Raimundo Kulina, Benjamim Kulina, Arnaldo Filho Kulina e a equipe de museologia na Reserva Técnica das cerâmicas. Raimundo e Benjamim vestemtesteiras de miçangas e Arnaldo testeira de algodão. Raimundo veste um colar grande de miçangas e Benjamim veste dois colares pequenos também de miçangas. Benjamim está com a câmera na mão. A testeira de Raimundo é adornada com motivos coloridos da jararaca (ziki mekhene hanon); o colar é adornado com motivos coloridos de cobra do mato chamada zero makhani hanoni.
George MagaraiaReserva técnica
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Arnaldo filmando com celular as cerâmicas na reserva técnica do Museu do Índio. Ele está adornado com testeira de algodão colorida (Descrição dos pesquisadores indígenas: Arnaldo sapel Karí selula karinarílí. Ssíkí na atoni khide toraralí).
George MagaraiaArnaldo filma com celular as peças de cerâmica guajajara: canoas com pessoas remando.
George MagaraiaBenjamim Kulina, com chapéu de miçanga com motivos de jibóia (boria makha hanon), soprando hohori de cerâmica (da etnia Tukano) pintado com bonitos motivos não reconhecidos.
George MagaraiaBenjamim fazendo filmagem da visita à Reserva Técnica do Museu do Índio. Ele está ornamentado com testeira de miçanga, dois colares também de miçangas do tipo gargantilha e um relógio. Os colares têm pingentes, um com figura de beija-flor e outro de bonequinha. A testeira é adornada com motivos coloridos da jibóia (boriamakha hanon).
George MagaraiaBenjamim Kulina filma Raimundo Kulina, que vê peças de cerâmica guajajaras. Atrás dele, estão os vasos de cerâmica vermelhos do Xingu.
Benjamim está ornamentado com testeira de miçangas, dois colares também de miçangas do tipo gargantilha e um relógio. Os colares têm pingentes, um com figura de beija-flor e outro de bonequinha. A testeira é adornada com motivos coloridos da jibóia (boriamakha hanon).
Raimundo está ornamentado com testeira, colar e pulseira de miçangas. A testeira é adornada com motivos coloridos da jararaca (ziki mekhene hanon). O colar é adornado com motivos coloridos de cobra do mato chamada na língua kulina zero makhani hanoni (não foi possível identificar o nome em português). O motivo principal dos desenhos do colar são padrões kaxinawá, segundo os Kuliina. A pulseira é adornada com duas figuras de araras (waha).
Raimundo Kulina sopra heihei (buzina de rabo de tatu). De acordo com os Kulina, o heihei pinini (o cabo do heihei) está ornamentado com motivos de hidepe ori hanon (cobra do mato – não foi possível identificar a espécie). (Descrição dos pesquisadores indígenas: Raimodo reireiza rapponaralí. Tati sowiko.Banani Kari naralí).
George MagaraiaZezé e equipe de museologia do Museu do Índio pousam para foto com Arnaldo Kulina, Raimundo Kulina, Felipe Agostini Kulina e George. (Descrição feita pelos bolsistas indígenas: Amonere Museu do Índio kha Zezé Arnaldo Raímodo hiwi).
Benjamm KulinaMaria José e equipe de museologia pousam para foto na frente do Museu do Índio com Arnaldo Kulina, Raimundo Kulina, Benjamim Kulina e Hinawi (Felipe Agostini) depois da visita às reservas técnicas. Benjamim segura a câmera de vídeo.
George MagaraiaHe´ihe´i (buzina de rabo de tatu) deixado na porta da casa de Zakade, aldeia Santa Júlia.
Coletivo KulinaArnaldo Kulina (a esquerda) filma e tira fotos do espaço do museu com seu celular. Raimundo observa o espaço. Benjamim filma com a filmadora os colegas tomando conhecimento do espaço do Museu do Índio.
Felipe Agostini CerqueiraFabiana, da equipe de museologia, apresenta para Raimundo e Benjamim no computador o site do Museu do Índio e do Projeto de Documentação de Linguas e Culturas, bem como os blogs em construção de outras etnias ligadas ao projeto.
Arnaldo KulinaBenjamim Kulina, Raimundo Kulina e Arnaldo Kulina (da esquerda para a direita) estão a caminhodo Museu do Índio. Benjamim vai filmando a cidade durante o percurso, enquanto Arnaldo carrega os equipamentos. Os três vão bem vestidos e ornamentados com colares e testeiras para o início dos trabalhos.
Benjamim está ornamentado com testeira de miçangas, dois colares também de miçangas do tipo gargantilha e um relógio. Os colares têm pingentes, um com figura de beija-flor e outro de bonequinha. A testeira é adornada com motivos coloridos da jibóia (boriamakha hanon).
Raimundo está ornamentado com testeira, colar e pulseira de miçangas. A testeira é adornada com motivos coloridos da jararaca (ziki mekhene hanon). O colar é adornado com motivos coloridos de cobra do mato chamada na língua kulina ‘zero makhani hanoni’ (não foi possível identificar o nome em português). A pulseira é adornada com duas figuras de araras.
Arnaldo veste uma testeira de algodão.
Raimundo Kulina e Arnaldo Filho Kulina observando e escolhendo arcos e flechas de outros povos indígenas na reserva técnica do Museu do Índio. Raimodo Arnaldo. Boba ssissi kide tokerelaralí
George MagaraiaRaimundo Kulina colocando o cocar em sua cabeça. Outros cocares (tezeme) nas estantes da reserva técnica do Museu do Índio. As penas do cocar são de araras. (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimodo tezeme tatikaí ttalínaralí. Tezeme wanalí rali.
George MagaraiaRaimundo experimenta uma flauta do tipo pan. Os Kulina comentam que eles sabem fabricar tradicionalmente uma flauta deste tipo. Trata-se de uma flauta que vem acoplada a um instrumento musical chamado Teteko, muito utilizado nas festas de Koiza ou outros tipos de Ahie´e. O Teteko é um casco de jabuti que serve como um tipo de reco-reco, mas que o tocador acompanha assoprando uma flauta tipo pan com dois, três ou quatro tubos.
George MagaraiaRaimundo Kulina pega e observa cerâmica que parece uma bacia ou cesto (hepiri). Arnaldo, atrás observa.
George MagaraiaKaino, da aldeia Ipiranga Velha, vestindo um tezeme (cocar de penas de arara) durante reunião com todas as lideranças kulina do rio Purus, na aldeia Santa Júlia. Ele também está adornado com uma bandoleira tecida de algodão com desenhos e contas pretas, cinzas e brancas.
Coletivo KulinaRaimundo toma conhecimento da única peça de cerâmica kulina já inserida na Reserva Técnica. Trata-se de um hohori oriundo do alto purus, trazido para o acervo na década de 1970 pelo pesquisador Schwade.
George Magaraia