Saúde

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        Saúde

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            Saúde

              121 Archival description results for Saúde

              121 results directly related Exclude narrower terms
              Índio excepcional
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-IIR-SPI11677 · Item · 1947
              Part of Arquivístico

              Índio excepcional na casa de assistência

              Untitled
              Índios tratando os dentes
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-ECC-SPI07770 · Item · 1944
              Part of Arquivístico

              Os índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo

              Untitled
              Índios tratando os dentes
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-ECC-SPI07774 · Item · 1944
              Part of Arquivístico

              Os índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo

              Untitled
              Índios tratando os dentes
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-ECC-SPI07776 · Item · 1944
              Part of Arquivístico

              Os índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo

              Untitled
              Índios tratando os dentes
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-ECC-SPI07778 · Item · 1944
              Part of Arquivístico

              Os índios fazem tratamento dentário enchendo a cavidade do dente cariado com resina quente quando o nervo está exposto. Repetindo esse processo três a quatro vezes, os indígenas conseguem a cauterização do nervo

              Untitled
              [Índios Xavánte]
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FDVI 022 · Item
              Part of Arquivístico

              Imagem de uma aldeia indígena, índios reunidos (mulheres e crianças), índia amamentando, criança índia colocando lenha numa pequeno fogão, tucano se alimenta, índia confecciona cesto de palha, índia fazendo linha com algodão, índio cortando sua comida (um

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 043.1 e MIVI 043.2 · Item
              Part of Arquivístico

              Mesa de abertura do II Conferência Nacional de Saúde para os Povos Indígenas, realizada na cidade de Luziânia, no Estado de Goiás, entre os dias 25 e 27 de outubro de 1997. Sentados à mesa de abertura da Conferência, alguns índios, o presidente da FUNAI,

              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 010 FAIXA 02 · Item · 1961
              Part of Arquivístico

              Faixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]

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