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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / B817i / 1986 · Unidad documental simple · 1986
              Parte de Bibliográfico

              Como base em relatos autênticos sobre os primeiros contatos entre tribos isoladas e a civilização branca, Carlos R. Brandão analisa as conseqüentes modificações sofridas pelas sociedades indígenas, além de descrever as formais culturais de resistência criadas contra a formas culturais de resistência criadas contra a dissolução de suas crenças e costumes. Um minucioso levantamento antropológico da situação das populações indígenas no Brasil onde o autor trata de temas fundamentais como etnia e identidade étnica. Com isso agita a consciência do leitor e o convida a rever sua própria identidade, bem como as do diferentes grupos sociais, construídas ao longo da história

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.028 / O48c / 2006 · Unidad documental simple · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Compreender finalmente que a etnicidade e os mecanismos identitários subjacentes constituem, no mundo atual, fenômenos quase universais leva-me a acreditar que eles continuarão ainda por muito tempo a atrais a nossa atenção, não apenas como cientistas sociais, mas também - e sobretudo - como cidadãos. Essa a principal razão que me animou a reunir estes ensaios com a expectativa de que, mesmo num mundo globalizado, sempre haverá espaço para a diversidade étnica e cultural, não importando a latitude em que estiverem localizadas as sociedades anfitriãs

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-323.1 / L638n / 2001 · Unidad documental simple · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Este livro do historiador norte-americano Jeffrey Lesser vem preencher uma lacuna que; ele próprio classifica de surpreendente: a ausência de estudos sobre o grande número de; imigrantes não-europeus no Brasil. Pois, se é verdade que todos os 4,55 milhões de; imigrantes que entraram no país entre 1872 e 1949 trouxeram consigo uma cultura pré-; migratória e criaram novas identidades étnicas, o fato é que os 400 mil asiáticos,; árabes e judeus, considerados não-brancos e não-pretos, foram os que mais puseram em; xeque as idéias da elite sobre a identidade nacional. Trata-se, aqui, de analisar como; e por que esses imigrantes entraram em discussão pública com as lideranças políticas e; intelectuais da nação. Suposições culturais acerca da hierarquia e das categorias; raciais, formalizadas nos séculos XVII e XVIII, refletiam e promoviam um sentimento de; superioridade européia, e muitos pensadores brasileiros eram monogenistas, vendo a raça; como vinculada à biologia e ao meio ambiente. Tais concepções serviam como uma luva à; elite brasileira, permitindo-lhe adquirir legitimidade ao vincular-se a lugares e; culturas longínquas. Afirmando que a geografia (isto é, a natureza) era a base da raça,; os imigrantes "brancos" no Brasil criariam uma identidade nacional semelhante à; européia, que viria a esmagar, com sua superioridade, as populações nativa e africana; A dupla assimilação era a chave para a criação de uma identidade nacional clara: à; medida que os colonos se tornassem brasileiros, o Brasil se tornaria europeu. Mas se; alguns integrantes da elite brasileira viam as características étnicas desejáveis como; de base geográfica e pediam a proibição da imigração proveniente da Ásia e do Oriente; Médio, outros viam a concessão de plenos direitos de cidadania, tanto jurídicos quanto; sociais, aos sírio-libaneses e aos nisseis como um preço razoável a ser pago pelo; crescimento econômico, e outros ainda permaneciam vacilantes, imaginando a; possibilidade de o Estado brasileiro insistir no desaparecimento da etnicidade dos; imigrantes e, mesmo assim, colher os benefícios de sua mão-de-obra. A análise dessas; posições díspares por parte do autor sugere que a "mestiçagem", que muitos estudiosos; viram como significando o surgimento de uma "raça" brasileira nova e uniforme, a partir; da mistura de povos, foi muitas vezes entendida como a criação de diferentes; identidades e de uma multiplicidade de brasileiros hifenizados, e não de um grupo; único

              Sin título