São Paulo
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A coleção O sabor da História aborda os povos que formaram a população brasileira, incluindo aspectos de sua vida social para enriquecer os temas curriculares
BOULOS JUNIOR, AlfredoLivro sobre a história dos povos indígenas durante a Ditadura Militar brasileira
Valente, RubensFruto de dezesseis anos de convivência da autora com os índios Bakairi, da região do Alto Xingu, em Mato Grosso, esta obra é um estudo aprofundado que revela a história, as crenças e a organização social desse povo, bem como sua economia, religião e as relações de parentesco.Escrito num estilo claro e conciso, o livro é ilustrado com fotografias em cores e gráficos que apresentam dados sobre a pesquisa
BARROS, Edir Pina deA legislação colonial portuguesa e a legislação brasileira sempre reconheceram o direito dos índios sobre suas terras. Mas no Brasil, entre o que a lei diz e o que se pratica quase sempre existe um abismo. Ao longo dos séculos, os índios brasileiros foram escravizados, mortos e espoliados de suas terras
CUNHA, Manuela Carneiro daConjunto de Ensaios que objetiva examinar as causas, o processo e as conseqüências da expansão do Ocidente, sob a liderança da Espanha e de Portugal, sobre a população indígenas das Américas. Em outras palavras, analisa o significado da extraordinária trajetória que tem início na data-símbolo de 1492, que em outros contextos também se denomina “descobrimento”, “encobrimento”, ou “invenção” das Américas
BONILLA, Heraclio (org)Esta é a história do encontro de um homem da etnia Hupdá com um homem-sombra chamado Way Naku
Epps, PatienceEsta é a história do encontro de um homem da etnia Hupdá com um homem-sombra chamado Way Naku
Epps, PatienceEste trabalho conjuga interesses da história e da antropologia, partindo ao mesmo tempo de uma certeza e uma constatação. A certeza de que as explicaçOes históricas sobre a formação de uma determinada área ou região devem inserir em seus discursos os povos indígenas e seus contextos; e a constatação da irrelevAncia dada para a onstrução de uma história sobre os índios nos Campos de Araraquara
MANO, MarcelO autor propõe uma política indigenista à altura das necessidades atuais dos povos indígenas, política que reconheça que ?os índios são diferentes, de nós e entre si, e não há promoção de igualdade sem reconhecimento do direito à diferença.
SANTILLI, MárcioMostra a importAncia da posição geográfica do núcleo paulistano e analisa as diferentes formas que o povo europeu e seus descedentes asseguraram a possibilidade de utilizar o trabalho dos ameríndios
PETRONE, PasqualeOrlando Villas Bôas é uma obra ilustrada, impressa no tom escarlate do corante urucum, cor sugerida como símbolo do rio Xingu, palco do pioneiro trabalho indigenista dos irmãos Villas Boas. Organizada por Orlando Villas Bôas Filho, a obra começa com um resumo inédito de suas expedições indigenistas ao Xingu entre os anos de 1943 e 1975. Na seqüência, apresenta uma bem estruturada reflexão do organizador da obra sobre o legado deixado pela família. Ao final, reúne alguns importantes registros em torno do tema, com textos dos próprios irmãos Villas Bôas, de Adrian Cowell, John Hemming, Carmem Junqueira e Mércio Pereira Gomes
VILLAS BÔAS FILHO, OrlandoSão seis volumes sendo cinco relacionados aos Setores/Módulos da Exposição "Formas de Humanidade" (Origens e Expansão das Sociedades Indígenas;-Manifestações Sócio Culturais Indígenas,-África: Culturas e Sociedades e Mediterrâneo I: Grécia e Roma, Mediterrâneo II e Médio Oriente: Egito e Mesopotâmia (em elaboração) e um relacionado à Exposição Temporária Brasil 50 mil anos: uma viagem ao passado Pré-Colonial (exposição realizada em Brasília entre setembro/01 e março/02)
MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIAIncontáveis romances, poemas, relatos de viagem, escritos políticos e estudos sobre a cultura dos povos muçulmanos atestam o enorme fascínio que o “longínquo e misterioso” Oriente exerceu, principalmente a partir do início do século XIX, sobre eruditos e escritores europeus. Tal vontade de conhecer e compreender uma civilização diferente resultou no surgimento e na consolidação de uma visão hegemônica do Oriente enquanto unidade geográfica e cultural. Neste polêmico e instigante ensaio, Edward Said mostra como essa representação dos povos orientais foi essencial à própria definição da identidade ocidental e à legitimação dos interesses das nações coloniais
SAID, Edward WEste livro é um estudo etnográfico sobre os Marubo do alto rio Ituí (Vale do Javari, Amazonas)examina cantos e depoimentos de xamãs que se dedicam, por meio da linguagem poética, a dilemas tais como a morte e os ciclos vitais, a constituição do mundo e da pessoa, as relações entre visível e invisível. Em suas diversas manifestações – como, por exemplo, a narração de mitos, o acompanhamento dos mortos em seu destino póstumo, o trabalho da cura e das relações com espíritos –, é notável a construção de uma poética da distância, dos deslocamentos e da nostalgia. São essas algumas das marcas de um mundo no qual o que se concebe como humano se estende para vastas e insuspeitas formas de relação, mediadas pelas ações e palavras dos xamãs. Ao articular traduções com detalhadas descrições de rituais, análises de iconografias e reflexões teóricas, Oniska é uma contribuição importante e oportuna aos ainda raros estudos fronteiriços entre antropologia e literatura, em especial no que se refere às complexidades das artes verbais associadas ao xamanismo
Cesarino, Pedro de NiemeyerTanto o urbanismo quanto seu ensino nos curso de graduação e pós-graduação no país muitas vezes passam ao largo das questões sociais, para continuar privilegiando uma abordagem progressista que insiste no elogio da modernidade. Justifica-se, então a proposta básica de trabalho sintetizada no título desta coletânea, “Olhar urbano, olhar humano”.: contribuir para os estudos do espaço urbano no âmbito dos cursos de graduação, em especial os cursos de Arquitetura e Urbanismo, procurando evidenciar a importância dos aportes das ciências sociais e humanas para um urbanismo reflexivo e crítico no Brasil
SÁ, Cristina (org)Oficina para finalização dos produtos (documentário e livro), Josemar Rocha Paulino.
Majoi Favero GongoraOficina para finalização dos produtos (documentário e livro), Josemar Rocha Paulino.
Majoi Favero GongoraOficina para finalização dos produtos (documentário e livro), Josemar Rocha Paulino, Eduardo Henrique Carvalho Ferreira e José Cury.
Majoi Favero GongoraOficina para finalização dos produtos (documentário e livro), José Cury e Josemar Rocha Paulino.
Majoi Favero GongoraPublicada como parte das comemorações do centenário de nascimento de José Bonifácio, esta obra já nasceu um clássico. Trata-se da melhor e mais completa antologia disponível. Em primeiro lugar, por causa do tamanho: os três grossos volumes trazem edições fac-similares das principais obras do autor. Num enorme esforço de pesquisa, quando o acesso a arquivos estrangeiros era muito mais difícil, seu organizador conseguiu incluir textos publicados por Bonifácio em outras línguas
SILVA, José Bonifácio de Andrada ePublicada como parte das comemorações do centenário de nascimento de José Bonifácio, esta obra já nasceu um clássico. Trata-se da melhor e mais completa antologia disponível. Em primeiro lugar, por causa do tamanho: os três grossos volumes trazem edições fac-similares das principais obras do autor. Num enorme esforço de pesquisa, quando o acesso a arquivos estrangeiros era muito mais difícil, seu organizador conseguiu incluir textos publicados por Bonifácio em outras línguas
SILVA, José Bonifácio de Andrada ePublicada como parte das comemorações do centenário de nascimento de José Bonifácio, esta obra já nasceu um clássico. Trata-se da melhor e mais completa antologia disponível. Em primeiro lugar, por causa do tamanho: os três grossos volumes trazem edições fac-similares das principais obras do autor. Num enorme esforço de pesquisa, quando o acesso a arquivos estrangeiros era muito mais difícil, seu organizador conseguiu incluir textos publicados por Bonifácio em outras línguas
SILVA, José Bonifácio de Andrada eEsta obra é uma ediçao do material contido no site O Xingu dos Villas Boas, criado pelo Portal Estadão. No livro, está contada a saga dos irmãos que, em 1943, assumiram o comando da expedição Roncador-Xingu, desbravando de forma pacífica o Brasil Central e revelando ao país e ao mundo a face de povos indígenas até então desconhecidos. Para a realização do projeto, o sertanista Orlando Villas Boas juntou seus arquivos aos da Agência Estado, e garantiu a participação generosa de amigos e admiradores. O resultado foi a reunião de cerca de 300 imagens, muitas delas inéditas, depoimentos exclusivos e perfis de todas as tribos que habitam o Parque do Xingu e a afirmação de que o sonho dos irmãos - de preservar a cultura desses povos e o próprio ambiente na região - não foi em vão.; ;
O Brasil no contexto do Atlântico Sul. Esta é a escala de análise do livro de Luiz Felipe de Alencastro, professor de História do Brasil na Universidade de Paris-Sorbonne. A tese paradoxal do livro é a de que "o Brasil formou-se fora do Brasil". Como explicar isto? A explicação do professor Alencastro para este paradoxo não parte da formação do território colonial português na América do Sul, tal como tem praticado a historiografia brasileira para explicar a história colonial do país. Ela parte do espaço econômico e social que se consolidou na área Atlântica que cerca o trópico de Capricórnio, no hemisfério sul, entre a costa litorânea brasileira e a africana. Dentro deste espaço, a produção monocultora escravista portuguesa do continente sul-americano conectou-se durante cerca de três séculos à área ocidental africana, principal laboratório do "negócio negreiro". Foi neste contexto, segundo o autor, que nasceu o Brasil no século XVIII; 2Circulações, conecções, redes: todos os meios de intercâmbio e trocas intercoloniais são examinados e sintetizados neste inovador e ambicioso livro do professor Alencastro. De Luanda, passando pelo Rio de Janeiro em direção a Buenos Aires, as rotas do comércio negreiro português são reconstituídas; as guerras angolanas e o comércio português da cachaça são exumados; Lisboa é integrada no grande comércio negreiro do Atlântico Sul como "plataforma giratória das trocas entre Europa e a África" ; tudo para explicar a singularidade brasileira; 3Com abundância de exemplos que demonstram a erudita argumentação das teses de Alencastro, o livro confere um valor novo ao rol dos livros que sintetizam a formação do Brasil contemporâneo
ALENCASTRO, Luiz Felipe deLivro de contos de pajés Yanomami
Ballester, AnneConto indígena sobre o surgimento da noite realizado pelos Yanomami do grupo Parahiteri
Conto baseado na temática indígena
MUNDURUKU, DanielPesquisa de fôlego sobre as expedições de sertanistas no século XVIII, este livro em certo sentido atualiza e amplia as discussões introduzidos por Sérgio Buarque de Holanda em Monções e Caminhos e Fronteiras. A temática da história dos índios aparece com força no capítulo 4, evocando os processos de contato e resistência que afetaram os Kayapó do Sul, Guaikuru, Paiaguá e Kaingang. O capítulo inclui um estudo perspicaz da série de quarenta aquarelas retratando o contato entre portugueses e índios no sertão do Tibagi em 1771, com uma reprodução da série. Também é de grande interesse a reprodução de mapas do sertão, vários dos quais detalham a presença de grupos indígenas, abrangendo São Paulo (incluindo o sul, atuais estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso
KOK, Glória