Rio de Janeiro

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              2032 Descrição arquivística resultados para Rio de Janeiro

              2032 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              A América Latina existe
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Darcy Ribeiro / R369a / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              As diversas facetas de Darcy Ribeiro – inclusive a permanente, de um brasileiro apaixonado pelo seu país – estão à mostra em uma coleção com fragmentos de textos inéditos do antropólogo, que será lançada pela Editora UnB até o fim do mês. Confissões, desabafos e opiniões de um dos maiores intelectuais do país e fundador da Universidade de Brasília fazem parte da coleção Darcy no Bolso, que apresenta 10 livros em formato pocket com bastidores do pensamento e obra do gênio

              RIBEIRO, Darcy, 1922-1997
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.25(81) / M357 / 2019 · Item · 2019
              Parte de Bibliográfico

              A obra apresenta a mais ampla visão panorâmica sobre as práticas, as instituições, os marcos teórico-metodológicos, políticos e legais, e os espaços de geração de conhecimento arquivístico ao longo do século XX

              Marques, Angelica Alves da Cunha
              A arte rupestre no Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-902(81) / G232a / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Esse volume apresenta um panorama da arte rupestre brasileira no espaço e no tempo, destacando o forte apelo estético dos grafismos feitos pelos caçadores pré-históricos que ocuparam o Brasil. Revela ainda como os especialistas no tema constróem interpretações desses registros

              GASPAR, Madu
              A aventura antropológica: teoria e pesquisa.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-308 / A969 / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              “A nossa ‘Aventura antropológica’ pode lembrar a visão romântica que cerca os antropólogos, quase sempre confundidos com excêntricos aventureiros que se lançam em estranhas viagens por regiões desconhecidas os espaços urbanos inabituais. Mas, mesmo rejeitando estas pinceladas românticas, não seria enganoso dizer que a pesquisa é sempre uma aventura nova sobre a qual precisamos refletir. É o que tentamos fazer neste livrio” – Ruth Cardoso

              DURHAM, Eunice Ribeiro
              A Belle Époque Amazônica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(811.3) / D22b / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Ao discorrer sobre o período áureo da riqueza da borracha (1880-1910) e a decorrente euforia social e cultural que tomou conta dos estados do Pará e do Amazonas, a autora mostra como as elites amazônicas se inseriram na dinâmica do mercado mundial e como viveram uma belle époque em pleno coração da selva

              DAOU, Ana Maria
              A carta de Pero Vaz de Caminha
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-806.90(81)-6 / C183c / 1965 · Item · 1965
              Parte de Bibliográfico

              A carta que Pero Vaz de Caminha escreveu para D. Manuel, o rei de Portugal na época do descobrimento do Brasil, relata com detalhes a chegada dos portugueses no Brasil, como foramos primeiros contatos destes com os indígenas e, a partir desta carta, podemos perceber as intenções portuguesas quanto à nova terra e, o que seria dela depois de então. A partida frota portuguesa de Belém-Portugal ocorreu no dia 9 de março, a chegada às canérias no dia 14 do mesmo mês, e no dia 22 chegaram à ilha de São Nicolau. Nodia 21 de abril, toparam com sinais de terra, o que eles chamam de botelho, espéciede ervas compridas. No dia seguinte, houveram vista de terra, que foi chamada de Terra De Vera Cruz, a qual tinho um monte alto, que recebeu o nome de o Monte Pascoal. Avistaram os primeiros habitantes da terra, os quais eram, de acordo com a decrição de Caminha, pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e narizes, nus, traziam arcos e setas, o beiço de baixo furado com um osso metido nele, cabelos corredios e corpos pintados. Com eles tentaram estabelecer um primeiro contato, o que foi uma surpresa, pois um deles começou a paontar para o colar de ouro do capitão da frota e, em seguida, para a terra, como se quisesse dizer que naquela terra havia ouro. A mesma coisa ocorreu com o castçal de prata e o papagaio. Ao verem coisas que não conheciam, faziam sinais, dando-se a entender que queriam propor uma troca. Conclui-se então, que desta forma começou a troca de ouro, prata e madeira, por quinquilharis vindas da Europa. Os portugueses traziam os indígenas para as embarcações, a fim de estabelecer um melhor contato com os indígenas. No início, eles mostraram-se muito esquivos, mas com o passar dos dias, passaram a conviver mais com os portugueses e, até mesmo, à ajudá-los no que precisavam e levá-los às suas aldeias. Os portuguese realizaram uma missa, construíram uma enorme cruz. Tudo para mostrar aos nativos a acatamento que tinham pela cruz, ou melhor, pela religião. Desde já, possuíam a vontade de convertê-los à igeja, tendo em vista, sua inocência, já que faziam tudo o que os portugueses faziam ou mandavam. A intenção de dominé-los é facilmente observada na seguinte passagem: "Contudo, o melhor fruto que dela se pode tirar parce-me que será salvar esta gente

              PRADO, João Fernando de Almeida
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81) / M385c / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              Neste livro, Roberto DaMatta convida que o leitor faça com ele uma ponte entre a casa e a rua. Em vez de usar as costumeiras portas e trancas, DaMatta deseja abrir as portas da antropologia social, arejando essa casa fechada a sete chaves para o mundo da rua, zona onde, no caso brasileiro, a vida se desenvolve com emoção e dinamismo. Estudando nosso espaço social, o modo como concebemos a morte os mortos, nossas dificuldades para viver democraticamente e realizando um estudo modelar a partir do texto célebre de Jorge Amado (Dona Flor e seus dois Maridos), Roberto DaMatta nos oferece um exemplo palpitante de interpretação intelectual inteligente, clara e aberta aos temas que realmente preocupam nossa vida cotidiana

              MATTA, Roberto da
              A cena do Dia do Índio na TV
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:77(81) / B817c / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              A comemoração do Dia do Índio no Museu do Índio é celebrada na mídia e faz circular discursos que fazem parte de um contexto histórico maior. Atinge os telespectadores ao retornar discursos fundadores de sua identidade por meio de sentidos fortemente presentes no imaginário nacional

              BRANDÃO, Cristina de Jesus Botelho
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-77.04 / F517c / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Bela e criteriosa seleção de imagens das expedições científicas do Instituto Oswaldo Cruz ao interior do Brasil nos anos de 1911-1913. Ao percorrer extensas áreas da Amazônia e da região Nordeste, os expedicionários não só realizaram o levantamento das condições médico-sanitárias de tais populações, como também possibilitaram um minucioso registro de aspectos geográficos, econômicos e socioculturais dos lugares visitados. Proporciona uma reflexão em torno da linguagem fotográfica que, conjugada à pesquisa sobre a evolução das políticas públicas, revela aspectos originais da memória da saúde e das ciências biomédicas no Brasil

              FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ
              A civilização asteca
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-939.9 / S725c / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              Estes livros formam o que se poderia chamar de um tríptico das grandes civilizações ameríndias que tiveram seu declínio e extinção decretados pela chegada dos conquistadores espanhóis ao Novo Mundo

              SOUSTELLE, Jacques
              A civilização inca
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-939.9 / F277c / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              Este livro remonta o surgimento, a evolução e a decadência do império inca, bem como as pré-condições para seu aparecimento. Henri Favre mostra que a Civilização Inca, cujo apogeu se consubstancia na Cuzci imperial do século XV, foi marcada por um minucioso sistema de produção, a existência de classes, a ditadura exercida por uma delas, condicionada pelo desenvolvimento de forças produtivas e uma realidade concreta

              FAVRE, Henri
              A civilização maia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-939.9 / G325c / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              Os maias possuíam um difícil e complicado sistema de escrita glífica, na qual se identificaram recentemente 862 caracteres distintos. Empregavam o zero em seu engenhoso sistema trinumeral e vigesimal, com o qual podiam escrever quantidades até o infinito. Tiveram quatro calendários: um ritual (Tzolkín) de 260 dias, um civil (Haab) de 360 dias ? formando os dois a famosa Roda Calendárica ?, e outros dois para uso exclusivamente científico. Seus conhecimentos astronômicos eram extraordinários: não só encontraram a rotação do planeta Vênus em sua órbita com um erro de apenas 14 segundos, mas também a sua rotação sinódica, e representaram em seus códices tabelas de eclipses e os signos zodiacais. Sua arquitetura, pela beleza e suntuosidade, não teve rival entre as civilizações pré-hispânicas, como é atestado pelos inúmeros templos em metrópoles como Teothihucán e Monte Alban, Palenque, Copán e Yaxchillán, na área central, Uxmal e Chichén Itza, no Yucatán, Tikal, a cidade dos Deuses, onde se encontra a maior pirâmide de toda a América

              GENDROP, Paul
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(811.5) / V691c / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              . Do ponto de vista sócio-cultural, os povos da região apresentam caracterísicas comuns. Cada um, entretanto, mantém uma identidade própria, historicamente construída, controla um dos grandes rios e suas adjacências, e apresenta uma confiiguração política religiosa específica

              VIDAL, Lux
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(811.5) / V691c / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              . Do ponto de vista sócio-cultural, os povos da região apresentam caracterísicas comuns. Cada um, entretanto, mantém uma identidade própria, historicamente construída, controla um dos grandes rios e suas adjacências, e apresenta uma confiiguração política religiosa específica

              VIDAL, Lux
              A coluna Prestes
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1"1924/1927" / P936 / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              Neste livro, Anita Leocádia articula uma análise, ao mesmo tempo, histórica, sociológica e militar da Coluna Prestes. Expondo as causas da crise da Repúbica Velha a da ascensão do tenentismo, a historiadora refaz o quadro social da época e o lugar ocupado pelo exército na sociedade brasileira. Esta análise histórico-sociológica inicial dá lugar, em seguida, a uma descrição minuciosa das sublevações militares no Rio Grande do Sul e em São Paulo. O relato não se contenta em descrever a movimentação da Coluna pelo interior brasileiro. Anita Prestes vai além e analisa as estratégias militares de guerrilha adotadas por Prestes e que representaram uma verdadeira revolução na prática militar nacional

              PRESTES, Anita Leocadia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Cristóvão Colombo / S163c / 1992 · Item · 1992
              Parte de Bibliográfico

              O tema é o mesmo. Os enfoques é que são diferentes. Na estréia das comemorações dos 500 anos do descobrimento da América, a Zahar lançou três biografias do polêmico navegador genovês que queria chegar as Índias e acabou descobrindo a América. Na primeira, Marianne Mahn-Lot revela um Colombo religioso, medieval e ao mesmo tempo moderno, com espírito de aventura, que registrava minuciosamente tudo o que via. Já na segunda, Hans Koning mostra que ele não era o herói corajoso e visionário, que aprendemos a admirar na escola. Ao contrário, para o autor, Colombo tinha incorporado a ganância e a crueldade do inicio do imperialismo europeu. Também nessa linha, de desfazer o mito do herói, Kirkpatrick Sale traça um perfil um pouco diferente do de Koning, retratando um homem sem raízes e solitário, produto de uma Europa doentia e de uma história de pilhagens, que jamais compreendeu o mundo que descobria

              SALE, Kirkpatrick
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81).026 / T362c 2vol / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Este segundo volume apresenta a primeira tradução para o português da Cosmographie Universelle, de André Thevet, com ilustrações originais e um mapa. André Thevet acompanhou Villegagnon ao Rio de Janeiro no projeto da França Antártica e retratou, como poucos, os habitantes, costumes, fauna e flora do Brasil de então. Trata-se da primeira tradução em português da obra, cuja primeira edição data de 1575

              THEVET, André 1502-1590
              A descoberta do homem e do mundo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-946.9 / D448h / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Ensaios resultantes de um primeiro ciclo de conferências promovidas pela Funarte. Estudo das condições econômicas e políticas da Europa e de Portugal na época dos descobrimentos. Este livro resultou do primeiro seminário que a Divisão de Estudos e Pesquisas da Funarte (Ministério da Cultura) organizou sobre os quinhentos anos do descobrimento do Brasil. São 23 ensaios escritos por pesquisadores brasileiros, portugueses e franceses -- entre eles, Gerd Bornheim, Luiz Felipe de Alencastro, Marilena Chaui, Vitorino Magalhães Godinho, António Borges Coelho, Jean-François Courtine e Jean Delumeau. Na base da coletânea está a idéia de que datas emblemáticas como "Brasil 1500" costumam ofuscar todo o resto, mas podem ser também a ponta do iceberg de um processo de reflexão. Assim, o tema genérico desdobra-se em eixos específicos -- por exemplo, que e como pensava a Europa na época do descobrimento, como era a organização política de Portugal, a arte e a técnica das navegações, a chegada ao Brasil, as narrativas dos primeiros viajantes e os primeiros conflitos

              NOVAES, Adauto
              A Epopéa da Laguna
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.062 / V614e / 1938 · Item · 1938
              Parte de Bibliográfico
              VIANA, José Feliciano Lobo
              A escrita da cultura: poética e política da etnografia.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39 / C637 / 2016 · Item · 2016
              Parte de Bibliográfico

              Produto de um seminário que ocorreu em Santa Fé, Novo México, em 1984, organizado por James Clifford e George Marcus, tendo como questão principal a produção de textos etnográficos, o livro contou com um grupo de experientes acadêmicos, todos profundamente envolvidos com experimentos e inovações na escrita da etnografia, mais especificamente na crítica de sua retórica e de sua história

              Clifford, James
              A expedição Montaigne
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / C156 / 1982 · Item · 1982
              Parte de Bibliográfico

              Disposto a organizar no coração do Brasil um exército de índios, sublevando-os contra os brancos, o jornalista Vicentino Beirão arrasta com ele, na louca empresa, o camaiurá Ipavu (ou Paiap), tirado por ele do reformatório (ou presídio) de Crenaque

              Callado, Antonio
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39 / C637e / 1998 · Item · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Como historiador, Clifford analisa a emergência da moderna noção antropológica ou etnográfica de cultura, tal como esta veio a se configurar nos dois primeiros terços do século XX. O autor focaliza os modos de representação etnográfica no contexto colonial e pós-colonial e no contexto cultural do modernismo literário e artístico europeu. Nesse percurso, explora fronteiras sempre móveis entre história, literatura e antropologia

              Clifford, James
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39 / C637e / 2014 · Item · 2014
              Parte de Bibliográfico

              Como historiador, Clifford analisa a emergência da moderna noção antropológica ou etnográfica de cultura, tal como esta veio a se configurar nos dois primeiros terços do século XX. O autor focaliza os modos de representação etnográfica no contexto colonial e pós-colonial e no contexto cultural do modernismo literário e artístico europeu. Nesse percurso, explora fronteiras sempre móveis entre história, literatura e antropologia

              Clifford, James
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-301.188.4 / A162f / 1996 · Item · 1996
              Parte de Bibliográfico

              Os estudos antropológicos feitos a partir; da análise de objetos, a outrora chamada; “cultura material”, vêm sendo recuperados; sob novas ênfases nos quadros; internacionais da disciplina. Relacionada; a essa retomada está a percepção; acurada do significado das instituições; que se constituíram como destinadas; à guarda, tratamento e exposição de; objetos, os museus. Tal consciência, articulada; muitas vezes a problemas como; os de formação de comunidades políticas; nacionais, de memórias coletivas,; da constituição de segmentos sociais; determinados, ou ao estudo da história; da antropologia, é ainda incipiente no; Brasil

              ABREU, Regina
              A farsa ianomâmi
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Yanomami / B273f / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico
              BARRETO, Carlos Alberto Lima Menna
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kaxinawa / L179f / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Este livro é o resultado de 15 anos de reflexão de Els Lagrou sobre sua experiência etnográfica entre os Kaxinawa do Alto Rio Purus, com os quais esteve durante os 18 meses de sua pesquisa de campo. Segundo a autora, o livro baseia-se na reelaboração de suas duas teses e dos vários artigos posteriores escritos com base nas notas de campo. Os Kaxinawa são um povo de língua pano com uma população estimada em 7 mil indivíduos, que habitam a floresta amazônica de ambos os lados da fronteira entre o leste peruano e o noroeste brasileiro, no estado do Acre, onde representam o grupo indígena mais numeroso. São também o grupo pano mais conhecido pela antropologia, existindo a seu respeito vasto material etnológico e histórico

              LAGROU, Els
              A formação da antropologia americana 1883-1911
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572(7) / B662 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Esta extensa obra está dividida em dez partes, apresentando 48 textos, esta antologia apresenta Franz Boas no seu contexto, deslocando o foco de seus estudos para as culturas, consideradas como totalidades historicamente condicionadas. Torna-se assim a mais completa edição dos trabalhos de Boas até aqui publicada em língua portuguesa

              BOAS, Franz 1858-1942
              A Guerra dos Tamoios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.53 / Q7g / 1965 · Item · 1965
              Parte de Bibliográfico

              A Confederação dos Tamoios, como ficou conhecido o movimento contra a dominação do colonizador português, iniciado pelos índios tupinambás, é considerada o primeiro levante popular brasileiro em nome da liberdade. O livro de Aylton Quintiliano registra esse momento histórico, ao relatar em detalhes a revolta que começava a moldar a mistura racial e social do povo brasileiro. Os insurgentes, que ficaram conhecidos como tamoios –os mais velhos, os donos da terra – ganham o destaque merecido, ao lado de figuras como Estácio de Sá, Villegagnon e Anchieta, em um momento no qual o Rio de Janeiro ainda não existia oficialmente como cidade

              QUINTILIANO, Aylton
              A guerra dos Tamoios
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.53 / Q7g / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A guerra dos tamoios é, antes de tudo, a história de um grupo de heróis. Negligenciados pelos livros e obscurecidos por nomes como os de Estácio de Sá e Villegagnon, os tamoios são exemplos de união em defesa da terra e de seus direitos; É também um registro do Rio de Janeiro antes da fundação da cidade de São Sebastião, seus tipos, suas práticas econômicas, sua vida social e política e do espírito de independência e amor à liberdade que permanece até hoje na alma carioca

              QUINTILIANO, Aylton
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-614 / S827h / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              O livro trata do movimento conhecido como eugenia, palavra inventada pelo cientista britânico Francis Galton em 1883 para representar as possíveis aplicações sociais do conhecimento da hereditariedade para obter-se uma desejada "melhor reprodução". Ao se debruçar sobre o movimento eugênico latino-americano entre 1910 e 1940, a autora desfaz mitos historiográficos, como a sua irrelevância frente ao movimento eugênico internacional e sua automática identificação com a eugenia nazista. Na experiência latina, a demanda por "regeneração nacional" e "aprimoramento racial" não gerou políticas de esterilização dos ditos "inaptos e inferiores", mas buscou caminhos originais e perversos para "civilizar" a América Latina e suas populações

              STEPAN, Nancy Leys
              A invenção das tradições
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.1 / H684 / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              Os Autores Mostram Como a "tradicao" - Base do Nacionalismo e "prova" de um Especie de Antiga e Inatacavel Superioridade dos Povos - e uma Construcao, Algo Criado, Inventado

              HOBSBAWM, Eric
              A lenda da lua cheia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / E16 / 1999 · Item · 1999
              Parte de Bibliográfico

              Lenda sobre a lua cheia narrada pelo grupo indígena Kaxinawá

              Eboli, Terezinha
              A língua tapirape
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-809.81-5Tapirape / A447l / 1983 · Item · 1983
              Parte de Bibliográfico
              ALMEIDA, Antonio
              A mãe do sonho
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / C141m / 1990 · Item · 1990
              Parte de Bibliográfico
              CALADO, Ivanir
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / S292m / 1959 · Item · 1959
              Parte de Bibliográfico

              Os mitos heróicos ocupam posição de destaque no conjunto das tradições culturais de muitas nações indígenas sul-americanas, ao exercerem a função primordial de exprimir o “valor social” da cultura do grupo e também de legitimar o padrão de comportamento tribal, os parâmetros morais e as instituições fundamentais da sociedade, além de fornecer aos membros do grupo o senso de unidade e de oposição a outros grupos. Ao lado da reflexão teórica, este estudo pioneiro detalha a análise do papel do herói-civilizador na vida religiosa e nos surtos messiânicos dos apapokúva-guarani, da presença do herói mítico entre os kaduvéo, e das relações entre a mitologia e o sistema de vida de outros povos, tais como os kaigáng, os borôro e os mundurukú

              SCHADEN, Egon (1913-1991)