Rio de Janeiro

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              17 Archival description results for Rio de Janeiro

              17 results directly related Exclude narrower terms
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_20 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Hohori de taboca.Atualmente, nas festas, é utilizado um hohori feito inteiramente de taboca (zumi na língua kulina). A caixa acústica, que antes era feita pelo vaso de cerâmica, atualmente é feita com um pedaço de taboca mais grosso. Estes hohori são em geral pintados com diversos padrões encontrados em animais, assim como os hohori de cerâmica.

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              Arnaldo toca a flauta Totore
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_22 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Totore: a flauta totore é muito utilizada durante todo tipo de festas e rituais: nos mariris, nos rituais Koiza e nos Doshe´e. Ela é confeccionada a partir dos gomos mais finos da taboca (zumi). Os maiores especialistas na confecção e execução destas flautas eram, antigamente, os jovens, mulheres e homens. Durante as festas, explicam os indígenas, meninos e meninas utilizavam-se das flautas totore para convidar os parceiros sexuais para encontros na mata. Os Kulina lamentam que os jovens atualmente não saibam mais confeccionar ou executar estas flautas, empobrecendo o universo sonoro das aldeias(foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Arnaldo totoleza. Tole tole narali sapel wepe bananí).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_25 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Benjamim Kulina registra com a filmadora a qualificação do acervo Kulina no Museu do Índio (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores indígenas: Bejami fílmi za Fílma de toraralí. Mattoza sowiko pama naralo).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_26 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Benjamim Kulina tenta aprender com Raimundo o modo como se toca o Hihiti. (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores indígenas: Benjami rírítíza rítíritínaralí. Mattoza sowi ko pamo e aníní).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_21 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Boborara. O boborara é um instrumento confeccionado a partir da taboca (zumi). É uma flatua do tipo transversal, muito tocada nas ocasiões em que a aldeia está em festa, seja nos mariris ou Ahie´e, seja nos rituais Koiza ou nos Doshe´e. Os homens jovens, sobretudo, têm o costume de tocar estas flautas para alegrar as festas na aldeia. Os iniciantes de pajé aprendem a produzi-las e a tocá-las com os mestres pajés que os iniciam. Esta flauta também está associada ao Tokorimekha Ahie´e, que é uma festa realizada no terreiro da aldeia nas noites em que os espíritos vêm cantar e dançar com as mulheres. Nestas ocasiões, as mulheres e outras pessoas presentes na aldeia, escutam os espíritos tocando boborara lá no meio do mato. A história narrada sobre esta flauta informa que os jovens eram enviados para outras aldeias para convidarem as pessoas de longe para a festa em sua aldeia. Eles o faziam tocando o boborara. Os pajés são os principais especialistas na confecção e execução desta flauta, embora não sejam exclusivos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_24 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Hihiti: Raimundo mostra como é tocado o hihiti. O Hihiti é uma espécie de rabeca de uma corda só que tem a boca como caixa acústica. Ele é tocado sobretudo nos mariris de rami, isto é, durante as sessões de bebida do cipó ayahuasca. O Hihiti canta acompanhando e sendo acompanhado dos tomadores da bebida alucinógena. Os Kulina possuem exímios tocadores deste instrumento e seu aprendizado, assim como o aprendizado dos cantos de rami, isto é, dos cantos de ayahuasca, está associado à ingestão repetidas vezes da bebida acompanhada de um mestre que leva o aprendiz a descobrir o seu canto e seu modo de tocar. (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimundo ríriti za. Ritiritinarali. Sapel karinarali).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141119_01 · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              O zupinehe Komizi, de Santa Júlia, toca a flauta boborara na mata, narrando a estória de sua origem. Ele afirma que um ser mítico produziu a boborara para chamar os outros madiha (gentes) para festejar em sua aldeia, a mando de seu tamine (chefe).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20120914_03 · Item · 2012
              Part of Arquivístico

              As mulheres se adornam com testeiras e outros adereços confeccionados com o miolo e a folha do murmuru e outros materiais da floresta para uma festa-brincadeira na aldeia. Nestas festas-brincadeiras, as flautas boborara, as flautas totore e as buzinas hohori são tocadas (no passado, eram muito mais presentes, segundo os Kulina). Também era usado o Teteko, espécie de reco-reco, associado a uma flauta do tipo pan, com dois ou três tubos de taboca fina.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141121_04 · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Kubil, de Santa Júlia, na varanda de sua casa tocando o totore que ele acabara de produzir. Ao lado, um shapoto pequeno velho ainda utilizado para carregar produtos do roçado. Ele conta as estórias associadas a esta flauta.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_FC_FOT_20131207_01 · Item · 2013
              Part of Arquivístico

              Manoel Babá, de Apuí, está pintado para o rami. Manoel Babá é um grande especialista na confecção e execução do arco de boca Hihiti. Ele está pintado para preparar o rami, para uma sessão que se desenrolará a noite, e onde ele tocará o Hihiti lindamente.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_23 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Arnaldo Kulina mostra como se toca a flauta totore. Ele conta que fez muitas flautas quando era adolescente e lamenta que os adolescentes não se interessem mais pela flauta (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Arnaldo wítalí za sapel wepe bananí. Tatíwitalí naza. Tole tole naralí).

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