Nesse trabalho, os professores indígenas do Acre, juntamente com seus alunos e assessores, procuram refletir sobre o conceito de História, sua importância para os povos indígenas, os processos de pesquisa e de construção do conhecimento histórico, o atual interesse pelo registro da história, antes narrada e transmitida oralmente, as várias interpretações e versões da história, o trabalho com a história em sala de aula, as relações entre a reflexão histórica e a valorização e o fortalecimento das identidades indígenas, e a contribuição dos povos indígenas para uma nova história regional e nacional
Rio Branco
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"Historinhas Indígenas da Floresta" é mais um livro didático criado pelos professores indígenas durante atividades de formação em magistério visando atender às necessidades dos alunos das suas escolas. O livro apoia o aprimoramento de competências linguístico-cognitivas gerais, promovendo o desenvolvimento da capacidade de compreensão e expressão de variados tipos de textos orais e escritos produzidos em línguas indígenas e em língua portuguesa.
Neste livro são reunidos vários registros de reflexões e informações dos professores formados pelo Programa de Educação <Uma Experiência de Autoria>. São registros que foram escritos em diários de classe, em cadernos de cursos, em folhas soltas de papel, e gravados em reuniões comunitárias, ou da OPIAC, em conversas informais e entrevistas
Sin títuloO texto e as atividades incluídos neste material didático de pós-alfabetização foram elaborados, em 1993, pelos professores-índios do Projeto de Autoria da CPI/AC, durante seu 12º Curso de Formação Pedagógica. A primeira parte deste material se destina a crianças e jovens que desejam ou têm que interagir com o "branco" em suas aldeias. A segunda parte visa atender as necessidades comunicativas de jovens e adultos de um modo geral mais influentes na língua-alvo, que precisam se expor a situações de contato com os "brancos" nas cidades
Shenibapu Miyui (História dos Antigos) resulta de um estudo minucioso realizado por um grupo de jovens professores kaxinawá sobre parte da memória oral de seu povo, autodenominado Huni Kui, Gente Verdadeira, destinado à construção do recente currículo bilíngue das suas escolas indígenas. Foi gravado, transcrito e escrito por eles mesmos, ao longo de sete anos, em Hãtxa Kui, sua Língua Verdadeira, e em sua segunda língua, o português, após pesquisa de campo em Terras Kaxinawá da Amazônia brasileira e peruana, junto aos parentes mais velhos, mestres da tradição.
Sin títuloO livro reúne um conjunto de textos e exercícios voltados à aquisição e ao desenvolvimento da língua portuguesa oral e escrita, tendo como conteúdoalguns temas que pertencem ao universo de interesses dos alunos e professores indígenas do Acre. Os textos e atividades didáticas incluídos neste material foram elaborados pelos professores indígenas que participam do programa de educação da Comissão Pró-índio do Acre na área de estudo das Líbguas Indígenas e do Português.
O Atlas apresenta parte de uma nova história da ocupação do espaço geográfico amazônicos pelas sociedades indígenas brasileiras. Sempre representados como parte do passado pelos autores de livros didáticos nacionais, os índios doAcre são aqui os narradores de sua própria história num tempo e espaço renovadamente presentes. Todos os textos e desenhos que compõem o material foram criados por professores em atividades didáticas nos cursos de formação na área de estudo da geografia indígena, integrante de seu currículo de magistério.
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