Rio de Janeiro
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Catálogo da exposição Pororoca apresentada no Museu de Arte do Rio entre 9 de setembro a 23 de novembro de 2013
Sin títuloLivro publicado pela Editora Cobogó em coedição com o Instituto Tomie Ohtake por ocasião da exposição Histórias Mestiças, realizada no Instituto de 15 de agosto a 5 de outubro de 2014
Sin títuloCatálogo de exposição realizada em 9 de julho de 2022 a 27 de novembro de 2022 no MAM com artistas indígenas e apoio do Museu do Índio
Livro sobre pintura corporal e arte gráfica do povo indígena Wayampi
Nós nos pintamos quando tem festa, todas as vezes que celebramos e festejamos. Pintar corpos e coisas os faz se tornarem pessoas e objetos impregnados de cultura. Neste livro, os professores das aldeias Karib do alto Xingu e seus mestres Kuikuro, Kalapalo, Nahukwá e Matipu descrevem e explicam, escrevendo em suas próprias línguas, os motivos da arte gráfica e as matérias-primas do pintar, um saber e uma estética que continuam vivas hoje como há cem anos, como há quinhentos anos
Sin títuloEste livro revela a lógica etnocêntrica vigente na apreciação da arte produzida fora dos centros legitimadores do mercado artístico “civilizado” por meio do exame de vasta documentação dos mais variados contextos da produção cultural no Ocidente, principalmente dos Estados Unidos e da França. Demonstra como a arte do outro, particularmente a arte primitiva, não deixou de ser “troféu de guerra”, “bandeira” que afirma que “o mundo é nosso” e “nós” decidimos o que será ou não será incluído no legado da humanidade
Sin títuloA presente publicação é fruto do projeto "Mehi Jahi Xà: Artesanias Mehi", realizado no âmbito do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas - Prodocult Krahô. O trabalho realizado pelos indígenas Krahô teve por objetivo aprofundar e fazer circular o conhecimento associado às sementes e fibras vegetais do cerrado
Sin títuloPara as pinturas corporais, os Wajãpi utilizam sementes de urucum, gordura de macaco, suco de jenipapo verde e resinas perfumadas. Desenham peixes, cobras, pássaros, borboletas e também objetos como, por exemplo, a lima de ferro. As pinturas aplicadas no corpo não são tatuagens nem decalques, nem são marcas étnicas ou símbolos rituais. É sua tradição decorar corpos e objetos por prazer estético e desafio criativo
Sin títuloEste paper realiza uma breve discussão sobre a arte indígena, mais especificamente, quanto à encontrada na coleção da Biblioteca Marechal Rondon da museóloga Berta Ribeiro localizada no Museu do Índio. Foram feitas algumas reflexões no que se refere à arte indígena com o objetivo de compreender o comportamento da coleção em função das pesquisas realizadas pela profissional da instituição. Importante realçar que a arte indígena é um elemento de destaque para o Museu do Índio em função, por exemplo, do primeiro estudo publicado sobre a arte indígena do povo Urubu-Kaapor
Sin títuloNós nos pintamos quando tem festa, todas as vezes que celebramos e festejamos. Pintar corpos e coisas os faz se tornarem pessoas e objetos impregnados de cultura. Neste livro, os professores das aldeias Karib do alto Xingu e seus mestres Kuikuro, Kalapalo, Nahukwá e Matipu descrevem e explicam, escrevendo em suas próprias línguas, os motivos da arte gráfica e as matérias-primas do pintar, um saber e uma estética que continuam vivas hoje como há cem anos, como há quinhentos anos
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