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              3984 Descrição arquivística resultados para São Paulo

              3984 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              O Abolicionismo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / N117a / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Não há muito que se fala no Brasil em abolicionismo e partido abolicionista. A idéia de suprimir a escravidão, libertando os escravos existentes, sucedeu à idéia de suprimir a escravidão, entregando-lhe o milhão e meio de homens de que ela se achava de posse em 1871 e deixando-a acabar com eles. Foi na legislatura de 1879-80 que, pela primeira vez, se; viu dentro e fora do Parlamento um grupo de homens fazer da emancipação dos escravos, não da limitação do cativeiro às gerações atuais, a sua bandeira política, a condição preliminar da sua adesão a qualquer dos partidos

              NABUCO, Joaquim
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-069.6 / B769a / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Segundo Pierre Bourdieu, os museus abrigam tesouros artísticos que se encontram, ao mesmo tempo (e paradoxalmente), abertos a todos e interditos à maioria das pessoas. Partindo de um conjunto prévio de hipóteses, os autores realizaram uma sondagem sistemática sobre o público de museus de cinco países europeus em meados dos anos 60, com o objetivo de verificar quais os fatores que determinam ou favorecem a prática. Ainda que decorridos vários anos entre a publicação francesa e esta primeira tradução para o português, a problemática central levantada permanece: porque apenas parte dos indivíduos consegue fruir adequadamente as obras de arte e quem são esses indivíduos são as questões aqui analisadas

              BOURDIEU, Pierre
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392.89 / A274a / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A Antropofagia no Novo Mundo nos séculos XVI e XVII é o tema desse livro que trata do ?alimento homem? que, ritualmente, se torna alimento para outro homem, o qual, por sua vez, vive na perspectiva, altamente significativa para sua cultura, de se tornar, um dia, ele mesmo alimento para os outros. A Antropologia se apresenta, aqui, como perspectiva de análise imprescindível, constituindo-se, ela mesma, enquanto esboço de um estudo crítico sobre sua própria característica de compreensão/digestão da alteridade cultural. Finalmente, uma metodologia de estudo histórico-religiosa se impõe pela característica ?ritual? desta específica forma de antropofagia.

              Agnolin, Adone
              O Brasil dos viajantes
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / B449v V. 1 / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Catálogo de uma bem-sucedida exposição, o livro oferece belas reproduções de representações artísticas de temas brasileiros, com algum destaque para a temática indígena. O primeiro volume, sobre o "Imaginário do Novo Mundo", enfoca as imagens dos índios nas gravuras impressas, em mapas e na pintura, do início do século XVI ao período holandês. O segundo volume, "Um Lugar no Universo", dá ênfase à construção dos saberes científicos, de Frei Cristóvão de Lisboa (século XVII) à expedição de Agassiz em 1865-66. Também estão reproduzidas imagens, algumas menos conhecidas, das viagens de Alexandre Rodrigues Ferreira, Maximiliano Príncipe de Wied-Neuwied, Debret, Rugendas e Keller. O terceiro volume, "A Construção da Paisagem", inclui algumas poucas representações de índios no contexto da natureza luxuriante. Os três volumes trazem abundantes notas biográficas (sobre viajantes e artistas) e indicações bibliográficas

              BELLUZZO, Ana Maria de Moraes
              O caçador de histórias = Sehay Ka'at Haría
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / Y19 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Em O caçador de histórias - sehay ka’at haríaI, o índio Yaguarê Yamã resgata a memória ancestral da nação indígena Mawé relembrando as histórias de sua infância, a maioria contada por seu pai, um excelente narrador de aventuras e seu grande inspirador. Quando a makukawa entoava seu canto melancólico na floresta e os sapos coaxavam no ygarapé próximo de onde morávamos, já sabíamos que estava na hora. Aquele era o aviso para uma longa noite de histórias, e todos corríamos para junto das redes dos mais velhos. E, antes que os mais velhos morressem e a arte de contar histórias fosse esquecida, pude resgatar algumas narrativas, entre elas a de um aventureiro engraçado, chamado Watiamã-weipy’t, herói safado, do tipo do famoso Macunaíma ou do Baíra, do povo Parintintim

              YAMÃ, Yaguarê
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / L154C / 1992 · Item · 1992
              Parte de Bibliográfico

              Discorre sobre a ocupação Guarani Mbiá no litoral do Brasil e adjacências com base na importAncia social e religiosa que este complexo territorial representa para o grupo. Realça o conteúdo crítido da idéia que os Mbiá tem de si mesmo e do mundo em que vivem

              LADEIRA, Maria Inês
              O cativeiro da terra
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.454 / M386ca / 1979 · Item · 1979
              Parte de Bibliográfico

              O cativeiro da terra é a matriz estrutural e histórica da sociedade que somos hoje. Ele condenou a nossa modernidade e a nossa entrada no mundo capitalista a uma modalidade de coerção do trabalho. Aí encontramos a explicação de nossa lentidão histórica e a postergação da ascensão social dos condenados à servidão

              MARTINS, José de Souza
              O cru e o cozido: mitológicas.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / L664c / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico

              Este clássico do pai da antropologia reúne narrativas de povos sul-americanos diversos, apresentando a teoria de que os mitos ameríndios formam uma estrutura de pensamento

              LÉVI-STRAUSS, Claude
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.454 / S399e / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Um grande laboratório racial: era essa a imagem do Brasil no final do século passado. Construída pelos inúmeros viajantes que aqui aportavam, a alusão a um país de raças híbridas encontrava boa acolhida entre nossos intelectuais - juristas, médicos, literatos, naturalistas. Como entender, no entanto, que esses mesmos pensadores tenham feito das teorias raciais deterministas e evolutivas o seu baluarte intelectual, espalhando pela sociedade brasileira noções de superioridade racial e o estigma do pessimismo quanto ao futuro de uma nação mestiça?

              SCHWARCZ, Lilia Moritz
              O Estado do direito entre os autoctones do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-340.5(81) / M386e / 1982 · Item · 1982
              Parte de Bibliográfico

              O naturalista Martius, que junto com Spix, nos deixou obras de enorme importância para o conhecimento do Brasil, tem aqui publicado outro de seus inúmeros trabalhos, de enorme valor não só para a Botânica, mas também observações de valor geográfico, histórico, sócio-antropológico e linguístico

              O Estado e as políticas territóriais do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / C837 / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Examina a política pública para as estruturas territoriais do país. O autor estuda a geopolítica portuguesa no Brasil, estratégias de ocupação e domínio adotadas e o quadro territorial e político no contexto da Independência, examinando desde as revoltas provincianas (Cabanagem, Sabinada, Farroupilha) até a consolidação do Estado Nacional

              COSTA, Wanderley Messias da
              O Extremo Oeste
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / H722e / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              A conquista do oeste de São Paulo e Mato Grosso nos séculos XVIII e XIX geralmente é abordada como uma aventura de heróis desbravadores, de valentes soldados do Rei. Em O Extremo Oeste, o desgastado tom romanceado cede lugar à análise do fator histórico principal - o combate do imigrante europeu para sobreviver e adaptar-se ao sertão inóspito

              Holanda, Sérgio Buarque de
              O fotográfico
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:77 / S187f / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Este livro, organizado por Etienne Samain, reúne 26 ensaios que tentam decifrar os múltiplos significados que a fotografia vem incorporando desde sua criação. A obra apresenta uma profunda análise de seu status, desde o puramente material ao provocativo, que vai além do primeiro olhar, repleto de densas mensagens e capaz de comunicar, a um só tempo, emoções multifacetadas. 'O fotográfico' é fonte de inspiração para fotógrafos, estudantes, universitários, apreciadores de literatura e artes visuais, além de um deleite para o leitor que se interessa por fotografia e arte, estética e sensibilidade

              SAMAIN, Etienne (org)
              O Guarani
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / A368g São Paulo / 18-- · Item · 18--
              Parte de Bibliográfico

              Na primeira metade do século XVII, Portugal ainda dependia politicamente da Espanha, fato que, se por um lado exasperava os sentimentos patrióticos de um frei Antão, como mostrou Gonçalves Dias, por outro lado a ele se acomodavam os conservadoristas e os portugueses de pouco brio. D. Antônio de Mariz, fidalgo dos mais insignes da nobreza de Portugal, leva adiante no Brasil uma colonização dentro mais rigoroso espírito de obediência à sua pátria. Representa, com sua casa-forte, elevada na Serra dos Órgãos, um baluarte na Colônia, a desafiar o poderio espanhol. Sua casa-forte, às margens do Pequequer, afluente do Paraíba, é abrigo de ilustres portugueses, afinados no mesmo espírito patriótico e colonizador, mas acolhe inicialmente, com ingênua cordialidade, bandos de mercenários, homens sedentos de ouro e prata, como o aventureiro Loredano, ex-padre que assassinara um homem desarmado, a troco do mapa das famosas minas de prata. Dentro da respeitável casa de D. Antônio de Mariz, Loredano vai pacientemente urdindo seu plano de destruição de toda a família e dos agregados. Em seus planos, contudo, está o rapto da bela Cecília, filha de D. Antônio, mas que é constantemente vigiada por um índio forte e corajoso, Peri, que em recompensa por tê-la salvo certa vez de uma avalancha de pedras, recebeu a mais alta gratidão de D. Antônio e mesmo o afeto espontâneo da moça, que o trata como a um irmão. A narrativa inicia seus momentos épicos logo após o incidente em que Diogo, filho de D. Antônio, inadvertidamente, mata uma indiazinha aimoré, durante uma caçada. Indignados, os aimorés procuram vingança: surpreendidos por Peri, enquanto espreitavam o banho de Ceci, para logo após assassiná-la, dois aimorés caem transpassados por certeiras flechas; o fato é relatado à tribo aimoré por uma índia que conseguira ver o ocorrido. A luta que se irá travar não diminui a ambição de Loredano, que continua a tramar a destruição de todos os que não o acompanhem. Pela bravura demonstrada do homem português, têm importância ainda dois personagens: Álvaro, jovem enamorado de Ceci e não retribuído nesse amor, senão numa fraterna simpatia; Aires Gomes, espécie de comandante de armas, leal defensor da casa de D. Antônio. Durante todos os momentos da luta, Peri, vigilante, não descura dos passos de Loredano, frustrando todas suas tentativas de traição ou de rapto de Ceci. Muito mais numerosos, os aimorés vão ganhando a luta passo a passo. Num momento, dos mais heróicos por sinal, Peri, conhecendo que estavam quase perdidos, tenta uma solução tipicamente indígena: tomando veneno, pois sabe que os aimorés são antropófagos, desce a montanha e vai lutar "in loco" contra os aimorés: sabe que, morrendo, seria sua carne devorada pelos antropófagos e aí estaria a salvação da casa de D. Antônio: eles morreriam, pois seu organismo já estaria de todo envenenado. Depois de encarniçada luta, onde morreram muitos inimigos, Peri é subjugado e, já sem forças, espera, armado, o sacrifício que lhe irão impingir. Álvaro (a esta altura enamorado de Isabel, irmã adotiva de Cecília) consegue heroicamente salvar Peri. Peri volta e diz a Ceci que havia tomado veneno. Ante o desespero da moça com essa revelação, Peri volta à floresta em busca de um antídoto, espécie de erva que neutraliza o poder letal do veneno. De volta, traz o cadáver de Álvaro morto em combate com os aimorés. Dá-se então o momento trágico da narrativa: Isabel, inconformada com a desgraça ocorrida ao amado, suicida-se sobre seu corpo. Loredano continua agindo. Crendo-se completamente seguro, trama agora a morte de D. Antônio e parte para a ação. Quando menos supõe, é preso e condenado a morrer na fogueira, como traidor. O cerco dos selvagens é cada vez maior. Peri, a pedido do pai de Cecília, se faz cristão, única maneira possível para que D. Antônio concordasse, na fuga dos dois, os únicos que se poderiam salvar. Descendo por uma corda através do abismo, carregando Cecília entorpecida pelo vinho que o pai lhe dera para que dormisse, Peri, consegue afinal chegar ao rio Paquequer. Numa frágil canoa, vai descendo rio abaixo, até que ouve o grande estampido provocado por D. Antônio, que, vendo entrarem os aimorés em sua fortaleza, ateia fogo aos barris de pólvora, destruindo índios e portugueses. Testemunhas únicas do ocorrido, Peri e Ceci caminham agora por uma natureza revolta em águas, enfrentando a fúria dos elementos da tempestade. Cecília acorda e Peri lhe relata o sucedido. Transtornada, a moça se vê sozinha no mundo. Prefere não mais voltar ao Rio de Janeiro, para onde iria. Prefere ficar com Peri, morando nas selvas. A tempestade faz as águas subirem ainda mais. Por segurança, Peri sobe ao alto de uma palmeira, protegendo fielmente a moça. Como as águas fossem subindo perigosamente, Peri, com força descomunal, arranca a palmeira do solo, improvisando uma canoa. O romance termina com a palmeira perdendo-se no horizonte, não sem antes Alencar ter sugerido, nas últimas linhas do romance, uma bela união amorosa, semente de onde brotaria mais tarde a raça brasileira

              ALENCAR, José de
              O homem fóssil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-569.9 / D274h / 1978 · Item · 1978
              Parte de Bibliográfico
              DAY, Michael H
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / V135i / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              O vôo livre e o canto dos pássaros, o verde da floresta, a imensidão das águas dos rios, a diversidade da flora e da fauna, as populações ribeirinhas, assim como o grande número de tribos que habitam ou habitaram a região, fazem da Amazônia uma parte muito especial de nosso país; região cheia de segredos, encantos e riquezas incalculáveis. Esse é o cenário onde nasceram e circulam as histórias aqui reunidas. Elas foram selecioandas com base em um cuidadoso levantamento do fecundo folclore que faz parte do patrimônio oral dos povos da floresta.No passado, Monteiro Lobato escreveu fábulas, valendo-se de histórias estrangeiras e dando-lhes roupagens nacionais. Agora, a escritora Vera do Val brinda os jovens leitores brasileiros ao produzir um livro em que lapida lendas inteiramente nacionais. Elas podem ser agrupadas em três tipos, da seguinte forma: umas são referentes à criação, outras às relações entre homens, animais e natureza e, diferenciando-se das duas primeiras, há as que se voltam para a explicação da origem de diferentes povos

              VAL, Vera do
              O indígena e a República
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82):981.07 / G135i / 1989 · Item · 1989
              Parte de Bibliográfico

              Este livro estuda as condições históricas que permitiram a fundação do serviço de proteção aos índios e mostra como o desenvolvimento capitalista no Brasil, sobretudo no ultimo quartel do século XIX, acirrou a luta armada que envolvia a sociedade dominante e os grupos indígenas

              GAGLIARDI, José Mauro
              O índio aviador
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / F297i / 1994 · Item · 1994
              Parte de Bibliográfico
              FEIJÓ, Ateneia