O autor deste livro, Alfredo d'Escragnolle Taunay, conhecido como Visconde de Taunay, escreveu seu nome no panteão dos heróis da pátria, na academia literária, nos anais políticos e, por fim, para ser mais amplo e exato, na cultura brasileira. Essa grande figura de homem de ação e literato produziu algumas joias da historiografia e da literatura brasileiras. Na literatura, escreveu o clássico "Inocência", uma das expressões do mundo rural no século XIX. A maioria dos críticos é unânime em apontar "A retirada da Laguna" como livro fundamental sobre a nossa história militar. Estudioso, pesquisador, espírito inquieto, intelectual de formação impecável, Taunay narra com estilo envolvente a heroica retirada da região paraguaia de Laguna. O lugar fora atacado precipitadamente por tropas brasileiras. O coronel Camisão, em meio à falta de suprimentos, informações e forças de cavalaria, bateu em retirada junto com 1300 homens famintos, em terreno desfavorável, combalidos psicologicamente pela derrota e fisicamente por epidemias. É um relato emocionante e rigoroso, fruto da observação e do diário de campanha com as anotações feitas por Taunay no fragor da luta e na retirada honrosa que causou 700 baixas, em "35 dias de dolorosa memória"
Sin títuloSão Paulo
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O livro volta-se para as políticas e ações indigenistas, desenvolvimentistas e de proteção social elaboradas em âmbitos nacionais e internacionais e, dessa perspectiva, diversos temas relativos à saúde, educação, território, desenvolvimento e direitos são enfatizados. Considerando um constraste entre América Latina, representada por Brasil e México, e América Anglo-Saxã, representada pelos EUA, o livro proporciona uma perspectiva comparativa das oportunidades e dos obstáculos à promoção da igualdade em sociedades plurais e assumidamente democráticas
Sin títuloComo os primeiros missionários se comportaram diante da natureza da terra brasílica? Como viram o mundo natural? Através da análise das cartas dos primeiros missionários, Assunção resgata a visão e compreensão dos loiolanos. O resgate é realizado gradualmente ao longo de treze capítulos, divididos em quatro partes.
Sin títuloA arte, os artistas, suas culturas e seus objetos situam-se no domínio de interesse principal deste livro através das originais formulações encontradas na obra de Claude Lévi-Strauss. A autora debruçou-se detidamente sobre a obra e a vida do antropólogo, tendo como fio condutor a investigação da arte como união entre a natureza e a cultura. Em suas pesquisas, encontrou documentos inéditos do período em que o autor esteve no Brasil, os quais mereceram atenção especial neste livro; manteve correspondência com o antropólogo, investigou arquivos diversos, para recompor sua trajetória intelectual. As reflexões do antropólogo sobre as chamadas arte primitiva e arte civilizada compõem um mesmo conjunto, que lhe possibilitou elaborar uma reflexão sobre a arte em geral, e permitiu à autora discutir questões fundamentais do estruturalismo de autoria do próprio Lévi-Strauss.
Sin títuloEste livro se propõe a dar ao leitor a oportunidade de refletir sobre a História do Brasil e tentar contribuir na montagem desse enorme quebra-cabeça incompleto. Ao ver gravuras e ler fragmentos de relatos de viagem, o leitor descobrirá costumes estranhos, tribos canibais, aventureiros e piratas, embora ainda encontre personagens incrivelmente semelhantes aos atuais brasileiros. A diversidade de costumes e valores faz parte de nossa História e deu origem à cultura brasileira. Conhecer a história dessa fusão é o grande desafio dos pesquisadores, que buscam informações em documentos variados, entre os quais os relatos de viajantes estrangeiros. Durante três séculos, esses testemunhos registraram episódios vividos na América portuguesa que ora se destacam por uma percepção singular quando comparada aos olhares luso-brasileiros, ora apenas reproduzem lugares-comuns difundidos na Europa. No passado, sobretudo no período colonial, paulistas, baianos e mineiros se sentiam mais súditos da monarquia portuguesa, moradores dos domínios ultramarinos de Sua Majestade, do que brasileiros. Não havia o sentimento de ser brasileiro, identidade que se consolidou somente nos dois últimos séculos. Índios e negros de várias etnias se misturavam aos portugueses, mestiços, escravos e libertos e constituíam uma sociedade muito heterogênea e incapaz, à época, de se pensar como unidade, como nação.
Sin títuloO livro dá voz às pessoas que participaram das formações de Agentes e Educadores Socioambientais do Xingu realizadas entre 2007 e 2009, em 15 municípios matogrossenses localizados na bacia do Rio Xingu. Através de entrevistas, elas contam histórias e relatam experiências que viveram durante e após o processo de formação.
Sin títulopartir de andanças por diferentes regiões da Amazônia nos estados do Acre, Amazonas e Pará, o fotógrafo Pedro Martinelli retratou a vida como ela é na maior floresta tropical do mundo, tendo como preocupação fundamental revelar a singularidade de seus habitantes, as mulheres nesse caso, e seu cotidiano.
Sin títuloOrganizado pela antropóloga Flora Cabalzar, colaboradora do Programa Rio Negro do ISA, a publicação, em língua indígena e em português registra um conjunto de cantos, danças e benzimentos que marcam a vida cultural do povo Tuyuka, que habita a região do Alto Rio Negro, no noroeste amazônico. Os cerimoniais tem função primordial na vida comunitária dos Tuyuka. Influencia dietas alimentares em momentos cruciais, como o parto e o nascimento, a prevenção e cura de doenças, a atribuição dos nomes pessoais. Também evidencia as mudanças permanentes nas formas de expressão e transmissão de conhecimentos entre as gerações, assim como nas formas de habitação e ocupação do espaço ao longo do tempo. A publicação é fruto de parceria entre o ISA e a Associaçlão Escola Indígena Utapinopona Tuyuka.
O AACR2 teve a primeira edição lançada pela FEBAB em 1983 e 1985, e no presente momento disponibiliza a segunda edição atualizada e com novas informações proporcionando ao profissional de informação um instrumento atualizado para a catalogação de livros, multimeios e recursos de informação disponíveis na Internet. O livro, organizado pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB )e publicado em co-edição com a Imprensa Oficial do Estado, traz as regras internacionais atualizadas para organizar o acervo de bibliotecas (livros e multimeios) e publicações on-line. Márcia Rosetto, presidente da FEBAB, explica que o Catálogo será utilizado em todos os países de língua portuguesa: "O livro serve de referência não só para bibliotecários, mas para todos os profissionais da informação que necessitam catalogar documentos de modo geral. Para catalogar um livro é preciso não só falar do autor e dados gerais da publicação, mas oferecer uma descrição completa para que ele seja bem recuperado pelos usuários nas bibliotecas, incluindo os catálogos on-line".
A publicação é uma introdução à diversidade socioambiental da região do alto e médio rio Negro, no noroeste da Amazônia brasileira. É composta pelo mapa Terras e Comunidades Indígenas no Alto e Médio Rio Negro e por livro de textos com fotos, iconografia e mapas temáticos. Trata-se de uma publicação de referência que se destina, prioritariamente, a um público local de multiplicadores indígenas (lideranças, professores e agentes de saúde) e profissionais de instituições de serviços, públicas ou privadas, que atuam na região. Os mapas temáticos apresentam as famílias lingüísticas da região, etnias, classe de solo, povoados e paisagens florestais. Os textos tratam da diversidade cultural e lingüística do Rio Negro; conta uma história da ocupação daquela região e detalha a ecologia e o manejo ambiental no Alto e Médio Rio Negro. Conta ainda da história de chegada dos primeiros europeus e do contato como os povos nativos até a demarcação das terras indígenas em meados dos anos 1990
Sin títuloBem longe do barulho e da agitação das cidades, envolvidos pela noite escura e pelos mistérios da floresta, os índios se reúnem em torno da fogueira para contar suas histórias - narrativas fantásticas que revelam seu cotidiano, suas crenças e suas interpretações para os enigmas da vida e da morte. Impossível ouvi-as e não reagir a elas com admiração e espanto, tão fascinante é o universo mítico dos povos indígenas brasileiros.
Sin títuloDois temperamentos de mulher, em dois povos indígenas de Mato Grosso. Quem é ela, como cada sociedade molda o feminino? Como se fosse um romance, 'Sexo e desigualdade' nos transporta para o quotidiano dos índios. Estamos dentro, seguindo as mulheres - o trabalho árduo entremeado com as horas de brincadeira ou preguiça, as reclusões, os cuidados com o corpo e a saúde, a nudez vestida de adornos, a festa dos banhos de rio, os namoros, a malandragem, as regras de comportamento, o afeto derramado, gente se pegando e abraçando, as crianças, as risadas, o proibido e o sensual, o casamento e o parentesco, a violência doméstica, a feitiçaria, o perigo do além e da doença, as aparições, a contínua ameaça invisível.; A mulher é igual aos homens? Pode ser pajé, vira chefe, atinge o domínio espiritual, decide a guerra? Está sendo submissa ou rebelde, quando desafia a ordem familiar, na fuga inesperada com um amado, ou com todas as outras mulheres, as que decidem viver sem homens, no mito das Amazonas? Só a experiência de uma antropóloga como Carmen Junqueira, com uma vida dedicada aos índios, é capaz da proeza de um livro que entrelaça com simplicidade fantasmas, rotina, labuta, mitos, magia, análise social, traduzindo o impacto de um outro modo de ser
Sin títuloEscrito especialmente para estudantes, professores e profissionais das ciências humanas, este livro desvenda as facetas da Antropologia - da evolução do Homo sapiens aos mistérios dos rituais e da religião. Com linguagem acessível, o autor analisa a importância da Antropologia para os dias de hoje e para o futuro, inclusive no cenário brasileiro. Mostra ainda que, mais que uma ciência da diversidade cultural, a Antropologia é uma forma de dar sentido ético ao homem.
Sin títuloUma das mais reconhecidas expedições do século XIX, a do naturalista alemão começou em 1821, e só terminou oito anos depois, percorrendo 17 mil quilômetros. O barão reuniu artistas como o alemão Johann Moritz Rugendas e os franceses Aimé-Aidrien Taunay e Hercoles Florence, e o astrônomo e cartógrafo russo Néster Rubtsov. Pela primeira vez, a série de 28 mapas produzida por Rubstov será exibida no Brasil.; A fantástica viagem também foi trágica. Depois de uma febre, Langsdorff delirou na selva por semanas e perdeu a razão. Afetado pela doença, ele voltou para a Europa, onde viveu por 22 anos, até sua morte, em 1852. Não se lembrava de ter estado um dia no Brasil.
Flora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil
Sin títuloFlora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil
Sin títuloA série iniciada em 1980 chega ao décimo-primeiro volume trazendo na capa o líder kayapó Raoni Metuktire, contundente em suas críticas contra a usina hidrelétrica de Belo Monte, na Volta Grande do Rio Xingu, no Pará. Desde os anos 1980, Raoni ergue sua voz contra o projeto que tornou-se obra símbolo do Programa de Aceleração do crescimento (PAC) no governo Lula e prossegue no governo Dilma Rousseff. Embora os Kayapó não sejam diretamente afetados pela barragem, a suspeita é que para garantir sua viabilidade econômica, outras usinas venham em seguida, alcançando então a área Kayapó. Esta edição de Povos Indígenas no Brasil 2006-2010 resume a situação indígena no período por meio 165 artigos assinados, 810 notícias extraídas e resumidas a partir de 175 fontes, 228 fotos e 33 mapas. Inclui pela primeira vez um caderno especial de 32 páginas com imagens de destaques. As informações estão organizadas em seis capítulos temáticos e 19 regionais, totalizando 778 páginas que dão uma visão geral sobre 235 povos indígenas que vivem no Brasil e falam cerca de 180 línguas. Destes, 49 habitam também o outro lado da fronteira, em países que fazem limite com o Brasil
. Este trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade; Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO; Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial; Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial; Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais
Sin títuloA conquista do oeste de São Paulo e Mato Grosso nos séculos XVIII e XIX geralmente é abordada como uma aventura de heróis desbravadores, de valentes soldados do Rei. Em O Extremo Oeste, o desgastado tom romanceado cede lugar à análise do fator histórico principal - o combate do imigrante europeu para sobreviver e adaptar-se ao sertão inóspito
Sin títuloEste livro é um estudo etnográfico sobre os Marubo do alto rio Ituí (Vale do Javari, Amazonas)examina cantos e depoimentos de xamãs que se dedicam, por meio da linguagem poética, a dilemas tais como a morte e os ciclos vitais, a constituição do mundo e da pessoa, as relações entre visível e invisível. Em suas diversas manifestações – como, por exemplo, a narração de mitos, o acompanhamento dos mortos em seu destino póstumo, o trabalho da cura e das relações com espíritos –, é notável a construção de uma poética da distância, dos deslocamentos e da nostalgia. São essas algumas das marcas de um mundo no qual o que se concebe como humano se estende para vastas e insuspeitas formas de relação, mediadas pelas ações e palavras dos xamãs. Ao articular traduções com detalhadas descrições de rituais, análises de iconografias e reflexões teóricas, Oniska é uma contribuição importante e oportuna aos ainda raros estudos fronteiriços entre antropologia e literatura, em especial no que se refere às complexidades das artes verbais associadas ao xamanismo
Sin títuloManual da pesquisa e intercâmbio de conhecimento em etnobotânica com povos indígenas da região do Rio Negro em oficina tendo como objetivo principal estabelecer relação entre povos indígenas e as observações realizadas pelo botânico inglês Richard Spruce
Sin títuloPublicação de artigos sobre o viajante Ermanno Stradelli na Amazônia
Sin títuloLivro contendo episódios da resistência indígena do jornal indigenista Porantim em que os povos indígenas eram retratados como protagonistas de sua história
Sin títuloEste livro apresenta os cogumelos comestíveis da região de Awaris
O livro foi publicado no verão de 2021 para a exposição "A arte dos povos da floresta: heranças de um Brasil profundo - olhar sensível de todos", com curadoria de Emanoel Araujo
O livro reúne histórias contadas por pajés Yanomamis do rio Demini, sobre os tempos antigos, quando seres que hoje são animais e espíritos eram gente como os Yanomami de hoje
Sin títuloEsta é a história do encontro de um homem da etnia Hupdá com um homem-sombra chamado Way Naku
Sin títuloO livro reúne narrativas de anciões Fulnió das histórias vivenciadas pelos membros do grupo indígena
Sin títuloPublicação sobre o pensamento da liderança indígena do Oiapoque, Domingos Santa Rosa
Sin títuloLivro de memórias do professor Felismar Manoel [Nhãmanrúri Schuteh Pury] de palavras Pury que eram usadas quando foi professor na Escola Municipal Felício Rufino da Silva, na região de Valão, na comunidade do Pé da Serra de Tuiuitinga - Guiricema/MG (1957). A obra traz um vocabulário dos falares e fazeres dos Pury em que conviveu
Sin títuloPalestra proferida na roda de conversa "Vidas entre línguas"
Sin títuloEste livro, ao mesmo tempo relato de vida, autoetnografia e manifesto cosmopolítico, convida a uma viagem pela história e pelo pensamento de um xamã yanomami, Davi Kopenawa
Sin títuloUma publicação clássica da Antropologia moderna
Sin títuloA publicação é uma adaptação de duas palestras e uma entrevista realizada por Ailton Krenak em Portugal entre 2017 e 2019
Sin títuloEnciclopédia da Floresta reúne estudos feitos na região da bacia do Alto Juruá, no Acre. Fartamente ilustrado, o livro apresenta a cultura dos seringueiros e das comunidades indígenas Kaxinawá, Ashaninka e Katukina
Sin títuloComo vivem as crianças indígenas brasileiras, do que brincam, quais são seus interesses, como ocupam seu tempo, sobre o que aprendem e como fazem? Há pesquisas sobre elas? Qual a contribuição que os estudos sobre a infância nas sociedades indígenas podem trazer à etnologia indígena e que impacto provocarão na produção de conhecimento antropológico?
Sin títuloEngleton toma como base sua insatisfação quanto ao significado antropológico amplo e com o sentido estético rígido da cultura, e busca algo que a diferencie de outros conceitos fundamentais da Sociologia, por considerar em jogo o uso do conteúdo da alta cultura. Busca as transformações históricas pelas quais o termo passou e seus usos contemporâneos. Ao mergulhar na crise moderna da idéia de cultura, aborda os choques culturais, a dialética da natureza e da cultura, dialogando com Marx, Nietzsche e Freud, e aprofunda a visão com relação à homogeneização da cultura de massas, a função da cultura na estruturação do Estado-Nação e a construção de identidades e sistemas doutrinários
Sin títuloNeste volume da coleção Como Fazer, as Professoras Johanna Wilhelmina Smit e Nair Yumiko Kobashi explicam o que é e como fazer o controle de vocabulário de documentos. Para tanto, descrevem minuciosamente os mecanismos de controle existentes, indicando os mais adequados para a obtenção de um arquivamento de documentos organizado. No final da obra, as autoras relacionam para aqueles que quiserem se aprofundar no assunto, uma bibliografia para consulta
Sin títuloNeste livro notável, Benedict Anderson sai a campo para desfazer boa parte dos lugares-comuns a respeito do nacionalismo: longe de se confundir com o racismo ou o fascismo, longe de ser uma síndrome quase patológica, que faz má figura num mundo marcado pelas promessas da globalização, o sentimento nacional tem uma história bem precisa, rica e contraditória; Como marxista de formação e dono de um olhar escolado na observação dos conflitos coloniais no Sudeste asiático, Anderson volta-se menos para a instituição dos estados nacionais e mais para a ascensão do sentimento nacional. Daí a noção de comunidades imaginadas? e não meramente imaginárias?,porque,mais do que simplesmente denunciar-lhe as limitações, Anderson quer examinar como o nacionalismo capta e expressa anseios, esperanças e preconceitos nascidos no calor da vida social; Comunidades imaginadas é ainda um livro pioneiro pelo recurso a idéias de várias disciplinas acadêmicas? da filosofia da história de Walter Benjamin à antropologia de Victor Turner, passando pela crítica literária de Erich Auerbach?, que frutificam num modelo em que o moderno sentimento nacional se vincula a fenômenos tão aparentemente díspares quanto a luta de classes, a ascensão das línguas vernáculas e do romance, o fim dos impérios coloniais e a emergência da impressão e da imprensa modernas
Sin títuloEm um diálogo com a historiografia mais recente, o autor trata também da controversa relação de Rondon com as populações indígenas. Tido em um primeiro momento como um defensor dos índios, Rondon foi depois acusado de aculturar os nativos, num processo nitidamente civilizatório. Todd A. Diacon mostra o papel que a fé de Rondon no positivismo teve nessa abordagem. Mais que isso, mostra como a forte crença no pensamento de Auguste Comte moldou suas ações durante toda a vida. Para o autor, traçar um perfil de Rondon significa ir a fundo em sua filosofia de vida; só assim podemos entender suas andanças, seus métodos, sua história
Sin títuloAo longo dos anos 1970, Bourdieu se dedica a várias pesquisas sobre o processo de diferenciação social, visando elaborar uma teoria geral das classes sociais. A Distinção aparece como síntese desse período e é considerada, por vários autores, como a obra central na carreira sociológica de Bourdieu
Sin títuloCabeça do Cachorro é como a população da região chama o traçado fronteiriço entre Brasil e Colômbia. “Pegue o mapa do Brasil. Olhe para cima e para a esquerda, no extremo noroeste do estado do Amazonas. O contorno da fronteira com Venezuela e Colômbia não desenha a cabeça de um cachorro? É a essa região que dedicamos este livro: o Alto Rio Negro, terra das florestas mais preservadas da Amazônia. Sobrevoá-las é viver o êxtase. Até onde a vista alcança, são 360 graus de mata virgem; parece o mar”, escreve o médico Drauzio Varella, responsável pelo texto do livro
Sin títuloJuliana Santilli, mostra os caminhos percorridos pelo socioambientalismo para superar o abismo existente entre as questões sociais e ambientais, construindo pontes entre movimentos sociais e políticas públicas, que tendem a atuar de forma divergente. Socioambientalismo e novos direitos - Proteção jurídica à diversidade biológica e cultural, reúne os paradigmas jurídicos do socioambientalismo e os "novos direitos socioambientais". A autora analisa o desenvolvimento histórico e o contexto político e social do surgimento do movimento socioambientalista no Brasil, o processo constituinte brasileiro e seu significado para a democratização do país. Itens importantes para o avanço do socioambientalismo também foram analisados, caso da lei que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (Snuc) e da proteção aos conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade. A proteção jurídica tanto à biodiversidade quanto à sociodiversidade aparece como as duas faces da mesma moeda. Coloca em discussão ainda o acesso aos recursos genéticos situados em territórios ocupados por populações tradicionais e delineia alguns elementos fundamentais para a construção de um regime jurídico "sui generis" de proteção a tais conhecimentos tradicionais associados
Sin títuloCatálogo da exposição "Alimentário: arte e construção do patrimônio alimentar brasileiro" realizada no Museu de Arte Moderna - MAM - na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 11 de junho a 10 de agosto de 2014. As raízes alimentares brasileiras são abordadas, dentre outras representações, por meio de objetos etnográficos e fotografias do acervo do Museu do Índio
Sin títuloLivro de Daniel Munduruku relatando alguns aspectos das culturas indígenas
Sin títuloConto de histórias tradicionais do povo Karajá
Sin títuloLivro de Daniel Munduruku sobre os nomes indígenas que registram alguns lugares da cidade de São Paulo
Sin títuloO livro apresenta a discussão sobre a origem do movimento indígena eclodido à partir dos anos de 1970 e o seu caráter educativo
Sin títuloConto indígena que se passa na região de Nova Olinda do Norte, município do Amazonas, sobre a amizade de Tuim com Kurukawa
Sin títuloMitos e lenda da Amazônia como a criação do dia e da noite, a lenda do Eldorado, a história do homem-árvore e as façanhas dos grandes herois indígenas
Sin títuloRelatório de atividades do encontro de escritores indígenas que ocorre uma vez por ano desde 2004 no salão da Fundação Nacional do Livro Infanto e Juvenil para crianças e jovens, organizado pelo Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual (Inbrapi) por meio do Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas (NEArln)