São Paulo
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Os textos aqui reunidos expressam a preocupação com o tratamento dado à problemática ambiental nas ciências humanas. Tal equacionamento já revela, de imediato, recusa em acatar o paradigma "holístico" no trato da matéria, o qual, na maioria das vezes, em nome de uma visão integrativa entre os fenômenos naturais e sociais, acaba por gerar um empobrecimento significativo na análise dos processos políticos e econômicos. Não raro, nessa perspectiva, toda a riqueza e complexidade da vida social é reduzida a uma única variável de estudo denominada de "ação antrópica". Os malefícios desse reducionismo para uma efetiva e eficaz gestão do meio ambiente no País são numerosos, indo desde posturas iluministas e politicamente inviáveis no planejamento ambiental até a formulação de programas de cunho preservacionista que consideram o homem intruso em certos ecossistemas
MORAES, Antonio Carlos RobertOs índios Tumbalalá do norte da Bahia são, como qualquer coletivo social, uma população heterogênea reunida em torno de memórias locais relativas à participação histórica nas redes regionais interindígenas de trocas; Essas redes de relações sociais que integram populações do médio, submédio e baixo Rio São Francisco são, simultaneamente, o vetor principal das etnogêneses na região, fonte de produção e reprodução de classificações cosmológicas e o lugar aonde é possível encontrar permanência, durabilidade e contigüidade morfológicas associadas a uma história regional de longa duração
ANDRADE, Ugo MaiaMenina Guarani com aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenina Guarani com aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenina Guarani com aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenina Guarani com aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenina Guarani com aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenina Guarani com aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenina Guarani com aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenina Guarani com aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Kaingang chamado Didi Recruê com sua mãe
FOERTHMANN, HeinzMenino Kaingang chamado Didi Recruê com sua mãe
FOERTHMANN, HeinzMenino Kaingang chamado Didi Recruê com sua mãe
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 12 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 12 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 12 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 12 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 8 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 12 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 12 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 8 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 8 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 8 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 12 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 8 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 8 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 10 anos
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
FOERTHMANN, HeinzMenino Guarani de aproximadamente 6 anos de idade brincando com uma garrafa de vidro
FOERTHMANN, HeinzMenino Kaingang chamado Luca Recruê com seu pai
FOERTHMANN, HeinzMenino Kaingang chamado Luca Recruê com seu pai
FOERTHMANN, HeinzMenino Kaingang chamado Luca Recruê com seu pai
FOERTHMANN, HeinzDescreve e analisa o rito Me-rê-rê-mê entre os índios Xikrin do Caeteté
VIDAL, LuxA obra de Eliane Potiguara, "METADE CARA , METADE MÁSCARA" conta sobre o amor de um casal indígena que se separou na época da colonização brasileira, causando as maiores violências e destruições étnicas.Ao viajarem pelos cinco séculos em busca de um e outro, eles conhecem todas as Américas e suas histórias. O romance poético fala de amor, relações humanas, paz, identidade, história de vida, mulher, ancestralidade e família. O livro descreve os valores contidos pelo poder dominante e, quando resgatados, submergem o self selvagem, a força espiritual, a intuição, o Criador, o ancestral, o velho, a velha, o mais profundo sentimento de reencontro de cada um consigo mesmo, reacendendo e fortalecendo o eu de cada um, contra uma auto-estima imposta pelo consumismo, imediatismo e exclusões social e racial ao longo dos séculos. Discorre, também, sobre a luta do movimento indígena, inclusive internacional e sobre sua imigração por violência à sua cultura e suas conseqüências; fala sobre o papel fundamental da mulher indígena no contexto cultural e a sua real contribuição na sociedade brasileira. Conta as dores dessas mulheres e seus desejos mais íntimos.Nas histórias mágicas e míticas de Eliane Potiguara, o destino dos Povos Indígenas é traçado com consciência e auto-determinação, onde a ética, a força interior, a espiritualidade e valor cultural e cosmológico sobrepõem aos vícios do neocolonizador na construção do novo homem e da nova mulher, mostrando que os princípios indígenas podem contribuir para o futuro do Brasil
POTIGUARA, ElianeHoje, mais de 5 mil títulos e requerimentos para mineração incidem sobre as Terras Indígenas (TIs) da Amazônia Brasileira. Enquanto empresas de mineração aguardam a regulamentação da atividade nessas áreas - atualmente proibida -, inúmeras invasões garimpeiras em TIs geram desastrosas conseqüências para os povos indígenas e ao meio ambiente. O caso mais trágico e conhecido deste conflito é o da TI Roosevelt, do povo Cinta Larga, em Rondônia, que continua apresentando graves desdobramentos políticos e criminais como as recentes acusações de lideranças Cinta Larga de que o governador do estado estaria envolvido na extração ilegal de diamantes. Diante de conflitos como este, as opiniões se dividem. De um lado, as que defendem que atividades com alto custo socioambiental em reservas indígenas deveriam ser evitadas. Do outro, aquelas que sustentam que a Amazônia guarda um patrimônio mineral importante e que deve ser explorado para o desenvolvimento do país. Com o objetivo de aprofundar este debate, o Instituto Socioambiental lança a publicação Mineração em Terras Indígenas na Amazônia Brasileira, que traz à tona a discussão em torno da regulamentação da atividade minerária em TIs.
RICARDO, FanyPesquisa conduzida pelo Instituto Socioambiental (ISA) revela que boa parte das Unidades e Conservação (UCs) da Amazônia não está realmente protegida da mineração. A partir de informações obtidas do Cadastro Mineiro, mantido pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) a pesquisa do ISA indica que, dos 40.144 processos existentes na Amazônia Legal, 5.283 incidem em UCs federais e 880 em UCs estaduais. Mais grave: do total dos processos minerários válidos no DNPM, 406 já estão em pesquisa ou em exploração em 32 Unidades de Conservação de Proteção Integral e em 23 Reservas Extrativistas (Resex), onde não é permitida a atividade minerária. Outros 571 processos estão em pesquisa ou em exploração em 33 UCs de Uso Sustentável, principalmente em Florestas Nacionais e Estaduais, nas quais a atividade é condicionada a uma série de requisitos. Para subsidiar e aprofundar o debate em torno da regulamentação de atividades minerárias em UCs, Mineração em Unidades de Conservação na Amazônia brasileira traz também uma extensa análise e contextualização da legislação vigente sobre o assunto. Durante o trabalho de pesquisa e elaboração da publicação, foi analisado um conjunto de leis, instruções, pareceres, além dos decretos de criação e de regulamentação de UCs, incluindo o SNUC - Sistema Nacional das Unidades de Conservação - que define o uso dessas áreas. Uma seleção desses documentos consta da parte final do livro.
RICARDO, Fany (Org)Publicando as lições ministradas entre 1959 e 1982 na École dês Hautes Étyudes e no Collège de France, o autor de “Tristes Trópicos” nos deixa vislumbrar os cominhos pelos quais passearam suas idéias, um dos grandes suportes, senão o maior deles, do pensamento antropológico de todos os tempos. Nessas aulas e conferências, esboços de suas obras, ele nos revela não só a gênese desses trabalhos, como também a essência deles, nos dando a oportunidade de ler o resumo de sua produção. Os movimentos de uma reflexão elaborada em trista e dois anos de exercício intelectual, a duração de toda uma geração
LÉVI-STRAUSS, ClaudeAnalisa as tranformaçOes econOmicas e sociais de um segmento da sociedade Xavante impostas pela integração forçada do grupo a um novo modo de produção
MENEZES, ClaudiaResultado de um simpósio realizado em 1998, esta coletânea reúne vários textos sobre as missões jesuíticas da região platina, que incluía uma parte significativa do futuro território brasileiro. Os textos enfocam a história das missões a partir de abordagens históricas, etnológicas, arqueológicas e artísticas
GADELHA, Regina Maria A. FMonografia de Charles Frederik Hartt dos mitos amazônicos da tartaruga
Hartt, Charles FrederikAs observações e relatos de viagem do etnologista e explorador alemão, que passou diversas vezes pelo Brasil a partir de 1896, é uma importante fonte para estudo dos mitos e lendas da Amazônia. Neste livro, ele transcreve o mito de Makunaíma, que inspirou o clássico modernista de Mário de Andrade
KOCH-GRÜNBERG, TheodorBem longe do barulho e da agitação das cidades, envolvidos pela noite escura e pelos mistérios da floresta, os índios se reúnem em torno da fogueira para contar suas histórias - narrativas fantásticas que revelam seu cotidiano, suas crenças e suas interpretações para os enigmas da vida e da morte. Impossível ouvi-as e não reagir a elas com admiração e espanto, tão fascinante é o universo mítico dos povos indígenas brasileiros.
MINDLIN, BettyFreud, Sherlock Holmes, o crítico de arte Morelli: partindo desses nomes, Carlo Ginzburg constrói o paradigma de um "saber indiciário", um método de conhecimento cuja força está na observação do pormenor revelador, mais do que na dedução. Nessa coletânea, Ginzburg aplica o método a temas aparentemente díspares: a história da cultura popular, a teoria e a história da arte, a psicanálise, a influência da ideologia nazista em alguns dos mestres da historiografia moderna. São sete ensaios iluminadores, fruto de uma investigação "detetivesca" que, trazendo à luz detalhes negligenciados, revela perspectivas surpreendentes e faz jus à epígrafe de um dos textos: "Deus está no particular"
GINZBURG, CarloMoça Terena de aproximadamente 14 anos
FOERTHMANN, HeinzMoça Terena com aproximadamente 15 anos
FOERTHMANN, Heinz