Prodocult
12721 Descrição arquivística resultados para Prodocult
Patrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho, ministrada pelas museólogas Maria José Sardella e Fabiana Vasconcelos
Alessandra TostaLabel original: IMG_1261
Marina Pereira NovoVolta para casa. Lino na proa chegando em casa. Participante: LM.
Lionel RossiniVolta para casa. Lino na proa, no furo. Participante: LM.
Lionel RossiniVolta para casa. Lino na proa, com neblina. Participante: LM.
Lionel RossiniVolta para casa. Lino na proa, com neblina. Participante: LM.
Lionel RossiniPreparação da caça (paca), Sitio Jará, Rio Curicuriari, Jair Araújo.
Karolin ObertLimpeza da caça na beira do igarapé Inebo, Brasilino Mendes, Roberto e Kleber Sanches, acampamento do igarapé Inebo.
Karolin ObertRoberto Sanches limpa caça no igarapé Inebo, auxiliado por Brasilino Mendes, Kleber Sanches (filho de Roberto) observa. Acampamento do igarapé Inebo.
Karolin ObertUlehe raspando interior da base do pilão depois de queimada
Tauana KalapaloUlehe raspando interior da base do pilão depois de queimada
Tauana KalapaloUlehe raspando interior da base do pilão depois de queimada
Tauana KalapaloUlehe raspando interior da base do pilão depois de queimada, enquanto fala sobre as transformações nos modos de produção de polvilho
Tauana KalapaloHomens derrubam bases dos pilões para Ulehe raspar seu interior depois de queimada
Tauana KalapaloUlehe raspando interior da base do pilão depois de queimada
Tauana KalapaloJoão Ikobo limpando com a faca a carne do casco do jabuti. Komizi está sentado um pouco acima de João, na beirada da cozinha. Komizi apresenta Zohari Kulina, o macaco-preto (macaco aranha) adotado pela família de João Ikobo.
Benjamim KulinaLideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes
Dani MatisLideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes
Dani MatisLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLiderança Osmar Carlos da Silva toma uma cuia de caxiri (yadaake) durante a reunião final. Oficina de documentação de cantos ye’kwana, aldeia Fuduuwaadunnha, Terra Indígena Yanomami, Roraima.
José CurySantiago Meicuaco tora lenha. Participante: Santigo Meicuaco.
Lionel RossiniLanche no aeroporto antes de viagem a La Chorrera. Participantes: Meli Kuguao, Maria Luísa Lucas, José Cândido Ferreira, Lionel Rossini, Lino Pereira, Gersino Farias, Nelsa Benigno, Assis Cavalcanti e Sara Miranha.
Lionel RossiniLanche no aeroporto antes de viagem a La Chorrera. Participantes: Meli Kuguao, Maria Luísa Lucas, José Cândido Ferreira, Lionel Rossini, Lino Pereira, Gersino Farias, Nelsa Benigno, Assis Cavalcanti e Sara Miranha.
Lionel RossiniHaihua comendo pipoca ao lado de Juaikumã
Tauana KalapaloHomem acende lamparina na maloca.
Lionel RossiniLagoa próxima à aldeia Aiha, onde as pessoas tomam banho e as crianças adoram brincar.
Marina Pereira NovoLago de Leite - Pùd Dëh Móh – registro realizado no terceiro dia de viagem.
Danilo Paiva RamosImagens do povoado, na rua principal.
Lionel RossiniImagens do povoado, no porto. Aparece um homem bêbado.
Lionel RossiniImagens do povoado, no caminho para casa.
Lionel RossiniImagens do povoado, no caminho para casa.
Lionel RossiniO filme conta a rotina da minha família, nessa relação entre comunidade e sítios, entre rios, igarapés e trilhas. Aborda o cotidiano das famílias da comunidade, os aprendizados do dia a dia, os trabalhos na roça e a nossa relação com os nossos animais de estimação. Mas o filme relata a nossa vida e os nossos caminhos.
Francineia Bitencourt FontesKuõgo plantando sementes de milho
Tauana Kalapalo00:00:00 até 00:00:22 - Kuõgo plantando sementes de milho
00:00:22 até 00:00:44 - Tahija chegando à roça
00:00:44 até 00:01:01 - Trabalho na roça de milho - Tahija abrindo buracos no solo com enxada e Kuõgo plantando sementes de milho
00:00:00 até 00:00:22 - Kuõgo abrindo o saco com espigas
00:00:22 até 00:02:02 - Kuõgo e Tafukumã descascando espigas
Kubiu toca o arco de boca Hihiti.
Benjamim KulinaKubiu, em meio ao roçado novo de bananas e outros produtos, esculpindo um arco Hihiti, tirando a polpa do arco. Atrás, Joaquim descansa. Ele testa se o arco já está envergando o suficiente.
Benjamim KulinaKubiu corta tirando o excesso de resina da flauta. Zakaria também trabalha na fabricação de uma flauta. Kubiu ajeita com a faca, a resina que acabou de colocar.
Benjamim KulinaKubiu também trabalha esculpindo um arco de Hihiti.
Benjamim KulinaKubiu se pendura na ribanceira para tirar um pedaço de zumi que lhe pareceu apropriado. A imagem está sem som (verificar se é apenas o dvd ou se a imagem foi realmente feita sem som). Kubiu prepara mais um pedaço que servirá para a fabricação do totore.
Benjamim KulinaKubiu mostra os pedaços de zumi que tirou no dia anterior e o pedaço de resina endurecida que usará para fabricar as flautas. Ele explica quais os procedimentos que serão necessários para a fabricação do Totore. Khibori passa carregando nas costas um shapoto e seu filho pequeno.
Benjamim KulinaKubiu ajunta e guarda os pedaços de zumi que vai tirado.
Benjamim KulinaKubiu faz os furos na resina. Enquanto isso, eles ensinam como pode ser feita a restauração da flauta, com muza, a resina. Esquenta, ele fica mole e dá para moldar, abrindo novamente o furo e deixando-a reta.
Benjamim KulinaKubiu esculpe o arco, tirando a polpa. Ele usa belos colares de miçanga, uma bandoleira de algodão e um chapéu, também de algodão.
Benjamim KulinaContinuação da cena anterior: Kubiu esculpe o arco enquanto narra estórias do Hihiti.
Benjamim KulinaKubiu esculpe o arco do Hihiti enquanto narra estórias sobre o Hihiti - fala dos tempos do centro. Da mata ouvimos barulhos fortes de bichos, pássaros e outros barulhos. Komizi está sumido. Ele fala também um pouco sobre as sessões de ayahuasca, ocasiões preferenciais em que o Hihiti é tocado, e dos poderes da ayahuasca, de cura de zama kuma, etc.
Benjamim KulinaKubiu esculpe o pauzinho que vai deixar em brasa para fazer os furos da flauta. Zakaria ajeita uma outra flauta. Komizi e os outros conversam.
Benjamim KulinaKubiu e Zakaria fabricam a flauta. Enquanto isso, Komizi encontra um couro de maracajá, kahawiri em língua kulina. Komizi veste o couro de maracajá e brinca de bicho bravo, fora de cena. Finalmente ele aprece, agachado com o couro de maracajá. Os fabricantes de totore ficam fora de cena. O maracajá ataca um dos artesãos e o morde. Ele ataca o outro artesão, tira uma substância xamânica de sua barriga e coloca nas costas dele, Kubiu. Depois ele o morde. Kubiu grita desesperado. O maracajá foge na chuva. Joaquim dá gargalhada e o maracajá some na chuva.
Benjamim KulinaEnquanto Kubiu e Zakaria fazem os furos das flautas totore, as mulheres se aproxima, conversam e observam o trabalho. Mulheres, moças e meninas se amontoam na varanda da casa. Eles conversam.
Benjamim KulinaKubiu e Zakaria esculpem flautas Totore. Os homens conversam.
Benjamim KulinaKubiu desce a ribanceira. A imagem continua sem som. Kubiu some no meio do mato e Komizi entra em cena, tirando um pedaço de folha de bananeira brava para servir de projétil para ele brincar de soprar com os dori hahapo. Ele traz os hahapo embaixo do braço.
Benjamim KulinaKubiu com um arco quase pronto na mão canta cantos de rami. Muito belos e fortes os cantos de rami. Joaquim entra no quadro e coloca o gravador de voz perto do rosto de Kubiu. Em determinado ponto, ouvimos ao fundo do canto de Kubiu, os sons da flauta Boborara de Komizi. Ele continua esculpindo o arco enquanto canta.
Benjamim KulinaKubiu passa pela casa de sua filha, sua esposa está fazendo um fogo na varanda. Ele então chega a sua casa. Komizi comenta que Kubiu é pajé, pajé rami kha (isto é, de ayahuasca).
Benjamim KulinaKubiu abano o fogo com a ajuda do kakade (abano) para aumentar as brasas. Ele então aquece a sua resina (que é em forma de um pedaço de pau de 30 cm). Ele tira um pequeno pedaço da resina, amassa nas mãos e esquenta no fogo, amassando novamente. Então ele enrola, molda e coloca na extremidade da flauta.
Benjamim KulinaKubiu toca o Totore na varanda da casa de sua filha, Marohe. Komizi também fabricou uma pequena flauta totore que se quebrou. A filha mais nova de Kubiu observa o pai tocando. Sua esposa também chega na varanda para observar a oficina. Zakaria apenas segura a flauta que fez. Ele assopra, sem tocar. Joaquim se aproxima para registrar com o gravador de voz. Zakaria faz pequenos sopros enquanto Kubiu toca a flauta. Komizi toca ao fundo sua flautinha ao mesmo tempo que Kubiu.
Benjamim KulinaKubiu ajeita mais resina nas flauta Totore. Esquenta, amolece, amassa e depois anexa na extremidade da flauta. Em seguida ele molda a resina na extremidade.
Benjamim KulinaCom um toco de pau em brasa, Kubiu queima, abrindo os furos da flauta. Zakaria afia o pequeno terçado. Kubiu fura com a lasca de taboca a extremidade de resina da flauta. Os Homens comentam que o espírito está chegando.
Benjamim KulinaKubiu desbasta e abre o caminho fechado de tabocas da varação por onde chegaremos até o totore e o hihiti madoni.
Benjamim KulinaKoshi, da aldeia Tocandeira (a um ano sua família morava no Estirão, divisa de Peru e Brasil, já no lado peruano), vestido com roupa de futebol e com rosto pintado de violeta. Benjamim conversa com ele enquanto filma. Outras pessoas entram na conversa. Ao lado, Ikobo esculpe os tubos da flauta do Teteko. João Ikobo me explica que Koshi, seu cunhado, é pajé. Zupira traz um biscoito para Koshi. João Onima mostra a foto para ele. Zupira se senta ao lado de Koshi para uma foto. A irmã de Koshi também se senta ao lado dele para ver a foto que João vem lhe mostrar. Eles se ajeitam para tirar uma foto. João Ikobo tira o primeiro som do tubo da flauta.
Benjamim KulinaZakaria e home de Tocandeira esfregam as costas de Komizi. Eles encontram um caroço. Zakaria brinca com a faca, sugerindo que vai arrancá-lo com ela. Todos riem.
Benjamim KulinaKomizi volta a cantar enquanto esculpe nova flauta. Ele bate com a faca no lugar em que fará o furo da boca. Enquanto ele canta, alguém tenta tocar o instrumento.
Benjamim KulinaKomizi trabalhando em nova flauta enquanto canta canto de Boborara.
Benjamim KulinaKomizi toca a flauta Boborara (que acabou de produzir) escondido no meio das folhagens. Não dá para ouvir direito. Ouve-se a estória narrada por Zakaria.
Benjamim KulinaKomizi testa duas flautas e ao fim, joga uma pois percebe que ela não está prestando. Toma novo pedaço de zumi para confeccionar uma nova.
Benjamim KulinaKomizi testa as tabocas que encontramos no caminho para ver se há algum pedaço que serve para a criação da flauta Boborara. Zumi é o nome da taboca em kulina. Komizi explica que quando o zumi está muito verde, a flauta racha muito.
Benjamim KulinaKomizi corta novo pedaço de zumi (taboca) que servirá para confeccionar nova flauta. Benjamim comenta sobre o processo de confecção da flauta - de acordo com o que aprendeu hoje.
Benjamim KulinaKomizi conta como seu koko Doho, o mesmo que o iniciou no xamanismo, o ensinou a fazer e tocar o Boborara.
Benjamim KulinaKomizi narra a estória de como seu koko Doho e depois outros dois pajés o iniciaram como xamã zupinehe.
Benjamim KulinaKomizi mede a altura dos dedos onde ele fará os furos.
Benjamim KulinaKomizi limpa com o terçado o chão no meio do roçado de bananas onde ficará para produzir as flautas Boborara. João Onima se aproxima e deixa um caderno.
Benjamim KulinaKomizi faz os furos da nova flauta enquanto canta. Ele faz a decoração do Boborara, enquanto canta.
Benjamim KulinaKomizi desenha, com a faca, uma outra flauta Boborara.
Benjamim KulinaKomizi experimenta o som da flauta e continua sua confecção. Benjamim faz um comentário sobre o Boborara. Joaquim continua a confecção do chapéu, enquanto Komizi volta a experimentar a flauta. Finalmente, Joaquim coloca o chapéu na cabeça de Komizi, que toca a flauta.
Benjamim KulinaKomizi toca a flauta que acabou de confeccionar. Ela é feita com zumi verde. Depois de tocar, Komizi explica que o canto do Boborara é também de Ahie´e e então canta um canto idêntico ao que saiu da flauta. E então volta a tocar a flauta, mostrando que a flauta canta como a gente canta. Joaquim ri.
Benjamim KulinaKomizi esculpe a flauta Boborara enquanto canta um canto de Boborara.
Benjamim KulinaKomizi esculpe a flauta Boborara enquanto canta um canto. Ele está com o rosto completamente pintado de urucum. Tem traços de violeta sobre o fundo vermelho.
Benjamim KulinaKomizi corta taboca para fazer a flauta.
Benjamim KulinaKomizi e Zakaria comem tsina, o rapé de tabaco. Eles colocam sob os lábios o rapé. Komizi cheira um pouquinho e brinca com Zakaria, como se fosse um queixada. Antes estávamos brincando que iam cheirar o rapé e se transformar em queixadas. Todos riem. Em seguida ipoza, Komizi e Zakaria colocam o rapé nos lábios. Komizi começa a brincar com os lábios cheios de rapé, falando de um jeito engraçado, como um monstro ancestral ou coisa parecida.
Benjamim KulinaKomizi e Zakaria brincando. Dario faz um comentário e Zakaria joga Komizi, que já estava gritando no chão, no colo de homem da aldeia Tocandeira que está já há alguns dias em Santa Júlia. Eles levantam a camisa de Komiz e passam um creme em suas costas, esfregando. Todos riem.
Benjamim KulinaKomizi e menino pequeno se aproximam de uma casa. É a casa de uma de suas filhas.
João Onima Kulina