Dário, Zohe e Zakade pilam o shatha
João Onima KulinaProdocult
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Homens ajeitam os bastões escorados no chão e na barriga. Os bastões forçam a barriga dos homens fazendo vomitarem com eficiência. Grupo de moças busca mais koiza em suas panelas. Algumas mulheres ainda cantam. Não se ouve mais canto masculino.
João Onima KulinaRetrato posterior de quatro homens Bora com pintura corporal revelando grafismos (oonóva). Usam diademas de plumas, braceletes (túúkemi) e tapa-sexos (waáyu) de fibra vegetal. Um deles usa um colar de dentes de jaguar e dois usam cintos de couro industriais. Trata-se dos mesmos homens que aparecem em plano frontal na foto boa_1929_rdw_05. Desconhece-se seus nomes, a localização ou a data exata.
Robert de WavrinRetrato frontal de quatro homens Bora com pintura corporal revelando grafismos (oonóva). Usam diademas de plumas, braceletes (túúkemi) e tapa-sexos (waáyu) de fibra vegetal. Um deles usa um colar de dentes de jaguar e dois usam cintos de couro industriais. Desconhece-se seus nomes, a localização ou a data exata.
Robert de WavrinJorge Namari vomita com força tentando acertar grupo de meninas que passa. As mulheres voltam e buscam mais koiza para obrigarem os homens a beber. Marohe e Ruziniha passam com duas panelas grandes de koiza.
João Onima KulinaOmina sentado no branco segurando seu bastão e vomitando. Jorge Namari, escorado em seu bastão vomitando. Mulher dá uma panela de koiza para rapaz tomar. Haniha aparece em primeríssimo plano. Várias mulheres e moças dão panelas de koiza para vários homens e rapazes. Outras se debruçam sobre o bote de koiza para encher suas panelas. Haniha, encostada no bote, dá uma explicação, enquanto outras moças e meninas enchem as panelas de koiza. Muri, menino pequeno, se debruça sobre o bote e observa tudo. Mulher oferece koiza para um menino de colo. A mãe declina. A mulher fica brava, mas de brincadeira. Ela então dá koiza para meninos bem pequenos que estão junto de Muri. Muri foge. Ela oferece cantando. É Rihane, da aldeia Apuí. Outra menina chega para enchere a barriga do menino. Jorge vomita nelas. A buzina hohori recomeça a tocar.
João Onima KulinaBenedito senta no banco olhando para o rio enquanto sua mulher Joaninha desce em direção à cacimba.
João Onima KulinaHomem sentado em banco da casa.
João Onima KulinaJorge Namari se despede.
João Onima KulinaOs homens das várias canoas pescam com zagaia. É jogar e zagaia na água e trazer um peixe. Aparecem Dori e Chico pescando.
Benjamim KulinaHomem com adereços, pintado e com bastão para para mijar.
João Onima KulinaTécnica de pesca. Eduardo Castelo mergulha no rio Uneiuxi e nada até igapó em busca de tucunaré fisgado. Na sequência, seu filho Enock Castelo entra no rio para ajudá-lo. Ouvem-se vozes vindas da canoa, de crianças e de um jovem. Conversam em Nadëb sobre o sucesso da pescaria e sobre o tamanho do peixe fisgado. Eduardo fala que se trata de um filhote de tucunaré. Ao final do vídeo o pescador traz à tona o peixe fisgado, mostra para o pesquisador Nian Pissolati e o leva para a canoa. Adilson Melgueiro e Rosângela Castelo acondicionam o peixe. Não há tradução das falas para o português. Registro realizado na viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiPonto mito-histórico. Imagem em plano subjetivo, câmera afixada à cabeça de Eduardo Castelo. Eduardo mergulha no local chamado Wah'ëëh Makũũh Sah'ooh Babaëënh Hõm Paa Bä, que em tradução livre para o português significa Lugar Onde Está a Canoa dos Antigos. Eduardo filma todo o corpo de uma canoa submersa, da proa à popa. As canoas submersas são atribuídas ao grupo de Kanang Hyyh, narrativa que faz parte do ciclo mítico chamado Kanang Hyyh Makũũ Panyyg, em tradução literal História de Kanang Hyyh Makũũh.
Eduardo CasteloPonto mito-histórico. Imagem em plano subjetivo, câmera afixada à cabeça de Eduardo Castelo. Eduardo mergulha no local chamado Wah'ëëh Makũũh Sah'ooh Babaëënh Hõm Paa Bä, que em tradução livre para o português significa Lugar Onde Está a Canoa dos Antigos. Eduardo filma todo o corpo de uma canoa submersa, da proa à popa. As canoas submersas são atribuídas ao grupo de Kanang Hyyh, narrativa que faz parte do ciclo mítico chamado Kanang Hyyh Makũũ Panyyg, em tradução literal História de Kanang Hyyh Makũũh.
Eduardo CasteloPonto mito-histórico. Imagem em plano subjetivo, câmera afixada à cabeça de Eduardo Castelo. Eduardo mergulha no local chamado Wah'ëëh Makũũh Sah'ooh Babaëënh Hõm Paa Bä, que em tradução livre para o português significa Lugar Onde Está a Canoa dos Antigos. Eduardo filma todo o corpo de uma canoa submersa, da proa à popa. As canoas submersas são atribuídas ao grupo de Kanang Hyyh, narrativa que faz parte do ciclo mítico chamado Kanang Hyyh Makũũ Panyyg, em tradução literal História de Kanang Hyyh Makũũh.
Eduardo CasteloManoe, sentado na praia limpando os peixes.
Benjamim KulinaTécnicas de construção. Acampamento. Timóteo Castelo limpa peixes no segundo dia acampamento na paragem do igarapé Mohoja Kado Doo Hadoo, em tradução livre para o português: igarapé Cismado. A paragem está a poucos metros da cachoeira Awaën Bagä (Onde a cachoeira está deitada). Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiComunidade. Artesanato. Cleto Castelo extrai casca de cipó (s’yyb byyh) (espécie não identificada), utilizada para na fabricação de cestos cargueiros (paneiro aturá e outras cestarias). Início da fala em língua Nadëb, Cleto diz que os Nadëb chamam aquele vegetal de s’yyb (espécie de cipó). A sequência da fala é em português. Registro realizado durante trabalho de demarcação de área para abertura de roça de Cleto Castelo.
Nian PissolatiA mesma cena, agora vista de baixo, ao lado da construção. A telha pesada é levantada e encaixada com cuidado.
Benjamim KulinaDois operários não indígenas estão no alto da estrutura do telhado para receber a telha que será levantada por dois operários não indígenas do lado de baixo. A cena é vista de cima do telhado.
Benjamim KulinaComunidade. Roça. Registro do trabalho de delimitação da área em que será aberta uma nova roça por Cleto Castelo. No início do vídeo o pesquisador Nian Pissolati pergunta na língua Nadëb para Cleto Castelo se uma fruta avistada anteriormente na mata (não identificada no vídeo) é comestível. O indígena afirma que sim. A partir de 00:01:18 Cleto indica e explica, primeiramente na língua Nadëb, em seguida em português, que ali passa um caminho antigo para a roça de Pedro Borracha, que atualmente vive na comunidade de São Joaquim (rio Japurá). Na sequência do vídeo Cleto fala sobre a localização de outras roças, em português.
Nian PissolatiJorge Namari vestido com saia de zikhi e Tsauri vestido com chapéu de miolo de aricuri se aproximam do terreiro. Eles assistem cada um em seu celular a gravações feitas na noite anterior, quando dançaram até o amanhecer. João Onima comenta.
João Onima KulinaHomem com duas crianças no colo pousa para foto. João Onima narra quem são.
João Onima KulinaHomem carrega balde de peixes no terreiro de Buaçu. Panorâmica pela aldeia.
Benjamim KulinaHomens amassam o shatha na canoa, lá embaixo, na praia de Buaçu. Benjamim narra e comenta.
Benjamim KulinaHomem (Alejandro Teteye) trazendo lenha na preparação do ritual de Ujcutso em razão da troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia. Nome dos participantes da cena: Alejandro Teteye (Bebe)
Maria Luísa LucasJorge Namari estão com o rosto pintado de urucum e tsuetsue (violeta gensiana) e usa saia de embira.
João Onima KulinaLabel original: 00433.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00426.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00424.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00432.MTS
Coletivo KrahôLabel original: descascando_fazendo artesanato 3.MTS
Coletivo KrahôLabel original: descascando_fazendo artesanato.MTS
Coletivo KrahôLabel original: descascando_fazendo artesanato2.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00427.MTS
Coletivo KrahôLabel original: 00436.MTS
Coletivo KrahôOs Kulina conhecem a única peça de cerâmica kulina inserida na Reserva. Eles especulam sobre quem seria a artesã. Esta peça é um pequeno hohori. Ela foi coletada para o Museu do Índio pelo pesquisador responsável no ano de 2012, na aldeia Ipiranga Velha - como bem lembraram os Kulina.
Benjamim KulinaFelipe e Arnaldo testam um vaso maior como buzina. Arnaldo acha que pode ser este maior o escolhido como exemplar de buzina. Arnaldo explica que o pessoal faz uma amarração para trazer o vaso pendurado ao pescoço para tocar nas festas. Arnaldo afirma que este tipo de vaso é feito apenas para tocar mesmo.
Benjamim KulinaAmarildo Tupinikim entrevista Seu Felício, um dos homens mais velhos da aldeia Caieira Velha, falando sobre os "tempos antigos"
Alessandra TostaAmarildo Tupinikim entrevista seu pai, Manoel Pinto, o homem mais velhos da aldeia Caieira Velha, falando sobre sua história de vida e sobre os "tempos antigos"
Participantes: Dona Preta (filha)
Amarildo Tupinikim entrevista Dona Zulmira, uma das mulheres mais velhas da aldeia Caieira Velha que fala sobre os "tempos antigos"
Alessandra TostaAmarildo Tupinikim entrevista seu pai, Manoel Pinto, o homem mais velhos da aldeia Caieira Velha, falando sobre sua história de vida e sobre os "tempos antigos"
Participantes: Dona Preta (filha)
Amarildo Tupinikim entrevista Seu Felício, um dos homens mais velhos da aldeia Caieira Velha, falando sobre os "tempos antigos"
Alessandra TostaAmarildo Tupinikim entrevista Dona Zulmira, uma das mulheres mais velhas da aldeia Caieira Velha que fala sobre os "tempos antigos"
Alessandra TostaAmarildo Tupinikim entrevista seu pai, Manoel Pinto, o homem mais velhos da aldeia Caieira Velha, falando sobre sua história de vida e sobre os "tempos antigos"
Participantes: Dona Preta (filha)
Amarildo Tupinikim entrevista o cacique Manoel dos Santos, que fala sobre sua história de vida e sobre sua primeira experiência como cacique
Alessandra TostaAmarildo Tupinikim entrevista o cacique Manoel dos Santos, que fala sobre sua história de vida e sobre sua primeira experiência como cacique
Alessandra TostaEnrique e Santiago contam história de migração dos Miranha para o Brasil. Participantes: Enrique Teteye, Santiago Meicuaco, Maria Luísa Lucas, Gersino Farias.
Lionel RossiniLabel original: IMG_2128
Coletivo KalapaloLabel original: IMG_0963
Marina Pereira Novo00:00:00 até 00:00:12 - Imagem da concha usada para raspar madeira (hikuanga)
00:00:12 até 00:01:01 - Pilão de mão - Ulehe limando pilão de mão
Arnaldo fala que é utilizado o Ralador para fazer a farinha: Heheki. Raimundo afirma que se fala do Heheki nas estórias míticas ou que existe uma estória mítica sobre a origem do Heheki.
Benjamim KulinaInformações da etnohistória parakanã, por Carlos Fausto
Paulo BüllConversa com Lux Vidal sobre a etnohistória Parakanã, segunda parte
Paulo BüllAtividade de qualificação do acervo pessoal de João Paulo Vieira Filho, parte 2
Paulo BüllAtividade de qualificação do acervo pessoal de João Paulo Vieira Filho, parte 3
Paulo BüllÉ uma narrativa contada pelo ancião Mário Marques, que é membro da comunidade de Santo Atanásio (Tṍh Hayám), localizada no igarapé Japú, e membro do clã Paç Ya’ám Tẽ̀h ĩh, “Filho da Pedra da Onça”. A gravação foi realizada à noite na comunidade de Santa Rosa, depois da reunião de anuência (29/10/2019), que contou com lideranças de outras comunidades Hupd’äh da região do igarapé Japú e Cabari. Ao fundo, os Hupd’äh conversam enquanto preparam o ipadu (pilão batendo as folhas secas de coca). Hat Wã́ foi traduzido pelos Hupd´äh, ainda que de modo não assertivo, como “jacaré-açu”.
Bruno Ribeiro MarquesHaniha é surpreendida pelo filmador se banhando no balde da casa. Ela finge que vai jogar água no filmador, que é seu cunhado. Ela está brava.
Benjamim KulinaHaja olhando câmera
Tauana KalapaloHaja (fotógrafo e cinegrafista) comendo pipoca com suco
Tauana KalapaloHaja chegando à oficina, acompanhado de jovens
Coletivo KalapaloHaihua explica as razões que levaram ao atraso no início da oficina de fabricação do pilão
Tauana KalapaloLabel original: IMG_1041
Marina Pereira NovoHaihua observando o trabalho
Tauana KalapaloOficina de Capacitação em Documentação Fotográfica e Registro de História Oral – Grupo IV – Coordenador e pesquisadora com o grupo.
Moekoma AraraA equipe de museologia guarda as peças de miçanga e encerra a qualificação do acervo Kulina existente no Museu do Índio.
Benjamim KulinaGuarani Rio Grande do Sul
Celso Renato Martins MaldosGuarani Rio de Janeiro
Celso Renato Martins MaldosGuarani Rio de Janeiro
Celso Renato Martins MaldosGuarani Mbya
Celso Renato Martins MaldosGuarani Mbya
Celso Renato Martins MaldosGuarani Mbya
Celso Renato Martins MaldosGuarani Mbya
Celso Renato Martins MaldosGuarani Kaiowá
Celso Renato Martins MaldosGuarani
Celso Renato Martins MaldosGuamu (apelido) /Alejandro Mijo toca manguaré na véspera do ritual (madrugada) Ujcutso em razão da troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia. Nome dos participantes da cena: “Guamu”.
Maria Luísa LucasIndígena que estava vendendo artesanato na porta do Museu tira foto de todo o grupo na porta do Museu do Índio.
Benjamim KulinaKubiu explica que saindo do caminho naquele ponto, seguindo em determinada direção, bem próximo Zakaria vai achar o hihiti madoni.
Benjamim KulinaAmérico Socot na frente e grupo Hupd´äh enfileirado, cruzando a floresta no segundo dia de caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosGrupo de takuaga, uma festa aprendida pelos Kalapalo com os Bakairi
Marina Pereira NovoGrupo de takuaga, uma festa aprendida pelos Kalapalo com os Bakairi
Marina Pereira NovoGrupo de mulheres toma o caminho da escola, que chega ao terreiro da aldeia. Elas caminham e cantam. A sua frente, Haniha vem urrando e trotando estranhamente. Da escola, algumas meninas e crianças assistem ao grupo das mulheres cantando. Haniha observa seu grupo, depois o segue.
Maria Yndera Waidor KulinaGrupo de mulheres sai para passear. Zupira, sua filha e netas vão pela varação que leva até o outro lado da aldeia. João Onima comenta que elas estão indo patsia de, isto é, passear.
João Onima KulinaGrupo de mulheres entra no terreiro cantando e dançando no passinho de trote, em formação de manada, com os braços dados. Os homens dançam em roda no terreiro, já com as panelas nas mãos. Jorge Namari filma com seu celular. Maria narra e explica o que está acontecendo. Ela toma o ponto de vista do bote. O grupo de mulheres passa tangenciando a roda dos homens e segue até o final do terreiro. Elas circundam o terreiro. Algumas mulheres, também adornadas, seguem atrás do grupo. A buzina hohori se faz ouvir.
Maria Yndera Waidor KulinaGrupo de mulheres chega na rua principal da aldeia. Elas caminham e cantam. Ao chegar, elas param de cantar. Ouve-se o som da buzina hohori. No terreiro da aldeia, os homens cantam em roda, à frente do bote de koiza. O grupo de mulheres começa a dançar, com o passinho trotado típico de quase todas as danças kulina. Então começam a cantar também.
Maria Yndera Waidor KulinaGrupo de mulheres chega dançando em formação de manada, com os braços dados em várias fileiras e com o passinho trotado típico de quase todas as danças kulina. Elas também cantam. Jorge Namari as recebe filmando com seu celular. Os homens cantam e dançam em roda ao lado do bote de koiza.
Maria Yndera Waidor KulinaGrupo de mulheres atravessa o bihini. Elas vem caminhando e cantando. Ouve-se uma buzina hohori. Maria narra e comenta.
Maria Yndera Waidor KulinaIrmão de Davi - ribeirinho não indígena - e operários madiha, o filho de Davi e Ore (da aldeia Ipiranga Velha) cobrem as paredes já levantadas espraiando água com cimento.
Benjamim KulinaGrupo de homens toma o caminho que liga a fileira de traz de casas ao terreiro principal da aldeia. As crianças vem na frente, dos lados e atrás. Eles caminham e conversam, mas mantém a formação. A primeira fila de braços dados.
João Onima KulinaGrupo de homens segue cantando e dançando percorrendo a aldeia. Homens e crianças dispersos vão atrás. São oito horas da manhã, informa João Onima.
João Onima KulinaGrupo de homen se encaminha para a aldeia. Um imita o andar torto de um animal. Eles organizam uma roda no fundo do campo.
João Onima KulinaGrupo de homens chega à rua da fileira principal de casas de Santa Júlia. Eles se encaminham, em formação, para o terreiro da aldeia. Embora não estejam dançando, eles recomeçam a cantar. Ouve-se ao fundo o canto do grupo de mulheres, que está a sua espera no terreiro da aldeia. As crianças (meninos) continuam ao redor do grupo de homens. Alguns meninos sopram a buzina hohori.
João Onima KulinaGrupos de homens percorrerm a aldeia, dançando e cantando. Homens e crianças os acompanham caminhando. Ao final, Zakade e sua filhinha Najara.
João Onima KulinaGrupo de homens percorre a aldeia dançando e cantando. As crianças (meninos), com adereços de cabeça, pintadas e com saias e bastões vem a frente. Atrás, outros homens e adolescentes caminham apenas acompanhando os dançarinos.
João Onima KulinaGrupo de homens em forma de manada passa pela câmera na fileira de casas do fundo da aldeia. Eles passam dançando e cantando, pelo menos as duas primeiras fileiras de homens. Aos fundos do grupo vem outros homens adereçados e pintados caminhando. Crianças sopram o hohori. João Onima comenta.
João Onima KulinaDepois de circundar o terreiro, em silêncio, grupo de homens entra dançando e cantando. As mulheres cantam e dançam em roda, enquanto os homens tangenciam sua roda, também cantando e dançando. As mulheres tem as mãos dadas em roda. E os homens dão-se os braços, passando em forma de manada.
João Onima KulinaGrupo de homens em forma de manada vem pelo caminho da fileira de casas dos fundos da aldeia. Eles vem dançando e cantando. Crianças sopram a buzina hohori. João Onima narra e comenta.
João Onima KulinaGrupo de homens adornados e pintados para o ritual caminha pela aldeia e conversa, mas permanece em posição. A primeira fila permanece de braços dados, todos carregando seus bastões. As crianças acompanham, também adornadas.
João Onima KulinaGrupo de homens atravesa o bihini que separa as duas principais fileiras de casa de Santa Júlia
João Onima Kulina