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              Flora Brasílica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-581.9(81) / H693f v.15-2 / 1940 · Pièce · 1940
              Fait partie de Bibliográfico

              Flora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil

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              Flora Brasílica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-581.9(81) / H693f v.25-2 / 1940 · Pièce · 1940
              Fait partie de Bibliográfico

              Flora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil

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              Flora Brasílica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-581.9(81) / H693f v.25-3 / 1940 · Pièce · 1940
              Fait partie de Bibliográfico

              Flora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / A445p / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico

              Considerado por muitos uma referência na história dos povos indígenas no Brasil, o Pix - Parque Indígena do Xingu, localizado no Estado do Mato Grosso, está completando 50 anos de existência.; Com 316 páginas, o livro revela a história e os hábitos culturais de cada uma das 16 etnias indígenas que habitam o Parque, abordando assuntos como saúde, educação, desmatamento e relação dos índios com as cidades.; Dividida em três partes - Coração do Brasil, Cartão Postal Ameaçado e Futuro do Pix -, a obra conta ainda com mais de 200 belíssimas fotos do parque e diversos mapas que mostram a geografia do local, além de pequenas seções - como, por exemplo, "Você Sabia" e "Perguntas Frequentes" -, que revelam curiosidades sobre o Pix.

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              KA'a rewarã: pesquisadores Wajãpi.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81):391.91Wajapi / K97ka / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico

              O livro Ka´a rewarã, escrito pelos pesquisaores Wajãpi e organizado por Dominique Gallois. Trata-se da 3ª. publicação de uma série de livros de leitura, em língua Wajãpi, que inclui “Ijã ma´e kõ” e “Kusiwarã”, idealizados e escritos pelos professores e pesquisadores Wajãpi, como atividade integrante do Plano de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial Wajãpi. O livro foi elaborado entre 2008 e 2011 no âmbito das oficinas de formação e acompanhamento dos pesquisadores Wajãpi. Ele explora um conceito da língua e do pensamento Wajãpi (Ka´a), que no contexto das relações com os não índios tem sido traduzido ora como floresta, ora como ambiente, às vezes como biodiversidade, ou ainda natureza. Dividido em quatro partes, o livro descreve os diferentes modos de conhecer Ka´a; aborda os recursos utilizados pelos humanos e pelos animais e seus donos; caracteriza as diferentes paisagens a partir do conhecimento tradicional e descreve o tekoa, a moradia dos humanos incluindo os elementos que compõe seu modo de viver. O livro, editado no âmbito das atividades do Pontão “Arte e Vida dos Povos Indígenas no Amapá e norte do Pará”, teve apoio do Iphan/MinC, Embaixada da Noruega e Rainforest Foundation, e e será distribuído a partir de agosto de 2011

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / M511gr / 2011 · Pièce · 2011
              Fait partie de Bibliográfico

              A obra traz uma seleção de textos do autor (seu trabalho de pesquisa reunia mais de 1.000 laudas), com 250 imagens sobre vinte e uma expedições do século passado (provenientes de vinte e cinco fontes diferentes), reunidas em um trabalho de mais de dois anos. O livro trata de resumir a obra expedicionária amazônica de grandes nomes como Oswaldo Cruz, Claude Lévi-Strauss, Jacques Cousteau, Mario Palmério, Thiago de Mello, Frans Krajcberg, Claudia Andujar, Helmut Sick, Orlando Villas Bôas, entre vários outros, formando um conjunto belo e inédito

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(73) / B877e / 1972 · Pièce · 1972
              Fait partie de Bibliográfico

              É o relato da destruição sistemática dos índios da América do Norte. Lançando mão de várias fontes, como registros oficiais, autobiografias, depoimentos e descrições de primeira mão, Dee Brown faz grandes chefes e guerreiros das tribos Dakota, Ute, Soiux, Cheyenne e outras contarem com suas próprias palavras sobre as batalhas contra os brancos, os massacres e rompimentos de acordos. Todo o processo que, na segunda metade do século XIX, terminou por desmoralizá-los, derrotá-los e praticamente extingui-los

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.95(81) / J95a / 1991 · Pièce · 1991
              Fait partie de Bibliográfico

              Este texto apresenta um panorama da história dos povos indígenas no Brasil. A autora busca mostrar a riqueza cultural das sociedades indígenas, com suas diferenças e semelhanças, seus graus de parentesco, a tradição oral e a perspectiva dos índios no início do século XXI

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.034 / A124h / 1975 · Pièce · 1975
              Fait partie de Bibliográfico

              Claude D'Abreville, capuchinho francês, fez parte da missão que veio ao Maranhão acompanhando a expedição de La Ravardière, em 1612. Demorou-se no Brasil quatro meses. De volta à França escreveu esta História da Missão dos Padres Capuchinhos na Ilha do Maranhão, publicada pela primeira vez em 1614

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / M217 / 2019 · Pièce · 2019
              Fait partie de Bibliográfico

              O livro aborda aspectos da gramática de cinco línguas indígenas faladas no Brasil, analisados à luz de postulados da Gramática Universal. Serão abordadas as línguas Mbyá e Tupinambá, ambas pertencentes à família Mawetí-Guaraní, tronco Tupi, sendo o Tupinambá uma língua extinta; Kuikuro, da família Karib; Karajá, da família Karajá, tronco Macro-Jê; Paumari, da família Arawá

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.454 / S399e / 1995 · Pièce · 1995
              Fait partie de Bibliográfico

              Um grande laboratório racial: era essa a imagem do Brasil no final do século passado. Construída pelos inúmeros viajantes que aqui aportavam, a alusão a um país de raças híbridas encontrava boa acolhida entre nossos intelectuais - juristas, médicos, literatos, naturalistas. Como entender, no entanto, que esses mesmos pensadores tenham feito das teorias raciais deterministas e evolutivas o seu baluarte intelectual, espalhando pela sociedade brasileira noções de superioridade racial e o estigma do pessimismo quanto ao futuro de uma nação mestiça?

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              Meio ambiente e ciências humanas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504 / M827m / 1997 · Pièce · 1997
              Fait partie de Bibliográfico

              Os textos aqui reunidos expressam a preocupação com o tratamento dado à problemática ambiental nas ciências humanas. Tal equacionamento já revela, de imediato, recusa em acatar o paradigma "holístico" no trato da matéria, o qual, na maioria das vezes, em nome de uma visão integrativa entre os fenômenos naturais e sociais, acaba por gerar um empobrecimento significativo na análise dos processos políticos e econômicos. Não raro, nessa perspectiva, toda a riqueza e complexidade da vida social é reduzida a uma única variável de estudo denominada de "ação antrópica". Os malefícios desse reducionismo para uma efetiva e eficaz gestão do meio ambiente no País são numerosos, indo desde posturas iluministas e politicamente inviáveis no planejamento ambiental até a formulação de programas de cunho preservacionista que consideram o homem intruso em certos ecossistemas

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              Confissões
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / R484c / 1997 · Pièce · 1997
              Fait partie de Bibliográfico

              Darcy Ribeiro foi inventor em todos os campos pelos quais se aventurou. Deixou em todos eles a marca de sua originalidade, seja como antropólogo, educador, político ou intelectual - no sentido mais fecundo que essas palavras possam ter. Com a exuberância que nos acostumamos a esperar dele, registrou nessas Confissões, escritas quando o câncer que o matou já o havia condenado ao recolhimento forçado, não só os enredos de sua vida pessoal, mas também o testemunho de um homem público apaixonado pela terra em que nasceu. Darcy sempre expressou uma recusa quase teimosa em tolerar os sofrimentos do povo brasileiro. Queria para todos as alegrias de que ele mesmo pôde desfrutar

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Arara / T266i / 1997 · Pièce · 1997
              Fait partie de Bibliográfico

              Depois de considerarmos extintos, os índios Arara reapareceram. Com o território rasgado ao meio pela rodovia Transamazônica e invadido por milhares de novos habitantes, os Arara ganharam fama. Seus ataques, a morte e o esquartejamento ritual dos que eram apreisionados levaram o terror à região de Altamira no Pará. Após um longo e acidentado processo de contato, que se estendeu de 1969 a 1987, os Arara revelaram uma outra face: a polidez das falas, a delicadeza dos gestos, a cortesia nos modos e generosidade nos atos são as maiores marcas do seu mundo aldeão

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)GUARANI KAIWÁ / M512c / 1991 · Pièce · 1991
              Fait partie de Bibliográfico

              Motivado inicialmente pela perplexidade diante do surto de suicídios de jovens Kaiowá na Reserva Francisco Horta Barbosa em Dourados MS, o projeto que resultou neste livro se abriu para um registro bastante interessante de narrativas, conduzidas e transcritas mediante técnicas de história oral. São 16 textos, em sua maioria de narradores indígenas, que incluem reflexões não apenas sobre o cotidiano como também sobre o passado

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-59(81) / T226z / 1934 · Pièce · 1934
              Fait partie de Bibliográfico

              Os viajantes europeus em seus relatos de viagens ao Novo Mundo contavam sobre seres fantásticos que habitavam as terras recém-descobertas. Uma rica iconografia é reproduzida e analisada neste documentário precioso, que trata de uma “zoologia fantástica” brasileira, presente nos relatos daqueles viajantes que percorreram o Brasil nos séculos XVI e XVII. Ao apontar as influências fantásticas do bestiário da Antigüidade e da Idade Média nos relatos dos viajantes coloniais brasileiros, Taunay expõe o assombro do olhar estrangeiro diante de uma fauna exuberante e diversificada que provocou a construção de um novo imaginário

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Yanomami / E75b / 1990 · Pièce · 1990
              Fait partie de Bibliográfico

              Este livro convoca o leitor à reflexão: qual o papel que nos compete enquanto cidadãos em face da condição Yanomani? "Escrevo este livro para explicar ao Yanomani - convictos de que a existência do homem branco é fruto de um castigo divino provocado por terem infringido um preceito - que nem todos somos seus inimigos e que há brancos que os querem vivos, para que o povo de Omã continue sendo, com se autodenomina, um povo de ´homens de verdade´". (O autor)

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(=87)(81) / G671e / 2006 · Pièce · 2006
              Fait partie de Bibliográfico

              Pode a antropologia explicar satisfatoriamente o desejo de uma população indígena por dinheiro e mercadorias? E o que dizer quando o consumo indígena não responde pelas necessidades de produção material ou de subsistência e aparece-nos à primeira vista como uma espécie de ‘consumismo’? Quais os efeitos da circulação de bens industrializados na economia política nativa?; Eis algumas questões que César Gordon aborda nesta obra. Como base em uma detalhada etnografia do caráter inflacionário do consumo entre índios Xikrin, ele nos mostra que o desejo indígena pelos objetos que lhe são estrangeiros não é espúrio, inautêntico e exótico. Ao contrário, é a expressão de um propósito e de uma história propriamente indígenas, com profundas conexões com a cosmologia, o sistema ritual e o parentesco; Sendo parte de um projeto que estuda as transformações ocorridas entre os povos indígenas contemporâneos, este é um trabalho antropológico valioso e inovador, em que o autor reflete sobre um tema candente para muitas populações indígenas no Brasil: a relação com os não-índios, com o Estado e com a economia capitalista

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              O pensamento selvagem
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / L664pp / 1970 · Pièce · 1970
              Fait partie de Bibliográfico

              Essa obra fundamental de antropologia do 'pai' do estruturalismo, aqui se ocupa minuciosa e objetivamente da etnologia tradicional, focalizando uma característica universal do espírito humano - o pensamento selvagem que se desenvolve no homem, seja no antigo ou no contemporâneo

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:32 / C614rp / 1982 · Pièce · 1982
              Fait partie de Bibliográfico

              Reunião dos últimos escritos de Clastres, interrompidos por sua morte prematura em 1977, num acidente de carro. Estes ensaios de antropologia política, escritos com extrema liberdade, reformulam a idéia de dominação nas sociedades ditas primitivas e fundamentam-se na teoria da servidão voluntária de La Boétie para realizar uma crítica incisiva da violência na sociedade ocidental. O autor define etnocídio, critica a antropologia marxista, antecipa a denúncia do massacre dos Yanomami na Amazônia e retoma a discussão sobre a origem do poder nas sociedades indígenas da América do Sul. Assim, sua etnologia eleva-se à esfera da filosofia política: o autor surpreende e encanta, evocando Conrad e Montesquieu, relatos de viagem, a mitologia americana, Freud, Hobbes e Rousseau, em doze ensaios de prosa refinada, erudita e coloquial. Seu pensamento avança para muito além do heroísmo, da utopia e da ingenuidade, carregando os signos de um momento muito peculiar da cultura cívica libertária (anti-stalinista e pós-marxista). Do mesmo autor, nesta editora, veja A Sociedade contra o Estado

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-340.5(81) / C972d / 1987 · Pièce · 1987
              Fait partie de Bibliográfico

              A legislação colonial portuguesa e a legislação brasileira sempre reconheceram o direito dos índios sobre suas terras. Mas no Brasil, entre o que a lei diz e o que se pratica quase sempre existe um abismo. Ao longo dos séculos, os índios brasileiros foram escravizados, mortos e espoliados de suas terras

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              Aprender antropologia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / L314a / 1989 · Pièce · 1989
              Fait partie de Bibliográfico

              Disciplina fundamental entre as Ciências Humanas, a antropologia há muito se ressente em nosso país da falta de textos básicos que, partindo da estaca zero, apresentem clara e didaticamente ao estudante a sua história, suas diversas correntes e termos específicos. Aprender Antropologia faz tudo isso: partindo de uma análise de textos escritos pelos exploradores europeus do século XVI – cuja observação constituem a pré-história da Antropologia –, o leitor entra em contato com as idéias de Durkheim e Mauss. A seguir é a vez de conhecer as principais tendências teóricas contemporâneas, que são detalhadas uma a uma, para enfim desvendar a especificidade da prática antropológica

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              Minhas palavras
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / L664m / 1986 · Pièce · 1986
              Fait partie de Bibliográfico

              Publicando as lições ministradas entre 1959 e 1982 na École dês Hautes Étyudes e no Collège de France, o autor de “Tristes Trópicos” nos deixa vislumbrar os cominhos pelos quais passearam suas idéias, um dos grandes suportes, senão o maior deles, do pensamento antropológico de todos os tempos. Nessas aulas e conferências, esboços de suas obras, ele nos revela não só a gênese desses trabalhos, como também a essência deles, nos dando a oportunidade de ler o resumo de sua produção. Os movimentos de uma reflexão elaborada em trista e dois anos de exercício intelectual, a duração de toda uma geração

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / B817i / 1986 · Pièce · 1986
              Fait partie de Bibliográfico

              Como base em relatos autênticos sobre os primeiros contatos entre tribos isoladas e a civilização branca, Carlos R. Brandão analisa as conseqüentes modificações sofridas pelas sociedades indígenas, além de descrever as formais culturais de resistência criadas contra a formas culturais de resistência criadas contra a dissolução de suas crenças e costumes. Um minucioso levantamento antropológico da situação das populações indígenas no Brasil onde o autor trata de temas fundamentais como etnia e identidade étnica. Com isso agita a consciência do leitor e o convida a rever sua própria identidade, bem como as do diferentes grupos sociais, construídas ao longo da história

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tukuna / O48n / 1988 · Pièce · 1988
              Fait partie de Bibliográfico

              Os índios Ticuna, do Alto Solimões, Amazonas, formam o mais numeroso grupo indígena do país, com cerca de 18.000 membros. Neste livro, o autor examina a mudança social e o processo de dominação vividos pelos Ticunas, vistos também a partir da ótica dos próprios índios. Analisa, assim, como um grupo étnico com elementos vivos e atuantes de sua própria organização social e de sua cosmologia, se adapta, resiste e reinterpreta a ação do Estado. Trata-se de uma análise convencional na linha estruturalista enfocando uma tribo isolada e em condições de suposto equilíbrio, mas sim de um estudo sobre as relações entre um grupo indígena e o Estado brasileiro, representado pelo órgão oficial de assistência ( o SPI e depois a FUNAI ) que ilumina de maneira exemplar a questão indígena na Amazônia atual

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              História da alimentação no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392.8(81) / C336h / 1968 · Pièce · 1968
              Fait partie de Bibliográfico

              Interessado na mistura do feijão com o arroz, no preparo dos temperos, no corte de legumes e verduras, nas delícias das sobremesas, nos rituais e superstições alimentares, Luís da Câmara Cascudo reuniu durante mais de vinte anos informações (e provou comidas) para traçar a sua História da Alimentação no Brasil, espécie de história do brasileiro, através daquilo que entra pela sua boca

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-393(81=1-82) / V665r / 1991 · Pièce · 1991
              Fait partie de Bibliográfico

              Os funerais Bororo engendram a cooperação vitalícia entre os índios em luto e os que lhes prestaram serviços cerimoniais. Ao final, celebra-se uma refeição, quando panelas fumegantes e bandejas com saborosos alimentos são alegremente oferecidas aos que, atuando como representantes dos mortos durante os funerais, são chamados de "almas". A Refeição das Almas estuda essa e outras práticas dos Bororo do Mato Grosso ao dispensarem cuidados aos mortos e enlutados

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              Amazônia: a ilusão de um paraíso.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-577.4(811) / M497aP 2.ed / 1987 · Pièce · 1987
              Fait partie de Bibliográfico

              Betty Meggers procura recriar o ambiente amazônico, levando o leitor a perceber os conteúdos edênicos e deletérios que lhe vêm sendo atribuídos há séculos. Analisa então a exploração predatória de recursos naturais por parte do civilizado, que vem exaurindo o grande rio e seus afluentes. Na profusão de dados coligidos por Meggers, permite-se a visualização dos danos irreparáveis que o modo de exploração vigente na Amazônia está causando ao País

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              Ubirajara, lenda tupi
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / A368u / 1970 · Pièce · 1970
              Fait partie de Bibliográfico

              Passa-se antes do descobrimento. O mais aborígene dos romances de Alencar. Desenvolve a lenda da fusão das tribos Araguaia e Tocantins, através do guerreiro Jaguarê, o senhor da lança

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              Fruta do mato
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / P379f / 1939 · Pièce · 1939
              Fait partie de Bibliográfico
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