Sociologia

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              182 Descrição arquivística resultados para Sociologia

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              Mitos, emblemas, sinais: morfologia e história.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-291.13 / G493 / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Freud, Sherlock Holmes, o crítico de arte Morelli: partindo desses nomes, Carlo Ginzburg constrói o paradigma de um "saber indiciário", um método de conhecimento cuja força está na observação do pormenor revelador, mais do que na dedução. Nessa coletânea, Ginzburg aplica o método a temas aparentemente díspares: a história da cultura popular, a teoria e a história da arte, a psicanálise, a influência da ideologia nazista em alguns dos mestres da historiografia moderna. São sete ensaios iluminadores, fruto de uma investigação "detetivesca" que, trazendo à luz detalhes negligenciados, revela perspectivas surpreendentes e faz jus à epígrafe de um dos textos: "Deus está no particular"

              Sem título
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 1994 - 4 - 1-2 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 1995 - 7 - 1-2 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 2000 - 12 - 1 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 2002 - 14 - 1 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 1990 - 2 - 1 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 1990 - 2 - 2 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 1991 - 3 - 1-2 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 1994 - 5 - 1-2 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 1995 - 6 - 1-2 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 1996 - 8 - 1 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 1998 - 10 - 2 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 1999 - 11 - 1 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 2000 - 11 - 2 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 2002 - 14 - 2 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico
              [Tempo Social]
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Tempo Social - 2009 - 21 - 2 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico
              Cultura na prática
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-301 / S131c / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              “Em Cultura na Prática, Marshall Sahlins se revela um dos mais profundos e originais antropólogos de nosso tempo. Ele soube fecundar reciprocamente as tradições intelectuais européias e americanas. Sempre se recusou a separar as ciências sociais das disciplinas humanas, a análise estrutural da pesquisa histórica, e a teoria da prática. Graças à amplitude de suas perspectivas, a seu imenso conhecimento, ao equilíbrio de seus juízos e à sua recusa de qualquer modismo intectual, Marshall Sahlins é indiscutivelmente o mais lúcido dos antropólogos contemporâneos” Claude Lévi-Strauss

              Sem título
              Cultura
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.72/.74 / W726c / 2000 · Item · 2000
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              Sem título
              Esboço de auto-análise
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-301 / B769e / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Concebido a partir de um curso ministrado no Collège de France, Esboço de auto-análise é o livro mais pessoal do sociólogo Pierre Bourdieu. Escrito em 2001, poucos meses antes de sua morte, o texto mescla a narração de momentos-chave de sua vida a um estudo da posição que ocupou no campo intelectual; A infância e os ritos de passagem no internato, a vivência familiar numa província pobre do sudoeste da França e a experiência como sociólogo na Argélia compõem alguns dos temas do livro. Mas o cerne da atenção é dedicado aos jogos de força entre as principais escolas de pensamento na França naquele período, com destaque para as figuras de Raymond Aron, Michel Foucault e, sobretudo, Jean-Paul Sartre; De acordo com Bourdieu, Sartre foi um dos responsáveis pelo estabelecimento de um modelo de atividade intelectual pautado pelo exibicionismo retórico e pela ambição desmedida - e é no embate com esse modelo que o autor reconstrói sua trajetória; Traduzido pelo sociólogo Sergio Miceli, que também assina a introdução, e ilustrado com fotos tiradas pelo autor em pesquisas de campo na Argélia, Esboço de auto-análise condensa de forma enxuta e elegante o percurso de um dos mais importantes sociólogos do século XX

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-330.342.12 / S397s / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              O açúcar foi o principal produto exportado pelo país naquele período, e a produção açucareira conferiu à Bahia, e especialemente ao Recôncovo baiano, sua razão de ser, moldando assim, sua sociedade característica. E, "Segredos Internos, o engenho, "espelho e metáfora da sociedade baiana", é examinado tanto da perspectiva do trabalhador quanto do ponto de vista do senhor do engenho e do lavrador de cana; O autor aventa as possíveis razães da transição da mão-de-obra indígena para a africana, comparando as posições e papéis de cada uma

              Sem título
              Arte y sociedad
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-301:7 / B326a / 1948 · Item · 1948
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Os cangaceiros
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-301.185(812) / Q45c / 1977 · Item · 1977
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              Sem título
              Explorações: ensaios de sociologia interpretativa.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81) / M385e / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              Quais os elementos e as relações que permitem uma leitura da sociedade brasileira como Brasil? Esta é uma das questões que o antropólogo Roberto DaMatta melhor articula em toda a sua obra. Trata-se de saber como é que passamos de grupo a Estado Nacional. E também de discutir como este Estado, que adotou ideologias e códigos de valores institucionais modernos, opera com as fortes relações de compadrio, de família e de amizade tão fundamentais e presentes na cultura brasileira. Em Explorações – Ensaios de sociologia interpretativa, o autor instiga o leitor a refletir sobre essas questões, a partir de artigos escritos entre 1985 e 1995 para o jornal Folha de S. Paulo e para a revista Manchete

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              Os dois brasis
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(81) / L222d / 1959 · Item · 1959
              Parte de Bibliográfico
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