Mata derrubada no Posto Indígena de Atração Camanaú próximo ao rio Negro
Rio Negro
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Posto Indígena de Atração Camanaú vista do rio Negro
Dona Graciela tirando tucum e organizando as folhas de tucum, sempre usando técnicas para não pegar os espinhos.
Sem títuloAs Jovens mulheres no caminho da roça com suas cabeças de Tucum
Sem títuloNa imagem vendo a mulher com seu aturá nas costas, cheio de mandioca e frutas em cima também. Isso é típico entre as mulheres Baniwa.
Sem títuloEm todas as roças, sempre é plantada diversos tipos de frutas, justamente pensando nos filhos e netos. A dona da roça cortou cana e colheu também cubío para fazer salada com pimenta.
Sem títuloNa imagem as mulheres com seus aturás nas costas e cesta em sua cabeça, voltando da roça para casa.
Sem títuloNo meio da roça está a dona da roça, sua filha Nilda e eu (Francineia), a dona Cristina com seu aturá e as mulheres jovens todas em pé atentas para ouvir a narrativa que está sendo contada pela dona Maria José, mostrando as variedades de manivas, que deve ser plantada na capoeira. Ela explicou o porquê atrás das casas, pois disse, que as vezes chove o dia inteiro. E as vezes no final do dia ela vai rapidinho arrancar, pois fica muito de perto de sua casa, isso é uma estratégia criada para tempo de muita chuva.
Sem títuloAtividade de registro realizada em novembro de 2019. Nessa imagem vemos uma jovem, usando como ferramenta de registro o seu celular, levantada perto de igarapé, indo para roça. Toda registro feita sobre tucum e roça, jovens mulheres usaram celulares para ajudar a fazer os registros durante a conversa feita com as conhecedoras da comunidade.
Sem títuloNa imagem vemos uma senhora com sua lenha na cabeça. Essa imagem representa todas as mulheres baniwa. Quando voltam para casa, elas sempre levam lenha para casa, pois com ela cozinham, defumam peixe ou caça. Lenha é o gás dos indígenas
Sem títuloParticipantes: Pedro Moraes, Jair Araújo, Roberto Sanches, Brasilino Mendes.
Motivação: Registrar um trecho do caminho no Rio Negro durante a viagem do Curicuriari.
Dona Lúcia, limpando peixes para cozinhar e outros para moquear, na foto temos peixes variados que são: tucunaré amarelo, tucunaré surubiana, aracú pinima, aracú dumé e aracá raio.
Sem títuloÁ esquerda está a Dona Bidoca, no meio a sua netinha, e do lado a dona Isabel. As duas são artesãs profissionais da comunidade. Na imagem vemos a Dona Bidoca ensinando a sua neta a fazer artesanato. Esse repasse para as crianças é um aprendizado muito riquíssimo do “aprender/brincar”.
Sem títuloA Dona Isabel Castro e Bidoca Castro, estão puxando tucum, usando suas técnicas tradicionais para tirar os fios da folha de tucum.
Sem títuloChegando no sítio Típuku, a Laura Martins sai com seus aturás nas costas, indo em direção do caminho da roça.
Sem títuloNa imagem aparece as mãos de Dona Lúcia Emílio, que está espocando as frutas de urucum para tirar suas sementes e tingir ramas de tucum.
Sem títuloDona Bidoca pintando rosto do Fabrício com karajurú ou Crajirú. Antes de fazer dabucurí todos estavam se pintando para participar da festa.
Sem títuloEncabeçando a dança o Sr. Gracindo e sua esposa Íris e os demais atrás, dançando alegremente para festejar os dias dos professores, praticando as danças nossas.
Sem títuloNa imagem vemos a Jovem Josiane Mandú subindo numa árvore para poder tirar tucum. Algumas árvores, servem de apoio para pode tirar a matéria-prima. Pois pé de tucum é muito espinhosa, por isso é tirado com um gancho feito com uma vara bem cumprida.
Sem títuloRegistro do cotidiano e das principais atividades: mulheres juntas estão sentadas numa roça que acabou de ser derrubada que é na terra firme. Essa roça foi derrubada por meu pai, Francisco. As demais mulheres estavam sentadas e minha mãe plantando caroço de tucumã.
Sem títuloDona Cleomar Olímpio com seus aturás em sua roça que foi queimada recente que está no processo do plantio de maniva e de frutas.
Sem títuloEssa planta se chama “ remédio da roça”, essa planta tem uma raiz idêntica a mandioca. Por isso ela deve ser sempre plantada na roça nova para ter fartura na hora de arrancar mandioca.
Sem títuloNa foto, aparece uma panela de açaí sendo mexido com cuia yamarú. Depois de ser socado com pedaço de madeira, já está no ponto de fazer o vinho de açaí, coar em seguida e depois tomar xibé de açaí (farinha com açaí).
Sem títuloA Dona Bibiana fazendo beiju, sempre usando suas técnicas de fazer. Forno deve está numa temperatura certa para poder dá certo. Sempre usando os saberes tradicionais e usando os artefatos próprios
Sem títuloUma cesta cheia de frutas tirada da roça. Na ida a roça sempre trazem variedade de frutas para casa que são: banana, e dois tipos de batatas
Sem títuloNa imagem aparece Aparecida Batista e seu esposo Jaime Chaves segurando motor rabeta, indo para roça que fica umas 2 horas descendo no rio. Se deslocando da comunidade às suas roças que ficam em seus sítios, é uma rotina das famílias indígenas do rio Içana.
Sem títuloAlgumas frutas são plantadas na roça, tais como pupunha. A Dona aparecida está colhendo frutas de pupunha que tirou na sua roça antiga que já é “kukuera”, onde só tem frutas.
Sem títuloNa foto, percebemos que a Aparecida usa peneira de farinha com massa em cima e aos poucos vai sacudindo e vai caindo, se transformando em beiju, e vai ser cortado em forma de triângulo, e vão ficando na beiro do forno para ficar crocantes.
Sem títuloNadma e Josi fazem trocas entre a caça por pimenta. As trocas alimentares entre as famílias é um modo comum de suprir as necessidades de cada família.
Sem títuloEliezer e Nazaré seguem para a roça com seus filhos pequenos, na canoa. Para chegar à roça, as famílias frequentemente precisam se deslocar de canoa, com ou sem motor.
Sem títuloNazaré colhe pimentas na roça. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Sem títuloCesta formada por uma panela velha e folhas de embaúba dão suporte para as pimentas colhidas na roça. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Sem títuloAs pimentas foram colhidas na roça da Sr. Nazaré e Eliezer, depois são colocadas numa peneira grande. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Sem títuloTrocar plantas ou mudas entre as mulheres é uma troa de saberes. A muda de pimenta é embalada numa folha de embaúba, isso é uma técnica que usamos para proteger a muda.
Sem títuloNa foto aparece Dona Carol pilando as cascas queimadas para transformá-las em cinza.
Sem títuloMulheres Baniwa sentadas, depois de uma longo dia de trabalho, momento de tomar xibé de patuá, e aproveitar para conversar mais sobre as peças feitas .
Sem títuloDona Carol e Francy Silva, mestras de cerâmica com seus aturás rumo à extração das cascas de caraípe na floresta.
Sem títuloMulher baniwa da comunidade de Santa Isabel retirando casca do tronco com facão.
Sem títuloFrancy da Silva e Dona Carol retiram barro de um buraco perto do rio.
Sem títuloMistura de cinza de caraípe (kawa) com barro (dekai) para fazer a base de cerâmica. Aparece a mão de Dona Arcélia.
Sem títuloDona Carol e Dona Docilene Brazão moldam juntas, são duas mestras de cerâmica que estão na troca de conhecimento entre elas e as jovens.
Sem títuloA Francy Silva moldando uma peça cerâmica com forma de biribá.
Sem títuloTrês meninas recolhem um barro mais avermelhado no igarapé.
Sem títuloMulher baniwa pintando sua cerâmica com padrão baniwa, usando os desenhos feitos por elas mesmas, desenhos apropriado para cada objeto.
Sem títuloImagem da casa onde as peças de cerâmicas estão sendo defumadas e queimadas.
Sem títuloDona Carol pegando cerâmica já defumada e queimada no fogo, já envernizada com breu.
Sem títuloMomento em que elas estão puxando o tucum para tirar fios da folha. Elas sentam embaixo de jambeiro para fazer o trabalho
Sem títuloHomens em embarcação subindo o rio Negro registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
A jovem Gorete tirando tucum do talo cheio de espinhos, usando suas técnicas.
Sem títuloDurante a retirado de tucum. Quando passamos por uma roça a Dona Graciela com seu ganho no ombro e terçado na mão, nos mostra remédio que tem na roça, falando sobre a planta e seus processos de cura.
Sem títuloNa foto vemos as mulheres cada uma com feixes de tucuns, voltando para comunidade.
Sem títuloA Nilda na beira do rio lavando seus tucuns.
Sem títuloNessa imagem vendo a jovem indígena capinando e ao mesmo tempo seu aturá estava perto cheio de raízes de mandioca. Atrás uma moita de capim. Quando arrancamos mandioca sempre fazemos fogo para limpar a roça e facilita no processo.
Sem títuloNa imagem a jovem Nilda levanta sua pêra (trançado feito com folha de patoá), cesta apropriada para colocar batata na hora de colher a raiz.
Sem títuloNavegando no Rio Negro, segunda canoa na frente, Kleber Sanches, Ozimar Araújo, Brasilino Mendes.
Sem títuloNa foto está a Anny, Fabrício e Bruno levando mandioca no igarapé. Eles lavam e vão colocando dentro do aturá para depois levar nas costas para serem ralados.
Sem títuloNa foto vemos que a caixa da água se tornou um artefato, onde as mulheres colocaram a massa de mandioca dentro. Pela quantidade de massa de mandioca a, caixa da água se tornou útil.
Sem títuloNa foto aparece a professora Juracy Santos, torrando farinha no forno. Esse processo da farinha é muito difícil, pois leva horas para fazer todo processo, e por fim ainda tem o fogo e fumaça na hora de torrar farinha.
Sem títuloDepois de todo processo de puxar tucum. Na foto a Dona Virgília Almeida, posa com seus talos de tucum, que vai ser usado para fazer abano e seus fios de tucum que vão ser lavados.
Sem títuloA Dona Bidoca Castro na foto aparece lavando os tucum e tirando fios miúdos, e em seguida ela vai abrir para pegar sol e pode ficar branco.
Sem títuloA Laura Martins com seu aturá segui a trilha que vai levá-lo até sua roça que fica em umas das serras. O caminho é longo.
Sem títuloNo dia 15 de outubro, dia dos professores, teve uma festa tradicional para professores, e na qual nós também fomos homenageado pela comunidade. Na foto está o Senhor Paulino e Senhor Messias soprando o instrumento de Japurutu e outros homens atrás tocando instrumento de mawáku.
Sem títuloA Dona Bidoca Castro com suas mãos vai amassando as sementes na água. E com as técnicas vai Separando as sementes e vai ficar apenas o líquido que vai ser usado para tingir tucum.
Sem títuloA Dona Bidoca Castro segura a panela de urucum e a Dona Isabel derrama fixador (casca de castanheira) e ela vai misturar, e sem seguida levar ao fogo e deixar ferver.
Sem títuloNa foto aparece uma aturá (cesta) cheio de frutas variadas, tiradas de diversos lugares. Frutas tirada da roça (banana, abío e pimenta), da floresta ( cupuí -cupuaçu do mato, chumbinho -açaí, umarí), da beira do rio( periquito castanha). Quando vamos para roça sempre há essa variedade de colher frutas diferentes ao longo do caminho percorrido.
Sem títuloEsses artefatos que são usados pelas mulheres na casa de forno. O círculo é feito de turí (talo de uma árvore), é um molde usado para fazer beiju; vassourinha feito de piaçaba; tarubá feito com pedaço de madeira; abano feito com talos de tucum, usado para virar beiju e outro abano feito com arumã, também para virar beiju, existe dois de tipos de abano; um remo para torrar farinha e por baixo está peneira de farinha.
Sem títuloNa foto está Aparecida que é a dona e sua filha. Chegando na roça ela falou sobre as diferentes entre as roças antiga, onde tem apenas frutas e a roça nova, onde ainda tem manivas e outros tipos de frutas que são cultivados na roça.
Sem títuloNa foto vemos uma menina, em suas mãos está sua panela colhendo pimenta, perto está seu cachorro. Essa imagem representa todas as crianças indígenas. Vão com as mães para colher frutas e outros afazeres, já aprendendo muitas coisas.
Sem títuloO Senhor Antônio Almeida está benzendo kariamã da Helena, nora da Cleomar. Depois do nascimento do seu filho, era hora de benzer para ela e o beber poderem tomar banho no rio. Protegendo seus corpos dos seres invisíveis.
Sem títuloDona Cleomar soprando cigarro benzido no seu neto. A regra é sobra do meio da cabeça e vai descendo para os pés. E depois ela deixa ele lamber um pouquinho de pimenta, a mãe, o pai e o filho, para eles serem já protegidos.
Sem títuloNa foto vemos tigelas de quinhampira moqueado, algumas com peixe salgado, peixe fresco e beiju sempre está presente na mesa. Cada mulher prepara sua quinhampira do seu jeito para levar e compartilhar no centro comunitário e comer com seus parentes.
Sem títuloPela manhã bem cedo. Já estava no fogo, uma panela com peixe salgado. Essa quinhampira (peixe salgado com pimenta e tucupi), estava sendo preparada para levar ao centro comunitário para compartilhar com os parentes na hora do Caribé (café da manhã).
Sem títuloNa foto percebemos as coisas sendo passado na cachoeira de Tunuí. Tivemos que arrastar o bote e motor, pois a cachoeira estava muito forte, tivemos apoio dos rapazes da comunidade para carregar alimentos e combustível.
Sem títuloRegistro do cotidiano da comunidade de Ucuqui Cachoeira. Os Meninos jogando bola.
Sem títuloCapinar é um procedimento de cuidado da roça - é muito comum entre os povos do rio Negro e também observado em Ucuqui Cachoeira.
Sem títuloCriança exibe uma pimenta, no meio da roça. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Sem títuloPlantação de milho na roça da Nadma
Sem títuloDepois de visitar todas as roças da comunidade, reunimos todas as mulheres na maloca para um compartilhamento de sementes, cultivos, histórias e saberes. Nessa foto, Francineia apresenta os objetivos do encontro.
Sem títuloAs mulheres cultivam diferentes plantas na roça, para além das manivas e das pimentas. Essa pequena amostra contém 10 espécies distintas cultivadas em Ucuqui, sendo a maioria para alimentação.
Sem títuloMulheres exibem produtos variados na foto de encerramento da roda de conversa. Mulheres e plantas cultivadas possuem uma estreita relação para os povos do Rio Negro.
Sem títuloFrancy Silva voltando para casa com seu aturá cheio de cascas de caraípe nas costa.
Sem títuloDona Carol e Francy Silva peneiram o barro (dekai) para tirar pedras e outros tipos de restos.
Sem títuloDepois de um longo dia de trabalho, mulheres Baniwa sentadas no centro comunitário. Momento de partilha com toda a comunidade, sempre compartilhando seus alimentos.
Sem títuloDona Laura molda a argila em tábua de madeira.
Sem títuloDois pratos recém moldado e um pote de água para ajudar a moldar.
Sem títuloNa foto tem semente de Inajá e uma pedra que servem para alisar e fazer brilhar as cerâmicas.
Sem títuloRegistro do cotidiano da roça. Dona Isaura na sua roça de abacaxis, na qual falou sobre o seus cultivos, variedades de manivas, tipos de abacxi e outras frutas. Falando sobre o cuidado que deve ter com a roça.
Sem títuloRegistro de técnicas e processos de pintura das peças de cerâmica antes da queima. Mulher Baniwa pintando uma padrão de grafismo Baniwa em uma cerâmica, usando fios de cabelo para fazer o desenho.
Sem títuloMulher baniwa pintando sua cerâmica com grafismo indígena.
Sem títuloA direita está Dona Arcélia e esquerda Dona Maria Brasão cortando lenha para fazer a fogueira e queimar as cerâmicas.
Sem títuloPeças de Cerâmicas queimando na fogueira.
Sem títuloCerâmicas com pigmento verde acima do fogo, sendo defumadas.
Sem títuloDona Carol queimando as suas peças pequenas no forno de cerâmica.
Sem títuloDona Cristina Santos puxando fibra de tucum, usando suas habilidades de mestra.
Sem títuloMandiocas lavados dentro do aturá e outras ainda estão dentro da água.
Sem títuloAs mulheres estão puxando tucum para poder tirar os fios. Na imagem estão Dona Iris Bitencourt, Mariela Batista, Isabel Castro e Bidoca Castro.
Sem títuloNa imagem a Dona Virgília Almeida está com seu feixe de tucum na cabeça, no meio da floresta, juntamente com as outras mulheres.
Sem títuloNa foto está Dona Lúcia Emílio está com seu tucum tingido na mão, com cor vermelha. E perto dela está outros tucuns de cores vermelhos e amarelos, que foram tingidos nesse processo de tingimentos. O material é tudo tirado dos quintais que são usados para tingir tucum, sempre usando técnicas tradicionais.
Sem títuloNa foto vemos uma panela com casca de castanheira fervendo. A casca de castanheira serve como fixador.
Sem títuloNa foto temos tucum rama, é a matéria-prima de cor natural, depois de lavar e secar, o tucum fica bem branca. Ficando pronto para fazer vários tipos de artesanatos e pode ser fiado para ser novelo.
Sem título