A dissertação acompanha a trajetória histórica de Atalaia, um aldeamento composto por índios Kaingang que teve sua concepção no governo da Capitania de São Paulo durante o processo de colonização dos Campos de Guarapuava na primeira metade do século XIX
TAKATUZI, TatianaSão Paulo
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Este livro acompanhou a exposição realizada na Caixa Cultural em 2006. Traz depoimentos de lideranças indígenas que relatam as origens das quatro aldeias mbyá existentes no município de São Paulo. De especial interesse é o depoimento do cacique Vera Popygua, de Tenonde Porã (Morro da Saudade), que oferece uma reinterpretação da presença histórica dos Guarani em terras paulistas. Além das belíssimas fotos feitas por Rosa Gauditano, o livro também inclui desenhos realizados por moradores destas aldeias
TRONCARELLI, Maria CristinaNeste trabalho, Guilherme Grandi busca resgatar a história da Companhia E. F. Rio Claro, examinando tanto as discussões para a aprovação da sua concessão e para o planejamento do seu traçado como o desempenho da companhia sob as diversas gestões do capital inglês e da Companhia Paulista entre os anos de 1880 a 1903. A análise, no entanto, ultrapassa uma história da trajetória da empresa e vem acompanhada de um exame mais detido dos objetivos, interesses e vantagens das diversas companhias ferroviárias diante da fronteira que se expandia. A fim de resguardar o bom desempenho e a lucratividade, as companhias procuravam assegurar-se do transporte de café nos territórios que a ferrovia conquistava. Os conflitos, as disputas eram inevitáveis. O autor chama a atenção para a atuação de investidores ingleses e da Companhia Paulista, que, em meados da década de 1880, tentaram incorporar a Companhia Rio Claro. Na época, os ingleses acabaram fechando o negócio, para, logo depois, vender a empresa à Companhia Paulista. Utilizando-se de instrumentos de análise quantitativa, Guilherme Grandi avalia as (des)vantagens das transações para os grupos envolvidos na compra e venda da empresa
GRANDI, GuilhermeO casamento, no Brasil colonial, era exclusividade da Igreja católica, defensora da liberdade matrimonial irrestrita, a despeito das diferenças que regiam a sociedade
GOLDSCHMIDT, Eliana ReaA conquista do oeste de São Paulo e Mato Grosso nos séculos XVIII e XIX geralmente é abordada como uma aventura de heróis desbravadores, de valentes soldados do Rei. Em O Extremo Oeste, o desgastado tom romanceado cede lugar à análise do fator histórico principal - o combate do imigrante europeu para sobreviver e adaptar-se ao sertão inóspito
Holanda, Sérgio Buarque deBaseado numa extensíssima pesquisa documental em cartórios do interior e no arquivo estadual, este livro enfoca a política expansionista do governo provincial de São Paulo na segunda metade do século XIX. Ao detalhar a organização de bandeiras, as tentativas de aldeamento e os conflitos entre fazendeiros e índios – Coroados (Kaingang), Cayuás (Kayowá-Guarani) e Xavantes (Oti) – a autora documenta a convergência entre interesses particulares e do Estado na ocupação fundiária do Vale, redundando na destruição dos povos indígenas
DI CREDDO, Maria do Carmo Sampaio