Índios Bororo realizando a dança do Gavião
FOERTHMANN, HeinzRito
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Índios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
FOERTHMANN, HeinzÍndios Guarani Kaiwá, dança religiosa (Toré). Em frente ao rancho do Paí - chefe religioso
LAMÔNICA, João DomingosÍndios Guarani Kaiwá, dança religiosa (Toré). Em frente ao rancho do Paí - chefe religioso
LAMÔNICA, João DomingosÍndios Kadiwéu fantasiados
SCHULTZ, HaraldÍndios Kadiwéu fantasiados
SCHULTZ, HaraldÍndios Kadiwéu fantasiados
SCHULTZ, HaraldÍndios Kadiwéu fantasiados
SCHULTZ, HaraldÍndios Kadiwéu fantasiados
SCHULTZ, HaraldÍndios Kadiwéu fantasiados
SCHULTZ, HaraldGrupo reunido de índios Kalapálo com adornos durante dança ritual para a perfuração do lóbulo auricular
VELLOZO, Nilo OliveiraGrupo reunido de índios Kalapálo com adornos durante dança ritual para a perfuração do lóbulo auricular
VELLOZO, Nilo OliveiraGrupo reunido de índios Kalapálo com adornos durante dança ritual para a perfuração do lóbulo auricular
VELLOZO, Nilo OliveiraTrês índios do grupo indígena dos Karajá realizando o ritual chamado Arumã, utilizando máscaras de palha
BALDI, MárioTrês índios do grupo indígena dos Karajá realizando o ritual chamado Arumã, utilizando máscaras de palha
BALDI, MárioTrês índios do grupo indígena dos Karajá realizando o ritual chamado Arumã, utilizando máscaras de palha
BALDI, MárioGrupo de índios Kalapálo adornados para dança, vendo-se ao fundo uma habitação indígena
VELLOZO, Nilo OliveiraGrupo de índios Kalapálo adornados para dança, vendo-se ao fundo uma habitação indígena
VELLOZO, Nilo OliveiraGrupo de índios Kalapálo adornados para dança, vendo-se ao fundo uma habitação indígena
VELLOZO, Nilo OliveiraDois índios Karajá vestidos com máscaras de Aruanã durante um ritual
BENTO, Amaury CorreaInício da cerimonia religiosa dentro do rancho, saindo depois para fora.
LAMÔNICA, João DomingosInício da cerimonia religiosa dentro do rancho, saindo depois para fora.
LAMÔNICA, João DomingosPenacho ( tufo de penas - kihahê ) e chocalho de cabajo ( itaaká ) usados pelo pajé durante o ritual
SCHULTZ, HaraldPenacho ( tufo de penas - kihahê ) e chocalho de cabajo ( itaaká ) usados pelo pajé durante o ritual
SCHULTZ, HaraldImagens dos índios Kamayura, Waurá e Txukahamãe da região do Xingu. Preparam-se para rituais de guerra, apresentam-se adornados. Índios Txukahamãe (18' 30") acampados em meio a mata praticam a caça de vários animais: tatu, macaco, anta, tartaruga. Preparo
Jun'ichi UshiyamaFilme documentário de uma expedição que se dirige a uma aldeia Kamayurá localizada no Xingu, mostrando cenas do cerimonial feminino conhecido como "Yamaricuma" e outro chamado "Huka-Huka"
ADAMSKI, ZygmuntPajé Guarani Kaiwá com cabaça e cruz
SCHULTZ, HaraldPajé Guarani Kaiwá com cabaça e cruz
SCHULTZ, HaraldPajé Guarani Kaiwá com cabaça e cruz
SCHULTZ, HaraldRegistro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
REIS, Luiz ThomazDocumentário acerca das mulheres indígenas que habitam a floresta amazônica e dos povos indígenas que habitam o Xingu
PUTTKAMER, Jesco vonO filme é o resultado de uma pesquisa genética com o povo indígena Yanomami do sul da Venezuela e norte do Brasil com a direção do professor James V. Neel, da University of Michigan Medical School. Teve também a colaboração da Venezuela Institute of Scien