detalhadas com seus informantes, que são aculturados xamãs, que descrevem a mínimos detalhes o significado simbólico de sua cultura material e espiritual. The index is very useful for research of particular themes. O índice é muito útil para a pesquisa de temas específicos

              Sem título
              Índios Tukano
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-AV-FOTAV153 · Item
              Parte de Arquivístico

              Índios Tukano registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon

              A Maloca Tukano-DesAna e seu simbolismo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / B424M / 1984 · Item · 1984
              Parte de Bibliográfico

              Reúne informaçOes sobre a maloca, um dos elementos centrais da cultura Takano. Cita o mito cosmogOnico, a mundi-visão do iniciado, o simbolismo contido no conjunto da maloca, e nos objetos do uso caseiro

              Sem título
              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F0861 / · Item
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Contos indígenas brasileiros
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / M965 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Livro contendo contos representativos de diversos povos indígenas

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(=87)(81) / A574c / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              O leitor encontra, neste livro, uma história e uma etnografia de Iauaretê, povoado indígena multiétnico situado no médio rio Uaupés, fronteira Brasil-Colômbia, noroeste da Amazônia Brasileira. O tratamento das fontes históricas e do material empírico é um exercício dedicado à elucidação das premissas sociocosmológicas pelas quais os grupos indígenas descrevem e vivenciam as transformações sociais que se passaram na região desde o inicio da colonização do século XVIII; É uma história de mais de dois séculos, vivida por militares, missionários, viajantes, comerciantes, seringueiros, agências indigenistas, instituições do poder local e vários grupos indígenas. Como é de se esperar, é uma história de violências e exploração. Mas, mesmo em seus desdobramentos recentes, quando uma cidade começa a surgir e atrair inúmeros grupos antes dispersos pela comunidades do rio Uaupés, é preciso atentar para a maneira específica, e sutil, pela qual os índios imprimiram sua marca no processo; Nessa linha, a narrativa visa a um ponto de vista indígena e seu repertório simbólico, guiando-se pelo estilo das próprias descrições nativas e oferecendo um quadro precioso para a compreensão dessa realidade

              Sem título
              Índios Tukano reunidos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF340_PL055_DOC00_FOTO027_2102 · Item · 1930
              Parte de Arquivístico

              SPI - Relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 (1930-1931); Legenda da foto: Posto Indígena do Alto Rio Paporí - Malóca de indios da tribu Tucáno; Descrição da foto: Índios Tukano reunidos em frente a casa indígena fotografados por Anastácio Queiroz

              Sem título
              Grupo Tukano
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF342_PL073_DOC00_FOTO039_140 · Item · 1942
              Parte de Arquivístico

              Informação do relatório: Serviço de Proteção aos índios - Relatorio v.1 - Rio de Janeiro 1942; Legenda da foto: Tucanos (Jatapú); Descrição da foto: Homens Tukano em pé posando

              Grupo Tukano
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF342_PL073_DOC00_FOTO041_142 · Item · 1942
              Parte de Arquivístico

              Informação do relatório: Serviço de Proteção aos índios - Relatorio v.1 - Rio de Janeiro 1942; Legenda da foto: Tucanos; Descrição da foto: Crianças Tukano em pé posando

              Dia do Índio no Museu do Índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--CLIP 059 · Item · 2004
              Parte de Arquivístico

              19/04/2004 - Notícias do Rio / TVE Brasil / 01'22";; 19/04/2004 - Jornal do Meio Dia / CNT / 01'42";; 19/04/2004 - Jornal do Rio / Bandeirantes / 01'46";; Exposições do Museu do Índio sobre os Wajãpi e Suruí, grafismo nos muros do Museu pelos índios Tukan

              Vocabulário Básico de Línguas Indígenas do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 156 · Item · 2004
              Parte de Arquivístico

              Material multimídia contendo Vocabulário Básico de Línguas Indígenas do Brasil que reúne informações sobre 10 povos indígenas do Brasil. Diversas informações são disponibilizadas: língua, localização, população, organização social e política, cosmologia e

              Índio Tukano
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-NV-CRNV0489 · Item
              Parte de Arquivístico

              Índio Tukano registrado pelos pesquisadores da Comissão Rondon

              Casa indígena Tukano
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-NV-CRNV0633 · Item
              Parte de Arquivístico

              Posto indígena da foz do rio Querarí - casa indígena habitada pelos índios Tukano localizados na aldeia de Umarí-cachoeira registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Anastácio Queiroz

              Sem título
              Grupo Tukano
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF342_PL073_DOC00_FOTO040_141 · Item · 1942
              Parte de Arquivístico

              Informação do relatório: Serviço de Proteção aos índios - Relatorio v.1 - Rio de Janeiro 1942; Legenda da foto: Tucanos (Jatapú); Descrição da foto: Homens Tukano em pé posando

              Artefatos indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF340_PL053_DOC00_FOTO031_2296 · Item · 1928
              Parte de Arquivístico

              SPI - relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 - 1928; Legenda da foto: Objetos manufacturados pels índios das tribus Macú, Tariána, Pirá-Tapuya, Deçana e Tucáno - Rio Uaupés; Descrição da foto: Artefatos indígenas dos índios Makú, Tariána, Pirá-tapúya, Desana e Tukano fotografados por Anastácio Queiroz

              Sem título
              Posto Indígena do Alto Rio Papory
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF340_PL055_DOC00_FOTO030_2105 · Item
              Parte de Arquivístico

              SPI - Relatório do inspetor - Inspetoria Amazonas e Acre I.R.1 (1930-1931); Legenda: Posto Indígena do Alto Rio Paporí - Grupo de índios das tribus Carapanã, Micúratapúia e Tucáno localizados no posto

              MUSEU de arte e origens: mapa das culturas vivas Guaranis.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani / M986 / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A vida dos índios Guarani, seus mitos, costumes e visão de mundo estão reunidos em “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis”, traz textos de cientistas e de indígenas que atuam como educadores nas quatro aldeias da etnia na região da Costa Verde, interior do Rio de Janeiro; Segundo Dinah Guimaraens, o livro é resultado de uma pesquisa nas áreas de Antropologia Cultural e História da Arte realizada pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e pelo Solar Grandjean de Montigny, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis” reúne textos de pesquisadores como Lucieni Simão, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e de Werá Dkekupé, Tobi Itaúna e Doethyró Tukano, que fazem parte de um grupo de oito indígenas que desde 1999 recebem bolsas da FAPERJ para atuarem como educadores bilingüe (Português/Guarani) e de cultura indígena para as crianças nas aldeias Guarani; “No passado, os antropólogos interpretavam a cultura indígena. Agora, os próprios integrantes é que falam pela etnia”, explica Dinah Guimarães. Segundo ela, o conceito de culturas vivas, presente no livro e no projeto do Museu de Arte e Origens, foi criado pelo pesquisador Mário Pedrosa, um crítico de arte socialista, que morreu no início da década de 1980; A língua Guarani, tornou-se um elemento de referência para outras etnias indígenas, que foram perdendo suas características ao longo do tempo. De acordo com a pesquisadora, o Brasil tem hoje cerca de 350 mil índios. Destes, 50 mil pertencem a diferentes aldeias Guarani, a maioria delas localizada nos estados do Sul e em Mato Grosso. O Rio de Janeiro reúne cerca de 600 guaranis, que vivem em quatro aldeias: Bracuí, próximo a Angra dos Reis; Paraty Mirim e Terra Indígena Rio Pequeno, nas imediações de Parati; e Araponga, próximo a Patrimônio; O Museu Nacional de Belas Artes abriga, em uma de suas galerias, o acervo do Museu de Arte e Origens com peças representativas das culturas indígena, africana e popular, além de imagens do inconsciente, arte moderna e contemporânea. Existe um projeto para a construção de uma sede própria para o Museu de Arte e Origens, em Parati

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74(81=1-82) / C113e / 2012 · Item · 2012
              Parte de Bibliográfico

              Nesse período, o principal desafio das comunidades e organizações indígenas passou da repressão imposta pelo sistema de escolarização dos missionários à resistência das autoridades oficiais de educação em reconhecer e apoiar as escolas indígenas, conforme assegurado na Constituição Federal de 1998

              Sem título
              Beleza e saber: plumária indígena.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81) / C982b / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Catálogo da exposição temporária "Beleza e saber: plumária indígena" realizada no Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-597(811) / C112p / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Organizado pelo antropólogo Aloisio Cabalzar, ilustrado por Mauro Lopes e com pesquisa ictiológica de Flávio Lima, o livro enfoca a relação dos índios tukano e tuyuka com os peixes do Alto Rio Tiquié, no noroeste da Amazônia, importantes na cosmologia e na alimentação desses povos. Fruto da parceria entre o ISA, as associações indígenas do alto Tiquié, o Museu de Zoologia da USP e a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, (Foirn) a publicação traz pesquisa inédita no Brasil sobre a diversidade de peixes de uma região, a do rio Tiquié, no Alto Rio Negro, reunindo os conhecimentos indígenas e o conhecimento -icitiológico. O estudo etnográfico abrange conhecimentos tuyuka e tukano sobre a ecologia de cada espécie, e analisa os mitos e conceitos cosmológicos relacionados à origem dos peixes e suas relações com a humanidade. Já a pesquisa ictiológica se debruça sobre a classificação das espécies de peixes e a descrição de sua morfologia. Os Tukano e os Tuyuka participaram e acompanharam todas as etapas do estudo, que consumiu mais de quatro anos de pesquisa, em um esforço intercultural e interdisciplinar, que não se esgotam nesta publicação. Peixe e Gente continuará a ser tema de pesquisa das escolas indígenas e das atividades de gestão de recursos naturais

              Sem título
              Yvy Tava - aldeia Maracanã
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--AD 286 · Item · 2012
              Parte de Arquivístico

              Documentário que mostra a luta dos índios da chamada Aldeia Maracanã em favor da manutenção do casarão do antigo Museu do Índio localizado no bairro do Maracanã