Rio de Janeiro
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Este livro traz: O sentido da construção nacional; O desafio da globalização; A macroeconomia do Plano Real; O bloqueio da construção nacional; O cenário estrutural do Brasil; A configuração do espaço; A dinâmica populacional; A reatualização da questão agrária; A imperfeita constelação de cidades; Concentração, desigualdade e pobreza; O envelhecimento da infra-estrutura;. e outros temas
BENJAMIN, CésarEste trabalho é uma incursão sobre a história de uma instituição destinada a corrigir e recuperar índios denominados criminosos - o Reformatório Agrícola Indígena Krenak - que funcionou no Estado de Minas Gerais entre as décadas de 60 e 70
CORRÊA, José Gabriel SilveiraEm A Persistência da Raça, além de interpretar os dois modelos de colonialismo adotados no Brasil? e suas seqüelas?, Fry fala da dor e da delícia de ser brasileiro, focalizando um dos temas mais candentes do mundo moderno: o racismo persistente. No livro estão reunidos onze ensaios sobre o tema? alguns esgotados em suas versões originais?, questionando dogmas, ortodoxias e verdades estabelecidas. Polêmico, mas não menos verdadeiro, o antropólogo recusa a idéia da "democracia racial" e não aprova o sistema de cotas para negros nas universidades. "As cotas introduziram pela primeira vez desde a declaração da republica a "raça" como figura jurídica", revela. Em seu lugar, ele propõe conceder essa dita "democracia" como um mito no sentido antropológico do termo, um ideal e uma maneira de pensar a sociedade em que a ascendência ou a aparência deveriam ser irrelevantes para a distribuição de direitos civis e de bens públicos; Dividido em duas partes, uma se lê a partir da África ¾ e reúne capítulos sobre as políticas coloniais portuguesa e britânica, o surgimento do segregacionismo inglês e a presença perturbadora do pensamento racializado autodepreciativo em uma pequena cidade de Moçambique. A outra parte se lê do Brasil, e focaliza as mudanças na "política racial", as implicações da adoção de uma taxonomia bipolar pelo Estado, o caso da "Cinderela Negra", a associação entre raça e programas de saúde, o debate sobre as cotas raciais e as implicações do critério de pobreza para a definição de quem pode pleiteá-las; No melhor estilo dos heróis fundadores da antropologia clássica, somos levados a olhar para as diferenças e, assim fazendo, duvidar da naturalidade com que a idéia de "raça" persiste com novas roupagens. A Persistência da Raça é uma contribuição fundamental para a antropologia contemporânea e para o debate sobre políticas de combate ao racismo hoje no Brasil. Leitura obrigatória, pelas certezas que questiona, as perplexidades que acende, os caminhos que mapeia
FRY, PeterCatálogo da exposição "A presença do invisível: vida cotidiana e ritual entre os povos indígenas do Oiapoque"
VIDAL, Lux BoelitzA História da província Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil, de Pero de Magalhães de Gândavo, foi a primeira obra publicada em língua portuguesa sobre o Brasil. Sua primeira edição data de 1576 e, além de inaugurar a historiografia e a geografia brasileiras - uma preocupação consciente de seu autor -, foi pioneira também ao apresentar a nova terra como um local aprazível e habitável, e não como um exótico palco de aventuras e perigos; Ainda hoje, é um texto saboroso, vivo e surpreendente. Trata-se do relato de um viajante do Renascimento. Homem multifacetado e empreendedor, conhecedor do latim, Gândavo foi excelente historiador, atento aos aspectos botânicos, zoológicos, etnológicos e geológicos. Descreve engenhos, vilas e aldeias indígenas, bem como elementos da fauna e da flora locais ainda fantásticos a um primeiro olhar europeu. Registra ainda expedições aos sertões em busca de ouro, caracterizando um Brasil entre o selvagem e o civilizado, em que índios, colonos e jesuítas se enfrentam no desafio de habitar a terra; Esta nova edição traz o texto modernizado - a partir do original de 1576 - por Sheila Moura Hue e Ronaldo Menegaz, responsáveis também pelas inúmeras notas esclarecedoras. Um verdadeiro esmero, completado pelo fac-símile de diversas páginas da edição original
GÂNDAVO, Pero de Magalhães deLivro infantil sobre contação de histórias indígenas
Mendonça, SolEste é um livro voltado para um público amplo e diversificado, que pretende contar a história do Brasil republicano de forma simples e motivadora; Ao eleger como marco cronológico inicial o fim do século XIX, o livro privilegia o exame de acontecimentos, conjunturas e modos de vida mais diretamente vinculados à situação atual do país, uma vez que foi a partir da República que se acentuou o processo de construção das instituições políticas, econômicas e sociais que caracterizam a vida brasileira de nossos dias; É claro que não se esgota aqui a história do Brasil republicano. Selecionaram-se questões e eventos para montar um grande painel que permita ao leitor entender os problemas mais marcantes do período. O objetivo é mostrar que a história do nosso país não é pior ou melhor que as histórias de outros países; que temos nossos problemas, mas não temos um destino que nos condene ou nos garanta a salvação; A estrutura do livro não segue a ordem cronológica usual, com o primeiro capítulo falando do "começo" da história republicana, e o último, dos dias atuais. Os capítulos estão organizados por temas e buscam cobrir, cada um, todo o período republicano
GOMES, Angela de Castro (coord)Através do exame da produção de duas figuras exemplares - Rodrigo de Melo e Franco de Andrade e Aloísio Magalhães -, o autor avalia a estratégia de narração da identidade nacional, nos conduzindo a questões cruciais apontadas por Otávio Velho: " as analogias entre alegoria, ruína e patrimônio; o barroco como "signo totêmico" da identidade nacional brasileira; as associações entre os discursos a partir de patrimônio e os discursos modernistas; o papel dos intelectuais na produção de valores supostamente em declínio."
GONÇALVES, José Reginaldo SantosTrata sobre a reelaboração da identidade étnica e a luta pela retomada de terras empreendidad pelos grupo indígena Kariri-Xocó, de Porto Real do Colégio em Alagoas
MATA, Vera Lucia CalheirosEste livro fornece a possibilidade de realizar um estudo das dificuldades e conflitos estruturais que os Xavante são obrigados a enfrentar quando se confrontam com as normas morais de seu próprio sistema. Fundamentalmente o livro se volta para a sociedade Xavante com seus mitos, rituais, classes de idade e ordem doméstica, mas o ponto chave do trabalho é a discussão dos princípios estruturais que estão na base de todas essas esferas que constituem a vida social dos Xavante
MAYBURY-LEWIS, DavidEm um mundo dominado por julgamentos de valor apressados e maniqueísmos perigosos, a antropologia representa uma possibilidade valiosa de reflexão sobre os fenômenos sociais. Nos ensaios reunidos em ‘A teoria vivida’, a autora põe em discussão tanto os caminhos atuais da antropologia quanto a tarefa de refletir sobre nossas categorias de senso comum e as práticas do cotidiano. O diálogo íntimo entre teoria e prática cria as condições indispensáveis para a renovação das idéias
PEIRANO, MarizaAnalisa a terra indígena enquanto categoria jurídica definida pelo Estatuto do Índio, Lei 6001/73, a partir de um caso específico: o grupo indígena Potiguara, envolvido em uma disputa judicial quanto a terra, concentrando-se na atuação da FUNAI
AZEVEDO, Ana Lúcia Lobato deO ano é 1500. Cristóvão Colombo, destituído do título de Almirante do Mar Oceano, está acorrentado numa prisão caribenha de onde se avista a colônia que ele fundou, desenvolveu e administrou durante oito anos. Menos de uma década após ter descoberto o Novo Mundo, o capitão caíra em desgraça, acusado pela corte real espanhola de mentiroso, judeu disfarçado e estrangeiro que tentara explorar em benefício próprio a riqueza das terras que descobrira. O navegador genovês, alto, de rosto sardento, nariz aquilino, cabelo outrora avermelhado, mas agora já grisalho, passa o dia orando e meditando, tentando não prestar atenção aos patíbulos da zona portuária, visíveis da janela de seu cárcere. Ele sonha com outra viagem, uma nova oportunidade de provar o seu valor. O que se segue é uma aventura das mais emocionantes - e hoje relegada ao esquecimento. O próprio Colombo diria mais tarde que a quarta expedição foi a sua maior e mais importante. Sem sombra de dúvidas, foi a mais traiçoeira. Nenhum dos quatro navios que ele levou na jornada rumo ao desconhecido retornou ao porto de origem. Colombo se defrontou com as piores tormentas que um explorador europeu jamais encontrou - teve de lutar pela sobrevivência em meio a motins, guerras e um naufrágio que o deixou abandonado numa ilha deserta durante quase um ano. Atrás dele vinham os inimigos enviados da Europa; pela frente, havia apenas uma incógnita.
DUGARD, MartinA obra traça um quadro da evolução histórica da idéia de universidade. Mostra o papel e a função por ela desempenhados como instrumento de aceleração do desenvolvimento nacional. E surge medidas que devemos urgentemente adotar para vencer o abismo que separa os países tecnicamente avançados dos atrasados. Porque só assim nos integraremos autonomamente e em prazos previsíveis na civilização do nosso tempo
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)Neste livro, a autora deslinda alguns dos segredos da formação do Estado no Brasil oitocentista. Ela percebe que no Conselho de Estado havia diálogo entre o pensamentodo governo e os interesses dos grupos dirigentes e suas vastas redes clientelares provinciais. Acompanhando o dia-a-dia daquela espécie de assembléia de notáveis, é demonstrada a possibilidade de coexistência de aspectos informais com as estruturas formais de ordenamento político e social
MARTINS, Maria Fernanda VieiraPublicação possivelmente realizada pela FUNAI sobre a Política Indigenista e os grupos indígenas brasileiros
Os textos que compõem esta coletânea resultam de pesquisas antropológicas desenvolvidas nos anos 1990 sobre o fenômeno do ressurgimento de indentidades étnicas (indígenas) e de tradições culturais distintivas em uma das mais antigas regiões de colonização do país, o Nordeste brasileiro. A intenção é de que a divulgação em livro de um conjunto desses textos propicie bons exemplos de pesquisa antropológica realizada com populações etnicamente diferenciadas (indígenas), que não têm sido objeto de maior interesse pela etnologia, e de que tais textos possam ser inclusive utilizados como leituras complementares no aprendizado da antropologia em cursos de graduação e pós-graduação
OLIVEIRA, João Pacheco deEntre na caravela de Cabral. Circule por entre soldados e marujos, pilotos árabes e astrólogos judeus, intérpretes hindus e nobres lusitanos. Descubra o que comiam e quanto ganhavam esses homens. Viaje com eles por mares tempestuosos e calmarias enervantes. Saiba que forças políticas e econômicas moviam a esquadra que chegou ao Brasil, mergulhando no mundo da Escola de Sagres e do Infante D. Henrique - um herdeiro dos Cavaleiros Templários. Este livro busca o relato da nossa história como uma grande aventura - em que homens precisaram vencer seus limites na busca de um novo mundo
BUENO, EduardoEtnografia da vida social dos índios Juruna que vivem no Parque Indígenas do Xingu. Descreve e analisa os processos básicos da sociabilidade, práticas alimentares, categorias culinárias e a organização espacial da aldeia
LIMA, Tania StolzeAs diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio
RIBEIRO, Darcy, 1922-1997Abano trançado de conformação irregular, confeccionado com lasca de taquara, tingida nas cores roxo, verde, rosa e amarelo, segundo a técnica do trançado quadricular. Apresenta superfície decorada com linhas horizontais, obtidas através do cruzamento das fibras e borda com acabamento com aureola simples. Possui cabo de taquara, exibindo junto a base alça de fibra não identificada, e junto a extremidade distal, penas multicoloridas fixadas com fitas de cipó-imbé
Guarani MbiáAbano trançado de conformação irregular, confeccionado com lasca de taquara, nas cores natural e tingida de roxo e verde, segundo a técnica do trançado quadricular. Apresenta superfície decorada com linhas horizontais, obtidas através do cruzamento das fibras e borda com acabamento com aureola simples. Possui cabo de madeira exibindo a base revestida com cipó-imbé arrematado com alça, de fibra não identificada, e na extremidade distal, com penas multicoloridas fixadas com lasca de cipó-imbé
Guarani MbiáAbano trançado de conformação irregular, confeccionado com lasca de taquara, tingida nas cores roxo, verde, rosa e amarelo, segundo a técnica do trançado quadricular. Apresenta superfície decorada com linhas horizontais, obtidas através do cruzamento das fibras e borda com acabamento com aureola simples. Possui cabo de taquara, exibindo junto a base alça de fibra não identificada, e junto a extremidade distal, penas multicoloridas fixadas com fitas de cipó-imbé
Guarani MbiáAbano trançado de conformação irregular, confeccionado com lasca de taquara, nas cores natural e tingida de roxo, segundo a técnica do trançado quadricular. Apresenta superfície decorada com linhas horizontais, obtidas através do cruzamento das fibras e borda com acabamento com aureola simples. Possui cabo de madeira exibindo a base revestida com cipó-imbé arrematado com alça, de fibra não identificada, e na extremidade distal, com penas multicoloridas fixadas com lasca de cipó-imbé
Guarani MbiáAbano trançado de conformação irregular, confeccionado com lasca de taquara, nas cores natura e tingida de roxo, verde, rosa, vermelho e amarelo, segundo a técnica do trançado quadricular. Apresenta superfície decorada com linhas horizontais, obtidas através do cruzamento das fibras e borda com acabamento com aureola simples. Possui cabo de taquara, exibindo junto a base alça de fibra não identificada, e junto a extremidade distal, penas multicoloridas fixadas com fitas de cipó-imbé
Guarani Mbiá