Rio de Janeiro
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Apresenta uma análise sobre o fazer fotográfico em qualquer nível, como produtor ou consumidor, da expressão pessoal à publicidade, passando pelas Ciências Sociais e até pelo "álbum de família"
GURAN, MiltonA abordagem da chamada Língua Geral Amazônica (LGA) ou Nheengatú, ocupa grande parte dos trabalhos, buscando analisar as linhas de política jesuítica a ela relacionadas no século XVI-XVII (BARROS) e discutir algumas dimensões históricas da política e suas conseqüências sociolingüísticas (BORGES), bem como as representações sobre essa língua e as atitudes das instâncias de decisão que lhe fazem frente nos referidos séculos XVI e XVII (ROSA). Numa perspectiva descritiva diacrônica, há um trabalho - com um debate teórico sobre línguas em contato - que discute o caso da LGA, (SCHMIDT-RIESE); uma abordagem pragmática de dados lingüísticos da LGA sob o mesmo prisma (REICH); e o registro de um corpus para estudar as mudanças no campo fonológico (MONSERRAT). Por último, há um estudo sobre a história externa da LGA, em que se questionam as razões históricas que levaram ao apagamento e esquecimento do papel da LGA na memória de seus falantes e descendentes (FREIRE)
FREIRE, José Ribamar Bessa (Org)Este livro revela algumas dimensões do patrimônio oral e artístico dos povos Wayana e Aparai. Estes dois povos, que vivem de diversas aldeias ao longo do rio Paru d'Este, Estado do Pará, são detentores de um rico sistema gráfico. Esse sistema vem sendo repassado e recriado ao longo de gerações e é apresentado neste livro através de narrativas míticas que explicam o surgimento desta arte e sua expressão e aplicação a diversos suportes, do corpo aos objetos
VELTHEM, Lucia Hussak vanO livro contém a transcrição e a tradução de três narrativas que fazem parte do repertório tradicional Paresi-Haliti. São narrativas executadas pelos mestres Antonio Zonizarece e Justino Zomoizokae
Chiquinha, de Buaçu, e sua filha Raho, chegam do roçado carregadas de produtos. Chiquinha leva pendurado na testa um shapoto repleto de bananas (bare). Raho leva, também pendurado na testa, um tsahe repleto de macaxeia, nas mãos um terçado e ainda algumas canas de açucar (mahonana). É uma cena muito comum na aldeia, mães e filhas já casadas chegarem do roçado de uma delas carregadas de produtos.
Coletivo KulinaTerezinha e sua filha Marina, da aldeia Buaçu, modelam na varanda de casa peças de cerâmica: um hohori e um zipa pequenos.
Coletivo KulinaMenina e mãe (de Santa Júlia) sentadas nas bordas de um forno kulina de cozinha. Ao lado da menina, um kakade (abano) que serve para acender o forno. Ao lado da mulher, encontra-se um socador para amassar banana para cozinhar o principal prato da culinária kulina: uma massaroca de banana verde amassada.
Coletivo KulinaRomance em que o autor tenta resgatar a cultura indígena do ponto de vista dos homens que habitam a floresta. Ilustrações de Poty dão um ritmo todo especial, além de criar um clima para a saga que o antropólogo recria. Darcy Ribeiro realizou esta obra em plena maturidade criativa. Começou a escrevê-la no exílio, através de lembranças de sua trajetória no meio dos indígenas, em companhia, inicialmente do general Cândido Rondon, depois como etnólogo, convivendo por muito tempo com várias etnias. Seu romance é narrado em quatro movimentos: Antífona, Homilia, Cânon e Corpus. Como uma espécie de celebração, os fatos vão nos permitindo descobrir a visão de mundo dos silvícolas, a importância dos mitos, o papel do homem e da mulher, a relação com a natureza, o significado das indumentárias, a força das cores e da influência dos astros no cotidiano da aldeia. Lições de convivência entre o homem e o meio ambiente
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)O importante trabalho que vem sendo desenvolvido pelos Pataxó na Reserva Ambiental da Jaqueira, desde sua criação em 1998, em plena Mata Atlântica, transformou o lugar em ponto de atividade de etnoturismo, educação ambiental e cultural das tradições deste povo
Aldeia Pataxó da Jaqueira/BahiaO mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
NIMUENDAJÚ, Curt (1883-1945)O mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
NIMUENDAJÚ, Curt (1883-1945)O mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
NIMUENDAJÚ, Curt (1883-1945)