Tora de madeira sendo transportada para casa das máquinas
Sans titreSão Paulo
3984 Description archivistique résultats pour São Paulo
O encarregado do Posto Indígena chamado Prado com sua família
Sans titreVista das terras cultivadas pelos índios Guarani
Sans titreVista das terras cultivadas pelos índios Guarani
Sans titreVista dos arredores do posto, plantação de algodão, milho e índio cavaleiro
Sans titreCasa de índio Guarani
Sans titreÍndio Guarani de Araribá com colar de sementes de milho e chocalho
Sans titreÍndio Guarani de Araribá com colar de sementes de milho e chocalho
Sans titreÍndio Kaingang
Sans titreÍndio Kaingang chamado Rekafari, irmão de Kenklá
Sans titreÍndio Kaingang chamado Rekafari, irmão de Kenklá
Sans titreÍndia Kaingang chamada Dodaguia
Sans titreÍndia Kaingang chamada Vembri
Sans titreÍndia Kaingang peneirando feijão
Sans titreÍndia Kaingang peneirando feijão
Sans titreÍndia Kaingang peneirando feijão
Sans titreÍndia Kaingang peneirando feijão
Sans titreInstalações do Posto Indígena. Curral, catavento, casa da administração e do encarregado do posto
Sans titreInstalações do Posto Indígena. Curral, catavento, casa da administração e do encarregado do posto
Sans titreInstalações do Posto Indígena. Curral, catavento, casa da administração e do encarregado do posto
Sans titreCasa da administração do Posto Indígena
Sans titreCasa da administração do Posto Indígena
Sans titreO encarregado do posto chamado Érico Sampaio dando instruções aos índios Kaingang
Sans titreO encarregado do posto chamado Érico Sampaio dando instruções aos índios Kaingang
Sans titreO encarregado do posto chamado Érico Sampaio dando instruções aos índios Kaingang
Sans titreCrianças Kaingang carregando garrafas de leite
Sans titreCrianças Kaingang carregando garrafas de leite
Sans titreCurral, estábulo, casa de administração e casa do encarregado do posto
Sans titreCurral, estábulo, casa de administração e casa do encarregado do posto
Sans titreVista parcial do posto, casas de índios ao fundo, oficina mecânica e lago artificial para criação de carpas. A direita esta a casa dos solteiros
Sans titreCatavento, casa de administração e casa do encarregado
Sans titreCasas de índios Kaingang, oficina mecânica, lago para criação de carpas e cavalos do Posto
Sans titreCurral, estábulo, casa da administração e catavento
Sans titreCurral, estábulo, casa da administração e catavento
Sans titreGado no curral do Posto Indígena
Sans titreGado no curral do Posto Indígena
Sans titreGado do Posto Indígena
Sans titreGado do Posto Indígena
Sans titreEscola do Posto Indígena com grupo de alunos Kaingang durante hasteamento da Bandeira Nacional
Sans titreEscola do Posto Indígena com grupo de alunos Kaingang durante hasteamento da Bandeira Nacional
Sans titreEscola do Posto Indígena com grupo de alunos Kaingang durante hasteamento da Bandeira Nacional
Sans titreEscola do Posto Indígena com grupo de alunos Kaingang durante hasteamento da Bandeira Nacional
Sans titreCriação de porcos no Posto Indígena
Sans titreCriação de porcos no Posto Indígena
Sans titreCriação de galinhas, patos e gansos no Posto Indígena
Sans titreCriação de galinhas, patos e gansos no Posto Indígena
Sans titreCriação de galinhas, patos e gansos no Posto Indígena
Sans titreCriação de galinhas, patos e gansos no Posto Indígena
Sans titreCaminhonete do Posto Indígena
Sans titreCaminhonete do Posto Indígena
Sans titreCasa de índio Kaingang
Sans titreCasa de índio Kaingang
Sans titreCasa de índio Kaingang
Sans titreÍndios Kaingang batendo feijão
Sans titreModesto Donatini Dias da Cruz acompanhado de Tavares, funcionário da S.A. do SPI, juntamente com o chefe da Seção Etnográfica do Museu Paulista, Herbert Baldus, durante cerimônia de inauguração da mesma seção. Também esta o diretor do Museu Paulista, Serg
Sans titreModesto Donatini Dias da Cruz acompanhado de Tavares, funcionário da S.A. do SPI, juntamente com o chefe da Seção Etnográfica do Museu Paulista, Herbert Baldus, durante cerimônia de inauguração da mesma seção. Também esta o diretor do Museu Paulista, Serg
Sans titreO trabalho apresentado nesta publicação consiste em uma pesquisa das fontes historiográficas referentes aos índios Macuxi no vale do rio Branco, focalizando a sua presença de relevância significativa, na formação das fronteiras nacionais nesta região das Guianas, consolidada apenas em período, em pleno século XX, bastante tardiamente em relação aos outros limites territoriais brasileiros com os países de colonização ibérica já traçados, em linhas gerais, no Tratado de Madrid em 1750. O propósito do trabalho é a análise da ocupação colonizadora da região de campos no extremo norte do vale do rio Branco, abordando a expansão da pecuária, a instalação das agências indigenistas e a atuação das lideranças indigenas locais, constituintes dos fatores de peso, e decisivos no processo de formação das fronteiras nacionais. Os resultados da pesquisa revelam a ação dos colonos pecuaristas, assim como a atuação das agências indigenistas incidindo sobre o sistema político dos Macuxi e que o acoplamento destes mesmos projetos políticos distintos conferiu nexo peculiar e orientou a história do contato entre índios e componentes da sociedade nacional
Sans titreFlora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil
Sans titreFlora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil
Sans titreO século XIX e a França são os dois marcos do positivismo, nome com que foi batizado o pensamento filosófico de Augusto Comte-, que pregava a implantação de um Estado, autoritário como a única via para o desenvolvimento de uma sociedade e para a construção de uma ordem social harmônica. Esta pensamento polêmico difundiu-se rapidamente na Europa e logo alcançou o Brasil, onde influenciou decisivamente os pensadores republicanos
Sans titreO renascer do povo Tapirapé narra os primórdios de uma das experiências mais marcantes da história recente da Pastoral Indigenista no Brasil; Sem construir conventos, vivendo discretamente o dia-a-dia numa aldeia no Mato Grosso, as Irmãzinhas de Jesus, discípulas de Charles de Foucauld, realizaram um trabalho pioneiro; Abriram pistas para a Igreja missionária que desejava se renovar e também contribuíram para a etnologia brasileira, registrando o ressurgimento de um povo fadado à extinção
Sans titreTrata-se da atualização do livro “A Defesa dos Direitos Indígenas no Judiciário – Ações Propostas pelo Núcleo de Direitos Indígenas (NDI)”. A nova publicação traz dez casos selecionados por seu caráter paradigmático e com perspectivas de gerar precedentes que influenciem na defesa dos direitos socioambientais no Brasil. Quatro deles foram atualizados e seis são novos. Destes, um está ligado a populações tradicionais indígenas, enquanto os outros relacionam-se aos temas: Parque Nacional das Emas, Defesa da Mata Atlântica e Acesso à Biodiversidade. Todos vêm acompanhados de uma contextualização do momento histórico-político no qual estavam inseridos, fundamentos jurídicos utilizados pelos advogados do Instituto Socioambiental e as principais peças processuais, além de reflexões jurídicas sobre cada ação.
Sans titreHoje, mais de 5 mil títulos e requerimentos para mineração incidem sobre as Terras Indígenas (TIs) da Amazônia Brasileira. Enquanto empresas de mineração aguardam a regulamentação da atividade nessas áreas - atualmente proibida -, inúmeras invasões garimpeiras em TIs geram desastrosas conseqüências para os povos indígenas e ao meio ambiente. O caso mais trágico e conhecido deste conflito é o da TI Roosevelt, do povo Cinta Larga, em Rondônia, que continua apresentando graves desdobramentos políticos e criminais como as recentes acusações de lideranças Cinta Larga de que o governador do estado estaria envolvido na extração ilegal de diamantes. Diante de conflitos como este, as opiniões se dividem. De um lado, as que defendem que atividades com alto custo socioambiental em reservas indígenas deveriam ser evitadas. Do outro, aquelas que sustentam que a Amazônia guarda um patrimônio mineral importante e que deve ser explorado para o desenvolvimento do país. Com o objetivo de aprofundar este debate, o Instituto Socioambiental lança a publicação Mineração em Terras Indígenas na Amazônia Brasileira, que traz à tona a discussão em torno da regulamentação da atividade minerária em TIs.
Sans titreO AACR2 teve a primeira edição lançada pela FEBAB em 1983 e 1985, e no presente momento disponibiliza a segunda edição atualizada e com novas informações proporcionando ao profissional de informação um instrumento atualizado para a catalogação de livros, multimeios e recursos de informação disponíveis na Internet. O livro, organizado pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB )e publicado em co-edição com a Imprensa Oficial do Estado, traz as regras internacionais atualizadas para organizar o acervo de bibliotecas (livros e multimeios) e publicações on-line. Márcia Rosetto, presidente da FEBAB, explica que o Catálogo será utilizado em todos os países de língua portuguesa: "O livro serve de referência não só para bibliotecários, mas para todos os profissionais da informação que necessitam catalogar documentos de modo geral. Para catalogar um livro é preciso não só falar do autor e dados gerais da publicação, mas oferecer uma descrição completa para que ele seja bem recuperado pelos usuários nas bibliotecas, incluindo os catálogos on-line".
A publicação, organizada por Saulo Andrade, Gustavo Vieira Peixoto e Marina Antongiovanni, traz os debates, recomendações e sugestões do Seminário-oficina Impactos das Mudanças Climáticas Globais em Manaus e Bacia do Rio Negro, realizado em março de 2008 pelo ISA em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Os debates foram pontuados por duas questões emergenciais propostas pelos organizadores do evento: "Que prejuízos o aumento da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera pode trazer para a Bacia do Rio Negro, especialmente a Manaus, onde vive a maior parte de sua população?" "Como cada cidadão e os governantes podem se organizar na tentativa de reduzir essas conseqüências negativas?" As sugestões dos que participaram do evento, de como sociedade e governo podem se preparar para lidar da melhor forma possível com os prováveis efeitos das mudanças climáticas globais na região também estão incluídos na publicação
Sans titreA obra reúne relatos de experiências vividas pelo autor com o Programa Cultura Viva, que tem ação prioritária nos Pontos de Cultura e é voltado para a democratização da cultura, possibilitando a expressão de suas múltiplas identidades. No livro, o leitor encontra passagens sobre a visita de Turino à tribo Yawalapíti, no Parque Nacional do Xingu. A tribo teve seu território reconhecido como Ponto de Cultura e conseguiu ajuda para ensinar o idioma a seus integrantes, ajudando na preservação de suas características culturais.; O autor aborda ainda a experiência da Casa de Cultura Tainã, em Campinas, no interior de São Paulo. O núcleo cultural nasceu de modo independente após uma série de iniciativas tímidas na cidade, que incluíam desde uma biblioteca a uma orquestra de tambores em metal. Além disso, a obra relata o trabalho de cineastas indígenas que produzem documentários e filmes de ficção, dentro do projeto Vídeo nas Aldeias. Os longas e médias-metragens são falados em Falados em línguas como kaxinawá, kuikuro, huni-kuni e ashaninka e encenados e dirigidos pelos próprios índios.
Sans titreA antropóloga Melvina Araújo traz temas esclarecedores sobre o contexto das relações entre missionários da Consolata e índios macuxi, em que aborda diversas questões como as agências religiosas e os povos indígenas, analisando os processos implícitos nas relações interculturais, buscando compreender o que os move e quais são os elementos que permitem sua existência
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