Rio de Janeiro
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Fazendo Antropologia no Brasil é um livro que busca mostrar o ofício antropológico através de seus diferentes objetos, métodos e abordagens teóricas. São treze capítulos produzidos pelos professores do Departamento de Antropologia Cultural e do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Os autores abordam temas como o carnaval carioca, a ocupação do espaço urbano, os conflitos no campo e na cidade, a religiosidade brasileira, a trajetória de mitos de nossa história. A idéia é que todos os interessados nas ciências sociais sejam introduzidos em conceitos e métodos através das pesquisas realizadas sobre questões relacionadas à cultura brasileira. O leitor entrará em contato com diferentes formas de “fazer antropologia”, como a etnografia, o estudo de caso, a análise de discursos, a observação participante e a história de vida, e encontrará questões que caracterizam a tradição antropológica: a preocupação com as dimensões simbólica e cultural dos fatos sociais (a religião, a festa, o ritual); a atenção dedicada aos sistemas classificatórios (tempo, espaço, alteridade, autenticidade, identidade, gênero, raça); com um enfoque voltado para movimentos e processos alocados, sobretudo, no presente ou no passado mais próximo. Fazendo Antropologia no Brasil é um livro que interessa a todos que querem se iniciar nos diferentes “olhares” antropológicos e também àqueles, estudantes e pesquisadores, que desejam ter um retrato da diversidade e atualidade dos estudos em nosso país
ESTERCI, NeideO emaranhado de problemas que o tema da Cultura e sua relação com o Estado suscita já foi apontado muitas vezes pelos principais teóricos da questão e pela sensibilidade de muitos artistas conscientes. O controvertido relacionamento do Estado levanta perguntas bastantes interessantes. Algumas dessas perguntas se relacionam com temas centrais, tais como o proprio caráter do Estado no Brasil e a significação da cultura para a maioria, ou a questão da cultura e a noção de identidade nacional
SOUZA, MarcioFamília de Buaçu se essquenta de manhã à beira de fogueira, que é o fogão da casa, enquanto Chiquinha esquenta o desjejum. O kakade está bem próximo da fogueira.
Coletivo KulinaTrata o domínio e a formação do saber e fazer da lingüíistica indígena, levando a um repensamento da língua e das relaçOes com a antropologia
FRANCHETTO, BrunaTrata o domínio e a formação do saber e fazer da lingüíistica indígena, levando a um repensamento da língua e das relaçOes com a antropologia
FRANCHETTO, BrunaTrata o domínio e a formação do saber e fazer da lingüíistica indígena, levando a um repensamento da língua e das relaçOes com a antropologia
FRANCHETTO, BrunaAs diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio
RIBEIRO, Darcy, 1922-1997Livro sobre pintura corporal e arte gráfica do povo indígena Wayampi
Catálogo da exposição Ritxoko: expressão cultural do povo Karajá sobre a produção de bonecas dos índios Karajá
Folheto da exposição "O Rio de Janeiro continua índio" realizada pelo Museu do Índio em parceria com o Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro entre os dias 18 de maio a 31 de outubro de 2015
Quais os elementos e as relações que permitem uma leitura da sociedade brasileira como Brasil? Esta é uma das questões que o antropólogo Roberto DaMatta melhor articula em toda a sua obra. Trata-se de saber como é que passamos de grupo a Estado Nacional. E também de discutir como este Estado, que adotou ideologias e códigos de valores institucionais modernos, opera com as fortes relações de compadrio, de família e de amizade tão fundamentais e presentes na cultura brasileira. Em Explorações – Ensaios de sociologia interpretativa, o autor instiga o leitor a refletir sobre essas questões, a partir de artigos escritos entre 1985 e 1995 para o jornal Folha de S. Paulo e para a revista Manchete
MATTA, Roberto daAs mesmas técnicas de confecção e materiais são utilizados também para fazer cestos paneiriformes pequenos e médios. Eles servem igualmente para transporte, mas em geral são utilizados por crianças ou para carregar menor volume de coisas. Os indígenas deram como exemplo, as meninas que trazem mamões dos roçados. Alem disso, os tsahes menores são utilizados para guardar pequenas coisas ou pequena quantidade de coisas na casa ou cozinha. Uma utilização curiosa (e muito comum nas aldeias kulina) do tsahe pequeno é como casa de pequenos animais de estimação, em especial pássaros como o papagaio e o periquito.
George MagaraiaRapaz pendura o teteko no pescoço, experimentando o instrumento.
Coletivo KulinaNa presente edição estão sendo publicadas as admiráveis coleções de desenhos sobre a flora e a fauna do Brasil do primeiro terço do século XIX, conservados no Arquivo da Academia de Ciências da Rússia. Foram todos eles executados durante expedição russa ao Brasil, de 1821 a 1836. A expedição realizou pesquisas nas províncias do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Mato Grosso e Paraná. Com o objetivo de estudar a natureza, a população e a economia do país percorreram mais de 16 mil quilômetros de território
Essa coletânea reúne três textos clássicos da antropologia, escritos pelos principais representantes da corrente evolucionista que prevaleceu nos primeiros anos da disciplina. Lewis Henry Morgan (1818-1881), Edward Burnett Tylor (1832-1917) e James George Frazer (1854-1941) representam a tradição antropológica contra a qual lutaram autores como Franz Boas, em defesa do relativismo cultural. Assim, esse livro pode ser lido em diálogo com outro da mesma coleção: Antropologia Cultural, que reúne textos de Boas também selecionados e apresentados por Celso Castro; A valiosa iniciativa de reunir textos emblemáticos da corrente evolucionista na antropologia supre uma lacuna do campo das ciências sociais no Brasil: o acesso a textos fundadores como os reunidos nesse volume costuma ser difícil, feito através de recortes em manuais ou mediado por interpretações de estudos posteriores; Os textos originais dão aos leitores a possibilidade de conhecer idéias polêmicas, que tendem a ser empobrecidas e simplificadas na divulgação da história da antropologia, muitas vezes reduzidas a uma visão etnocêntrica utilizada para justificar pretensas superioridades culturais ou até raciais
CASTRO, Celso(org.)Livro clássico sobre Ciências Sociais
CHILDE, V. GordonJovem aluno da Escola Militar, revelou cedo, em 1888, seu temperamento rebelde e firme; por entusiasmo republicano, discutiu asperamente com o ministro da Guerra, tendo sido preso e desligado do Exército na Monarquia e readmitido na República, por Benjamin Constant; Engenheiro, amigo de Júlio de Mesquita, seguiu em 1897 como correspondente do jornal O Estado de S. Paulo para Canudos, onde testemunhou o final da sangrenta campanha contra Antônio Conselheiro e seus seguidores; Suas descrições do Nordeste, da natureza e do homem, o consagraram em 1902 como o maior escritor de seu tempo, ao publicar Os Sertões, laboriosamente escrito desde que presenciara o drama daquelas populações deserdadas. A obra monumental revolucionou a imagem que o Brasil urbano, sulista e litorâneo fazia do Nordeste e do sertanejo; Colaborador de Rio Branco, chefiou missão diplomática na Amazônia, onde participou em trabalhos de demarcação de fronteiras
LIMA, Luiz CostaOs projetos de Estado para os povos indígenas se estendem pelos séculos de colonização portuguesa e brasileira nessa porção de terra que hoje denominamos Brasil. Neste processo os recursos, o trabalho e o legado dos povos indígenas têm sido objeto de propostas e especulação por parte dos invasores da terra, convertidos em ocupantes e, muitas vezes, até mesmo em "amigos dos índios". Contudo esses planejamentos oficiais jamais levaram em conta os projetos de futuro formulados pelos povos indígenas. Os ensaios sobre a idéia de "etnodesenvolvimento" aqui reunidos, ao contrário, apostam que somente com a participação dos índios se pode rumar em direção à transformação das bases dessa política. É sempre bom, porém, lembrar que tal caminho, transformado em políticas públicas, pode, caso seus principais interessados não sejam seus agentes privilegiados, recair no desvario das bem-intencionadas ações de exploração e domínio
LIMA, Antônio Carlos de SouzaO livro é dirigido, principalmente, para pesquisadores e profissionais de saúde interessados em diversidade étnica e cultural, assim como nos estudos que ajudem a compreender o mecanismo estruturante e mantenedor da discriminação racial no Brasil e América Latina, e o seu impacto sobre o bem-estar e a saúde dos grupos populacionais não-hegemônicos
MONTEIRO, Simone (org)