Reconstitui e analisa as relaçOes estabelecidas entre índios e antropólogos no Ambito do CNPI e nas práticas indigenistas do SPI
Sem títuloRio de Janeiro
5029 Descrição arquivística resultados para Rio de Janeiro
Detecta as contradiçOes ideológicas de alguns autores indianistas a partir do Neoclassicismo (século XVIII) até o Modernismo (século XX)
Sem títuloColar de miçangas confeccionado com miçangas inseridas em fio de nylon,nas cores:laranja,azul claro, marrom e azul escuro,intercalada com sementes lágrimas de nossa senhora,compondo a alça do colar. Possui pingente tridimensional, na parte inferior,em formato de beija-flor, apresentando a superfície do corpo laranja com e asas nas cores laranja, azul escuro,marrom e azul claro
Sem títuloColar de miçangas confeccionado com miçangas inseridas em fio de nylon,nas cores:marrom,laranja,azul claro e azul escuro,intercalada com sementes lágrimas de nossa senhora,compondo a alça do colar. Possui pingente tridimensional, na parte inferior,em formato de beija-flor, apresentando a superfície do corpo marrom com laranja e asas na cor azul claro com detalhes de contas nas cores laranja,verde,azul escuro
Sem títuloColar de miçangas confeccionado com miçangas grandes inseridas em fio de nylon,intercaladas segundo a sequencia de cores:verde claro,laranja,verde escuro,e azul claro perolado,compondo a alça do colar.Possui um pingente de flor grande,na parte inferior, constituída de "pétalas" na cor verde com contorno laranja e o centro com contas nas cores azul perolado e verde escuro.Não possui fecho
Sem títuloColar de miçangas confeccionado com contas intercaladas segundo a seguinte sequência marrom, incolor, laranja e azul escuro, inseridas em fio de nylon até a metade do colar.Exibe na outra metade,outro estilo do preenchimento das contas, utilizando-se de contas transparentes e na cor marrom,adornada com duas sementes e posteriormente flor de miçangas na cor laranja. Possui pingente em formato de flor com "pétalas" nas cores transparente com entorno marrom e ao centro contas na cor laranja.O fecho com abotoadura com semente de lágrima de nossa senhora
Sem títuloApresenta uma análise sobre o fazer fotográfico em qualquer nível, como produtor ou consumidor, da expressão pessoal à publicidade, passando pelas Ciências Sociais e até pelo "álbum de família"
Sem títuloOs Maxakali ou Tikm'un, como se autodenominam, são um povo cujas história e vivência podem ser resumidas em uma palavra: resistência. É raro vermos uma exposição sobre os Tikmu'un, mais raro ainda, ouvirmos seus cantos e vê-los tão orgulhosamente dançar com seus espíritos
Sem títuloAs diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio
Sem títuloNeste documento é apresentado um Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos - e-ARQ Brasil, o qual estabelece requisitos mínimos para um Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos (SIGAD), independentemente da plataforma tecnológica em que for desenvolvido e/ou implantado
Sem títuloQuando da divisão do Brasil em capitanias hereditárias, o território fluminense fazia parte de duas capitanias.; Com o passar do tempo, as capitanias tornaram-se capitanias; reais, por pertencerem ao Rei. A partir de 1821 a denominação; passou a ser Província até o advento da República, com o título de Estado. Em 1834 a Província do Rio de Janeiro cedeu parte de seu território, que passou a ser o Município Neutro ou Município da Corte que, com a República, tornou-se o Distrito Federal e posteriormente Estado da Guanabara. Em julho de 1974 houve a fusão dos Estados do Rio de Janeiro e da Guanabara, no governo presidencial de Ernesto Geisel, e em março de 1975 a fusão foi efetivada. Os atos resultaram na morte da velha Província Fluminense. Mas sua memória pode ser revivida como antiga capital do Estado do Rio de Janeiro, com origem ligada ao índio Araribóia (cobra feroz). Este recebeu em 1573 as terras então conhecidas como as “barreiras vermelhas”, à margem leste da Baía da Guanabara, em pagamento pela sua participação nas lutas contra os franceses e os índios aliados a estes, ajudando, pois, a Coroa Portuguesa. O aldeamento dos índios, com o passar dos anos, transformou-se em povoado, depois em vila e finalmente com foros de cidade. O Sítio e Povoação de São Domingos da Praia Grande, com uma população superior a 13.000 habitantes, em 1819, foi promovido em maio desse mesmo ano, por força do Alvará de D. João VI, com a denominação Vila Real da Praia Grande. E, em março de 1835, a Vila foi designada como capital da Província do Rio de Janeiro e, dias depois, a Vila Real da Praia Grande foi elevada à categoria de cidade, com o nome de Niterói, que significa água escondida ou rio de água fria. Em razão dos; problemas surgidos com os combates entre florianistas e saldanhistas durante a Revolta da Armada, levantada em setembro de 1893, e a tentativa da tomada da cidade de Niterói pelos revoltosos, a cidade deixou de ser a capital do Estado do Rio de Janeiro, em fevereiro de 1894, passando a cidade de Petrópolis a ter tal privilégio. Depois de muitas manifestações políticas, somente em junho de 1903 é que Niterói retornou à sua condição de capital
Sem títuloOs estoques informacionais, quando organizados, assumem maior dimensão qualitativa e permitem sua utilização como fonte de informação para diferentes propósitos. O presente livro aborda a trajetória do acervo acumulado pela Comissão Rondon, hoje sob a guarda do Museu do Índio - FUNAI e faz um histórico das inúmeras expedições organizadas sob a égide de Cândido Rondon para contextualizar e recuperar a proveniência desses documentos. Princípios teórico-metodológicos da Ciência da Informação e da Arquivologia são adotados para o tratamento do Fundo Comissão Rondon, com vista ao estabelecimento de um plano de arranjo baseado no princípio da proveniência de forma a organizar os documentos fotográficos e filmicos. Esse conjunto documental assim analisado agregou valor ao estoque de informação, potencializando-o como fonte de informação e facilitou a recuperação das informações nele contidas
Sem títuloOs Maxakali ou Tikm'un, como se autodenominam, são um povo cujas história e vivência podem ser resumidas em uma palavra: resistência. É raro vermos uma exposição sobre os Tikmu'un, mais raro ainda, ouvirmos seus cantos e vê-los tão orgulhosamente dançar com seus espíritos
Sem títuloCom esta edição o MAST oferece mais uma obra voltada à produção de conhecimento na área de preservação e segurança do patrimônio cultural
No extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
Sem títuloWajãpi rena significa "recipiente", lugar onde vivem os Wajãpi. Este livro é um estudo do espaço habitado, na concepção e na prática deste grupo indígena, que vive no Amapá. Tem como objetivo ilustrar aspectos de sua organização territorial e espacial e a dinâmica de suas roças e habitações. Espera-se contribuir para o conhecimento das formas diferenciadas de produção do espaço e manejo de ambientes, desenvolvidas pela sociedades indígenas, na Amazônia
Sem títuloEste segundo volume apresenta a primeira tradução para o português da Cosmographie Universelle, de André Thevet, com ilustrações originais e um mapa. André Thevet acompanhou Villegagnon ao Rio de Janeiro no projeto da França Antártica e retratou, como poucos, os habitantes, costumes, fauna e flora do Brasil de então. Trata-se da primeira tradução em português da obra, cuja primeira edição data de 1575
Sem títuloEste livro faz parte de uma série que pretende apresentar ao público registros de parcelas significativas do vasto corpus mítico-musical com o qual se relacionam povos indígenas falantes da língua maxakali
Sem títuloNo presente trabalho o autor examina a evolução do Brasil nos setores social, econômico e cultural. São três sínteses magistrais que compõem a verdadeira teoria da sociedade brasileira
Sem títuloEste livro, visa à construção de um novo conceito de memória social. Alinhado à proposição de Gilles Deleuze e Félix Guattari de que o surgimento de novos problemas incita a invenção de novos conceitos, seus artigos reconhecem que alguns dos conceitos clássicos de seu campo de estudos, cuja elaboração se baseou na idéia de que a memória se erige segundo relações estáveis e fronteiras bem assentadas, devem ser repensados diante da instabilidade dos laços sociais e das mudanças políticas que ocorrem no mundo contemporâneo. A construção aqui pretendida não se realiza no interior de nenhuma disciplina específica, produzindo-se antes entre diferentes saberes, e entre saberes e práticas. Por isso, o conceito de memória social, abordado por pesquisadores oriundos de diversas áreas das ciências humanas e sociais - lingüística, filosofia, ciência da informação, antropologia, história, psicologia e sociologia -, recebe tratamento transdisciplinar, sendo decisivo frisar o ponto de interrogação que existe no título da coletânea e que se refere mais aos problemas sensibilizados e menos às soluções encontradas. Trata-se sobretudo de uma fecundação entre disciplinas, em que o trabalho se distancia de um consenso supostamente atingido pelo diálogo democrático entre saberes. Os dez artigos aqui reunidos buscam, portanto, delinear os atuais contornos da memória social. Sua principal novidade reside nos modos em que lhe dirige perguntas, levanta problemas, trilha potencialidades e cria um espaço entre, em decorrência do qual a memória pode se reinventar para além do que herdamos e do que é gestado em nós.; ; ;
Sem título"Vivemos ainda a era do patrimônio ou será que o desejo descomunal de tudo patrimoniar representa um indício de que o conceito envelheceu e está em processo de transformação? Essas alternativas não são mutuamente excludentes; a segunda pode representar a formação de uma cadeia de indagações que nos ajude a mapear o conceito de patrimônio na contemporaneidade, com o cenário arquitetado pela informação, localizado no espaço virtual e vivenciado em tempo real." (Vera Dodebei); "Dos viajantes e naturalistas dos séculos XVI a XIX, passando pelos antropólogos sociais e culturais do século XX às novas tendências dialógicas do século XXI, em que a pesquisa e a formação de patrimônios etnográficos adquirem novos contornos, o campo de pesquisas e colecionamentos das diferenças tem sido estratégico para forjar um mundo plural e, sobretudo, tolerante, qualidades mais do que necessárias a este milênio apenas iniciado." (Regina Abreu)
Sem títuloNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
Sem títuloBreve estudo sobre a vida e obra do principal articulador do SPILTN, bem fundamentado numa pesquisa documental e bibliográfica. O trabalho enfoca sobretudo os projetos junto aos índios do Mato Grosso durante as primeiras décadas do século XX.
Sem títuloNesta obra-prima fascinante, divertida e muito acessível, Elias analisa a história dos costumes, concentrando-se nas mudanças das regras sociais e no modo como o indivíduo as percebia, modificando comportamento e sentimentos; Norbert Elias buscou informações em livros de etiquetas e boas maneiras, desde o século XIII até o presente, para mostrar que nossos hábitos se colocam em um determinado estágio de uma evolução milenar. Elias prova que desde a Idade Média, em que o controle das pulsões era bastante reduzido, até os nossos dias, as classes dirigentes foram lentamente modeladas pela vida social, e a espontaneidade deu lugar à regra e à repressão na vida privada
Sem títuloAs narrativas aqui proferidas são polifônicas não apenas no sentido de serem diferentes as concepões de museus e de patrimônios que lhes informam, mas também no sentido de elas mesmas registrarem múltiplas visões de mundo e de abarcarem diferentes olhares e abordagens profissionais e teóricas. Entre os autores que participam desta coletânea há antropólogos, cientistas políticos, sociólogos, arquitetos, educadores, biólogos, historiadores e museólogos. Alguns militam no campo dos museus e dos patrimônios há muitos anos, outros são recém-chegados; alguns são brasileiros, outros estrangeiros; alguns são professores, outros estudantes. Esta é a graça: investir numa espécie de miscigenação intelectual e sensível; estimular interconexões e inter-câmbios de idéias, saberes e afetos
Sem títuloEste livro é o resultado de 15 anos de reflexão de Els Lagrou sobre sua experiência etnográfica entre os Kaxinawa do Alto Rio Purus, com os quais esteve durante os 18 meses de sua pesquisa de campo. Segundo a autora, o livro baseia-se na reelaboração de suas duas teses e dos vários artigos posteriores escritos com base nas notas de campo. Os Kaxinawa são um povo de língua pano com uma população estimada em 7 mil indivíduos, que habitam a floresta amazônica de ambos os lados da fronteira entre o leste peruano e o noroeste brasileiro, no estado do Acre, onde representam o grupo indígena mais numeroso. São também o grupo pano mais conhecido pela antropologia, existindo a seu respeito vasto material etnológico e histórico
Sem títuloNeste livro, o autor analisa as formas de contrabando nos territórios de fronteira das Américas portuguesa e espanhola, próximos ao rio da Prata, no período de 1760 e 1810.
Sem títuloNeste livro, a autora deslinda alguns dos segredos da formação do Estado no Brasil oitocentista. Ela percebe que no Conselho de Estado havia diálogo entre o pensamentodo governo e os interesses dos grupos dirigentes e suas vastas redes clientelares provinciais. Acompanhando o dia-a-dia daquela espécie de assembléia de notáveis, é demonstrada a possibilidade de coexistência de aspectos informais com as estruturas formais de ordenamento político e social
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