Rio de Janeiro
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Quando de sua vinda ao Brasil, em 8 de maio de 1553¹, saindo de Lisboa (embora descendente de família espanhola e espanhol, já que nascera no Arquipélago das Canárias, estudou em Coimbra) já com eloqüência religiosa expressiva, isso aos 18 anos, Anchieta já se sentia impelido à conversão, iniciando desde sua chegada na Bahia as obras de fundação de colégios jesuítas. E não foi de sua chegada que conseguiu se livrar das perenes dores que lhe aturdiam seu desvio de coluna e sua frágil sáude, fator-chave para que fosse enviado ao Brasil: Cura de suas enfermidades
THOMAZ, JoaquimMarcus Alexandre analisa a vida e obra de José de Anchieta, a saga do padre missionário e sua importância no contexto histórico brasileiro. Mostra a difícil tarefa de delinear a fronteira entre a ficção e a história
MOTTA, Marcus AlexandreTestemunho de uma epopeia pelos sertões do Brasil de 1890-1930
FONSECA, Aurelio Cordeiro daBiografia da museóloga Berta Ribeiro
Callado, Ana ArrudaPublicação sobre escritos do antropólogo Darcy Ribeiro
Reis, Rodrigo;Os Diários de "Joaquim Nabuco" (1873-1910) permanecem inéditos durante quase um século, carinhosamente preservados pelos seus filhos e atualmente pelos seus netos e bisnetos. O manuscrito consiste em cerca de 30 agendas, mas contém também folhas soltas. Este volume único traz os períodos: 1873 - 1910, iniciando pela viagem de Nabuco a Europa e finalizando no período Abolicionista; começando pelo Ostracismo e se encerrando no período diplomático
NABUCO, JoaquimJovem aluno da Escola Militar, revelou cedo, em 1888, seu temperamento rebelde e firme; por entusiasmo republicano, discutiu asperamente com o ministro da Guerra, tendo sido preso e desligado do Exército na Monarquia e readmitido na República, por Benjamin Constant; Engenheiro, amigo de Júlio de Mesquita, seguiu em 1897 como correspondente do jornal O Estado de S. Paulo para Canudos, onde testemunhou o final da sangrenta campanha contra Antônio Conselheiro e seus seguidores; Suas descrições do Nordeste, da natureza e do homem, o consagraram em 1902 como o maior escritor de seu tempo, ao publicar Os Sertões, laboriosamente escrito desde que presenciara o drama daquelas populações deserdadas. A obra monumental revolucionou a imagem que o Brasil urbano, sulista e litorâneo fazia do Nordeste e do sertanejo; Colaborador de Rio Branco, chefiou missão diplomática na Amazônia, onde participou em trabalhos de demarcação de fronteiras
LIMA, Luiz CostaEntrevista com Darcy Ribeiro realizado por Antonio Callado, Antonio Houaiss, Eric Nepomuceno, Ferreira Gullar, Oscar Niemeyer, Zelito Viana e Zuenir Ventura
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)A idéia inicial deste trabalho era realizar um estudo da trajetória social de Cândido Mariano da Silva Rondon como inserido na categoria de "engenheiro-militar", trabalho que encontrava algum suporte em partes de minha dissertação de mestrado. Naquela pesquisa, utilizando informações constantes em artigo de Walnice Nogueira Galvão (1984) sobre a trajetória de Euclides da Cunha, colega de turma de Cândido M. da S. Rondon, procurei relacionar os condicionantes de uma formação escolar específica com certas tomadas de posição intelectuais e políticas.
LIMA, Antônio Carlos de SouzaPela força do conhecimento profundo e a habilidade de negociação, Rio Branco incorporou ao território brasileiro a enorme extensão de 900 mil quilômetros quadrados, definindo nossos limites de forma precisa e com tal habilidade política que hoje, com dez vizinhos e 16 mil quilômetros de fronteiras terrestres, nem um só trecho delas é contestado; Na Questão do Acre, em 1903, que considerou sua mais importante vitória, conseguiu negociar com sabedoria e firmeza a incorporação ao Brasil de um território com mais de 190 mil quilômetros quadrados, no qual se produzia a borracha que, na época, correspondia a 40% das exortações brasileiras; Rio Branco sempre defendeu a soberania brasileira e o princípio da igualdade soberana dos Estados, que as grandes potências de sua época se recusavam a aceitar; Popular ao extremo,porém simples e modesto, despegado de honrarias e cargos,relutou durante meses antes de aceitar o convite para assumir a chefia do Ministério das Relações Exteriores, cargo que exerceu durante doze anos, até morrer
RICUPERO, RubensUma biografia sobre o Marechal Rondon
Rohter, LarryBiografia do indigenista Edgar Roquette-Pinto realizado pelo o seu neto
Bojunga, Claudio