Rio de Janeiro

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.26(81) / S757b / 2010 · Item · 2010
              Part of Bibliográfico

              A Biblioteca Nacional possui uma das mais ricas coleções de livros da América Latina. São mais de 9 milhões de peças, que compõem uma das maiores bibliotecas do mundo. É também o órgão responsável pela execução da política governamental de recolhimento, guarda e preservação do patrimônio bibliográfico brasileiro, garantindo às gerações presentes e futuras o acesso à produção intelectual brasileira,que constitui o Acervo Memória Nacional.; Considerando a necessidade de salvaguardar este precioso acervo,a Biblioteca Nacional desenvolveu o Plano de Gerenciamento de Riscos:Salvaguarda e Emergência, para a gestão de seu patrimônio – um; trabalho inovador e com grande nível de abrangência, que introduz o caráter de sustentabilidade, ou seja, a utilização de recursos próprios e permanentes que propiciem ações de uso cuidadoso e preventivo do; acervo. Como sinistros podem acontecer a qualquer hora e em qualquer lugar, a prevenção permite que a instituição pense e se prepare antes do acontecimento, além de funcionar como um contra-ataque ao desastre

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / S628p / 1976 · Item · 1976
              Part of Bibliográfico

              Preto no branco é um trabalho já clássico e, de certa forma, premonitório. Nos anos 1970, época em que a questão racial andava esquecida pela academia, e ainda não fazia parte do debate público, Thomas E. Skidmore, decano entre os “brasilianistas”, tenta compreender um momento central para a explicação do racismo na sociedade brasileira. Seu estudo causou grande sensação na época e ajudou a recolocar em pauta esse tema agudo da realidade nacional. Com base nos escritos e discursos de uma grande gama de cientistas, políticos e romancistas, o livro revela que a intelligentsia local, influenciada por padrões e formas europeus, procurou acomodar as teorias racistas então em voga - que consideravam o negro inferior e condenavam a mestiçagem - à situação local. A solução original encontrada foi o “branqueamento” da sociedade, por meio da imigração europeia. Skidmore mostra, no entanto, como as ideias deterministas foram gradualmente cedendo lugar a novas perspectivas, que davam ênfase aos aspectos positivos da miscigenação, e acabaram por produzir um consenso sobre a existência de uma “democracia racial” no país, tese que gerou uma percepção distorcida do racismo brasileiro

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              Tempo de aldeia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74(81=1-82)Waimiri / L131 / 2013 · Item · 2013
              Part of Bibliográfico

              Relato da experiência docente com os índios Waimiri-Atroari

              Untitled
              Antropologia & Direito
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-340.5(81) / L732 / 2012 · Item · 2012
              Part of Bibliográfico

              Trabalho desenvolvido por antropólogos para profissionais do Direito, fruto da aproximação do Ministério Público Federal e da Associação Brasileira de Antropologia

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              Contos Desano
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / A282 / 2014 · Item · 2014
              Part of Bibliográfico

              A ideia da publicação surgiu durante as oficinas linguístico-pedagógicas realizadas na comunidade São Sebastião do Umari, no rio Tiquié, nos meses de junho e julho de 2012. O trabalho representa o resultado conjunto entre os pesquisadores e os falantes da língua Desano

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / P964 / 2014 · Item · 2014
              Part of Bibliográfico

              O livro é resultado do Projeto de Documentação da Língua Kisêdjê realizado no contexto do ProDoclin e envolveu, entre outras atividades, a gravação, transcrição e tradução de eventos de fala, a coleta de sentenças, itens lexicais e julgamentos gramaticais

              Guikuri Kere
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / E74 / 2014 · Item · 2014
              Part of Bibliográfico

              A ideia da publicação surgiu durante as oficinas linguístico-pedagógicas realizadas na comunidade São Sebastião do Umari, no rio Tiquié, nos meses de junho e julho de 2012. O trabalho representa o resultado conjunto entre os pesquisadores e os falantes da língua Desano

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / P964 / 2014 · Item · 2014
              Part of Bibliográfico

              Cartilha produzida no contexto do Projeto Ninam - Yaroamë e tem por objetivo apoiar as futuras ações de educação na região Yaroamë e se destina a falantes nativos que desejam aprender a escrever sua língua

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / P964 / 2014 · Item · 2014
              Part of Bibliográfico

              A cartilha de letramento Karajá tem por objetivo atender a demanda dos professores Iny por material didático para o ensino da língua materna nas escolas das aldeias Karajá, podendo também ser instrumental no trabalho de revitalização da língua nas aldeias onde se constata quadro de perda linguística e cultural

              Evolução social
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.029 / C536 / 1961 · Item · 1961
              Part of Bibliográfico

              Livro clássico sobre Ciências Sociais

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-3 / B573 / 2016 · Item · 2016
              Part of Bibliográfico

              Catálogo da exposição "O Poder da Beleza: os Ashaninka" de curadoria de Peter Beysen e Sonja Ferson

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-3-054(81) / I11r / 1966 · Item · 1966
              Part of Bibliográfico

              Em 1988 a Abolição da Escravatura completou um século. No entanto, até hoje, a questão racial não foi resolvida. A idéia de que não há preconceito não convence nem aos brancos. O preconceito existe, é arraigado, e é criado e recriado no interior das mais diversas desigualdades sociais. Aqui. Octavio Ianni reúne escritos seus de várias épocas, (de (1955-1984) que se referem tanto à sociedade brasileira como um todo quanto a determinadas situações, cidades e regiões. Discute a questão étnica e afirma que a democracia racial só será alcançada quando negros, mulatos, índios, imigrantes, todo o povo brasileiro, tiverem conquistado uma democracia política e social. Será a verdadeira abolição

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / L331c / 1986 · Item · 1986
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              Uma introdução ao conceito antropológico de cultura, realizada de forma didática, clara e simples. A primeira parte do livro refere-se ao conceito de cultura a partir das manifestações iluministas até os autores modernos, enquanto a segunda procura demonstrar como a cultura influencia o comportamento social e diversifica enormemente a humanidade, apesar de sua comprovada unidade biológica.; O autor procura utilizar, sempre que possível, exemplos referentes à nossa sociedade e às sociedades tribais que compartilham nosso território, o que não impede a utilização de exemplos de autores que trabalham em outras partes do mundo.

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              Antropologia estrutural
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / L664a / 1973 · Item · 1973
              Part of Bibliográfico

              “Encontrar-se-ão aqui reunidos dezessete de aproximadamente cem textos escritos, desde há mais ou menos trinta anos. Alguns se perderam; outros podem, vantajosamente, permanecer no esquecimento. Entre os que me parecem menos indignos de subsistir, fiz uma escolha, afastando os trabalhos cujo caráter é puramente etnográfico e descritivo e outro, de dimensão teórica, mas cuja substância se achava incorporada a meu livro ‘Tristes Tropiques’. Ois títulos são aqui publicado pela primeira vez, e reunidos a outros quinze, que me parecem adequados a esclarecer o método estrutural em antropologia”. (LÉVI-STRAUSS, Claude. Préfacio)

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / F219m / 1991 · Item · 1991
              Part of Bibliográfico

              Exemplo emblemático da nova história indígena, este livro identifica a postura de atores indígenas frente à expansão colonial na região do rio Branco, unindo uma sensibilidade etnográfica a uma cuidadosa pesquisa documental. Demonstra que os índios não apenas foram usados pelas potências européias que disputavam esta região de fronteira, como também usaram esta situação para consolidar uma certa autonomia

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-308 / E42p v.2 / 1990 · Item · 1990
              Part of Bibliográfico

              Neste segundo volume, Elias examina as condições sociais, econômicas e políticas que provocaram mudanças na sociedade européia, desde os tempos de Carlos Magno até o século atual. Baseando-se em grande volume de dados históricos, sociológicos e psicológicos, formula uma originalíssima teoria sobre a formação do Estado. Este verdadeiro clássico na historiografia sobre o tema é considerado por estudiosos de psicologia, sociologia e história uma das maiores obras interdisciplinares das últimas décadas

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.02 / R484p / 1968 · Item · 1968
              Part of Bibliográfico

              O Processo Civilizatório ordena, analisa, interpreta e crítica uma impressionante massa de dados relativos aos últimos 10.000 anos da história humana. Seus propósito é reescrever a partir de uma perspectivas latino-americana e brasileira o esquema marxista da evolução social

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              Maíra: romance.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / R484m / 1978 · Item · 1978
              Part of Bibliográfico

              Romance em que o autor tenta resgatar a cultura indígena do ponto de vista dos homens que habitam a floresta. Ilustrações de Poty dão um ritmo todo especial, além de criar um clima para a saga que o antropólogo recria. Darcy Ribeiro realizou esta obra em plena maturidade criativa. Começou a escrevê-la no exílio, através de lembranças de sua trajetória no meio dos indígenas, em companhia, inicialmente do general Cândido Rondon, depois como etnólogo, convivendo por muito tempo com várias etnias. Seu romance é narrado em quatro movimentos: Antífona, Homilia, Cânon e Corpus. Como uma espécie de celebração, os fatos vão nos permitindo descobrir a visão de mundo dos silvícolas, a importância dos mitos, o papel do homem e da mulher, a relação com a natureza, o significado das indumentárias, a força das cores e da influência dos astros no cotidiano da aldeia. Lições de convivência entre o homem e o meio ambiente

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 039 · Item
              Part of Arquivístico

              Cerimônia de oferenda À terra do Rio de Janeiro, pelo sacerdote indígena Quíchua, Dom Vidal Ayala, chefe da comunidade Yntiaylub do Peru. Assinatura do convênio entre a FUNAI/UERJ, com a presença do Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o pr

              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01B · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. De pé: Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas do RJ, Carolina Lopez, coordenadora do ProDcocult Matis e, à frente, Adriana Camelo. Sentados: ao fundo, Dani, Bëux, Shapu, Binin Bëchu e Thais Martins.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01P · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë analisando as fotos do acervo arquivístico do MI.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140722_01 · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Carolina Lopez, consultora do ProDocult Matis, e Shapu Sibó.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_01C · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Visita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens entram em contato com um puçá da etnia Xerente e, ao analisarem o trançado da rede do objeto, garantem que o mesmo poderia ser Matis.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_01E · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Visita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras Matis também acomodados nas prateleiras do acervo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_01F · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Visita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras Matis também acomodados nas prateleiras do acervo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_01G · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Visita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani Matis observa adornos de miçangas produzidos por outras etnias. Ao fundo, Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento, Carolina Lopez, coordenadora do ProDocult Matis, e uma componente da equipe de Maria José, que também registrou a oficina.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_02A · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Na manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras responsáveis pelo projeto Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Os alunos entram em contato com o material nos jardins do MI, enquanto aguardam o início da oficina de qualificação do acervo museológico. Shapu Sibó observa um dos livros recebidos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_02I · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Na manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras envolvidas no ProDocult Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Enquanto isso, os alunos esperam o início da visita ao acervo museológico da instituição, ao lado do coordenador da oficina de edição em vídeo, Celso Renato Maldos, que se prepara para o registro da visita e qualificação das peças do acervo museológico matis do MI.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_02J · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Durante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140725_02D · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              No dia 25 de julho de 2014, Simone Mello, gestora de design e produto e consultora em expografia e linguagem audiovisual do Museu do Índio/RJ, apresenta aos Matis as possibilidades envolvidas com a disponibilização de um site específico para o ProDocult Matis. Estrutura do site do ProDocult Matis, esse em processo de construção.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140725_02E · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              No dia 25 de julho de 2014, Simone Mello, gestora de design e produto e consultora em expografia e linguagem audiovisual do Museu do Índio/RJ, apresenta aos Matis as possibilidades envolvidas com a disponibilização de um site específico para o ProDocult Matis. De pé: Simone Mello.. Sentados, de trás para frente: Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Binin Bëchu e Dani. Sentado, atrás de todos, está Michel Salib, funcionário do setor audiovisual da instituição.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_05 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Tsinte witsun xete, instrumento para tecer os witsun, adornos trançados (pulseiras, braçadeiras e jarreteiras), utilizados por todos os habitantes de uma aldeia. É usado junto aos teares, ambos os instrumentos essencialmente femininos e produzidos pelas próprias mulheres.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_09 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Tsinte, colher de madeira que serve para mexer a caiçuma enquanto esta esquenta ao fogo. É feita a partir do tronco da palmeira wani, pupunheira (Bactris gasipaes). É um instrumento de extrema importância para o universo feminino e é enterrado com a proprietária na hora de sua morte.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_13 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Tëtxuk, pote de cerâmica arredondado e base côncava. Este exemplar possui faces com feições antropomórficas modeladas em todo o entorno de suas paredes externas. Serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik, tomada em grupo pelos homens diariamente no centro das malocas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_15 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Mariwin maxó (“cabeça do mariwin”), com pintura de urucum característica que cobre toda a sua superfície, portando adornos: demux no nariz, kwiashak feitos de paina de samaúma ao redor da boca e mananukit feitos de madeira. Uma das únicas máscaras feitas somente de cerâmica na Amazônia, e também uma das únicas peças de cerâmica dessa região que pode ser construída pelos homens, mesmo que com a ajuda das anciãs, chamadas matxó.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_16 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Mariwin maxó (“cabeça do mariwin”), com a pintura de urucum característica que cobre toda a sua superfície, portando adornos: demux no nariz, kwiashak feitos de paina de samaúma ao redor da boca e mananukit feitos de penas de arara azul. Uma das únicas máscaras feitas somente de cerâmica na Amazônia, e também uma das únicas peças de cerâmica dessa região que pode ser construída pelos homens, mesmo que com a ajuda das anciãs, chamadas matxó.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_17 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              semente negra arredondada utilizada pelas mulheres para polir as peças de cerâmica depois de modeladas e secas, antes de serem queimadas. As mulheres passam horas polindo suas peças com os nome matis, o que garante a qualidade de suas cerâmicas.

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_23 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Masën, buzina, único instrumento musical matis da atualidade. Sua caixa de ressonância é feita de argila, onde estão pintados com urucum os motivos bëri bëri e também estão incisos os traços geométricos muxa, “tatuagens”, que demonstram a importância do artefato. Serve para convidar os mariwin para a maloca, ou chamar as pessoas para uma refeição abundante de carne. Serve também para qualquer outro tipo de situação em que se quer reunir os habitantes de uma aldeia na maloca central: reuniões políticas, festas ou emergências. Hoje em dia, é usado também nas escolas, para chamar os alunos para as aulas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CM_FOT_20140725_04 · Item · 2014
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              A comitiva matis e a equipe do ProDocult Matis assistem as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran sobre a etnia, digitalizadas pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ do Museu do Índio-RJ e distribuídas para os jovens que vieram fazer oficinas no Rio de Janeiro.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_01 · Item · 2014
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              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_02 · Item · 2014
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              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_03 · Item · 2014
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              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_07 · Item · 2014
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              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

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