Esta dissertação parte de um recorte lingüístico, privilegiando as famílias não-guarani do tronco tupi, para propor a discussão de algumas questOes, cujo rendimento parece ser maior entre tais povos
Sin títuloRio de Janeiro
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A abordagem da chamada Língua Geral Amazônica (LGA) ou Nheengatú, ocupa grande parte dos trabalhos, buscando analisar as linhas de política jesuítica a ela relacionadas no século XVI-XVII (BARROS) e discutir algumas dimensões históricas da política e suas conseqüências sociolingüísticas (BORGES), bem como as representações sobre essa língua e as atitudes das instâncias de decisão que lhe fazem frente nos referidos séculos XVI e XVII (ROSA). Numa perspectiva descritiva diacrônica, há um trabalho - com um debate teórico sobre línguas em contato - que discute o caso da LGA, (SCHMIDT-RIESE); uma abordagem pragmática de dados lingüísticos da LGA sob o mesmo prisma (REICH); e o registro de um corpus para estudar as mudanças no campo fonológico (MONSERRAT). Por último, há um estudo sobre a história externa da LGA, em que se questionam as razões históricas que levaram ao apagamento e esquecimento do papel da LGA na memória de seus falantes e descendentes (FREIRE)
Sin títuloPensado inicialmente como um aporte didático, o livro ultrapassa essa limitação ao trazer um material original de pesquisa em arquivos realizada pela equipe do Programa de Estudos dos Povos Indígenas, da UERJ. O texto é curto porém contundente, buscando levantar questões e problemas quanto à presença indígena no Rio de Janeiro, entre os séculos XVI e XIX
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