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              3984 Descrição arquivística resultados para São Paulo

              3984 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.732(72) / G891 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Quarto volume de uma série de obras dedicadas à investigação do imaginário colonial, este livro tem como foco central as imagens - pensadas como instrumentos fundamentais de dominação. A guerra das imagens - no palco do México colonial - eclode no século XV, com a chegada de Colombo, e se estende pelos séculos seguintes, mobilizando diversos atores - europeus, índios, mestiços, entre outros - e distintas estratégias de domínio. Uma profusão de imagens chega ao México com os primeiros europeus, na tentativa de impor uma nova ordem visual e de monopolizar a representação do sagrado. É nesse momento de difusão do catolicismo e de ascensão da autoridade espiscopal que se desenvolve um grande conjunto de imagens barrocas - imagens religiosas convencionais, mas que incorporam elementos de devoção popular. Além de examinar os códigos visuais impostos pelos colonizadores e a recepção das imagens cristãs por índios e mestiços, a análise reflete sobre as reverberações da imagística colonial na guerra de Independência, no México pós-revolucionário - representado pelo muralismo pictórico - e, modernamente, na expansão da televisão comercial mexicana

              GRUZINSKI, Serge
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.031 / P984g / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              A expansão da fronteira colonial na América portuguesa no século XVII criou zonas de conflito com as populações autóctones. No norte do Estado do Brasil a zona da pecuária no sertão tornou-se ponto de convergência dos conflitos resultantes da expansão colonial, especialmente entre os colonos luso-portugueses e os povos indígenas. A Guerra do Bárbaros, como ficou conhecida a série de conflitos que ocorreu entre 1651 e 1704, é minuciosamente analisada por Pedro Puntoni nesse estudo de fôlego, acompanhado de mapas e ilustrações. O autor refuta as interpretações que vêem nessa Guerra uma espécie de confederação unificada, mostrando seu caráter fragmentário, e destacando os papéis dos diferentes agentes em jogo: soldados, missionários, agentes da Coroa Portuguesa e índios de nações diversas. Mostra também os conflitos entre estes últimos, denominados de Bárbaros pelos colonizadores na época, e as disputas que mantinham entre si

              PUNTONI, Pedro
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.024 / V131h / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Ao longo do século XVI os colonizadores europeus se horrorizaram com um fenômeno religioso entre os tupis, a que chamaram santidade. Nela, em meio a danças, transes, cânticos e À fumaça inebriante do tabaco, os índios renovavam a peregrinação À Terra sem Mal - lugar mítico da felicidade eterna que buscavam no mundo terreno. Vasculhando documentação inquisitorial inédita sobre o culto indígena na fazenda de Jaguaripe (Bahia), Ronaldo Vainfas descobre na santidade uma idolatria insurgente, culturalmente híbrida, que ao mesmo tempo negava e incorporava valores da dominação colonial. Por meio de um texto apaixonado e instigante, o autor lança luz sobre uma nova e reveladora faceta da conquista da América portuguesa

              VAINFAS, Ronaldo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-907.2 / H673 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Pensadores contemporâneos da História, provenientes de distintas tradições nacionais e simpatias teóricas, refletem acerca do conceito de historiografia e analisam a epistemologia da história

              MALERBA, Jurandir (org)
              A idéia de cultura
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.7 / E11i / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Engleton toma como base sua insatisfação quanto ao significado antropológico amplo e com o sentido estético rígido da cultura, e busca algo que a diferencie de outros conceitos fundamentais da Sociologia, por considerar em jogo o uso do conteúdo da alta cultura. Busca as transformações históricas pelas quais o termo passou e seus usos contemporâneos. Ao mergulhar na crise moderna da idéia de cultura, aborda os choques culturais, a dialética da natureza e da cultura, dialogando com Marx, Nietzsche e Freud, e aprofunda a visão com relação à homogeneização da cultura de massas, a função da cultura na estruturação do Estado-Nação e a construção de identidades e sistemas doutrinários

              EAGLETON, Terry
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / C355i / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Este livro reúne, numa edição muito bem cuidada, nove estudos e uma entrevista do etnólogo. O texto de maior interesse para a discussão em torno da história dos índios é "O Mármore e a Murta", uma releitura da documentação quinhentista informada por um saber etnológico apurado. Outros ensaios também abordam aspectos críticos dos rumos atuais da etnologia sul-americana, os quais abrangem problemas de arqueologia e história indígena

              CASTRO, Eduardo Viveiros de
              A linguagem dos pássaros: mito dos índios Kamaiurá.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F2518 / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              A série Morená apresenta os mitos de nossos índios em linguagem acessível que conserva o tom mágico e a poesia, com ilustrações inspiradas nas culturas indígenas de onde foram transcritos. Morená significa, para os índios Kamaiurá, a terra mítica onde mora Mavutsinim, o grande criador

              FITTIPALDI, Ciça
              A Majestade do Xingu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / S419m / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              A Majestade do Xingu é uma história de imigrantes, de russos, de judeus, de comunistas, de índios, de Noel Nutels, de pequenos comerciantes, de várias formas de ser brasileiro, de pais e mães, de filhos e amigos, de diferentes qualidades de amor e ódio, de cartas que não escrevemos, de lutas contra a dor. Dando voz a um dono de armarinho que dispersou afetos entre miudezas empoeiradas, Moacyr Scliar enlaça todas as histórias neste romance. Elas às vezes nos fazem rir, sempre nos confrontam com uma melancolia irremediável e se incorporam à nossa experiência de leitores de forma definitiva

              SCLIAR, Moacyr
              A moreninha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / M141m / 1844 · Item · 1844
              Parte de Bibliográfico
              MACEDO, Joaquim Manuel de
              A mulher que virou tatu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-34(81=1-82) / C173 / 2016 · Item · 2016
              Parte de Bibliográfico

              O livro conta a história de dois alimentos que os Kaxinawá cultivam em seus roçados: o milho e a batata doce

              Camargo, Eliane (Organizadora)
              A mulher que virou urutau
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-82-343(81=1-82) / J47 / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              Lenda indígena Guarani que conta a história de uma índia que se apaixona por Jaxy, o Lua

              JEKUPÉ, Olívio
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-323.1 / L638n / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Este livro do historiador norte-americano Jeffrey Lesser vem preencher uma lacuna que; ele próprio classifica de surpreendente: a ausência de estudos sobre o grande número de; imigrantes não-europeus no Brasil. Pois, se é verdade que todos os 4,55 milhões de; imigrantes que entraram no país entre 1872 e 1949 trouxeram consigo uma cultura pré-; migratória e criaram novas identidades étnicas, o fato é que os 400 mil asiáticos,; árabes e judeus, considerados não-brancos e não-pretos, foram os que mais puseram em; xeque as idéias da elite sobre a identidade nacional. Trata-se, aqui, de analisar como; e por que esses imigrantes entraram em discussão pública com as lideranças políticas e; intelectuais da nação. Suposições culturais acerca da hierarquia e das categorias; raciais, formalizadas nos séculos XVII e XVIII, refletiam e promoviam um sentimento de; superioridade européia, e muitos pensadores brasileiros eram monogenistas, vendo a raça; como vinculada à biologia e ao meio ambiente. Tais concepções serviam como uma luva à; elite brasileira, permitindo-lhe adquirir legitimidade ao vincular-se a lugares e; culturas longínquas. Afirmando que a geografia (isto é, a natureza) era a base da raça,; os imigrantes "brancos" no Brasil criariam uma identidade nacional semelhante à; européia, que viria a esmagar, com sua superioridade, as populações nativa e africana; A dupla assimilação era a chave para a criação de uma identidade nacional clara: à; medida que os colonos se tornassem brasileiros, o Brasil se tornaria europeu. Mas se; alguns integrantes da elite brasileira viam as características étnicas desejáveis como; de base geográfica e pediam a proibição da imigração proveniente da Ásia e do Oriente; Médio, outros viam a concessão de plenos direitos de cidadania, tanto jurídicos quanto; sociais, aos sírio-libaneses e aos nisseis como um preço razoável a ser pago pelo; crescimento econômico, e outros ainda permaneciam vacilantes, imaginando a; possibilidade de o Estado brasileiro insistir no desaparecimento da etnicidade dos; imigrantes e, mesmo assim, colher os benefícios de sua mão-de-obra. A análise dessas; posições díspares por parte do autor sugere que a "mestiçagem", que muitos estudiosos; viram como significando o surgimento de uma "raça" brasileira nova e uniforme, a partir; da mistura de povos, foi muitas vezes entendida como a criação de diferentes; identidades e de uma multiplicidade de brasileiros hifenizados, e não de um grupo; único

              LESSER, Jeffrey
              A nova história cultural
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.7 / H942n / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              A Nova História Cultural enfatiza a importância do significado na ação social. A obra, saudada pela crítica americana como extremamente importante, apresenta uma argumentação até certo ponto provocativa em defesa dos princípios que fundamentam a Nova História Cultural, explicando os seus objetivos e mostrando o quanto é complexa a recuperação da dinâmica da expressão e interpretação do passado

              HUNT, Lynn
              A oleira ciumenta
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / L664o / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              Escrito entre dezembro de 1983 e abril de 1985, A Oleira Ciumenta é o mais recente trabalho de Lévi-Strauss. Neste livro ele percorre todo o pensamento mítico do continente americano, analisa a figura da ceramista (a oleira) e as relações deste seu ofício com a personalidade humana, em especial com o ciúme

              LÉVI-STRAUSS, Claude
              A outra margem do ocidente
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / O94m / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              O livro reúne 28 ensaios de vários especialistas renomados, abordando a temática indígena a partir de múltiplas perspectivas. Os textos foram apresentados originalmente num ciclo de conferências patrocinado pela Funarte. Vários aspectos da história indígena no Brasil e na América em geral estão representados nesta coletânea, cujo conjunto aponta para algumas das tendências mais marcantes dos debates atuais

              NOVAES, Adauto
              A pesca na Amazônia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-OBR-LR-639(811) / V517p 1895 OBRA RARA / 1895 · Item · 1895
              Parte de Bibliográfico
              Verissimo, José
              A pesca na Amazônia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-OBR-LR-639(811) / V517p 1895 OBRA RARA / 1895 · Item · 1895
              Parte de Bibliográfico
              Verissimo, José
              A pesquisa histórica no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981:001.8 / R696p / 1969 · Item · 1969
              Parte de Bibliográfico

              Este livro faz parte da série iniciada em 1949, que se comporia de três estudos complementares sobre a Teoria (e o Método), a Pesquisa e a Historiografia

              RODRIGUES, José Honório
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81):391.7 / D719p / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              O livro apresenta um panorama das coleções plumárias do acervo do MAE-USP, analisando o histórico de sua constituição, a elaboração e contextos de uso de artefatos plumários entre os indígenas e sua comunicação em exposições de divulgação científica. O sentido da arte plumária para seus produtores é o de pôr em comunicação os homens com o cosmos; sua beleza se realiza no contexto da festa e do rito. Apreciar este rico acervo, imobilizado e em conjunto, permite contrastá-lo e perceber as mudanças de estilos e finalidades e as transformações da própria sociedade indígena quando em contato com outras etnias ou com o branco. Dispostos assim no tempo, esses artefatos nos fazem ver que os índios têm história e que ela foi sempre a história do contato

              DORTA, Sonia Ferraro
              A posse da terra
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-333(81) / G195p / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico
              GANCHO, Cândida Vilares
              A queda do céu: palavras de um xamã yanomami.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Yanomami / K83 / 2015 · Item · 2015
              Parte de Bibliográfico

              Este livro, ao mesmo tempo relato de vida, autoetnografia e manifesto cosmopolítico, convida a uma viagem pela história e pelo pensamento de um xamã yanomami, Davi Kopenawa

              Kopenawa, Davi