Nesta tese, buscou-se analisar a educação no Grão-Pará colonial, no período que se estende da fundação do Forte do Presépio, 1616, até o final da fase pombalina, em 1777
Sin títuloSão Paulo
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Partindo das Exposições Universais, eventos que funcionavam como vitrine para as conquistas tecnológicas da burguesia no século XIX, o professor Francisco Foot Hardman investiga a expansão do capitalismo pelo globo, centrando-se no episódio da construção da ferrovia Madeira-Mamoré. O delírio desenvolvimentista levou operários de mais de quarenta países aos confins da Amazônia, para trabalhar em uma linha de trem cuja finalidade em pouco compensava os problemas de terreno e logística. Em um relato amplamente documentado, o autor mostra como esta obra faraônica custou a vida de milhares de trabalhadores anônimos
Sin títuloColonização, culto, cultura. Três palavras que se aparentam pela raiz verbal comum. Colonização diz o processo pelo qual o conquistador ocupa e explora novas terras e domina os seus naturais. Culto remete à memória dos deuses e dos antepassados que vencedores e vencidos celebram. Cultura é não só a herança de valores mas também o projeto de um convívio mais humano. A cada conceito responde uma dimensão temporal: o presente, o passado e o futuro.; Em capítulos que vão de Anchieta à indústria cultural, Alfredo Bosi, o conceituado autor da clássica História concisa da literatura brasileira, persegue com sensibilidade as formas históricas que enlaçaram colonização, culto e cultura: Dialética da colonização é o resultado deste percurso sui generis na história do pensamento brasileiro
Sin títuloPartindo das Exposições Universais, eventos que funcionavam como vitrine para as conquistas tecnológicas da burguesia no século XIX, o professor Francisco Foot Hardman investiga a expansão do capitalismo pelo globo, centrando-se no episódio da construção da ferrovia Madeira-Mamoré. O delírio desenvolvimentista levou operários de mais de quarenta países aos confins da Amazônia, para trabalhar em uma linha de trem cuja finalidade em pouco compensava os problemas de terreno e logística. Em um relato amplamente documentado, o autor mostra como esta obra faraônica custou a vida de milhares de trabalhadores anônimos
Sin títuloO choque entre os dois povos exigiu uma série de adaptações por parte dos índios. Gruzinski analisa, por exemplo, os deslocamentos na composição e na forma dos pictogramas, e também o progressivo aparecimento da paisagem de fundo e da escrita alfabética nos mapas indígenas, marcando a gradual assimilação da representação ocidental de espaço; Outras fontes já conhecidas são iluminadas por nova perspectiva. É o caso dos questionários aplicados pela administração espanhola na colônia. Gruzinski mostra, na própria formulação das perguntas, como os índios eram obrigados a rever suas concepções segundo critérios alheios; Por meio de investigações como essas, o leitor descobre como os índios se submetiam às expectativas espanholas. E percebe que não apenas os índios mudavam nesse processo: também os espanhóis se tornavam "outros" ao recorrer a xamãs indígenas e ao tentar compreender o que diziam seus interlocutores. O mundo colonial mexicano é, assim, restaurado em seus aspectos mais sutis e, do ponto de vista das culturas indígenas sob domínio espanhol, mais fundamentais
Sin títuloMostra a importAncia da posição geográfica do núcleo paulistano e analisa as diferentes formas que o povo europeu e seus descedentes asseguraram a possibilidade de utilizar o trabalho dos ameríndios
Sin títuloMostra a construção do vazio demográfico, a presença indígenas no território paranaense, o modo de vida Kaingang e a resistências as diversas formas de submissão
Sin títuloEdição de um trabalho de geografia apresentado como tese de livre docência em meados da década de 1960. Fruto de uma expressiva pesquisa histórica, o livro documenta o lugar das populações indígenas na organização do espaço colonial em São Paulo, com destaque para o século XVIII
Sin títuloA conquista do oeste de São Paulo e Mato Grosso nos séculos XVIII e XIX geralmente é abordada como uma aventura de heróis desbravadores, de valentes soldados do Rei. Em O Extremo Oeste, o desgastado tom romanceado cede lugar à análise do fator histórico principal - o combate do imigrante europeu para sobreviver e adaptar-se ao sertão inóspito
Sin títuloCentrado nos quatro séculos da Colônia ao Império, este livro apresenta nossa história de um ponto de vista inovador e progressista. Um clássico das ciências humanas no Brasil
Sin títuloNeste livro, o autor conta a história dos franceses na terra do Brasil e a intenção de nela estabelecer o que chamavam de uma França Antártica e uma França Equinocial; suas lutas com os portugueses e as alianças com a gente dessa terra, os tupinambás, entre outros. Com rigor histórico, Adriana Lopez narra os passos iniciais incertos dados nessa terra que viria a ser o Brasil
Sin títuloMarc Ferro, historiador famoso sobretudo por seus estudos dedicados à história da URSS, especialmente da Revolução, bem como por seus trabalhos pioneiros sobre as relações entre cinema e história, faz deste História das colonizações um dos ensaios mais abrangentes já produzidos sobre o fenômeno das colonizações na História moderna e contemporânea; Com a erudição e a clareza que caracterizam seu trabalho, Ferro trata da expansão colonial européia, traçando uma visão histórica comparativa com outros colonialismos, entre eles o árabe, o turco e o japonês. No final, após fazer o balanço da chamada descolonização do pós-guerra, ele propõe o interessante conceito de "imperialismo multinacional", forma atual de controle sobre os países pobres e que advém da mundialização da economia e da globalização de estruturas de poder político para além das fronteiras dos Estados nacionais
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