Rio de Janeiro

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              5029 Descrição arquivística resultados para Rio de Janeiro

              5029 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)GUARANI KAIWÁ / L656k / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Por que se matam os índios guaranis do Brasil? Para um psiquiatra, que significa o suicídio? E quando ele é epidêmico, circunscrito a uma etnia e a um momento particular da história dessa cultura? O "país dos buracos", mesmo entorpecido pela violência quotidiana e pelo vil mercadejar de todos os bens simbólicos, assiste perplexo ao auto-extermínio dos primeiros habitantes da Terra de Santa Cruz. Por que se matam? Que explicações são possíveis para o suicídio? Psiquiatria, sociologia, psicanálise. como entender o que leva os humanos a se matarem? Buscando lançar luz sobre o enigma da epidemia de suicídio entre os índios brasileiros, o autor, psiquiatra e psicanalista no Rio de Janeiro, realiza um dos mais importantes estudos de pesquisa social psiquiátrica em nosso país. O trabalho recebeu o prêmio anual (1997) da Associação Brasileira de Psiquiatria

              LEVCOVITZ, Sergio
              Kakade para acender o fogo em excursão de caça.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20131030_01 · Item · 2013
              Parte de Arquivístico

              Rapazes de Buaçu em excursão de caça ao rio Chandless fazem fogueira para preparar a janta. Eles utilizam um kakade (abano) para fazer o fogo.

              Coletivo Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130925_01 · Item · 2013
              Parte de Arquivístico

              Família da aldeia Maloca em acampamento de caça às margens do rio Chandless. As mulheres preparam uma refeição em uma fogueira na porta do tapiri. Elas utilizam o kakade (abano) para acender o fogo.

              Coletivo Kulina
              Kakade imeni ou warikoze phephe
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulina e Raimundo Kulina explicaram que o kakade imeni, um tipo de abano grande, é chamado de ‘Warikoze phephe’, isto é, rabo de tatu. Ele também é confeccionado pelas mulheres, mas utilizado sobretudo pelos homens como técnica de caça ao tatu (tatu em língua kulina é warikoze). Abre-se o buraco do tatu, e se faz uma fogueira na beira do buraco. Então, com o ‘warikoze phephe’, o abano grande, abana-se a fumaça da fogueira para dentro do buraco, obrigando o tatu a sair.

              George Magaraia
              Kakade bedeni
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulina e Raimundo Kulina informaram que o kakade bedeni é um abano pequeno. Trata-se de um instrumento importante para a manutenção do fogo nas cozinhas. Confeccionado pelas mulheres e utilizado sobretudo por elas também, mas não apenas. É com o abano pequeno que as mulheres fazem vento para manter o fogo dos fornos ou fogueiras acesas, tanto para fazer as refeições, cozidas ou assadas, como também para se aquecer ao amanhecer. O kakade é feito da folha da palmeira aricuri, chamada em língua kulina ‘birihari’.

              George Magaraia
              Kakade ao lado de fogueira em acampamento
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130925_02 · Item · 2013
              Parte de Arquivístico

              Kakade deixado ao lado de fogueira acesa, onde se assam peixes para comer, em acampamento de caça de família às margens do rio Chandless.

              Coletivo Kulina
              José Bonifácio
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F1958 / 1955 · Item · 1955
              Parte de Bibliográfico
              NEIVA, Venâncio de Figueiredo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-910.4 / A673c / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Este livro traz o relato do viajante Jacques Arago sobre os costumes alimentícios de diversos povos 'exóticos' no século XIX, como os hotentotes, os cafres (dois grupos étnicos africanos), os patagônios, os gaúchos, os chineses e os papuas, entre outros. O autor não se restringe a falar das comidas, comentando a forma de adquirir e preparar os alimentos. É um texto fluente, instrutivo e divertido. Os hábitos alimentares são encarados - sem qualquer isenção de preconceitos e estereótipos - por um europeu moralista, fazendo com que a obra funcione também como o retrato de uma sociedade européia com dificuldades em entender a questão do 'outro' - principalmente quando ele come serpentes ou formigas

              ARAGO, Jacques 1790-1885
              Jango e eu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / R369j / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              As diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio

              RIBEIRO, Darcy, 1922-1997
              Jangada: uma pesquisa etnográfica.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39:639.2(81) / C336j / 1957 · Item · 1957
              Parte de Bibliográfico

              Embarcação mais antiga do mundo, com 30 mil anos de vida, "primeira fórmula consciente do navio dirigido por mão humana", a jangada navegou por todos os mares da antiguidade. Os povos marítimos a conheceram e a utilizaram como veículo de pesca e de heroísmos.; Os portugueses a encontraram na Índia, de onde transplantaram o termo para o Brasil. O veículo era de uso cotidiano do índio brasileiro (chamado de igapeba ou piperi), registrado e descrito por Pero Vaz de Caminha, em sua carta, com o nome de almadia

              Cascudo, Luis da Camara
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / P964 / 2014 · Item · 2014
              Parte de Bibliográfico

              A cartilha de letramento Karajá tem por objetivo atender a demanda dos professores Iny por material didático para o ensino da língua materna nas escolas das aldeias Karajá, podendo também ser instrumental no trabalho de revitalização da língua nas aldeias onde se constata quadro de perda linguística e cultural

              Iny rybè tyyrti: letramento Karajá.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / P964 / 2014 · Item · 2014
              Parte de Bibliográfico

              A cartilha de letramento Karajá tem por objetivo atender a demanda dos professores Iny por material didático para o ensino da língua materna nas escolas das aldeias Karajá, podendo também ser instrumental no trabalho de revitalização da língua nas aldeias onde se constata quadro de perda linguística e cultural

              Iny Karajá
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Karajá / W552i / 2012 · Item · 2012
              Parte de Bibliográfico
              WHAN, Chang
              Introdução Revolução Brasileira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-301.175 / S679i / 1963 · Item · 1963
              Parte de Bibliográfico

              No presente trabalho o autor examina a evolução do Brasil nos setores social, econômico e cultural. São três sínteses magistrais que compõem a verdadeira teoria da sociedade brasileira

              SODRÉ, Nelson Werneck