Rio de Janeiro
156 Descrição arquivística resultados para Rio de Janeiro
Ritual das Tocandiras - Ritual de iniciação dos índios Maués. Dança do Maracá dos índios Tucano do Alto Amazonas. Entrevista com índios de vários países Latino Americanos e Brasileiros, durante o Festival Latino Americano de cinema dos povos indígenas
Neste trabalho, a autora procura abordar aspectos da dinâmica dos Guarani-Mbya, como xamanismo, mobilidade, relações de parentes e cosmologia. Inicialmente, compõe um mapa geral das duas aldeias mbya em que viveu, com o objetivo de tornar possível ao leitor visualizar os contextos locais em suas particularidades. Depois, aprofunda-se, dedicando-se à etnografia dos deslocamentos, do parentesco, de aspectos estruturais da multilocalidade mbya. Trata também da questão da não-durabilidade da vida humana, ligada ao tema da doença, analisa capacidades existenciais enviadas aos humanos pelos deuses, com atenção à noção de alma e dos nomes pessoais, finalizando com o tema da vida breve no comentário do tratamento, pela cosmologia mbya, da morte, da imortalidade e do destino incorruptível da pessoa na "Terra sem mal"
PISSOLATO, ElizabethDurante mais de quatro séculos foi vendida a imagem do índio como um homem geneticamente preguiçoso, um homem nada afeito ao trabalho sistemático. Esta preguiça, entretanto, seria mera conseqüência da riqueza da terra. O índio brasileiro vivia numa espécie de Leste do Éden, um espaço onde tudo estava à mão e nenhuma necessidade se apresentava. Daí seu nomadismo, seu desapego à terra, seu desprezo ao trabalho. Segundo a tese em voga, também daí vinham seu caráter de povo sem lei, nem fé, nem rei e a formação de uma sociedade onde tudo era permitido, inclusive o canibalismo, a promiscuidade e a libertinagem.; Este olhar quinhentista formalizou o motivo necessário para se trazer da África os milhões de negros escravizados, afinal, uma “cultura superior”, como a européia, não podia conviver com tamanha ignomínia. E o sistema colonial precisava de uma mão de obra mais, digamos, responsável para fazer valer seus altos investimentos
FERNANDES, FlorestanColetânea de artigos escritos por diferentes especialistas a respeito da questão das sociedades indigenas no Brasil. Constitui uma obra básica de referência para os professores abordarem a temática indigena em sala de aula
SILVA, Aracy Lopes daEsta tese tem como objetivo tentar reconstruir a história da viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, obra em três volumes, publicada pelo artista francês Jean-Baptiste Debret(1768-1848), entre 1834-1839
LIMA, Valéria Alvez EstevesO núcleo do trabalho está na análise iconográfica de uma gravura de 1782 mostrando a aldeia de São Fidélis, no Vale do Paraíba fluminense. Pouco elaborado e carente de apoio documental, o texto busca analisar a organização dos espaços político e simbólico deste aldeamento capuchinho
BARROS, Clara Emilia Monteiro deFruto de estudo sobre um aldeamento indígena no norte Fluminense, este livro mostra as várias formas de se entender o índio no século XIX
MAGHELLI, LucianaEsta tese busca compreender a construção dos relacionamentos entre os índios estabelecidos no sul da América e os portugueses. Estes, durante a segunda metade do século XVIII, empreenderam uma vigorosa tentativa de expansão das suas fronteiras com o fim de aumentar os seus domínios americanos. Para viabilizar tal expansão, os portugueses valeram-se do expediente de buscar entabular relações amistosas com as populações indígenas, para com isto possibilitar o seu estabelecimento na região. Além entabular relações amistosas com as populações indígenas, os portugueses também buscavam atrair para os seus domínios os índios vassalos do Rei de Espanha, principalmente os habitantes das missões jesuíticas situadas na margem oriental do rio Uruguai. Com tal estratégia, pretendiam aumentar as suas forças na região e, paralelamente, debilitar as espanholas. Para atrair os índios, os lusitanos desenvolveram uma série de políticas, chamadas genericamente de "bom tratamento", as quais deveriam convencê-los da superioridade dos portugueses em relação aos espanhóis. Perceber, portanto, como os índios que eram alvo destas disputas por vassalos utilizaram aquelas políticas para satisfazer os seus próprios interesses é a principal questão colocada neste trabalho
GARCIA, Elisa FruhaufVídeo didático apresentado pela servidora Diana Pinheiro Marinho que narra a história do museu passeando pelo jardim. Em seguida faz uma visita a exposição inaugurada em 1978, por ocasião da inauguração da sede na Rua da Palmeiras, e desmontada em 1991. E
Imagens do Museu do Índio, escolas visitando o MI. Índios Guarani de Bracuí, do Estado do Rio de Janeiro, vendendo artesanato nos jardins do MI. Os troncos do Quarup, ainda no jardim maior, antes de ser transferido para o outro jardim. O índio Sampaim Kam
Jardim do Museu do Índio. Crianças com os índios Kuikuru do Xingu comprando artesanato. Escolas visitam o Museu do Índio. Índios Kuikuru visitam a exposição "Cenas do Cotidiano Indígena". Eles estão com pintura corporal e facial, com adornos, colar, brace
Dia da criança no Museu do Índio. Entrevista com o índio Carlos Tukano. Ele conta histórias do seu povo, e em seguida senta com os visitantes para contar histórias de sua comunidade. Faz brincadeiras com as crianças, cantam e dançam. Oficina de origami, n
Exposição - Cenas do Cotidiano Indígena. Lançamento do livro de Moacyr Scliar. Carlos Augusto da Rocha Freire, antropólogo do Museu do Índio, faz palestra. Imagem de foto de Noel Nutels
Vídeo sobre a Mesa de Encerramento do Seminário Etnias, Patrimônio Cultural e Biológico. Participaram da mesa: Fernando Gabeira, Deputado Federal, Glênio Alvares, presidente da Funai, Ivo, índio Khraô, José Carlos Levinho, Diretor do Museu do Índio, Lélia
Cerimônia de oferenda À terra do Rio de Janeiro, pelo sacerdote indígena Quíchua, Dom Vidal Ayala, chefe da comunidade Yntiaylub do Peru. Assinatura do convênio entre a FUNAI/UERJ, com a presença do Reitor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o pr
Imagem de crianças visitando o Museu do Índio. Maricá, índio Kuikuru fala sobre os utensílios dentro da casa indígena, construída pelos Kuikuru. Imagens com detalhes, de uma casa indígena construída nos jardins do Museu do Índio, pelos índios Wajãpi. Imag
Vídeo sobre o lançamento dos livros: KASIWA: PINTURA CORPORAL E ARTE GRÁFICA WAJÃPI e WAJÃPI RENA: ROÇÃS, PÁTIOS E CASA. Inauguração do laboratório de úmidos e de papel. Inauguração das instalações das Reservas Técnicas Berta Ribeiro. Apresentação do víde
MOREIRA, Maria GorettiApresentação teatral no MI. Imagens de crianças assistindo a peça. Exposição do MI "Cenas do Cotidiano Indígena". Crianças no jardim do MI com roupas imitando os índios. O índio Carlos Tukano contando história para as crianças no jardim do MI. Loja Artínd
Moça vestida de "índia". Jardim do Museu do Índio. Crianças no Jardim do MI com as professoras. Funcionários do MI. Índios Kuikuru saindo da Casa dos Guarani, vão para o jardim e começam a dança. Os Kuikuru estão com pintura corporal e facial, com adornos
Lançamento da camiseta VIVA OS KAIOWÁ. Atividade promovida pelo MI, devido a situação em que vivia os índios Kaiowá. Participaram do debate, Dr. Júlio Gaiger, presidente da Funai. O Diretor do MI, José Carlos Levinho. O compositor, Gilberto Gil, a Sra. Vi
Índios Kuikuru lutando huka-huka no jardim do MI. Em seguida dançam e cantam. O índio Tabata concede entrevista. O índio Tabata com o fotografo Lamônica. Sala de exposição fotográfica. Exposição: " Bet' RRA - O Darcy dos Índios". Os índios Kuikuru dançam
Apresentação de Peça Infantil no Museu no Índio, em comemoração ao mês do índio (abril). Muitas crianças na platéia assistindo a peça. Visitantes no Museu do Índio. O Índio Marcelo Guarani, da aldeia Boa Esperança, no Espirito Santo, fazendo atividades co
O presidente da FUNAI, Dr. Carlos Frederico Marés abre a reunião no auditório do Museu do Índio. A mesa é composta pelo Ministro da Justiça, Carlos Dias, o diretor do Museu do Índio, José Carlos Levinho, o representante do Ministério da Cultura responsáve
O índio Marcelo Guarani canta e conta histórias para estudantes, dentro da Casa Guarani, construída no jardim do MI. Imagens de peças de cerâmica do acervo do Museu do Índio. Imagem do laboratório de restauração, jardim do MI, imagem do busto de Rondon no
Imagens da Artíndia. Festa de São João dos funcionários do Museu do Índio
LAMÔNICA, SabrinaImagens da festa junina dos funcionários do Museu do Índio
Visita guiada à exposição "Sociedades Indígenas Brasileiras: Seu Universo Econômico, Social e Simbólico", realizada pela servidora Beatriz Freire
Matéria jornalística de entrevista sobre índios, e em particular sobre os índios Guarani do Rio de Janeiro
São três vinhetas feitas com crianças, em várias locações. A primeira começa com crianças cantando o Hino Nacional. A segunda com crianças declamando: "Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá". E a terceira vinheta, uma criança pergunta: Quem descobr
Apresentação da Casa Xavante RI', construída nos jardins do Museu do Índio, pelo índios Xavante da aldeia Dom Bosco e Sangradouro em Mato Grosso. O índio Domingos Xavante fala sobre a moradia, suas regras e a importância da RI' na formação da família. Na
Diversas reportagens; 19/04/1997 - RJ TV / Globo / 00:01:27; 21/04/1997 - RB Rede Brasil / 00:02:00; 19/04/1997 - CNT Jornal / 00:04:00; 19/04/1997 - Jornal das dez / Globo News / 00:06:46; Reportagem da Globo (RJTV) sobre o Dia do Índio, e o que seria um
Encontros Culturais (Multirio - 16'43") - "500 anos" - Matéria sobre a exposição "Corpo e Alma Indígena", que faz parte das comemorações dos 500 anos do descobrimento e o Dia do Índio. O diretor do Museu do Índio, José Carlos Levinho concede entrevista ex
Construção da casa Wajãpi no jardim do Museu do Índio. Um índio Wajãpi fala em sua língua. O Diretor do Museu, José Carlos Levinho, conversa com os Wajãpi e familiares
GALLOIS, DominiqueRegistro do processo de construção de casa e roça Guarani nos jardins do Museu do Índio. Trabalho realizado pelos próprios Guarani do Estado do Rio de Janeiro, município de Angra dos Reis. Plantação de batata-doce, milho, aipim, coqueiro, cana-de-açúcar,
MOREIRA, Maria GorettiOficinas de treinamento realizada pelos técnicos da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, Fiocruz, Museu do Índio e Funasa, sobre DST/AIDS com índios Guarani M'bya, do Estado do Rio de Janeiro e São Paulo, nas aldeias de Bracuí, (RJ) Parati (RJ
MOREIRA, Maria GorettiReportagem no RJTV com o fotógrafo João Domingos Lamonica, a frente do laboratório do Museu do Índio. Sua paixão por fotografia começou quando ainda era muito jovem. Lamonica fotografou vários grupos indígenas, chegou a trabalhar com Rondon
Vídeo sobre um curso de cinema dado aos índios, durante o II Festival Latino Americano sobre os Povos Indígenas. Cenas de desfile militar, depoimentos de índios sobre a diferença entre os brancos na cidade e os índios nas aldeias, cenas externas no Rio de
Rede Rio (TVE) - A matéria comenta sobre um curso de língua Tupi Guarani realizado pela UERJ com alunos da Universidade. O curso foi ministrado pelo índio Guarani, Marcelo, no Museu do Índio. A matéria mostra a cozinha xinguana,e um site que ensina a líng
Debate no Shopping da Gávea, durante a Eco 92. O presidente da Funai, Sidney Possuelo, em seu depoimento fala sobre a situação dos índios brasileiros, demarcação de terra indígena sobre as áreas de fronteiras, onde estão localizados vários grupos indígena
Reportagem sobre as irregularidades com verba federal destinada as reformas do prédio do Museu do Índio, que não foram executadas. Reportagens veiculadas na TV Globo, no Dia do Índio (19/04/93), sobre a destruição do Museu do Índio. Na matéria aparece ima
Depoimentos de vários índios dentro do Curso de Etnia e História, realizado do auditório do Museu do Índio
19/04/2001 - Programa Livre / SBT / 53'54" - Entrevista cos índios Apurinã do Amazonas. A índia Apurinã Maria, faz uma bebida a base de banana, que o público prova e gosta. O índio Kuikuro Tabata também participa da entrevista e fala do povo xinguano. Mos
Diversas reportagens que abordam manifestações indígenas ocorridas no centro do Rio de Janeiro durante a realização da Rio+20 em junho de 2012
O que mais agrada neste livro é o estilo pitoresco do autor. Feito com ironia, fina escrita, observação delicada de pintor (que Biard foi), "Dois anos no Brasil" é obra que pode ser lida com o sabor dos melhores cronistas e, sem exagero, dos bons ficcionistas. O pintor Biard esteve entre nós em meados do século XIX. Teve cargos importantes como professor honorário da Academia Imperial de Belas-Artes e foi retratista de D. Pedro II e caricaturista. A prática da caricatura e do retrato deu-lhe argúcia crítica que, levada à escritura, transformou-se em acuidade para descrever hábitos e costumes dos brasileiros daquela época. A descrição dos motivos de sua vinda e a chegada na Baía de Guanabara poderiam figurar numa antologia literária. Auguste François Biard (1798-1882) viajou pelo Rio de Janeiro, embrenhou-se pelo Espírito Santo e, principalmente, pelo Amazonas. Aí relata, numa narrativa etnográfica interessantíssima, seu encontro com os índios, a natureza, as crenças, costumes e cultura indígena e brasileira dos anos em que viveu na nossa nação.
BIARD, Auguste FrançoisDuas vezes em meados do século XVI, o mercenário e arcabuzeiro alemão Hans Staden (1524-1576) aportou nas costas do recém-descoberto Brasil. A primeira, em 1549, passando por Pernambuco e pela Paraíba, e a segunda, em 1550, quando chegou na ilha de Santa Catarina, dirigindo-se posteriormente à capitania de São Vicente, no litoral sul do atual estado de São Paulo. Na segunda viagem, como viera a bordo de um navio espanhol, foi preso pelo governador-geral, o português Tomé de Sousa, e em seguida capturado pelos índios tamoios, inimigos dos tupiniquins e dos portugueses e aliados dos franceses. O jovem Staden viveu para contar o que viu: paisagens virgens, riquezas inexploradas e a prática ritual do canibalismo, do qual por muito pouco não foi vítima. O livro com o seu relato foi publicado em 1557, em Marburgo, Alemanha, ilustrado por xilogravuras anônimas (reproduzidas nesta edição) baseadas nas suas descrições, e imediatamente tornou-se um best-seller em toda Europa. Trata-se da mais acurada e impressionante descrição do banquete antropofágico? o festim canibal praticado pelos povos Tupi. É, também (junto à Carta de Pero Vaz de Caminha) umas das primeiríssimas reportagens realizadas sobre os povos que viviam no que viria a ser o Brasil
STADEN, HansHans Staden é figura quase lendária do século XVI, que escreveu sobre suas viagens ao Brasil, onde, convivendo com índios antropofagos, participou de "arrojadas aventuras". Historicamente, foi esse navegador o primeiro a deixar em forma de livro, para conhecimento dod pósteros, uma obra que o tornou secularmente célebre e que se fixou como uma das fontes mais autorizadas da etnografia sul-americana
STADEN, HansDocumentário sobre o cotidiano Guarani e sua luta pela demarcação da terra
MOREIRA, Maria GorettiDesrespeito dos brancos para com a cultura indígena. Referência à história de uma machadinha que desapareceu há muito tempo de sua tribo. Ele denuncia também, a construção de uma estrada de ferro que, provavelmente, passará em suas terras. No final da ent
A entrevista é sobre cultura indígena, demarcação de terras, descaso do governo, preservação de costumes. Participaram da entrevista o índio Kuikuru, Tabata e fala os problemas do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, do turismo ecológico, de garimpei
O índio Cláudio do grupo Apurinã do estado do Acre, participa de entrevista no programa sem censura da TV E. A entrevista é realizada com a jornalista Leda Nagle
O professor Ney Land concede entrevista ao Programa Realce da TV Corcovado. Ele fala sobre o Moitará, festa realizada entre os índios do Xingu, que é um comércio de troca, onde o dinheiro não entra. . Ele continua, falando dos índios Macuxi de Roraima, e
A antropóloga Sheila Sá entrevista o Silvio Teixeira de Andrade Dodsworth, ex-proprietário do prédio onde hoje é Museu do Índio. Ele conta como foi sua infância nessa casa. A entrevista se passa nos jardins do MI e também nas salas de exposição, onde ele
Entrevista com Professor Ney Land, que conta a história da transferência dos negativos de vidro do MI da Mata Machado, para o Museu do Índio de Botafogo. Entrevista do diretor do MI, José Carlos Levinho. Entrevista com Helena Severo, Secretária de Cultura
MOREIRA, Maria GorettiO vídeo mostra a exposição Tempo e Espaço na Amazônia, onde apresenta objetos, sons, imagens e conhecimentos que integram o patrimônio cultural deste povo indígena. Um patrimônio que inclui técnicas artesanais, estilos decorativos, e , sobretudo, modos de
Entrevistas no jardim do Museu do Índio com índios Latino Americanos, que vieram participar no Rio de Janeiro, do Festival de Cinema Latino Americano dos Povos Indígenas. Todos os entrevistados deram o seu depoimento sobre a situação dos índios e da relaç
NEWMANN, RenatoEste guia traz informações preliminares sobre os principais acervos arquivísticos localizados nas capitais do país. Inclui índices por nomes étnicos, locais geográficos e assuntos
MONTEIRO, John ManuelReedição dos 10 volumes publicados em Lisboa e Rio de Janeiro entre 1938 e 1950, trata-se de um rico manancial de informações e fontes para a história dos índios na América Portuguesa. Se a abordagem do autor pode parecer um tanto ultrapassada e tendenciosa, é inegável a sua grande contribuição ao transcrever inúmeros documentos (cartas, relatos detalhados, informes estatísticos, entre outros tipos) e ao elencar, um a um, os "escritores" jesuítas e seus escritos, fornecendo um precioso manual para pesquisas no Arquivo dos Jesuítas, na Biblioteca Pública de Évora e em várias outras instituições. Um CD-Rom com mapas e ilustrações acompanha os volumes impressos
LEITE, SerafimImportante obra de Frei Vicente do Salvador permite vislumbrar algo próximo do texto original, repleto de referências e narrativas a respeito de povos indígenas
SALVADOR, Vicente doO vídeo é sobre o Museu do Índio, quando foi fundado por Darcy Ribeiro. É a única instituição oficial no Brasil dedicada ao estudo das Culturas Indígenas. Mostra o casarão, do século XIX, situado em Botafogo, e o acervo que compõe a documentação do Museu.
Este trabalho enfoca de maneira particular a disputa pela terra em Mangaratiba, na Capitania do Rio de Janeiro, baseado em processos de litígio guardados no Arquivo Nacional. O aspecto mais interessante reside na disputa entre índios da aldeia de Mangaratiba, recuperando o papel de diferentes protagonistas indígenas na história fundiária da região. O texto inclui tabelas e mapas com detalhes importantes
ALVEAL, Carmen Margarida OliveiraO vídeo narra um pouco da história indígena brasileira e do Museu do Índio. Mostra imagens da exposição "Corpo e Alma Indígena". Comenta sobre a trajetória dos povos indígenas e sobre o acervo do Museu do Índio e de sua fundação. O diretor do Museu do Índ
Imagens da 1ª Conferência Estadual de Saúde Para os Povos Indígenas, realizado os dias 5, 6 e 7 de outubro de 1993. Organizado pelo Museu do Índio, Fundação Nacional da Saúde (FNS) e Fundação Oswaldo Cruz. Imagens da abertura do encontro, e imagens dos pa
Imagens do Museu do Índio, jardim, casa Xinguana, casa Guarani, cozinha Xinguana, crianças brincando no jardim, escolas visitando a exposição Corpo e Alma Indígena. Fachada do MI, interior da casa Xinguana, interior da casa Guarani. Loja Artíndia
O início da fita, imagens do piso do prédio central do museu e seus azulejos de época. Imagem dos índios Kuikuru, Tabata e seu filho Maricá do Xingu. Imagens de índios Krahô , crianças de escola em visita ao museu. Mãe indígena com criança no colo. Índio
Entrevista com liderança Krahô que nos conta sobre a organização do seu grupo e também da corrida de tora. O significado desse esporte, do ritual de passagem para a idade adulta, quando o homem já poderá se casar. Manda uma mensagem para jogador Ronaldinh
Índios Krahô cantando e dançando no Museu do Índio. Imagens também de crianças de escolas em visita ao museu. Na segunda parte do vídeo, os índios Krahô fazendo uma apresentação de dança no Teatro Carlos Gomes do Rio de Janeiro
O índio Kukrã, dando um acabamento na casa Xavante construída no jardim do museu, ele conversa com uma jornalista sobre sua vida, e mostra sua esposa grávida, uma índia Kayapó. Outra jornalista entrevista o índio Idajarruri Karajá. Em seguida o índio Kukr
Índios Terena do Grupo TÊ no Museu do Índio, apresentam uma dança que é inspirada na avestruz do Pantanal. É uma dança milenar da Nação Terena de Mato Grosso do Sul. Esta ave se cria em campinas e anda pelos sertões a dentro, tem pernas e pescoço muito co
Índios Wajãpi do Amapá construindo casa no Museu do Índio. O vídeo mostra também as peças etnográficas que farão parte da exposição a ser realizada em março de 2002
Índios Wajãpi do Amapá construindo casa no jardim do Museu do Índio. O vídeo também mostra peças que farão parte da exposição “Tempo e Espaço na Amazônia” a ser inaugurada em março de 2002. O Diretor do Museu do Índio, José Carlos Levinho, fala sobre a ex
O vídeo mostra os índios Wajãpi do Amapá, ambientando a casa Wajãpí, construída no jardim do Museu do Índio. Na inauguração da Exposição Tempo e Espaço na Amazônia, registro do discurso do diretor do Museu, José Carlos Levinho, do presidente da Funai, Glê
Reportagem do Rio Notícias que enfoca a informatização do acervo do Museu do Índio, do arquivo textual, das peças etnográficas, do acervo de imagem e da biblioteca Marechal Rondon. Imagens da exposição, da cozinha xinguana e do jardim do Museu do Índio. O
Trata-se de uma compilação das principais leis, decretos, provisões e outras peças de legislação referentes às populações indígenas. Acompanha uma excelente introdução aos principais temas da política e da legislação indigenista durante o Império
CUNHA, Manuela Carneiro da