Shapoto

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        Termos hierárquicos

        Shapoto

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          Shapoto

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            Shapoto

              11 Descrição arquivística resultados para Shapoto

              11 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Avó e netas arrancam macaxeiras para trazer para casa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20131204_01 · Item · 2013
              Parte de Arquivístico

              Zupira, de Santa Júlia, e netas vão ao roçado para arrancar algumas macaxeiras para trazer para o almoço. Como o roçado fica bem no meio do caminho na mata pelo qual nos conduzia Komizi quando buscávamos o koama (a máscara dos espíritos), ele brincou que a avó e as meninas eram os espíritos. Enquanto alguns cestos shapotos aguardam no chão cheios das raízes, outros vão se enchendo com o trabalho das mulheres.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_02 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Cesto shapoto abandonado embaixo da casa se transforma em galinheiro. A mãe se alimenta com as filhas em sua casa. Abaixo, no solo, as galinhas usam o shapoto velho abandonado como ninho.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_01 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Enquanto João Ikobo (Santa Júlia) trabalha na criação de um Teteko, vários cestos de vários modelos, shapoto, tsahe, entre outros, aguardam amontoados a hora de Zupira – esposa de João Ikobo – ir com o marido e as netas para o roçado. Komizi assiste ao parente deitado em uma powi (tradicional rede de algodão kulina) e alguns jovens aprendem o processo de fabricação do Teteko. Antes de irem para o roçado, as mulheres juntam os cestos disponíveis e que serão necessários para os produtos que calculam trazer.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130808_01 · Item · 2013
              Parte de Arquivístico

              Na praia, à margem direita do rio Purus, na altura de Manoel Urbano, as famílias kulina acampam, permanecendo às vezes por muitos dias. Eles levam um rancho para se alimentar durante o tempo em que permanecem acampados na praia da cidade. Cachos de bananas, macaxeira são levados nas canoas em shapotos grandes. Também é levado carvão

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141128_01 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Menina de Santa Júlia é deixada pela mãe na porta de casa, perto de fogueira onde também são deixados alguns shapotos que acabaram de chegar do roçado e os cachos de bananas que foram transportados neles. Na fogueira, algumas panela já começam a ferver para cozinhar as bananas. A menina brica com um dos cachorros que estavam deitados sob a fogueira para se aquecer. Muitas casas kulina não tem uma cozinha propriamente dita e tampouco um fogão. Em geral são casas de um grande cômodo apenas, às vezes aberto. Ou ainda há casas que tem apenas um quarto fechado e uma varanda aberta. Nestes casos, as mulheres fazem fogueiras no nível do solo, onde cozinham e se aquecem.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130811_01 · Item · 2013
              Parte de Arquivístico

              Chiquinha, de Buaçu, e sua filha Raho, chegam do roçado carregadas de produtos. Chiquinha leva pendurado na testa um shapoto repleto de bananas (bare). Raho leva, também pendurado na testa, um tsahe repleto de macaxeia, nas mãos um terçado e ainda algumas canas de açucar (mahonana). É uma cena muito comum na aldeia, mães e filhas já casadas chegarem do roçado de uma delas carregadas de produtos.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              A museóloga do Museu do Índio Maria José (Zezé), Raimundo Kulina, Benjamim Kulina e Arnaldo na sala de museologia do Museu do Índio. Zezé está pegando um shapoto, cesto cargueiro, para mostrar para Raimundo. Benjamim filma a cena ao fundo. Raimundo e Arnaldo tentam responder às perguntas feitas pela museóloga Zezé e sua equipe. O shapoto é um cesto utilizado para transporte de produtos do roçado, principalmente utilizado pelas mulheres, mas não apenas. Ele é confeccionado pelas mulheres, da folha do aricuri, chamado em língua kulina birihari nodi.

              George Magaraia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141121_01 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Zupira, de Santa Júlia, descansa em sua velha powi, depois de voltar do roçado com os shapotos cheios de macaxeira e outros produtos. João Ikobo, seu marido, acaba de se despir das botas e camisas de trabalho. A um canto da cozinha, podemos ver a macaxeira trazida e o shapoto usado para o transporte.

              Coletivo Kulina
              Pai e filha vão para o roçado
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141120_02 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Ino (Benedito) e Kaba, sua filha mais nova (de Santa Júlia), vão para o roçado. Ele carrega uma terçado, de botas. Ela carrega um cesto shapoto enlaçado na testa. Uma cena muito comum nas aldeias kulina é um grupo de mulheres se encaminhar para o roçado carregando shapotos vazios (às vezes algum terçado) seguidas pelas crianças e muitas vezes também pelos homens da casa (especialmente os mais velhos)

              Coletivo Kulina