Produto de um seminário que ocorreu em Santa Fé, Novo México, em 1984, organizado por James Clifford e George Marcus, tendo como questão principal a produção de textos etnográficos, o livro contou com um grupo de experientes acadêmicos, todos profundamente envolvidos com experimentos e inovações na escrita da etnografia, mais especificamente na crítica de sua retórica e de sua história
Clifford, JamesRio de Janeiro
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Como historiador, Clifford analisa a emergência da moderna noção antropológica ou etnográfica de cultura, tal como esta veio a se configurar nos dois primeiros terços do século XX. O autor focaliza os modos de representação etnográfica no contexto colonial e pós-colonial e no contexto cultural do modernismo literário e artístico europeu. Nesse percurso, explora fronteiras sempre móveis entre história, literatura e antropologia
Clifford, JamesComo historiador, Clifford analisa a emergência da moderna noção antropológica ou etnográfica de cultura, tal como esta veio a se configurar nos dois primeiros terços do século XX. O autor focaliza os modos de representação etnográfica no contexto colonial e pós-colonial e no contexto cultural do modernismo literário e artístico europeu. Nesse percurso, explora fronteiras sempre móveis entre história, literatura e antropologia
Clifford, JamesEsse livro busca discutir as várias possibilidades que a introdução da imagem no campo da pesquisa antropológica pode oferecer. Para isso, os autores mapeiam o diálogo entre a antropologia e a produção de imagens indicando os pontos de contato das histórias do nascimento da antropologia como disciplina e do cinema como linguagem, até as experiências paradigmáticas da utilização da imagem no âmbito da pesquisa etnográfica
BARBOSA, Andréa“Em Cultura na Prática, Marshall Sahlins se revela um dos mais profundos e originais antropólogos de nosso tempo. Ele soube fecundar reciprocamente as tradições intelectuais européias e americanas. Sempre se recusou a separar as ciências sociais das disciplinas humanas, a análise estrutural da pesquisa histórica, e a teoria da prática. Graças à amplitude de suas perspectivas, a seu imenso conhecimento, ao equilíbrio de seus juízos e à sua recusa de qualquer modismo intectual, Marshall Sahlins é indiscutivelmente o mais lúcido dos antropólogos contemporâneos” Claude Lévi-Strauss
SAHLINS, MarshallLivro clássico sobre Ciências Sociais
CHILDE, V. GordonO mundo inacabado é prioritariamente uma etnografia. Sua aborgagem às questões mais fundamentais do pensamento pirahã sobre o mundo parte dos próprios conceitos e categorias deste povo amazônico; Procura novos caminhos para interpretar um material que, por diverso e diversidade em virtude de o diverso propor sempre novas questões para se pensarem os conceitos gerais e teóricos que orientam o debate antropológico; Ao tratar a ação como conceito que engloba tanto predação quanto produção, este livro é antes de tudo uma tentativa de síntese entre o que é, usualmente, considerado antiético e excludente: destruição/criação, exterior/interior, violência/pacificidade; Além de ser uma contribuição à etnologia amazônica, O mundo inacabado trata de questões centrais da antropologia, como a teoria da ação, a noção de corpolidade, a problemática relação entre natureza e cultura e a construção dos sistemas classificatórios
GONÇALVES, Marco AntonioDurante séculos, milhões de brasileiros nasceram, viveram, amaram e morreram em cima dela. No sertão, ela envolvia os mortos conduzidos ao cemitério. Cantada por poetas, chamada carinhosamente de "mãe veia", mãe velha, pelos mais antigos, a rede de dormir atravessou os tempos sem que ninguém lhe dedicasse pesquisa, estudo ou análise
Cascudo, Luis da CamaraDurante séculos, milhões de brasileiros nasceram, viveram, amaram e morreram em cima dela. No sertão, ela envolvia os mortos conduzidos ao cemitério. Cantada por poetas, chamada carinhosamente de "mãe veia", mãe velha, pelos mais antigos, a rede de dormir atravessou os tempos sem que ninguém lhe dedicasse pesquisa, estudo ou análise
Cascudo, Luis da CamaraA importância da obra etnográfica do Pe. Tastevin já foi enfatizada pelo etnólogo Herbert Baldus nos dois primeiros volumes da Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira. Índios do Solimões, da Amazônia Ocidental até o Acre, foram objeto do interesse incansável do missionário pelas culturas indígenas. Os antropólogos contemporâneos não podem falar dos povos indígenas dessa região sem deixar de se referir à obra do missionário. A riqueza etnográfica dos textos de Tastevin, ao espelhar muitas tradições que se dispersaram ao longo do século XX, tornou-se objeto de vivo interesse dos índios da Amazônia
FAULHABER, Priscila