Os maias possuíam um difícil e complicado sistema de escrita glífica, na qual se identificaram recentemente 862 caracteres distintos. Empregavam o zero em seu engenhoso sistema trinumeral e vigesimal, com o qual podiam escrever quantidades até o infinito. Tiveram quatro calendários: um ritual (Tzolkín) de 260 dias, um civil (Haab) de 360 dias ? formando os dois a famosa Roda Calendárica ?, e outros dois para uso exclusivamente científico. Seus conhecimentos astronômicos eram extraordinários: não só encontraram a rotação do planeta Vênus em sua órbita com um erro de apenas 14 segundos, mas também a sua rotação sinódica, e representaram em seus códices tabelas de eclipses e os signos zodiacais. Sua arquitetura, pela beleza e suntuosidade, não teve rival entre as civilizações pré-hispânicas, como é atestado pelos inúmeros templos em metrópoles como Teothihucán e Monte Alban, Palenque, Copán e Yaxchillán, na área central, Uxmal e Chichén Itza, no Yucatán, Tikal, a cidade dos Deuses, onde se encontra a maior pirâmide de toda a América
GENDROP, PaulRio de Janeiro
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-939.9 / G325c / 1987
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1987
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BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F1822 / 1970
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1970
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-939.9 / C535 / 1980
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1980
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(7/8) / U45i / 1938
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1938
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(7/8) / U45i / 1938
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1938
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BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Boletim do Museu Nacional, Notas & Opiniões - 1937 - 13 - 3-4
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1937
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