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              12721 Descrição arquivística resultados para Prodocult

              12721 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-TPK_CMI_FOT_20150603_74 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Patrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho, ministrada pelas museólogas Maria José Sardella e Fabiana Vasconcelos

              Alessandra Tosta
              Lino na proa 3
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20180513_LR_112 · Item · 2018
              Parte de Arquivístico

              Volta para casa. Lino na proa chegando em casa. Participante: LM.

              Lionel Rossini
              Lino na proa 3
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20180513_LR_111 · Item · 2018
              Parte de Arquivístico

              Volta para casa. Lino na proa, no furo. Participante: LM.

              Lionel Rossini
              Lino na proa 2
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20180513_LR_110 · Item · 2018
              Parte de Arquivístico

              Volta para casa. Lino na proa, com neblina. Participante: LM.

              Lionel Rossini
              Lino na proa 1
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20180513_LR_109 · Item · 2018
              Parte de Arquivístico

              Volta para casa. Lino na proa, com neblina. Participante: LM.

              Lionel Rossini
              Limpeza da caça (paca)
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-DAW_20171229_KAO_01 · Item · 2017
              Parte de Arquivístico

              Preparação da caça (paca), Sitio Jará, Rio Curicuriari, Jair Araújo.

              Karolin Obert
              Limpeza da caça no igarapé
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-DAW_20171119_KAO_05 · Item · 2017
              Parte de Arquivístico

              Limpeza da caça na beira do igarapé Inebo, Brasilino Mendes, Roberto e Kleber Sanches, acampamento do igarapé Inebo.

              Karolin Obert
              Limpeza da caça no igarapé
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-DAW_20171119_KAO_06 · Item · 2017
              Parte de Arquivístico

              Roberto Sanches limpa caça no igarapé Inebo, auxiliado por Brasilino Mendes, Kleber Sanches (filho de Roberto) observa. Acampamento do igarapé Inebo.

              Karolin Obert
              Limpeza da base do pilão
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141106_094 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Ulehe raspando interior da base do pilão depois de queimada

              Tauana Kalapalo
              Limpeza da base do pilão
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141106_095 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Ulehe raspando interior da base do pilão depois de queimada

              Tauana Kalapalo
              Limpeza da base do pilão
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141106_096 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Ulehe raspando interior da base do pilão depois de queimada

              Tauana Kalapalo
              Limpeza da base do pilão
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141106_097 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Ulehe raspando interior da base do pilão depois de queimada, enquanto fala sobre as transformações nos modos de produção de polvilho

              Tauana Kalapalo
              Limpeza da base do pilão
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141106_098 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Homens derrubam bases dos pilões para Ulehe raspar seu interior depois de queimada

              Tauana Kalapalo
              Limpeza da base do pilão
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141106_099 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Ulehe raspando interior da base do pilão depois de queimada

              Tauana Kalapalo
              Limpando a carne do casco do jabuti
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_016 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              João Ikobo limpando com a faca a carne do casco do jabuti. Komizi está sentado um pouco acima de João, na beirada da cozinha. Komizi apresenta Zohari Kulina, o macaco-preto (macaco aranha) adotado pela família de João Ikobo.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_01A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_01B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_10 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_11 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_08 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_02A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_07 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_09 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_02 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_02B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              Liderança Osmar Carlos da Silva toma uma cuia de caxiri
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-YEK_20190807_JC_08 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Liderança Osmar Carlos da Silva toma uma cuia de caxiri (yadaake) durante a reunião final. Oficina de documentação de cantos ye’kwana, aldeia Fuduuwaadunnha, Terra Indígena Yanomami, Roraima.

              José Cury
              Lenha
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20180510_LR_14 · Item · 2018
              Parte de Arquivístico

              Santiago Meicuaco tora lenha. Participante: Santigo Meicuaco.

              Lionel Rossini
              Lanche no Aeroporto 2
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20180507_LR_16 · Item · 2018
              Parte de Arquivístico

              Lanche no aeroporto antes de viagem a La Chorrera. Participantes: Meli Kuguao, Maria Luísa Lucas, José Cândido Ferreira, Lionel Rossini, Lino Pereira, Gersino Farias, Nelsa Benigno, Assis Cavalcanti e Sara Miranha.

              Lionel Rossini
              Lanche no Aeroporto 1
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20180507_LR_15 · Item · 2018
              Parte de Arquivístico

              Lanche no aeroporto antes de viagem a La Chorrera. Participantes: Meli Kuguao, Maria Luísa Lucas, José Cândido Ferreira, Lionel Rossini, Lino Pereira, Gersino Farias, Nelsa Benigno, Assis Cavalcanti e Sara Miranha.

              Lionel Rossini
              Lanche
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141105_097 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Haihua comendo pipoca ao lado de Juaikumã

              Tauana Kalapalo
              Lamparina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20180516_LR_43 · Item · 2018
              Parte de Arquivístico

              Homem acende lamparina na maloca.

              Lionel Rossini
              Lago de leite
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-HUP_20191202_DPR_11 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              Lago de Leite - Pùd Dëh Móh – registro realizado no terceiro dia de viagem.

              Danilo Paiva Ramos
              La Chorrera 4
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20180519_LR_84 · Item · 2018
              Parte de Arquivístico

              Imagens do povoado, na rua principal.

              Lionel Rossini
              La Chorrera 3
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20180519_LR_83 · Item · 2018
              Parte de Arquivístico

              Imagens do povoado, no porto. Aparece um homem bêbado.

              Lionel Rossini
              La Chorrera 2
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20180519_LR_82 · Item · 2018
              Parte de Arquivístico

              Imagens do povoado, no caminho para casa.

              Lionel Rossini
              La Chorrera 1
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BOA_20180519_LR_81 · Item · 2018
              Parte de Arquivístico

              Imagens do povoado, no caminho para casa.

              Lionel Rossini
              Kupixá asui peé itá – A roça e seus caminhos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-BWI_20190220_FBF-JBB_01 · Item · 2019
              Parte de Arquivístico

              O filme conta a rotina da minha família, nessa relação entre comunidade e sítios, entre rios, igarapés e trilhas. Aborda o cotidiano das famílias da comunidade, os aprendizados do dia a dia, os trabalhos na roça e a nossa relação com os nossos animais de estimação. Mas o filme relata a nossa vida e os nossos caminhos.

              Francineia Bitencourt Fontes
              Kuõgo plantando milho
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141029_12 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kuõgo plantando sementes de milho

              Tauana Kalapalo
              Kuõgo plantando milho
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141029_13 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              00:00:00 até 00:00:22 - Kuõgo plantando sementes de milho
              00:00:22 até 00:00:44 - Tahija chegando à roça
              00:00:44 até 00:01:01 - Trabalho na roça de milho - Tahija abrindo buracos no solo com enxada e Kuõgo plantando sementes de milho

              Tauana Kalapalo
              Kuõgo abrindo o saco com espigas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141029_11 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              00:00:00 até 00:00:22 - Kuõgo abrindo o saco com espigas
              00:00:22 até 00:02:02 - Kuõgo e Tafukumã descascando espigas

              Tauana Kalapalo
              Kubiu tocando o Hihiti
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_068 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu toca o arco de boca Hihiti.

              Benjamim Kulina
              Kubiu tirando a polpa de um arco
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_020 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu, em meio ao roçado novo de bananas e outros produtos, esculpindo um arco Hihiti, tirando a polpa do arco. Atrás, Joaquim descansa. Ele testa se o arco já está envergando o suficiente.

              Benjamim Kulina
              Kubiu tira o excesso de resina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_027 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu corta tirando o excesso de resina da flauta. Zakaria também trabalha na fabricação de uma flauta. Kubiu ajeita com a faca, a resina que acabou de colocar.

              Benjamim Kulina
              Kubiu também trabalha em um Hihiti
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_016 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu também trabalha esculpindo um arco de Hihiti.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_082 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu se pendura na ribanceira para tirar um pedaço de zumi que lhe pareceu apropriado. A imagem está sem som (verificar se é apenas o dvd ou se a imagem foi realmente feita sem som). Kubiu prepara mais um pedaço que servirá para a fabricação do totore.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_010 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu mostra os pedaços de zumi que tirou no dia anterior e o pedaço de resina endurecida que usará para fabricar as flautas. Ele explica quais os procedimentos que serão necessários para a fabricação do Totore. Khibori passa carregando nas costas um shapoto e seu filho pequeno.

              Benjamim Kulina
              Kubiu guarda os pedaços que tira
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_081 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu ajunta e guarda os pedaços de zumi que vai tirado.

              Benjamim Kulina
              Kubiu faz os furos na resina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_021 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu faz os furos na resina. Enquanto isso, eles ensinam como pode ser feita a restauração da flauta, com muza, a resina. Esquenta, ele fica mole e dá para moldar, abrindo novamente o furo e deixando-a reta.

              Benjamim Kulina
              Kubiu esculpindo o arco
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_023 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu esculpe o arco, tirando a polpa. Ele usa belos colares de miçanga, uma bandoleira de algodão e um chapéu, também de algodão.

              Benjamim Kulina
              Kubiu esculpe o arco enquanto narra estórias do Hihiti
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_026 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu esculpe o arco do Hihiti enquanto narra estórias sobre o Hihiti - fala dos tempos do centro. Da mata ouvimos barulhos fortes de bichos, pássaros e outros barulhos. Komizi está sumido. Ele fala também um pouco sobre as sessões de ayahuasca, ocasiões preferenciais em que o Hihiti é tocado, e dos poderes da ayahuasca, de cura de zama kuma, etc.

              Benjamim Kulina
              Kubiu e Zakaria fabricam o Totore
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_017 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu esculpe o pauzinho que vai deixar em brasa para fazer os furos da flauta. Zakaria ajeita uma outra flauta. Komizi e os outros conversam.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_022 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu e Zakaria fabricam a flauta. Enquanto isso, Komizi encontra um couro de maracajá, kahawiri em língua kulina. Komizi veste o couro de maracajá e brinca de bicho bravo, fora de cena. Finalmente ele aprece, agachado com o couro de maracajá. Os fabricantes de totore ficam fora de cena. O maracajá ataca um dos artesãos e o morde. Ele ataca o outro artesão, tira uma substância xamânica de sua barriga e coloca nas costas dele, Kubiu. Depois ele o morde. Kubiu grita desesperado. O maracajá foge na chuva. Joaquim dá gargalhada e o maracajá some na chuva.

              Benjamim Kulina
              Kubiu e Zakaria fabricam a flauta e as mulheres conversam
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_015 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Enquanto Kubiu e Zakaria fazem os furos das flautas totore, as mulheres se aproxima, conversam e observam o trabalho. Mulheres, moças e meninas se amontoam na varanda da casa. Eles conversam.

              Benjamim Kulina
              Kubiu desce a ribanceira
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_083 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu desce a ribanceira. A imagem continua sem som. Kubiu some no meio do mato e Komizi entra em cena, tirando um pedaço de folha de bananeira brava para servir de projétil para ele brincar de soprar com os dori hahapo. Ele traz os hahapo embaixo do braço.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_030 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu com um arco quase pronto na mão canta cantos de rami. Muito belos e fortes os cantos de rami. Joaquim entra no quadro e coloca o gravador de voz perto do rosto de Kubiu. Em determinado ponto, ouvimos ao fundo do canto de Kubiu, os sons da flauta Boborara de Komizi. Ele continua esculpindo o arco enquanto canta.

              Benjamim Kulina
              Kubiu chega em casa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_008 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu passa pela casa de sua filha, sua esposa está fazendo um fogo na varanda. Ele então chega a sua casa. Komizi comenta que Kubiu é pajé, pajé rami kha (isto é, de ayahuasca).

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_019 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu abano o fogo com a ajuda do kakade (abano) para aumentar as brasas. Ele então aquece a sua resina (que é em forma de um pedaço de pau de 30 cm). Ele tira um pequeno pedaço da resina, amassa nas mãos e esquenta no fogo, amassando novamente. Então ele enrola, molda e coloca na extremidade da flauta.

              Benjamim Kulina
              Kubiu aquece a flauta que produziu, tirando sons dela
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_028 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu toca o Totore na varanda da casa de sua filha, Marohe. Komizi também fabricou uma pequena flauta totore que se quebrou. A filha mais nova de Kubiu observa o pai tocando. Sua esposa também chega na varanda para observar a oficina. Zakaria apenas segura a flauta que fez. Ele assopra, sem tocar. Joaquim se aproxima para registrar com o gravador de voz. Zakaria faz pequenos sopros enquanto Kubiu toca a flauta. Komizi toca ao fundo sua flautinha ao mesmo tempo que Kubiu.

              Benjamim Kulina
              Kubiu ajeita mais resina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_026 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu ajeita mais resina nas flauta Totore. Esquenta, amolece, amassa e depois anexa na extremidade da flauta. Em seguida ele molda a resina na extremidade.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_023 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Com um toco de pau em brasa, Kubiu queima, abrindo os furos da flauta. Zakaria afia o pequeno terçado. Kubiu fura com a lasca de taboca a extremidade de resina da flauta. Os Homens comentam que o espírito está chegando.

              Benjamim Kulina
              Kubiu abre caminho fechado da varação
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_044 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu desbasta e abre o caminho fechado de tabocas da varação por onde chegaremos até o totore e o hihiti madoni.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_011 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Koshi, da aldeia Tocandeira (a um ano sua família morava no Estirão, divisa de Peru e Brasil, já no lado peruano), vestido com roupa de futebol e com rosto pintado de violeta. Benjamim conversa com ele enquanto filma. Outras pessoas entram na conversa. Ao lado, Ikobo esculpe os tubos da flauta do Teteko. João Ikobo me explica que Koshi, seu cunhado, é pajé. Zupira traz um biscoito para Koshi. João Onima mostra a foto para ele. Zupira se senta ao lado de Koshi para uma foto. A irmã de Koshi também se senta ao lado dele para ver a foto que João vem lhe mostrar. Eles se ajeitam para tirar uma foto. João Ikobo tira o primeiro som do tubo da flauta.

              Benjamim Kulina
              Komizi, Kubiu e homem de Tocandeira brincando
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_033 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Zakaria e home de Tocandeira esfregam as costas de Komizi. Eles encontram um caroço. Zakaria brinca com a faca, sugerindo que vai arrancá-lo com ela. Todos riem.

              Benjamim Kulina
              Komizi volta a cantar enquanto esculpe nova flauta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_048 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi volta a cantar enquanto esculpe nova flauta. Ele bate com a faca no lugar em que fará o furo da boca. Enquanto ele canta, alguém tenta tocar o instrumento.

              Benjamim Kulina
              Komizi trabalhando em nova flauta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_055 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi trabalhando em nova flauta enquanto canta canto de Boborara.

              Benjamim Kulina
              Komizi tocando a flauta Boborara escondido no mato
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_029 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi toca a flauta Boborara (que acabou de produzir) escondido no meio das folhagens. Não dá para ouvir direito. Ouve-se a estória narrada por Zakaria.

              Benjamim Kulina
              Komizi testa duas flautas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_056 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi testa duas flautas e ao fim, joga uma pois percebe que ela não está prestando. Toma novo pedaço de zumi para confeccionar uma nova.

              Benjamim Kulina
              Komizi testa as tabocas que encontra no caminho
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_023 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi testa as tabocas que encontramos no caminho para ver se há algum pedaço que serve para a criação da flauta Boborara. Zumi é o nome da taboca em kulina. Komizi explica que quando o zumi está muito verde, a flauta racha muito.

              Benjamim Kulina
              Komizi prepara um novo zumi para fazer Boborara
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_047 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi corta novo pedaço de zumi (taboca) que servirá para confeccionar nova flauta. Benjamim comenta sobre o processo de confecção da flauta - de acordo com o que aprendeu hoje.

              Benjamim Kulina
              Komizi medindo a altura dos dedos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_039 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi mede a altura dos dedos onde ele fará os furos.

              Benjamim Kulina
              Komizi limpa o chão no meio do roçado de bananas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_028 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi limpa com o terçado o chão no meio do roçado de bananas onde ficará para produzir as flautas Boborara. João Onima se aproxima e deixa um caderno.

              Benjamim Kulina
              Komizi faz os furos da nova flauta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_050 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi faz os furos da nova flauta enquanto canta. Ele faz a decoração do Boborara, enquanto canta.

              Benjamim Kulina
              Komizi faz desenhos na flauta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_061 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi desenha, com a faca, uma outra flauta Boborara.

              Benjamim Kulina
              Komizi experimenta o som da flauta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_043 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi experimenta o som da flauta e continua sua confecção. Benjamim faz um comentário sobre o Boborara. Joaquim continua a confecção do chapéu, enquanto Komizi volta a experimentar a flauta. Finalmente, Joaquim coloca o chapéu na cabeça de Komizi, que toca a flauta.

              Benjamim Kulina
              Komizi experimenta a nova flauta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_049 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi toca a flauta que acabou de confeccionar. Ela é feita com zumi verde. Depois de tocar, Komizi explica que o canto do Boborara é também de Ahie´e e então canta um canto idêntico ao que saiu da flauta. E então volta a tocar a flauta, mostrando que a flauta canta como a gente canta. Joaquim ri.

              Benjamim Kulina
              Komizi esculpe a flauta Boborara
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_030 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi esculpe a flauta Boborara enquanto canta um canto de Boborara.

              Benjamim Kulina
              Komizi esculpe a flauta Boborara
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_031 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi esculpe a flauta Boborara enquanto canta um canto. Ele está com o rosto completamente pintado de urucum. Tem traços de violeta sobre o fundo vermelho.

              Benjamim Kulina
              Komizi em busca do zumi
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_026 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi corta taboca para fazer a flauta.

              Benjamim Kulina
              Komizi e Zakaria comem tsina (rapé de tabaco)
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_045 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi e Zakaria comem tsina, o rapé de tabaco. Eles colocam sob os lábios o rapé. Komizi cheira um pouquinho e brinca com Zakaria, como se fosse um queixada. Antes estávamos brincando que iam cheirar o rapé e se transformar em queixadas. Todos riem. Em seguida ipoza, Komizi e Zakaria colocam o rapé nos lábios. Komizi começa a brincar com os lábios cheios de rapé, falando de um jeito engraçado, como um monstro ancestral ou coisa parecida.

              Benjamim Kulina
              Komizi e Zakaria brincando
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_032 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi e Zakaria brincando. Dario faz um comentário e Zakaria joga Komizi, que já estava gritando no chão, no colo de homem da aldeia Tocandeira que está já há alguns dias em Santa Júlia. Eles levantam a camisa de Komiz e passam um creme em suas costas, esfregando. Todos riem.

              Benjamim Kulina