Atividade de narração de histórias com Wareoma Parakanã. Participaram da atividade Paulo Büll, Kawore Parakanã, Tapoxayra Parakanã e Iori Parakanã.
Paulo BüllProdocult
12721 Descrição arquivística resultados para Prodocult
Navegar em direção a Serra da Bela Adormecida, Kleber Sanches.
Karolin ObertNavegar no Rio Curicuriari, Jair Araújo, Roberto Sanches, Pedro Moraes.
Karolin ObertNavegar no Rio Curicuriari, Jair Araújo, Roberto Sanches, Pedro Moraes.
Karolin ObertNavegar no Rio Curicuriari, Jair Araújo, Roberto Sanches, Pedro Moraes.
Karolin ObertNavegar no Rio Curicuriari, Jair Araújo, Roberto Sanches, Pedro Moraes, Kleber Sanches.
Karolin ObertTrecho de canoa no Rio Negro, Ozimar Araújo, Airton.
Karolin ObertNavegando no Rio Negro, segunda canoa no fundo, Ozimar Araújo.
Karolin ObertNavegando no Rio Negro, segunda canoa na frente, Kleber Sanches, Ozimar Araújo, Brasilino Mendes.
Karolin ObertHistória do sonho com o dono onça]. História contada pelo ancião e conhecedor Antônio Penedo Neres (nome hup, Hɨ́; K’ö̀g K’eg Tẽ̀h ĩh, homem do clã Filhos do Osso do Macaco-Zogue-Zogue), da comunidade Santo Antônio (alto igarapé Cabari). À noite, em 12/12/2019, no acampamento do primeiro dia de caminhada de registro entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), na cabeceira do igarapé Cabari. Em local “sem nome, höhöd hat pã (clareira sem nome), utilizado para acampamento na floresta, caça e pesca. Paisagem sonora: som da floresta à noite e algumas pessoas falando ao fundo.
Bruno Ribeiro MarquesNelsa e Manuel Miranha com cocar de penas na Reunião de Anuência.
José Cândido FerreiraNelsa e Sara caminham na comunidade. Participantes: Nelsa Benigno, Maria Sara Monteiro.
Lionel RossiniNelsa e Sara acompanham jogo de futebol, com musica peruana. Participantes: Nelsa Benigno, Maria Sara Monteiro.
Lionel RossiniDocumentação - Nilda Ferreira Ribeiro e José Cleanto Curioso Ribeiro
Milton GuranJoadina nina bebê com música bora. Participantes: Joadina Uitoto e Chica (apelido).
Lionel RossiniSeu Gersino de óculos escurtos no aeroporto. Participante: Gersino Farias.
Lionel RossiniPessoal espera para exército revisar documentos. Participantes: Gersino Farias, Assis Cavalcanti, Nelsa Benigno, Maria Sara Monteiro, José Cândido Ferreira, Maria Luísa Lucas, Lino Pereira.
Lionel RossiniPessoal espera para exército revisar documentos. Participantes: Gersino Farias, Assis Cavalcanti, Nelsa Benigno, Maria Sara Monteiro, José Cândido Ferreira, Maria Luísa Lucas, Lino Pereira.
Lionel RossiniDocumentação - Vistas das novas instalações da CASAI
Milton GuranDocumentação - Vistas das novas instalações da CASAI
Milton GuranDocumentação - Vistas das novas instalações da CASAI
Milton GuranDocumentação - Vistas das novas instalações da CASAI
Milton GuranDocumentação - Vistas das novas instalações da CASAI
Milton GuranDocumentação - Vistas das novas instalações da CASAI
Milton GuranDocumentação - Vistas das novas instalações da CASAI
Milton GuranDocumentação - Vistas das novas instalações da CASAI
Milton GuranDocumentação - Vistas das novas instalações da CASAI
Milton GuranDocumentação - Vistas das novas instalações da CASAI
Milton GuranDocumentação - Vistas das novas instalações da CASAI
Milton GuranDocumentação - Vistas das novas instalações da CASAI
Milton GuranDocumentação - Novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranDocumentação - Novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranDocumentação - Novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranDocumentação - Novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranDocumentação - Novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranDocumentação - Vista central do novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranDocumentação - Novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranDocumentação - Novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranDocumentação - Novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranDocumentação - Novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranDocumentação - Novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranDocumentação - Novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranDocumentação - Novo complexo escolar Tibié Arara, ainda por inaugurar
Milton GuranMomentos dentro do avião, durante o voo.
Lionel RossiniImagens das nuvens e da floresta.
Lionel RossiniImagens das nuvens e da floresta.
Lionel RossiniMomentos dentro do avião, durante o voo.
Lionel RossiniImagens das nuvens e do rio Igaraparaná.
Lionel RossiniImagens das nuvens e do rio Igaraparaná.
Lionel RossiniImagens das nuvens e do rio Igaraparaná.
Lionel RossiniImagens das nuvens e da floresta.
Lionel RossiniImagens das nuvens e da floresta.
Lionel RossiniImagens das nuvens e da floresta, com arco íris.
Lionel RossiniImagens das nuvens e da floresta.
Lionel RossiniLabel original: nylon_00437.MTS
Coletivo KrahôO buraco do Boborara.
Benjamim KulinaO grupo da Oficina do Hihiti caminha pela mata em busca do pau para o arco. Benjamim explica a situação enquanto filma.
Benjamim KulinaO grupo da Oficina do Totore chega na varanda da casa da filha de Kubiu. Marohe, que estava a beira do fogo se retira. Kubiu e Zakaria preparam os instrumentos para iniciar a fabricação da flauta. Dário também está participando hoje.
Benjamim KulinaO grupo de mulheres atravessa, cantando e dançando, a rua de trás da aldeia, nos fundos do campo. Elas se direcionam para o fim da rua, ao final do campo. Elas param de cantar e apenas caminham, ainda de braços dados e em formação de manada.
João Onima KulinaO grupo de mulheres se aproxima da linha de homens e os homens se esticam para fechar uma roda em volta da manada de mulheres. Elas cantam e dançam em trote em formação de manada. Eles também cantam e dançam em linha. Os homens carregam panelas e as mulheres carregam suas hastes. A manada de mulheres fura novamente a linha de homens, mas desta vez alguns homens buscam paneladas de koiza e surpreendem algumas mulheres e as obrigam a tomar o koiza. Capturam algumas mulheres, pelo cabelo, o pelo braço, e oferecem uma panelada inteira de koiza. Outros homens aproveitam a captura e também trazem suas panelas para a mulher tomar.
Maria Yndera Waidor KulinaO grupo de mulheres se aproxima da aldeia pela varação. Algumas mulheres cantam. À frente Haniha chega com o andar diferente e urrando como queixada. Em seguida, várias mulheres e crianças cantam o canto do kohana: Os kohana estão entrando. Elas chegam em fila, pela varação.
Maria Yndera Waidor KulinaO grupo de mulheres se aproxima através da varação. Estão todas com adereços, pintadas e carregam hastes com folhas.Primeiro elas dão gritos e urros. Depois, elas começam a cantar o canto do kohana.
Maria Yndera Waidor KulinaO maracajá, sob chuva, se aproxima da varanda onde a oficina está ocorrendo. Komizi, que está vestido com o couro, chama. Ele vai vomitar noma. Ele se agacha, se transforma. Então ataca um cachorro e o morde. Depois morre de rir, enquanto o cão foge chorando. Komizi vomita e Zakaria grita e ri: É noma, Hinawi.
Benjamim KulinaO mestre do Teteko fabrica as flautas de bambu que compõem o instrumento. O casco do jabuti, já limpo pelas formigas, descansa ao lado da cadeira. O instrumento é composto por um reco-reco feito com o casco de jabuti e uma resina, onde se passa os dedos fazendo vibrar e uma pequena flauta de dois ou três tubos de bambu, anexadas ao reco-reco por um barbante. João Ikobo testa a sonoridade dos bambus que cortou e vai tirando pequenos pedaços até chegar na altura certa. Enquanto isso, João Onima avalia o casco e tenta tirar um som no reco-reco. A neta de Ikobo observa tudo na porta da casa.
Benjamim KulinaEnquanto Zakaria tira um pouco do hihiti madoni, Kubiu explica que ali se encontram estes pequenos cipós que servem como corda para o Hihiti. Benjamim mostra os madoni nas mãos de Zakaria e depois no local onde são encontrados, próximos á raiz de uma árvo
Benjamim KulinaKubiu, o mestre do Totore, mostra qual é o caminho do Totore e explica outras coisas. Os outros também dão opinião. Eles discutem e Kubiu informa que vai fazer o Totore lá em sua casa, e não no mato como os outros instrumentos. "Terminou. Estou indo", ele diz e segue pelo "caminho do totore".
Benjamim KulinaImagem do posto de saúde já com paredes e estrutura de telhados adiantados. Um operário madiha entra no quadro e segue pelo caminho da obra.
Benjamim KulinaOperários madiha. Alguns jovens madiha estão ajudando na obra - provavelmente foram contratados pelo chefe de obra.
Benjamim KulinaO Tokorime finalmente vai embora. Ele sobe para o lugar de onde chegou. Ainda faz alguns gestos. Risca o chão com os pés, igual a um galinho. E vai embora. Some nas folhagens.
Benjamim KulinaOs Madiha informam que seu uso é decorativo e é produzido com a madeira cedro, sedo em madiha.
Benjamim KulinaMaria José pergunta sobre a tampa de um dos vasos e o que tipo de coisas aquele vaso tampado guardaria. Depois de um tempo, um dos Madiha brinca que é para guardar dori (feitiço). Raimundo fala que pode ser para guardar mel (hidzi okhini). Fabiana confirma com os Madiha se o zipa bedeni é usado para tomar líquidos: água, mingau de banana, caiçuma, etc.
Benjamim KulinaOber toca manguaré na véspera do ritual (madrugada) Ujcutso em razão da troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia. Nome dos participantes da cena: Ober Gifichiu.
Maria Luísa LucasOber tecendo folhas de caraná para cobertura da maloca de San Andrés durante preparação do ritual de Ujcutso em razão da troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia. Nome dos participantes da cena: Ober.
Maria Luísa LucasOber toca manguaré na véspera do ritual (madrugada) Ujcutso em razão da troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia. Nome dos participantes da cena: Ober Gifichiu.
Maria Luísa LucasFoto de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) usada durantes os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça apresenta grafismos feitos com pigmento vermelho (provavelmente urucum). Além da parte central do corpo do objeto, há duas partes laterais atadas com fibra vegetal (tucum). A parte traseira, a ser presa no topo da cabeça, conta com uma tira de líber (casca de árvore). Número de inventário 71.1930.39.1.
Maria Luísa LucasFoto de face posterior de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) usada durantes os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A parte traseira, a ser presa no topo da cabeça, conta com uma tira de líber (casca de árvore). Número de inventário 71.1930.39.1.
Maria Luísa LucasFoto de junção entre duas partes da máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) usada durantes os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça apresenta grafismos feitos com pigmento vermelho (provavelmente urucum). Além da parte central do corpo do objeto, as partes laterais são atadas com fibra vegetal (tucum). Número de inventário 71.1930.39.1.
Maria Luísa LucasFoto em ângulo longitudinal de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) usada durantes os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça apresenta grafismos feitos com pigmento vermelho (provavelmente urucum). Além da parte central do corpo do objeto, há duas partes laterais atadas com fibra vegetal (tucum). A parte traseira, a ser presa no topo da cabeça, conta com uma tira de líber (casca de árvore). Número de inventário 71.1930.39.1.
Maria Luísa LucasFoto com detalhes nos grafismos centrais de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) usada durantes os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça apresenta grafismos feitos com pigmento vermelho (provavelmente urucum). Além da parte central do corpo do objeto, há duas partes laterais atadas com fibra vegetal (tucum). A parte traseira, a ser presa no topo da cabeça, conta com uma tira de líber (casca de árvore). Número de inventário 71.1930.39.1.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Não se sabe se essa peça é usada na parte superior da máscara do objeto 71.1930.39.9, como parecem sugerir as imagens do filme Au Pays du Scalp, de Robert de Wavrin. O artefato tem a forma de um réptil (provavelmente um lagarto) e possui estrutura feita em pequenas varetas de madeira cobertas com líber (tecido de casca de árvore) tingido em tom esverdeado e adornado com grafismos em coloração negra. Apresenta quatro patas, um grande rabo e uma protuberância em formato redondo na cabeça, também em líber. Número de inventário 71.1930.39.10.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Não se sabe se essa peça é usada na parte superior da máscara do objeto 71.1930.39.9, como parecem sugerir as imagens do filme Au Pays du Scalp, de Robert de Wavrin. O artefato tem a forma de um réptil (provavelmente um lagarto) e possui estrutura feita em pequenas varetas de madeira cobertas com líber (tecido de casca de árvore) tingido em tom esverdeado e adornado com grafismos em coloração negra. Apresenta quatro patas, um grande rabo e uma protuberância em formato redondo na cabeça, também em líber. A foto mostra detalhes dessa protuberância. Número de inventário 71.1930.39.10.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Não se sabe se essa peça é usada na parte superior da máscara do objeto 71.1930.39.9, como parecem sugerir as imagens do filme Au Pays du Scalp, de Robert de Wavrin. O artefato tem a forma de um réptil (provavelmente um lagarto) e possui estrutura feita em pequenas varetas de madeira cobertas com líber (tecido de casca de árvore) tingido em tom esverdeado e adornado com grafismos em coloração negra. Apresenta quatro patas, um grande rabo e uma protuberância em formato redondo na cabeça, também em líber. A foto mostra detalhes da parte superior do artefato. Número de inventário 71.1930.39.10.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Não se sabe se essa peça é usada na parte superior da máscara do objeto 71.1930.39.9, como parecem sugerir as imagens do filme Au Pays du Scalp, de Robert de Wavrin. O artefato tem a forma de um réptil (provavelmente um lagarto) e possui estrutura feita em pequenas varetas de madeira cobertas com líber (tecido de casca de árvore) tingido em tom esverdeado e adornado com grafismos em coloração negra. Apresenta quatro patas, um grande rabo e uma protuberância em formato redondo na cabeça, também em líber. A foto mostra detalhes das partes inferiores do artefato. Número de inventário 71.1930.39.10.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Não se sabe se essa peça é usada na parte superior da máscara do objeto 71.1930.39.9, como parecem sugerir as imagens do filme Au Pays du Scalp, de Robert de Wavrin. O artefato tem a forma de um réptil (provavelmente um lagarto) e possui estrutura feita em pequenas varetas de madeira cobertas com líber (tecido de casca de árvore) tingido em tom esverdeado e adornado com grafismos em coloração negra. Apresenta quatro patas, um grande rabo e uma protuberância em formato redondo na cabeça, também em líber. A foto mostra detalhes das partes inferiores do artefato. Número de inventário 71.1930.39.10.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há três peças encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. A foto mostra detalhes da peça desde um ângulo superior. Número de inventário 71.1930.39.11.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há três peças encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. A foto mostra detalhes da peça desde um ângulo lateral. Número de inventário 71.1930.39.11.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há três peças encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. A foto mostra detalhes da peça desde um ângulo lateral. Número de inventário 71.1930.39.11.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há três peças encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. A foto mostra detalhes da peça desde um ângulo lateral. Número de inventário 71.1930.39.11.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há três peças encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. A foto mostra detalhes da metade da peça mais próxima à cabeça do animal representado, revelando os entalhes e as pinturas. Número de inventário 71.1930.39.11.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há três peças encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. A foto mostra detalhes da parte inferior da peça, revelando as incisões feitas para o encaixe das mesmas nos suportes que as acoplavam na parte da máscara feita de líber e que cobria a face de quem a utilizava (ver imagem boa_2006_mqb_13). Número de inventário 71.1930.39.11.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há três peças encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. A foto mostra detalhes da metade da peça mais próxima à cauda do animal representado, revelando os entalhes e as pinturas. Número de inventário 71.1930.39.11.
Maria Luísa LucasFoto lateral de parte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há uma peça superior encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, esverdeada e vermelha, mas não parece se tratar de um grafismo. Número de inventário 71.1930.39.13.
Maria Luísa LucasFoto lateral de parte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há uma peça superior encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, esverdeada e vermelha, mas não parece se tratar de um grafismo. Número de inventário 71.1930.39.13.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há uma peça superior encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, esverdeada e vermelha, mas não parece se tratar de um grafismo. A foto mostra detalhes da parte inferior da peça, revelando a incisão feita para o encaixe das mesmas nos suportes que as acoplavam na parte da máscara feita de líber e que cobria a face de quem a utilizava. Número de inventário 71.1930.39.13.
Maria Luísa LucasFoto superior de parte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há uma peça superior encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, esverdeada e vermelha, mas não parece se tratar de um grafismo. Número de inventário 71.1930.39.13.
Maria Luísa LucasMáscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há uma peça superior encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, esverdeada e vermelha, mas não parece se tratar de um grafismo. Acompanha estrutura de líber (tecido de casca de árvore) usada para cobrir a face. Número de inventário 71.1930.39.13.
Maria Luísa LucasMáscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato é composto de uma estrutura de líber (tecido de casca de árvore) que cobre a face de quem a utiliza e de uma figura em madeira balsa encaixada em sua parte superior. Trata-se da representação de um inseto (vespa). O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. Número de inventário 71.1930.39.15.
Maria Luísa LucasMáscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato é composto de uma estrutura de líber (tecido de casca de árvore) que cobre a face de quem a utiliza e de uma figura em madeira balsa encaixada em sua parte superior. Trata-se da representação de um inseto (vespa). O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. Número de inventário 71.1930.39.15.
Maria Luísa LucasMáscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato é composto de uma estrutura de líber (tecido de casca de árvore) que cobre a face de quem a utiliza e de uma figura em madeira balsa encaixada em sua parte superior. Trata-se da representação de um inseto (vespa). O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. Número de inventário 71.1930.39.15.
Maria Luísa LucasParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A foto mostra a parte do artefato composta pela estrutura de líber (tecido de casca de árvore) que cobre a face de quem a utiliza. Número de inventário 71.1930.39.15.
Maria Luísa Lucas