Religião indígena
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Auxilia na realização de uma evangelização junto aos índios Bororo, e a objetiva efetuar contatos de catequeses com outros grupos indígenas
UntitledNessa antologia o autor reuniu os mitos - histórias dos deuses, do mundo e dos homens. Destaca-se a linguagem de um desejo supra-humanidade, desejo de uma linguagem próxima daquela dos deuses - os sábios guaranis souberam inventar o esplendor solar das palavras dignas de serem dirigidas somente aos divinos
UntitledEste livro, escrito por um dos melhores etnólogos modernos, é uma obrigação para os especialistas, assim como leitores em geral interessados em obter uma visão profunda da cosmologia de índios da Amazônia. It provides the reader with a model for symbolic interpretation of rituals, myths, deities, astronomical cycles and everyday life aspects of the Desana, an ethnic indigenous group that lives near the Colombian Vaupés River. Ele oferece ao leitor um modelo de interpretação simbólica de rituais, mitos, deuses, ciclos astronômicos e aspectos da vida cotidiana do Desana, um grupo étnico indígena que vive perto do rio Vaupés colombiano. The author uses a linguistic approach to analyze the detailed interviews with his informants, who are acculturated shamans, whom describe to minimum detail the symbolic meaning of their spiritual and material culture. O autor usa uma abordagem lingüística para analisar as entrevistas detalhadas com seus informantes, que são aculturados xamãs, que descrevem a mínimos detalhes o significado simbólico de sua cultura material e espiritual. The index is very useful for research of particular themes. O índice é muito útil para a pesquisa de temas específicos
UntitledEm 1951 ocorreu um movimento messiânico entre os craôs do norte de Goiás, naquela parte que mais tarde viria a ser desmembrada para formar o estado do Tocantins. Em 1963 eclodiu um movimento semelhante entre os canelas do sul do Maranhão, falantes da mesma língua timbira e com a mesma orientação cultural. Apesar do intervalo de doze anos entre essas manifestações, elas vieram a cair no conhecimento dos etnólogos e outros não índios no mesmo ano de 1963. No caso canela, o etnólogo William Crocker veio a saber dele imediatamente após sua repressão, pois chegava para realizar mais uma etapa de pesquisa de campo. Também os brancos das vizinhanças da terra indígena logo sentiram que algo diferente estava acontecendo quando acometidos por uma intensificação da captura de gado que os levou ao confronto com os índios
UntitledO livro oferece importante contribuição para o entendimento do universo dos Guarani-Mbyá, índios que começaram a adquirir maior visibilidade pelas lutas que travam para assegurar pequenas áreas de terra que lhes permitam manter, pelo menos, parte do seu modo de vida. O autor mostra com maestria a dignidade desses índios, destacando sua visão de mundo, sua cosmologia e suas representações étnicas
UntitledAo longo do século XVI os colonizadores europeus se horrorizaram com um fenômeno religioso entre os tupis, a que chamaram santidade. Nela, em meio a danças, transes, cânticos e À fumaça inebriante do tabaco, os índios renovavam a peregrinação À Terra sem Mal - lugar mítico da felicidade eterna que buscavam no mundo terreno. Vasculhando documentação inquisitorial inédita sobre o culto indígena na fazenda de Jaguaripe (Bahia), Ronaldo Vainfas descobre na santidade uma idolatria insurgente, culturalmente híbrida, que ao mesmo tempo negava e incorporava valores da dominação colonial. Por meio de um texto apaixonado e instigante, o autor lança luz sobre uma nova e reveladora faceta da conquista da América portuguesa
UntitledA tese foca a interação do xamã indígena com o ambiente da metrópole onde se encontra, além de clientes, os grupos praticantes do denominado xamanismo urbano, ou neo-xamanismo - segmento peculiar do movimento Nova Era
UntitledPrêmio de melhor tese de doutorado no Concurso CNPq-ANPOCS de 2002, este livro oferece leituras instigantes de um vasto repertório documental. Dividido entre o século XVI e o XVII, entre o litoral e o sertão, entre os Tupi e os Kariri, entre a Antropologia e a História, o trabalho explora as múltiplas dimensões da tradução, não apenas no plano lingüístico como também (e sobretudo) no espaço do encontro entre horizontes cosmológicos distintos. Na primeira parte, ao refazer a trajetória do "profetismo tupi-guarani", a autora mostra a necessidade de reler as fontes à luz de uma crítica às leituras de outros estudiosos; na segunda, ao evocar a riqueza das missões do sertão nordestino, demonstra as possibilidades (e limites) do rico acervo de escritos missionários, que muito podem informar sobre a disputa entre índios e missionários em torno do poder simbólico
UntitledFruto subsidiário de uma pesquisa sobre o universo botânico dos Kaiowá, este livro reúne um grande número de cântigos, narrativas e depoimentos de índios enfocando sobretudo o tema da origem dos Kaiowá e de suas práticas culturais. Apesar de um índice temático abrangente, o livro é difícil de manusear e de apreciar. Há informações e perspectivas interessantes sobre a história dos Kaiowá, porém o organizador não deixa claro quem são os narradores, que ficam diluídos numa categoria geral de “informantes”. Ainda assim, conforme salienta Sílvia Carvalho na orelha do livro, a obra tem uma escala monumental que reflete a longa experiência do organizador entre os índios e, ademais, através da colaboração do tradutor Kaiowá Aniceto Ribeiro, a edição bilíngue contribui para colocar um material ao alcance de estudantes indígenas.
UntitledA dissertação acompanha a trajetória histórica de Atalaia, um aldeamento composto por índios Kaingang que teve sua concepção no governo da Capitania de São Paulo durante o processo de colonização dos Campos de Guarapuava na primeira metade do século XIX
UntitledAborda a maneira como os povos indígenas no Brasil têm incorporado, transformado ou rejeitado as diferentes formas do cristianismo durante sua longa história de contato com os missionários
UntitledFruto de uma longa vivência entre os Guarani em Mato Grosso do Sul e no Rio Grande do Sul, de uma densa pesquisa em documentos históricos do período colonial e de uma leitura criteriosa da etnologia referente à religiosidade Guarani, este livro se define, nas palavras da autora, "duplamente como uma teologia índia feita por uma teóloga cristã e como tradução de uma experiência religiosa indígena". Ao enfocar a maneira pela qual os índios cristãos têm permanecido "fiéis aos grandes valores de seu sistema cultural", a autora permite repensar a longa relação entre os Guarani e o cristianismo
UntitledVerifica porque um numeroso grupo da família dos Tupí-Cocama que vive nu Região de Nauta juntou-se a um movimento migratório fundado pelo profeta Francisco da Cruz em 1971
UntitledDescreve a festa em que cerca de cinqüenta Tupinambás simularam combates perante Catarina de Médicis e Henrique II em 1550
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