Rio de Janeiro
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Reflete a construção do espaço social do indigenismo no Brasil dentro de uma visão de campo
UntitledApresenta a construção de um modelo teórico de vigilAncia epidemiológica que possa servir de referência para aplicação junto a população indígena Yanomami
UntitledCompreende o processo de mudança que tem sofrido a arte Karajá, provocado através do contato com a sociedade nacional imposto à sociedade indígena
UntitledA visão pelo índio de como foi a chegada do homem branco nas terras hoje chamadas de Brasil, revelações feitas por Marcos Terena; Nesta época existiam aproximadamente de seis a nove milhões de indígenas e eram divididos em novecentas sociedades, cada uma com seus costumes, tradições e territórios. Viviam em paz, se respeitavam. Quando nossos conquistadores chegaram não imaginavam que a terra tivesse dono, e um ponto diferente avistado da terra mobilizou todas as aldeias para defesa dos seus
UntitledTrata o domínio e a formação do saber e fazer da lingüíistica indígena, levando a um repensamento da língua e das relaçOes com a antropologia
UntitledAborda a questão indígena na aldeia Araponga. Estudo comparativo entre a alfabetização realizada nas escolas bilíngüês do país e a realizada pela Escola Municipal Pico do Papagaio, onde crianças guaranis são alfabetizadas junto às crianças regionais
UntitledRelata um breve momento da vida dos índios GaviOes do sul do Pará e suas tentativas de resistências à aculturação imposta pelas sociedades civilizada brasileira
UntitledOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina de edição, trouxe uma máquina fotográfica Go Pro para os jovens conhecerem; esta imagem foi feita com ela. Da direita para a esquerda: Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina, Bëux Matis, jovem da etnia que estava no Rio de Janeiro para participação no curso Dimensões da Cultura Indígena – oferecido pelo Museu do Índio/RJ ao público em geral -, Shapu Sibó, Dani, Carolina Lopez, consultora do ProDocult Matis, e Binin Bëchu.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos. Binin Bëchu conhece cerâmicas de outras etnias.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Binin, Bëux e Dani, observam suas cestarias, enquanto Damë as registra.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Em cima da mesa, à extrema esquerda, acima, encontra-se o tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis, junto a uma panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Em cima da mesa, encontra-se o tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a esse está a panelinha que leva o veneno utilizado nos dardos da zarabatana e a faca usada para se passar o veneno nos mesmos.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra uma antiga machadinha, produzida por antepassados de outra etnia.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra aos jovens variedades de artefatos de outras etnias.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Em sentido horário: Dani, Shapu Sibó, Bëux, Damë Bëtxum e Binin Bëchu.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras matis também acomodados nas prateleiras do acervo, e qualificam as peças.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Shapu Sibó e Bëux observam e analisam pulseiras e outros adornos Marubo, etnia vizinha cuja relação com os Matis é de longa data e que até hoje possuem laços estreitos, tanto simbólicos quanto materiais.
UntitledOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
UntitledOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, grava os curtas-metragens editados em DVD´s, para que os jovens possam levá-los para as suas aldeias. De frente para trás: Binin Bëchu, Shapu Sibó e Damë Bëtxum.
UntitledEnquanto João Ikobo limpa com a faca o casco do jabuti (para produzir um instrumento musical chamado teteko) sua mulher, Zupira, tece o algodão para fazer uma rede tradicional kulina, a powi.
UntitledNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. De pé: Rodrigo Piquet. Sentados, em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProdoCult Matis, Camila Bevilaqua, auxiliar do registro das oficinas, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
UntitledNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProdoCult Matis, Camila Bevilaqua, auxiliar do registro das oficinas, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
UntitledNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Shapu SIbó, Damë Bëtxum e, ao fundo, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis.
UntitledNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProdoCult Matis, Camila Bevilaqua, auxiliar do registro das oficinas, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
UntitledNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
UntitledJoão Ikobo trabalha no casco do jabuti, Zupira tece sua rede e João Onima anota em seu caderno as informações fornecidas sobre o instrumento musical por João Ikobo e Komizi: onde deixar o casco para que as formigas acabem de limpá-lo, onde encontrar o breu e os bambus para a flautinha de pã.
UntitledZupira imersa nas teias de algodão enquanto tece uma powi em seu tear manual.
UntitledKomizi com o rosto pintado de urucum e violeta genciana – pronto para ir para a mata.
UntitledBenjamim Kulina com o rosto pintado para ir para a mata.
UntitledKomizi faz e acerta os furos necessários para tirar boa sonoridade da flauta transversal.
UntitledKomizi assopra a flauta em processo de produção para testar sua sonoridade.
UntitledKomizi toca a flauta produzida e também canta os cantos da flauta.
UntitledZakari corta com terçado os pedaços que serão utilizados para fazer os arcos.
UntitledZakaria sentado em tronco com os arcos já prontos.
UntitledOs pesquisadores indígenas João Onima, Benjamim Kulina e Joaquim Kulina, além dos artesãos Komizi Kulina, Kubil Kulina e o mestre do hihiti, Zakaria, além do pesquisador responsável pelo projeto, fazem uma parada depois de quase uma hora de caminhada na busca pelo cipó utilizado na confecção do hihiti.
UntitledZakaria descasca o cipó hihiti madoni.
UntitledZakaria toca o hihiti para os pesquisadores gravarem.
UntitledKubil e Komizi escolhem peças de taboca para confeccionar seus instrumentos.
UntitledJoão Ikobo leva o casco até o local próximo do ninho de formigas.
UntitledDetalhe do casco do jabuti pendurado já infestado de formigas.
UntitledKubil testa a primeira flauta produzida e Zakaria ajusta o breu na extremidade da flauta que está confeccionando.
UntitledPesquisadores indígena, Joaquim Kulina, Benjamim Kulina e João Onima Kulina registram em vídeo, áudio e fotografia, Kubil confeccionando e tocando os totore.
UntitledCom a ponta do breu amolecida pelo fogo, é possível tirar um pouco de breu com a faca.
UntitledKaina com rosto pintado de urucum sendo desenhada pela filha com violeta.
UntitledNaiza com pintura facial: base de urucum e desenho de violeta gensiana.
UntitledNomiha com a cabeça enfeitada amassa a argila umedecendo-a com a água do igarapé.
UntitledBenjamim filma Marina, Momo, Wemo, Cebita e as crianças Tsueni, Kelsi, Neiva e Nomiha moldando peças de cerâmica na Oficina de cerâmica na casa de Momo.
UntitledTrês bolas de argila na bacia, duas amarelo-acinzentada e uma amarelo-avermelhada.
UntitledMomo, Wemo, Cebita, Marina (escondida) e as crianças Kelsi (e outras escondidas) moldam a argila.
UntitledKelsi prepara a argila para moldar uma peça.
UntitledWemo moldando a sua buzina de cerâmica.
UntitledWemo ajeitando a peça que está fazendo ao fundo e Thiaini ajeitando o prato que está fazendo em primeiro plano.
UntitledWemo acrescentando mais um rolinho de argila à sua peça.
UntitledDetalhe da confecção da buzina de Wemo.
UntitledMarina e Cebita moldam suas peças de argila e o filho de Cebita assiste à mãe.
UntitledFabiana, da equipe de museologia, apresenta para Raimundo e Benjamim no computador o site do Museu do Índio e do Projeto de Documentação de Linguas e Culturas, bem como os blogs em construção de outras etnias ligadas ao projeto.
UntitledZezé e equipe de museologia do Museu do Índio pousam para foto com Arnaldo Kulina, Raimundo Kulina, Felipe Agostini Kulina e George. (Descrição feita pelos bolsistas indígenas: Amonere Museu do Índio kha Zezé Arnaldo Raímodo hiwi).
UntitledMulher de Buaçu confecciona um hepiri, o antigo prato kulina, enquanto bebê dorme em seu colo. É interessante o detalhe de um ´za´ana nodi´, isto é, o miolo de uma folha de murmuru, usado para a confecção deste tipo de cesto.
UntitledMeninos de Buaçu carregam o bastão que servirá de chicote para a brincadeira do Kokotsi, organizada em Buaçu em 2012. Eles estão com o rosto pintado de urucum. Pousam para a foto segurando o bastão que é o miolo da bananeira.
UntitledMoça assenta-se em powi na varanda para pintar o rosto com urucum e jenipapo para uma festa na aldeia.
UntitledJoão Mainari, da aldeia Santo Amaro, usa como adereçouma tiara de miçangas para ir a uma grande reunião da aldeia Santa Júlia. Não foi possível identificar os padrões desenhados na tiara.
UntitledTerezinha e sua filha Marina, da aldeia Buaçu, modelam na varanda de casa peças de cerâmica: um hohori e um zipa pequenos.
UntitledTerezinha descasca o cipó tsahe (timbó) para confeccionar cestos paneiriformes chamados tsahe.
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