Rio de Janeiro
5029 Descrição arquivística resultados para Rio de Janeiro
O Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística é um instrumento de fundamental importância para a normalização conceitual das atividades inerentes ao fazer arquivístico
ARQUIVO NACIONALO desenvolvimento da História Agrária, no Brasil, é relativamente recente, Trata-se de um campo de especialização de caráter acadêmico que passou a receber uma atenção especial dos historiadores em fase de formação nos cursos universitários de pós-graduação, a partir do final dos anos 1970
MOTTA, Márcia (org)Este é o primeiro dicionário histórico que abre um espaço mais amplo e adequado para a temática indígena. Os verbetes, organizados em ordem alfabética, refletem admiravelmente as tendências historiográficas atuais. Os índios aparecem tanto em verbetes biográficos (Antônio Paraupaba, Araribóia, Tibiriçá, Zorobabé, entre outros), quanto em artigos mais gerais (índios, Tupinambá), como em recortes episódicos (holandeses, Guerra dos Bárbaros). A maioria destes verbetes é assinada por Ronaldo Vainfas e Ronald Raminelli
VAINFAS, Ronaldo(direção)Este dicionário dá relativamente pouco destaque para a temática indígena, com alguma cobertura do indianismo e um verbete sobre o "Indigenismo". Alguns verbetes biográficos contêm informações esparsas: José Vieira Couto de Magalhães, José Bonifácio de Andrada e Silva, entre outros. Fica patente, no entanto, a ausência dos índios "carne-e-osso" (em oposição aos índios imaginados) na pauta dos historiadores que estudam este período
VAINFAS, Ronaldo(org.)Espécie de súmula de mais de quarenta anos de estudo e pesquisa apaixonada do folclore e da etnografia brasileira, a obra é também uma síntese viva e palpitante, através de milhares de verbetes, das superstições, crendices, mitos, danças, lendas, práticas mágicas adotadas e vividas pelo povo brasileiro em seu cotidiano
Cascudo, Luis da CamaraUma das principais funções do Estado brasileiro por meio do seu órgão indigenista, a Fundação Nacional do Índio - FUNAI, no que tange a gestão pública é a gerência das informações sob a sua responsabilidade. Desta maneira, a FUNAI cumpre o seu papel de defender e ofertar subsídios à ação indigenista de cunho estatal. Este paper problematiza de que modo o Estado brasileiro tem realizado esforços no sentido de imprimir um modelo mais gerencial para a gestão de informações sobre os povos indígenas, atravessando dilemas de outrora, pautada em práticas clientelísticas e/ou na execução de políticas públicas de modo improvisado e emergencial e das inovações realizados em tempo mais presente
Mello, Rodrigo Piquet Saboia deO livro pretende analisar as diferentes formas de participação de indígenas nas revoltas do início dos Oitocentos, bem como as suas motivações e expectativas ao se envolverem nos conflitos iniciados pelas elites locais e provinciais
Dantas, Mariana AAo estudar a trajetória dos direitos indígenas dos primeiros debates à redação final da Carta, o autor analisa o papel da organização da sociedade civil, dos movimentos sociais e da ONGs neste processo
EVANGELISTA, Carlos Augusto ValleDistribuição de miçangas para as mulheres na aldeia Santa Júlia. Em uma cabaça gigante, colocamos toda a miçanga, chamamos as mulheres com o heihei, a buzina do chefe. Na foto, Komizi e outros misturam a miçanga na cabaça.
Coletivo KulinaKubil e Komizi organizam a distribuição enquanto as mulheres chegam com canecos e plásticos para pegar sua miçanga.
Coletivo KulinaKomizi mistura a miçanga na cabaça enquanto crianças, homens e mulheres assistem ansiosos.
Coletivo KulinaKomizi e Kubil distribuem as miçangas entre as mulheres da aldeia, que se aglomeram em frente à cabaça.
Coletivo KulinaKomizi e Kubil tentam controlar a distribuição de miçangas enquanto as mulheres abrem seus saquinhos para que sejam enchidos com miçangas.
Coletivo KulinaExamina a morfologia craniana dos índios Botocudo da região leste do Brasil, das províncias da Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais no século XIX, baseado nas coleçOes do Museu Nacional do Rio de Janeiro
ALVIM, Marília Carvalho de Mello eA narrativa construída por Rubens F. T. de Almeida descreve as inter-relações que se estabelecem entre pesquisador e população estudada, ambos envolvidos com as ameaças, dilemas e estratégias que têm caracterizado a luta dos povos indígenas por sua integridade socio-cultural. Por isso, serve não só aos estudantes e professores de Antropologia, como também ao público em geral, uma vez que se fundamenta claramente em uma postura de compromisso político com os interesses dos indígenas
ALMEIDA, Rubem Ferreira Thomaz deFontes importantes para o estudo dos índios do Brasil quinhentista, sobretudo pelas informações sobre os Tupinambás
CARDIM, FernãoO livro visa traçar um panorama atualizado dos vários campos de investigação da história e expõe os principais conceitos e as polêmicas que se fizeram presentes na história das disciplinas e da pesquisa, com ênfase na discussão sobre a questão dos paradigmas
CARDOSO, Ciro Flamarion SWemo faz pequenos trabalhos enquanto homens batem com paus e cantam o dosse´e em sua casa.
Coletivo KulinaEu e Zewa, com ornamento de cabeça feito de palha verde, batendo com paus e cantando o dosse´e tsiki toi
Coletivo Kulina