Compreende o processo de mudança que tem sofrido a arte Karajá, provocado através do contato com a sociedade nacional imposto à sociedade indígena
COSTA, Maria Heloisa FenelonRio de Janeiro
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Discute os processos sociais da construção e a manutenção da identidade étnica em que está engajada a sociedade Apinayé no contato com a sociedade brasileira
GONÇALVES, José Reginaldo SantosEste trabalho é uma incursão sobre a história de uma instituição destinada a corrigir e recuperar índios denominados criminosos - o Reformatório Agrícola Indígena Krenak - que funcionou no Estado de Minas Gerais entre as décadas de 60 e 70
CORRÊA, José Gabriel SilveiraTrata sobre a reelaboração da identidade étnica e a luta pela retomada de terras empreendidad pelos grupo indígena Kariri-Xocó, de Porto Real do Colégio em Alagoas
MATA, Vera Lucia CalheirosEste livro fornece a possibilidade de realizar um estudo das dificuldades e conflitos estruturais que os Xavante são obrigados a enfrentar quando se confrontam com as normas morais de seu próprio sistema. Fundamentalmente o livro se volta para a sociedade Xavante com seus mitos, rituais, classes de idade e ordem doméstica, mas o ponto chave do trabalho é a discussão dos princípios estruturais que estão na base de todas essas esferas que constituem a vida social dos Xavante
MAYBURY-LEWIS, DavidAnalisa a terra indígena enquanto categoria jurídica definida pelo Estatuto do Índio, Lei 6001/73, a partir de um caso específico: o grupo indígena Potiguara, envolvido em uma disputa judicial quanto a terra, concentrando-se na atuação da FUNAI
AZEVEDO, Ana Lúcia Lobato deOs textos que compõem esta coletânea resultam de pesquisas antropológicas desenvolvidas nos anos 1990 sobre o fenômeno do ressurgimento de indentidades étnicas (indígenas) e de tradições culturais distintivas em uma das mais antigas regiões de colonização do país, o Nordeste brasileiro. A intenção é de que a divulgação em livro de um conjunto desses textos propicie bons exemplos de pesquisa antropológica realizada com populações etnicamente diferenciadas (indígenas), que não têm sido objeto de maior interesse pela etnologia, e de que tais textos possam ser inclusive utilizados como leituras complementares no aprendizado da antropologia em cursos de graduação e pós-graduação
OLIVEIRA, João Pacheco deEtnografia da vida social dos índios Juruna que vivem no Parque Indígenas do Xingu. Descreve e analisa os processos básicos da sociabilidade, práticas alimentares, categorias culinárias e a organização espacial da aldeia
LIMA, Tania StolzeAs transformações sociais e econômicas porque passou a região durante os últimos séculos produziram, sem dúvida, o mapa etnológico das populações nativas. Os "brancos" bolivianos, brasileiros e peruanos, há pelo menos dois séculos, iniciaram a ocupação da região de forma mais sistemática. As populações indígenas, a partir deste momento, se re-arrumam, não sem conflitos, de forma a se organizar no novo território agora ocupado pelo homem branco
GONÇALVES, Marco AntonioPensado inicialmente como um aporte didático, o livro ultrapassa essa limitação ao trazer um material original de pesquisa em arquivos realizada pela equipe do Programa de Estudos dos Povos Indígenas, da UERJ. O texto é curto porém contundente, buscando levantar questões e problemas quanto à presença indígena no Rio de Janeiro, entre os séculos XVI e XIX
FREIRE, José Ribamar BessaBetty Meggers procura recriar o ambiente amazônico, levando o leitor a perceber os conteúdos edênicos e deletérios que lhe vêm sendo atribuídos há séculos. Analisa então a exploração predatória de recursos naturais por parte do civilizado, que vem exaurindo o grande rio e seus afluentes. Na profusão de dados coligidos por Meggers, permite-se a visualização dos danos irreparáveis que o modo de exploração vigente na Amazônia está causando ao País
Meggers, Betty JOs estudos reunidos na presente coletânea são o resultado da pesquisa realizada no programa de Pós-graduação em Antropologia Social do Museu Nacional, a publicação aborda um tema que em geral ocupa uma posição menor na etnologia indígena brasileira: nele o tema do parentesco é tratado com novo e insuspeitado vigor, abrindo os paradigmas clássicos do campo a reformulações sofisticadas de novas estruturas à espera de conceituação
CASTRO, Eduardo Viveiros deA primeira análise em profundidade da vida social, política e religiosa de um povo Tupi-Guarani contemporâneo: os Araweté do médio Xingu (Pará). O autor viveu onze meses entre eles; aprendendo sua língua e participando de seu cotidiano, tentou apreender as questões que fundam a cosmologia, a filosofia social e a concepção da pessoa humana subjacentes a esta cultura, uma das poucas que segue resistindo com inteireza à ação civilizatória da Amazônia. Este trabalho foi premiado como a melhor tese de doutorado no I Concurso de Teses Universitárias e Obras Científicas promovido pela Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs)
CASTRO, Eduardo Viveiros deDescreve e interpreta a cosmologia Araweté, a partir dos conceitos relativos à morte e ao destino das almas, dos cantos e rituais xamanísticos em que divindades e mortos se manifestam aos homens
CASTRO, Eduardo Viveiros deDescreve e interpreta a cosmologia Araweté, a partir dos conceitos relativos à morte e ao destino das almas, dos cantos e rituais xamanísticos em que divindades e mortos se manifestam aos homens
CASTRO, Eduardo Viveiros de“A imagem visual que nos ocorre mais espontaneamente quando pensamos em índios é a de figuras nuas empenachadas. Ao lado dos arcos e flechas, esta nudez emplumada os tem caracterizado sempre como o atributo mais peculiar.”
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)As alternativas dos vencidos mostra como uma parcela do povo Terena, transferida para o Estado de São Paulo, luta para se reproduzir como força de trabalho e como comunidade indígena. Indo além das concepções étnicas, Edgar de Assis Carvalho retrata a situação dos moradores do Porto Indígena Araribá, fazendo intervir na análise a especificidade das relações de trabalho
CARVALHO, Edgard de AssisExemplo emblemático da nova história indígena, este livro identifica a postura de atores indígenas frente à expansão colonial na região do rio Branco, unindo uma sensibilidade etnográfica a uma cuidadosa pesquisa documental. Demonstra que os índios não apenas foram usados pelas potências européias que disputavam esta região de fronteira, como também usaram esta situação para consolidar uma certa autonomia
FARAGE, NádiaInterpreta e descreve o complexo canibal Wari. Aborda o xamanismo, guerras, festas, ritos funerários e a escatologia
VILAÇA, AparecidaAo narrar seu encontro com os Aché ou Guayaki, um dos poucos grupos indígenas isolados da América do Sul, Pierre Clastres - mais conhecido por sua radical reflexão política a partir do marco teórico do estruturalismo - produziu uma obra singular, que se lê como um precioso romance filosófico
CLASTRES, PierreEtnografia do grupo Paresi, de língua Aruak, do sudeste do Mato Grosso, e o exame do processo da articulação entre os Paresi e os Brasileiros
COSTA, Romana Maria RamosTrata das relaçOes entre a mitologia dos índios Kamayurá e aspectos de sua realidade social
SAMAIN, EtienneTrata das relaçOes entre a mitologia dos índios Kamayurá e aspectos de sua realidade social
SAMAIN, EtienneFontes importantes para o estudo dos índios do Brasil quinhentista, sobretudo pelas informações sobre os Tupinambás
CARDIM, FernãoEste livro reúne os primeiros trabalhos de Gioconda Mussolini, pioneira como profissional de antropologia no Brasil. em seus textos, analisa a concepção de doença e de morte entre as tribos indígenas brasileiras
MUSSOLINI, GiocondaImportante coletânea de artigos do autor, este livro enfoca vários temas relacionados ao indigenismo e à antropologia indígena, colocando em primeiro plano a problemática relação entre antropologia e história. De especial interesse: o ensaio sobre a criação da primeira reserva indígena no alto Solimões, no qual o autor confronta a interpretação fundamentada na documentação histórica com a interpretação baseada em narrativas indígenas; o estudo sobre a relação entre os Ticuna e o etnólogo/indigenista C. Nimuendaju, buscando elucidar como o lugar dos brancos é pensado pelos índios em suas versões sobre o passado; o artigo sobre os "Índios Misturados", expondo de maneira controvertida a relação entre história e antropologia nos atuais estudos sobre índios no Brasil; e o ensaio sobre os índios nos censos demográficos e suas implicações
OLIVEIRA, João Pacheco deOs projetos de Estado para os povos indígenas se estendem pelos séculos de colonização portuguesa e brasileira nessa porção de terra que hoje denominamos Brasil. Neste processo os recursos, o trabalho e o legado dos povos indígenas têm sido objeto de propostas e especulação por parte dos invasores da terra, convertidos em ocupantes e, muitas vezes, até mesmo em "amigos dos índios". Contudo esses planejamentos oficiais jamais levaram em conta os projetos de futuro formulados pelos povos indígenas. Os ensaios sobre a idéia de "etnodesenvolvimento" aqui reunidos, ao contrário, apostam que somente com a participação dos índios se pode rumar em direção à transformação das bases dessa política. É sempre bom, porém, lembrar que tal caminho, transformado em políticas públicas, pode, caso seus principais interessados não sejam seus agentes privilegiados, recair no desvario das bem-intencionadas ações de exploração e domínio
LIMA, Antônio Carlos de SouzaEsta tese é um estudo etnográfico sobre o modo como os Xikrin do Cateté, grupo MebêngOkre(Kayapo) do sudeste do Pará, vêm apropriando-se do dinheiro e das mercadorias
Gordon, CesarConstitui uma tentativa de aplicação da teoria moderna do campesinato a sociedade indígena brasileira. Mostra como a situação de part-society rural vivida por grupos indígenas é uma alternativa que o precesso de integração do índio oferece à sociedade nacional
AMORIM, Paulo Marcos deEste livro constitui documento de incontestável valor, não apenas para o conhecimento precípuo desses índios Tupi e Jê do médio Tocantins, mas também para a compreensão de uma das faces menos estudada da sociedade brasileira, a sua face vista pelo índio, particularmente pelo selvícola da Amazônia
LARAIA, Roque de BarrosContribui para o conhecimento da cosmologia dos grupos indígenas do Alto Xingu, a partir da análise das categorias de pensamento do Yawalapiti, localizado próximo ao Posto Indígenas Villas Boas
CASTRO, Eduardo Viveiros dePor que se matam os índios guaranis do Brasil? Para um psiquiatra, que significa o suicídio? E quando ele é epidêmico, circunscrito a uma etnia e a um momento particular da história dessa cultura? O "país dos buracos", mesmo entorpecido pela violência quotidiana e pelo vil mercadejar de todos os bens simbólicos, assiste perplexo ao auto-extermínio dos primeiros habitantes da Terra de Santa Cruz. Por que se matam? Que explicações são possíveis para o suicídio? Psiquiatria, sociologia, psicanálise. como entender o que leva os humanos a se matarem? Buscando lançar luz sobre o enigma da epidemia de suicídio entre os índios brasileiros, o autor, psiquiatra e psicanalista no Rio de Janeiro, realiza um dos mais importantes estudos de pesquisa social psiquiátrica em nosso país. O trabalho recebeu o prêmio anual (1997) da Associação Brasileira de Psiquiatria
LEVCOVITZ, SergioO mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
NIMUENDAJÚ, Curt (1883-1945)O mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
NIMUENDAJÚ, Curt (1883-1945)O mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
NIMUENDAJÚ, Curt (1883-1945)Nessa narrativa os índios são personagens quase exclusivos dos primeiros capítulos da história, quando se fala dos primórdios da colonização. Para o olhar do europeu e da elite da jovem nação, os indígenas fazem parte de uma natureza a domar, integrando um seguimento inóspito do cenário, como o excessivo calor, os mosquitos, as cobras e animais peçonhentos. A riqueza e exuberancia daquela terra proveem de suas matas, de seus pássaros, de suas minas, não da grandeza dessas culturas ou do labor de seus primeiros habitantes. Mérito ou iniciativa própria, aos indígenas não se lhes atribui
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de