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              3984 Descrição arquivística resultados para São Paulo

              3984 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2/.4(81-1-82) / S586L / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico

              Este livro apresenta 24 lendas indígenas, selecionadas e interpretadas pelo pintor-contador de histórias WaldeMar de Andrade e Silva. Ilustrado com 25 obras desse grande artista, o livro é fruto de sua convivência de oito anos com as principais tribos do Xingu. De um lado, a obra mostra a riqueza de detalhes e as cores vibrantes da pintura naturalista, do outro, um texto revelador da sensibilidade desse ´aluno do índio e da natureza´

              Sem título
              Indios do Xingu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / V726i / 1973 · Item · 1973
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              Antologia do folclore brasileiro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398(81) / C336a / 1943 · Item · 1943
              Parte de Bibliográfico

              Os dois volumes da Antologia do Folclore Brasileiro , de Luís da Câmara Cascudo, formam um painel sem similar sobre aspectos do folclore e da etnografia brasileira, através da reunião de cem textos de autores brasileiros e estrangeiros, vários deles de acesso extremamente difícil

              Sem título
              Tristes trópicos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-910.3(213) / L664tp / 1996 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico

              Publicado originalmente em 1955, é um misto de relato de viagem e reflexão antropológica do destacado etnólogo francês, cuja passagem pelo Brasil nos anos de 1930 foi fundamental na sua formação. Guardadas as especificidades contextuais, o livro proporciona uma excelente introdução à temática indígena e ao lugar dessa discussão no mundo contemporâneo. Com o passar do tempo, também passa a proporcionar uma espécie de documento histórico

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-F3263 / 2017 · Item · 2017
              Parte de Bibliográfico

              O principal objetivo do levantamento nas comunidades foi a produção de um retrato socioambiental da TI Rio Negro Ocaia que subsidiasse os Wari` no fortalecimento de estratégias para a gestão de seu território

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.05 / G892 / 2020 · Item · 2020
              Parte de Bibliográfico

              Este livro traz experiências pioneiras de formulação de PGTA que revelam a visão estratégica de comunidades e lideranças indígenas sobre a urgência de se posicionarem preventivamente contra as constantes ameaças sobre as terras onde vivem ancestralmente

              Sem título
              Terrapreta
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / C271 / 2021 · Item · 2021
              Parte de Bibliográfico

              Romance que conduz o leitor ao universo dos afetos, das inteligências e das experiências sensíveis de uma comunidade indígena

              Sem título
              Batismo de fogo: os Palikur e o Cristianismo.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Palikur / C243b / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              "Batismo de Fogo deve ser saudado como uma das raras monografias antropológicas - e certamente uma das primeiras realizadas na Amazônia indígena - que decide encarar de frente o tema cristianização de um grupo nativo, e sobretudo por fazê-lo com acuidade etnográfica e perspicácia analítica. O privilégio do ponto de vista indígena não exclui de modo algum a perspectiva missionária, e é a partir desse diálogo que o livro nos permite compreender que os Palikur viram no pentecostalismo potencialidades diversas e complexas, desde a sua adequação como ferramenta na constituição de uma nova identidade no cenário regional majoritariamente católico, até a possibilidade de extensão a toda e qualquer pessoa da capacidade xamânica de contato direto com o mundo espiritual, por meio do batismo com o Espírito Santo."

              Sem título
              O primeiro homem: e outros mitos dos índios brasileiros.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / M663p / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Histórias com sabor irreverente de seis diferentes povos indígenas do interior do Brasil: os Cinta-Larga (Mato Grosso do Norte), os Jabuti (Rondônia), os Kaiapó (Mato Grosso do Norte e Pará), os Suruí (Rondônia) e os Tremembé de Almofala (Ceará). As narrativas tratam, em geral, de mitos de criação do mundo transmitidos oralmente, de geração para geração

              Sem título
              Metade cara, metade máscara
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / P863m / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              A obra de Eliane Potiguara, "METADE CARA , METADE MÁSCARA" conta sobre o amor de um casal indígena que se separou na época da colonização brasileira, causando as maiores violências e destruições étnicas.Ao viajarem pelos cinco séculos em busca de um e outro, eles conhecem todas as Américas e suas histórias. O romance poético fala de amor, relações humanas, paz, identidade, história de vida, mulher, ancestralidade e família. O livro descreve os valores contidos pelo poder dominante e, quando resgatados, submergem o self selvagem, a força espiritual, a intuição, o Criador, o ancestral, o velho, a velha, o mais profundo sentimento de reencontro de cada um consigo mesmo, reacendendo e fortalecendo o eu de cada um, contra uma auto-estima imposta pelo consumismo, imediatismo e exclusões social e racial ao longo dos séculos. Discorre, também, sobre a luta do movimento indígena, inclusive internacional e sobre sua imigração por violência à sua cultura e suas conseqüências; fala sobre o papel fundamental da mulher indígena no contexto cultural e a sua real contribuição na sociedade brasileira. Conta as dores dessas mulheres e seus desejos mais íntimos.Nas histórias mágicas e míticas de Eliane Potiguara, o destino dos Povos Indígenas é traçado com consciência e auto-determinação, onde a ética, a força interior, a espiritualidade e valor cultural e cosmológico sobrepõem aos vícios do neocolonizador na construção do novo homem e da nova mulher, mostrando que os princípios indígenas podem contribuir para o futuro do Brasil

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81) / H673 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Os ensaios que integram este volume analisam, de uma perspectiva multirregional, as grandes mudanças econômicas ocorridas no Brasil durante o século XIX, passando em revista seus principais aspectos, desde a época da Independência até a Proclamação da República. Autores como István Jancsó, Bárbara Weinstein, José Sebastião Witter, Wilma Peres Costa e Fernando Pedrão, entre outros,examinam as origens da economia nacional, a inserção do novo país no mercado mundial em formação, a transição do trabalho escravo para o trabalho livre, o início da construção de nossa infra-estrutura de serviços e, finalmente, a emergência de um mercado interno responsável pelo aparecimento das primeiras indústrias

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.253 / B462c / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Baseada em sua experiência de mais de vinte anos na área de programas de reprodução de documentos, a autora Esther Caldas Bertoletti aborda as etapas e os fatores fundamentais na execução dessa atividade, que tem como objetivos principais a preservação e o acesso aos documentos

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.253 / B386c / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Este volume aborda as modernas metodologias da Diplomática e da Tipologia Documental, que, para além do tradicional estudo formal e estrutural do documento, podem, hoje, até serem aplicadas nos procedimentos arquivísticos de avaliação, classificação e descrição, auferindo-lhes maior exatidão de resultados. Inclui um glossário de espécies documentais

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-377.8 / M986ma / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              São seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)

              Sem título
              África: culturas e sociedades - formas de humanidade.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-377.8 / M986a / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              São seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)

              Sem título
              Mediterrâneo Grécia e Roma
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-377.8 / M986m / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              São seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)

              Sem título
              Uma viagem ao passado pré colonial: 50 mil anos.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-377.8 / M986v / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              São seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-385(815) / G753c / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Neste trabalho, Guilherme Grandi busca resgatar a história da Companhia E. F. Rio Claro, examinando tanto as discussões para a aprovação da sua concessão e para o planejamento do seu traçado como o desempenho da companhia sob as diversas gestões do capital inglês e da Companhia Paulista entre os anos de 1880 a 1903. A análise, no entanto, ultrapassa uma história da trajetória da empresa e vem acompanhada de um exame mais detido dos objetivos, interesses e vantagens das diversas companhias ferroviárias diante da fronteira que se expandia. A fim de resguardar o bom desempenho e a lucratividade, as companhias procuravam assegurar-se do transporte de café nos territórios que a ferrovia conquistava. Os conflitos, as disputas eram inevitáveis. O autor chama a atenção para a atuação de investidores ingleses e da Companhia Paulista, que, em meados da década de 1880, tentaram incorporar a Companhia Rio Claro. Na época, os ingleses acabaram fechando o negócio, para, logo depois, vender a empresa à Companhia Paulista. Utilizando-se de instrumentos de análise quantitativa, Guilherme Grandi avalia as (des)vantagens das transações para os grupos envolvidos na compra e venda da empresa

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / T786e / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Este livro excepcional representa uma contribuição decisiva ao estudo de nosso indianismo oitocentista, sem desconsiderar os antecedentes do tema na literatura colonial; A crítica, em geral, não viu mais do que exotismo e evasão na imagem romântica do índio, talhada conforme o figurino cortês do cavaleiro medieval, muito embora se tratasse de forjar um mito pátrio, de inventar uma tradição para o país recém-independente. David Treece sustenta o contrário: longe de ser uma representação divorciada de seu contexto histórico mais imediato, o indianismo constituiu uma reflexão problemática e persistente sobre a formação simbólica e sociopolítica do Estado nacional; Mais do que a reposição tediosa de um mesmo modelo, a literatura do período produziu distintas figurações do índio, em consonância não só com o papel a ele conferido no processo da colonização, mas também em sintonia com o jogo político e social do próprio século XIX; Assim, grosso modo, entre 1835 e 1850, o índio surgia como vítima das conseqüências militares e sociais da Conquista, numa atitude de franca condenação do processo colonizador. Atitude alimentada, talvez, pelo antilusitanismo que animou as violentas revoltas provinciais da Regência, pleiteando a descentralização do poder, as reformas liberais e as promessas de mudança contra a contínua dominação étnica e de classe; Já entre 1850 e 1870, o índio passava a figurar como aliado, muitas vezes à custa do sacrifício de sua própria vida ou de toda sua comunidade, em benefício do conquistador e da criação de uma civilização nos trópicos. Segundo o crítico inglês, tal aliança parece reverberar muito da política de conciliação do Segundo Reinado, buscando acomodar novos e velhos interesses, liberais e conservadores, num momento de esforço concentrado para se alcançar a centralização do Império e a unidade nacional, depois da instabilidade e das tendências separatistas das décadas anteriores; Por fim, de 1870 a 1888, o índio como rebelde, representado em registro mais verista ou simplesmente rebaixado, vinha pôr em xeque o modelo idealizado até então (e já bastante desgastado), prenunciando, desse modo, a chegada de novos ideais estéticos, políticos e sociais (realismo, republicanismo, abolicionismo); Se a articulação entre o indianismo e a dinâmica histórico-política do século XIX já foi sugerida por alguma interpretação mais recente, jamais se chegou a uma abordagem desta envergadura, mobilizando tamanho corpus de análise, examinado de forma sistemática e aprofundada, com uma ancoragem tão segura nas disciplinas vizinhas (história, sociologia, antropologia). Para além das representações canônicas do indianismo romântico (Gonçalves Dias, Alencar, Magalhães.), Treece traz à cena todo um elenco de autores e obras menos celebrados (ou mesmo ignorados) pela historiografia oficial, que redimensiona por completo a visão dessa vertente literária e o alcance do debate político-ideológico a ela associado

              Sem título
              PRÊMIO Culturas Indígenas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / P925 / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Ressalta a figura de Xicão Xukuru, de Pernambuco, líder de seu povo na luta pela posse das terras da etnia. Ele participou de forma decisiva da mobilização indígena no período em que se deu a Constituinte (1987/1988). Foi morto a tiros em maio de 1998. Desta vez estão sendo oferecidos prêmios de R$ 24 mil para 100 projetos de comunidades indígenas que realizem ações de fortalecimento cultural

              Grafismo indígena
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81):391.91 / G736g / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico
              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811.6) / G173p / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Este livro apresenta um perfil dos povos indígenas que vivem no Amapá e norte do Pará, em uma parte da Amazônia brasileira que permanece ainda muito pouco conhecida. O intuito é trazer dados sobre as redes históricas de que se originam estes povos, informações sobre sua situação sócio-política atual, bem como sobre seus modos de vida e cosmologias

              Sem título
              Desbravadores
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.12 / H895d 2 vol / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico

              Estudo sobre a formação histórica da Amazônia. 2vol

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-341.481 / E56 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              A publicação é uma coletânea de exposições e artigos que abordam as interfaces entre biodiversidade, tecnociência, povos tradicionais e propriedade intelectual. Resulta de um seminário organizado pelo ISA em 2005 que contou com a participação de instituições de pesquisa, ONGs, organizações e lideranças indígenas, quilombolas, andirobeiras, raizeiros e representantes governamentais do Brasil, bem como de pessoas que atuam no tema em outros países como Peru, Colômbia, Costa Rica, Filipinas, Moçambique, Estados Unidos, França, Alemanha e Itália

              Sem título
              Dicionário de datas da história do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-R930.24 / D545 / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Este "Dicionário de Datas da História do Brasil", escrito por uma grande equipe de especialistas de todo o Brasil, sob a coordenação da Professora Circe Bittencourt, coloca ao alcance do público o estado atual de conhecimento sobre as mais importantes datas do calendário brasileiro. Possibilita ao leitor consultar datas comemorativas e/ou fatos históricos ao longo do ano e identificar os assuntos conforme seu interesse: pesquisa, ensino, política educacional ou simples curiosidade

              Sem título
              Vocabulário ortográfico da língua portuguesa
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-R809.81-3 / A168v / 2008 · Item · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Com 350 mil verbetes, a Academia Brasileira de Letras edita o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. A primeira edição, produzida por Bloch Editores, sob a orientação do Acadêmico Antonio Houaiss, saiu em 1981, ficando fora do mercado mais de 10 anos. Embora ainda não tenhamos o Acordo Ortográfico na unanimidade das sete nações da comunidade lusófona (Brasil, Portugal e Cabo Verde já deram sua aprovação), eliminando elementos quase supérfluos, como é o caso do trema, o certo é que a língua portuguesa cresceu, até mesmo em virtude da introjeção de termos ligados ao desenvolvimento científico e tecnológico ou de muitos estrangeirismos. É o caso de palavras como teleducação (educação à distância), acessar (entrar), deletar (apagar, anular), decasségui (trabalhador brasileiro no Japão), teleconferência (conferência à distância), lincar (ligar), internet, infovia, intranet, etc; Não há como conter esse crescimento, mesmo que, por vezes, seja ele fruto do que o crítico Wilson Martins chama de “desnacionalização” lingüística ou, para ser mais forte, de um lamentável “lingüicídio”, palavra que, aliás, consta do nosso Vocabulário; Os franceses reagiram de forma veemente a essa agressão ao seu idioma pelos anglicismos que se tornaram universais, em virtude, sobretudo, da força econômica dos Estados Unidos. A globalização só ajuda nessa expansão. Entre nós, somos vítimas ou beneficiários desse processo. Vítimas, se considerarmos a pureza da língua de Machado de Assis, e beneficiários, se pensarmos na inserção do país na comunidade das nações desenvolvidas. De toda forma, é preciso evitar os exageros imitativos; O VOLP foi administrado, no Rio, por um Conselho de Lexicografia, constituído pelos especialistas Antônio José Chediak, Sílvio Elia, Evanildo Bechara e Diógenes de Almeida, este último representando a Academia Brasileira de Ciências. Esta edição contém mais de 5 mil palavras que não se encontravam na versão anterior. Assim que o Acordo Ortográfico entrar em vigor, e isso está sendo trabalhado junto ao nosso Ministério das Relações Exteriores, que recebeu orientação firme do presidente Fernando Henrique Cardoso no sentido de ativar os entendimentos, deveremos modificar cerca de 400 palavras hoje constantes do VOLP; Isso retira do projeto de unidade ortográfica o caráter de catastrofismo que quiseram lhe imputar, em alguns casos por inspiração de pessoas interessadas, em outros “para evitar que o Brasil se torne ainda mais hegemônico”. Na segunda hipótese, uma grande bobagem. A comunidade lusófona é constituída de 200 milhões de pessoas, representando o Brasil cerca de 80% desse total. O que se deve exaltar é o desejo de não impor nada, as nossas autoridades trabalhando pacientemente, com o apoio da ABL, para que a unificação se faça com a adesão de todas as nações concernentes

              Vó Coruja
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82 / M965v / 2014 · Item · 2014
              Parte de Bibliográfico
              Sem título