Rio de Janeiro
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Vinheta de propaganda da TV Futura divulgando o Museu do Índio
Vinheta do Museu do Índio utilizada até 1999
Alcides Dessalines D ́Orbigny (1802-1875), naturalista francês, veio ao nosso país depois de Saint-Hilaire. Este é um dado importante a considerar no desdobramento e avaliação de sua obra. Conhecendo o trabalho daquele, não foi dele, contudo, um caudatário. Há muitos pontos de contato entre uma obra e outra, mas D ́Orbigny soube ver com seus próprios olhos e fixar o visto em páginas de grande valor que acrescentam as observações do ilustre naturalista, seu antecessor. Comissionado pelo Museu de História Natural de Paris, a fim de estudar o continente americano em geral, especialmente o elemento aborígene sul-americano, partiu da França em 1826, contando apenas vinte e quatro anos de idade. Foi esta viagem que lhe supriu de material de primeira ordem, para compor respeitável acervo de informações, observações agudas e transformar esse cabedal numa obra que o credenciaria como um grande estudioso. D ́Orbigny é considerado, pela especialização de seus estudos, um dos fundadores da paleontologia estratigráfica, com tanto afinco se dedicou ao exame dos nossos fósseis, dos exemplares recolhidos na América do Sul. O presente volume contém exclusivamente a parte de sua excursão pelo Brasil e nos seus onze capítulos acham-se descritas as mais exatas observações sobre a nossa geografia, fauna e flora, sobressaindo-se os dados etnográficos, até hoje considerados fundamentais pelos especialistas
D'ORBIGNY, AlcideDocumentário sobre a construção da Casa Xinguana - UNÉ - construída pelos índios Kuikuru de Mato Grosso, no jardim do Museu do Índio
MOREIRA, Maria GorettiMaterial bruto do documentário sobre a construção da Casa Xinguana - UNÉ - construída pelos índios Kuikuru de Mato Grosso, no jardim do Museu do Índio
MOREIRA, Maria GorettiÍndios Pataxó, de Coroa Vermelha, na Bahia, participam de treinamento no Museu do Índio, sobre técnica de manutenção, administração e de como montar uma exposição. A matéria mostra o artesanato e peças dos índios Pataxó. O diretor do Museu do Índio, José
Com um estudo preliminar e notas muito esclarecedoras, colocando o texto em diálogo com a atual historiografia e etnologia. São três tratados: "Do Clima e Terra do Brasil", que é uma espécie compêndio de saberes indígenas; "Do Princípio e Origem dos Índios do Brasil", que inclui uma descrição detalhada das práticas culturais dos Tupi e um esboço da diversidade étnica; e a "Narrativa Epistolar de uma Viagem e Missão Jesuítica", o que apresenta um relato esmiuçado da viagem do visitador jesuíta Cristóvão de Gouveia pelas missões do Brasil entre 1583 e 1590, com descrições preciosas dos índios que viviam nessas aldeias
CARDIM, FernãoReedição da primeira obra impressa em português sobre o Brasil (História), de 1576, junto com um texto que permaneceu inédito até o século XIX. Fonte importante para avaliar os conhecimentos vigentes na segunda metade do século XVI a respeito das populações indígenas. O prefácio inclui informações úteis sobre o autor e as edições anteriores da obra
GÂNDAVO, Pero de Magalhães deNesta publicação, a autora apresenta a riqueza e a contemporaneidade dos Guarani que habitam no estado do Rio de Janeiro
PISSOLATO, ElizabethAbertura do Seminário pelo diretor do Museu do Índio, José Carlos Levinho, o Presidente da Funai, Dr. Sulivan. No seminário foi debatido a questão do acesso e da reprodução de documentos arquivísticos inéditos em qualquer suporte, diante das normas jurídi
Diversas reportagens:; S/d - Jornal do Meio Dia / CNT / 02'26"; S/d - RJTV 1º Edição / Globo / 01'57"; S/d - Leitura Dinâmica / Rede TV / 01'03"; S/d - Jornal do Rio / Bandeirantes / 02'51"; S/d - Dia a Dia / Bandeirantes / 02'08"; S/d - Notícias do Rio /
Reportagem sobre o Museu do Índio, órgão da Funai, criado para preservar e divulgar a cultura das Sociedades Indígenas brasileiras. O Museu abriga um precioso material como: acervo de imagem, objetos de cerâmica, plumária, palha , documentos textuais e um
Documentação do contato de crianças com atividades físicas, sob a supervisão de membros do Projeto Rondon. Resumo das cenas: muitas crianças reunidas, acompanhadas de alguns responsáveis integrantes do Projeto Rondon/ as crianças participam de atividades
Destinado a um público geral, este livro traz 28 textos dos principais estudiosos da arqueologia brasileira, abordando as principais questões que marcam este campo: a relação entre arqueologia, pré-história e história; a origem do povoamento das Américas; as evidências em torno do "paleoíndio"; os vestígios dos primeiros caçadores-coletores, com destaque para as pinturas rupestres; os achados e as controvérsias em torno dos sambaquis; a pesquisa arqueológica em sítios de horticultores; o problema da preservação do patrimônio arqueológico no Brasil
Tenório, Maria CristinaRaimundo Kulina pousa para foto junto à estátua de indígena dominando um jaguar. Esta foto foi tirada durante visita da equipe kulina ao Palácio do Catete.
Arnaldo KulinaRaimundo Kulina, Arnaldo Kulina e Benjamim Kulina vão pela primeira vez assistir a um filme no cinema.
Felipe Agostini CerqueiraBenjamim Kulina pousa para foto junto à estátua de indígena dominando um jaguar. Esta foto foi tirada durante visita da equipe kulina ao Palácio do Catete.
Arnaldo KulinaBenjamim Kulina, Raimundo Kulina e Felipe Agostini Cerqueira sentam na areia da praia do Leme. Os indígenas estão vendo o mar, weni imeni, pela primeira vez.
Arnaldo KulinaArnaldo, Benjamim e Raimundo Kulina assistem a uma sessão de cinema. Na aldeia, os Kulina costumam dizer que o cipó é o cinema do índio: ele mostra tudo.
Felipe Agostini CerqueiraO índio Kukrã Kaingang e Arquimedes Xavante, fazem uma visita a exposição explicando o que está exposto, as peças etnográficas e a exposição fotográfica sobre os índios Karajá, da Ilha do Bananal, no Estado de Goiás. Os Karajá com pintura corporal, a sala
KUKRÃ KAINGANGA matéria é sobre o maior centro de documentação indígena da América do Sul, o Museu do Índio, no Rio de Janeiro, que pode fechar as portas definitivamente, segundo o diretor Carlos Moreira Neto. Imagens do acervo do Museu e também da destruição em que se
O índio Marcos Terena fala sobre as equipes de futebol formadas por índios de vários grupos indígenas. Grupo de índios em um auditório, para ver um vídeo sobre esporte, o apresentador é o jornalista Washington Novaes
O livro apresenta o resultado de pesquisas originais recentes sobre a história da instituição militar no Brasil e sua interação com a sociedade. Utilizando fontes inéditas ou pouco exploradas, essas pesquisas abrangem a origem social, os vínculos de sociabilidade, as hierarquias formais e informais, a participação em guerras e no processo de unificação territorial, os episódios de violência coletiva e as questões de gênero, incluindo a identidade masculina, o homossexualismo e a participação de mulheres nos contingentes
CASTRO, Celso (org)Colocando no centro do palco as populações indígenas e o contato diferenciado que mantinham com colonos e jesuítas, o historiador John Monteiro reinterpreta criticamente a formação da sociedade paulista entre os séculos XVI e XVIII; Com uma economia voltada prioritariamente para a arregimentação de mão-de-obra nativa e oscilando entre a abundância e a escassez de índios - os "Negros da Terra" -, os paulistas tiveram constantemente de redimensionar as suas atividades. Dessa forma, a busca de metais preciosos, a expansão do gado e o contínuo crescimento da produção agrícola, aumentando a demanda de mão-de-obra, vinculam de modo irreversível a formação econômica e social paulista à dizimação das sociedades indígenas e a uma dinâmica interna de cunho eminentemente escravista; Realizado a partir de uma ampla pesquisa documental em arquivos da Europa e do Brasil, este livro é o resultado de mais de uma década de estudos. Sua linguagem fluente e a perspicácia interpretativa do autor recomendam-no a todos aqueles que se interessam pela história social brasileira
MONTEIRO, John ManuelDocumentário que apresenta o Museu do Índio como um órgão cultural moderno e dinâmico, centro de referência no Brasil e no exterior. Destacando sua trajetória a partir de 1993, com ênfase na informatização de seu acervo. A idéia é mostrar a instituição a
Abrahão, RosangelaEste vídeo é o trabalho final do Curso de Vídeo, da servidora Maria Goretti Aires Moreira. Apresenta a situação do Museu do Índio em 1990, o estado de conservação dos documentos e do prédio, as peças etnográficas, a reserva técnica e a proposta de transfe
MOREIRA, Maria GorettiDocumentário sobre a história do Museu do Índio, desde a sua fundação em 1953, até os dias de hoje. Depoimentos de personalidades com o antropólogo Darcy Ribeiro. A secretaria de cultura do Estado do Rio de Janeiro, Helena Severo, e o índio Marcos Terena,
MOREIRA, Maria GorettiDiversas reportagens:; S/d - JR Record / Rede Record / 01'14" - "Enredo da Viradouro" - Apresentação do samba enredo da Escola de Samba Viradouro, que teve o índio como tema. S/d - Houve polêmica, pois a ala mostrava o índio como o bicho preguiça;; S/d -
Trata-se de uma compilação das principais leis, decretos, provisões e outras peças de legislação referentes às populações indígenas. Acompanha uma excelente introdução aos principais temas da política e da legislação indigenista durante o Império
CUNHA, Manuela Carneiro daReportagem do Rio Notícias que enfoca a informatização do acervo do Museu do Índio, do arquivo textual, das peças etnográficas, do acervo de imagem e da biblioteca Marechal Rondon. Imagens da exposição, da cozinha xinguana e do jardim do Museu do Índio. O
O vídeo mostra os índios Wajãpi do Amapá, ambientando a casa Wajãpí, construída no jardim do Museu do Índio. Na inauguração da Exposição Tempo e Espaço na Amazônia, registro do discurso do diretor do Museu, José Carlos Levinho, do presidente da Funai, Glê
Índios Wajãpi do Amapá construindo casa no Museu do Índio. O vídeo mostra também as peças etnográficas que farão parte da exposição a ser realizada em março de 2002
Índios Wajãpi do Amapá construindo casa no jardim do Museu do Índio. O vídeo também mostra peças que farão parte da exposição “Tempo e Espaço na Amazônia” a ser inaugurada em março de 2002. O Diretor do Museu do Índio, José Carlos Levinho, fala sobre a ex
Índios Terena do Grupo TÊ no Museu do Índio, apresentam uma dança que é inspirada na avestruz do Pantanal. É uma dança milenar da Nação Terena de Mato Grosso do Sul. Esta ave se cria em campinas e anda pelos sertões a dentro, tem pernas e pescoço muito co
O índio Kukrã, dando um acabamento na casa Xavante construída no jardim do museu, ele conversa com uma jornalista sobre sua vida, e mostra sua esposa grávida, uma índia Kayapó. Outra jornalista entrevista o índio Idajarruri Karajá. Em seguida o índio Kukr
Índios Krahô cantando e dançando no Museu do Índio. Imagens também de crianças de escolas em visita ao museu. Na segunda parte do vídeo, os índios Krahô fazendo uma apresentação de dança no Teatro Carlos Gomes do Rio de Janeiro
O início da fita, imagens do piso do prédio central do museu e seus azulejos de época. Imagem dos índios Kuikuru, Tabata e seu filho Maricá do Xingu. Imagens de índios Krahô , crianças de escola em visita ao museu. Mãe indígena com criança no colo. Índio
Entrevista com liderança Krahô que nos conta sobre a organização do seu grupo e também da corrida de tora. O significado desse esporte, do ritual de passagem para a idade adulta, quando o homem já poderá se casar. Manda uma mensagem para jogador Ronaldinh
Imagens do Museu do Índio, jardim, casa Xinguana, casa Guarani, cozinha Xinguana, crianças brincando no jardim, escolas visitando a exposição Corpo e Alma Indígena. Fachada do MI, interior da casa Xinguana, interior da casa Guarani. Loja Artíndia
Imagens da 1ª Conferência Estadual de Saúde Para os Povos Indígenas, realizado os dias 5, 6 e 7 de outubro de 1993. Organizado pelo Museu do Índio, Fundação Nacional da Saúde (FNS) e Fundação Oswaldo Cruz. Imagens da abertura do encontro, e imagens dos pa
O vídeo narra um pouco da história indígena brasileira e do Museu do Índio. Mostra imagens da exposição "Corpo e Alma Indígena". Comenta sobre a trajetória dos povos indígenas e sobre o acervo do Museu do Índio e de sua fundação. O diretor do Museu do Índ
Este trabalho enfoca de maneira particular a disputa pela terra em Mangaratiba, na Capitania do Rio de Janeiro, baseado em processos de litígio guardados no Arquivo Nacional. O aspecto mais interessante reside na disputa entre índios da aldeia de Mangaratiba, recuperando o papel de diferentes protagonistas indígenas na história fundiária da região. O texto inclui tabelas e mapas com detalhes importantes
ALVEAL, Carmen Margarida OliveiraO vídeo é sobre o Museu do Índio, quando foi fundado por Darcy Ribeiro. É a única instituição oficial no Brasil dedicada ao estudo das Culturas Indígenas. Mostra o casarão, do século XIX, situado em Botafogo, e o acervo que compõe a documentação do Museu.
Importante obra de Frei Vicente do Salvador permite vislumbrar algo próximo do texto original, repleto de referências e narrativas a respeito de povos indígenas
SALVADOR, Vicente doReedição dos 10 volumes publicados em Lisboa e Rio de Janeiro entre 1938 e 1950, trata-se de um rico manancial de informações e fontes para a história dos índios na América Portuguesa. Se a abordagem do autor pode parecer um tanto ultrapassada e tendenciosa, é inegável a sua grande contribuição ao transcrever inúmeros documentos (cartas, relatos detalhados, informes estatísticos, entre outros tipos) e ao elencar, um a um, os "escritores" jesuítas e seus escritos, fornecendo um precioso manual para pesquisas no Arquivo dos Jesuítas, na Biblioteca Pública de Évora e em várias outras instituições. Um CD-Rom com mapas e ilustrações acompanha os volumes impressos
LEITE, SerafimEste guia traz informações preliminares sobre os principais acervos arquivísticos localizados nas capitais do país. Inclui índices por nomes étnicos, locais geográficos e assuntos
MONTEIRO, John ManuelEntrevistas no jardim do Museu do Índio com índios Latino Americanos, que vieram participar no Rio de Janeiro, do Festival de Cinema Latino Americano dos Povos Indígenas. Todos os entrevistados deram o seu depoimento sobre a situação dos índios e da relaç
NEWMANN, RenatoO vídeo mostra a exposição Tempo e Espaço na Amazônia, onde apresenta objetos, sons, imagens e conhecimentos que integram o patrimônio cultural deste povo indígena. Um patrimônio que inclui técnicas artesanais, estilos decorativos, e , sobretudo, modos de
Entrevista com Professor Ney Land, que conta a história da transferência dos negativos de vidro do MI da Mata Machado, para o Museu do Índio de Botafogo. Entrevista do diretor do MI, José Carlos Levinho. Entrevista com Helena Severo, Secretária de Cultura
MOREIRA, Maria GorettiA antropóloga Sheila Sá entrevista o Silvio Teixeira de Andrade Dodsworth, ex-proprietário do prédio onde hoje é Museu do Índio. Ele conta como foi sua infância nessa casa. A entrevista se passa nos jardins do MI e também nas salas de exposição, onde ele
O professor Ney Land concede entrevista ao Programa Realce da TV Corcovado. Ele fala sobre o Moitará, festa realizada entre os índios do Xingu, que é um comércio de troca, onde o dinheiro não entra. . Ele continua, falando dos índios Macuxi de Roraima, e
O índio Cláudio do grupo Apurinã do estado do Acre, participa de entrevista no programa sem censura da TV E. A entrevista é realizada com a jornalista Leda Nagle
A entrevista é sobre cultura indígena, demarcação de terras, descaso do governo, preservação de costumes. Participaram da entrevista o índio Kuikuru, Tabata e fala os problemas do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, do turismo ecológico, de garimpei
Desrespeito dos brancos para com a cultura indígena. Referência à história de uma machadinha que desapareceu há muito tempo de sua tribo. Ele denuncia também, a construção de uma estrada de ferro que, provavelmente, passará em suas terras. No final da ent
Documentário sobre o cotidiano Guarani e sua luta pela demarcação da terra
MOREIRA, Maria GorettiHans Staden é figura quase lendária do século XVI, que escreveu sobre suas viagens ao Brasil, onde, convivendo com índios antropofagos, participou de "arrojadas aventuras". Historicamente, foi esse navegador o primeiro a deixar em forma de livro, para conhecimento dod pósteros, uma obra que o tornou secularmente célebre e que se fixou como uma das fontes mais autorizadas da etnografia sul-americana
STADEN, HansDuas vezes em meados do século XVI, o mercenário e arcabuzeiro alemão Hans Staden (1524-1576) aportou nas costas do recém-descoberto Brasil. A primeira, em 1549, passando por Pernambuco e pela Paraíba, e a segunda, em 1550, quando chegou na ilha de Santa Catarina, dirigindo-se posteriormente à capitania de São Vicente, no litoral sul do atual estado de São Paulo. Na segunda viagem, como viera a bordo de um navio espanhol, foi preso pelo governador-geral, o português Tomé de Sousa, e em seguida capturado pelos índios tamoios, inimigos dos tupiniquins e dos portugueses e aliados dos franceses. O jovem Staden viveu para contar o que viu: paisagens virgens, riquezas inexploradas e a prática ritual do canibalismo, do qual por muito pouco não foi vítima. O livro com o seu relato foi publicado em 1557, em Marburgo, Alemanha, ilustrado por xilogravuras anônimas (reproduzidas nesta edição) baseadas nas suas descrições, e imediatamente tornou-se um best-seller em toda Europa. Trata-se da mais acurada e impressionante descrição do banquete antropofágico? o festim canibal praticado pelos povos Tupi. É, também (junto à Carta de Pero Vaz de Caminha) umas das primeiríssimas reportagens realizadas sobre os povos que viviam no que viria a ser o Brasil
STADEN, HansO que mais agrada neste livro é o estilo pitoresco do autor. Feito com ironia, fina escrita, observação delicada de pintor (que Biard foi), "Dois anos no Brasil" é obra que pode ser lida com o sabor dos melhores cronistas e, sem exagero, dos bons ficcionistas. O pintor Biard esteve entre nós em meados do século XIX. Teve cargos importantes como professor honorário da Academia Imperial de Belas-Artes e foi retratista de D. Pedro II e caricaturista. A prática da caricatura e do retrato deu-lhe argúcia crítica que, levada à escritura, transformou-se em acuidade para descrever hábitos e costumes dos brasileiros daquela época. A descrição dos motivos de sua vinda e a chegada na Baía de Guanabara poderiam figurar numa antologia literária. Auguste François Biard (1798-1882) viajou pelo Rio de Janeiro, embrenhou-se pelo Espírito Santo e, principalmente, pelo Amazonas. Aí relata, numa narrativa etnográfica interessantíssima, seu encontro com os índios, a natureza, as crenças, costumes e cultura indígena e brasileira dos anos em que viveu na nossa nação.
BIARD, Auguste FrançoisDiversas reportagens que abordam manifestações indígenas ocorridas no centro do Rio de Janeiro durante a realização da Rio+20 em junho de 2012
19/04/2001 - Programa Livre / SBT / 53'54" - Entrevista cos índios Apurinã do Amazonas. A índia Apurinã Maria, faz uma bebida a base de banana, que o público prova e gosta. O índio Kuikuro Tabata também participa da entrevista e fala do povo xinguano. Mos
Depoimentos de vários índios dentro do Curso de Etnia e História, realizado do auditório do Museu do Índio
Reportagem sobre as irregularidades com verba federal destinada as reformas do prédio do Museu do Índio, que não foram executadas. Reportagens veiculadas na TV Globo, no Dia do Índio (19/04/93), sobre a destruição do Museu do Índio. Na matéria aparece ima
Debate no Shopping da Gávea, durante a Eco 92. O presidente da Funai, Sidney Possuelo, em seu depoimento fala sobre a situação dos índios brasileiros, demarcação de terra indígena sobre as áreas de fronteiras, onde estão localizados vários grupos indígena