Kubiu também trabalha esculpindo um arco de Hihiti.
Benjamim KulinaProdocult
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Kubiu corta tirando o excesso de resina da flauta. Zakaria também trabalha na fabricação de uma flauta. Kubiu ajeita com a faca, a resina que acabou de colocar.
Benjamim KulinaKubiu, em meio ao roçado novo de bananas e outros produtos, esculpindo um arco Hihiti, tirando a polpa do arco. Atrás, Joaquim descansa. Ele testa se o arco já está envergando o suficiente.
Benjamim KulinaKubiu toca o arco de boca Hihiti.
Benjamim Kulina00:00:00 até 00:00:22 - Kuõgo abrindo o saco com espigas
00:00:22 até 00:02:02 - Kuõgo e Tafukumã descascando espigas
Kuõgo plantando sementes de milho
Tauana Kalapalo00:00:00 até 00:00:22 - Kuõgo plantando sementes de milho
00:00:22 até 00:00:44 - Tahija chegando à roça
00:00:44 até 00:01:01 - Trabalho na roça de milho - Tahija abrindo buracos no solo com enxada e Kuõgo plantando sementes de milho
O filme conta a rotina da minha família, nessa relação entre comunidade e sítios, entre rios, igarapés e trilhas. Aborda o cotidiano das famílias da comunidade, os aprendizados do dia a dia, os trabalhos na roça e a nossa relação com os nossos animais de estimação. Mas o filme relata a nossa vida e os nossos caminhos.
Francineia Bitencourt FontesImagens do povoado, no caminho para casa.
Lionel RossiniImagens do povoado, no caminho para casa.
Lionel RossiniImagens do povoado, no porto. Aparece um homem bêbado.
Lionel RossiniImagens do povoado, na rua principal.
Lionel RossiniLago de Leite - Pùd Dëh Móh – registro realizado no terceiro dia de viagem.
Danilo Paiva RamosLagoa próxima à aldeia Aiha, onde as pessoas tomam banho e as crianças adoram brincar.
Marina Pereira NovoHomem acende lamparina na maloca.
Lionel RossiniHaihua comendo pipoca ao lado de Juaikumã
Tauana KalapaloLanche no aeroporto antes de viagem a La Chorrera. Participantes: Meli Kuguao, Maria Luísa Lucas, José Cândido Ferreira, Lionel Rossini, Lino Pereira, Gersino Farias, Nelsa Benigno, Assis Cavalcanti e Sara Miranha.
Lionel RossiniLanche no aeroporto antes de viagem a La Chorrera. Participantes: Meli Kuguao, Maria Luísa Lucas, José Cândido Ferreira, Lionel Rossini, Lino Pereira, Gersino Farias, Nelsa Benigno, Assis Cavalcanti e Sara Miranha.
Lionel RossiniSantiago Meicuaco tora lenha. Participante: Santigo Meicuaco.
Lionel RossiniLiderança Osmar Carlos da Silva toma uma cuia de caxiri (yadaake) durante a reunião final. Oficina de documentação de cantos ye’kwana, aldeia Fuduuwaadunnha, Terra Indígena Yanomami, Roraima.
José CuryLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes
Dani MatisLideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes
Dani MatisJoão Ikobo limpando com a faca a carne do casco do jabuti. Komizi está sentado um pouco acima de João, na beirada da cozinha. Komizi apresenta Zohari Kulina, o macaco-preto (macaco aranha) adotado pela família de João Ikobo.
Benjamim KulinaUlehe raspando interior da base do pilão depois de queimada
Tauana KalapaloUlehe raspando interior da base do pilão depois de queimada
Tauana KalapaloUlehe raspando interior da base do pilão depois de queimada
Tauana KalapaloUlehe raspando interior da base do pilão depois de queimada, enquanto fala sobre as transformações nos modos de produção de polvilho
Tauana KalapaloHomens derrubam bases dos pilões para Ulehe raspar seu interior depois de queimada
Tauana KalapaloUlehe raspando interior da base do pilão depois de queimada
Tauana KalapaloLimpeza da caça na beira do igarapé Inebo, Brasilino Mendes, Roberto e Kleber Sanches, acampamento do igarapé Inebo.
Karolin ObertRoberto Sanches limpa caça no igarapé Inebo, auxiliado por Brasilino Mendes, Kleber Sanches (filho de Roberto) observa. Acampamento do igarapé Inebo.
Karolin ObertPreparação da caça (paca), Sitio Jará, Rio Curicuriari, Jair Araújo.
Karolin ObertVolta para casa. Lino na proa, com neblina. Participante: LM.
Lionel RossiniVolta para casa. Lino na proa, com neblina. Participante: LM.
Lionel RossiniVolta para casa. Lino na proa chegando em casa. Participante: LM.
Lionel RossiniVolta para casa. Lino na proa, no furo. Participante: LM.
Lionel RossiniLabel original: IMG_1261
Marina Pereira NovoPatrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho, ministrada pelas museólogas Maria José Sardella e Fabiana Vasconcelos
Alessandra TostaPatrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho, ministrada pelas museólogas Maria José Sardella e Fabiana Vasconcelos
Alessandra TostaPatrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho
Alessandra TostaPatrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho, ministrada pelas museólogas Maria José Sardella e Fabiana Vasconcelos
Alessandra TostaPatrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho, ministrada pelas museólogas Maria José Sardella e Fabiana Vasconcelos
Alessandra TostaPatrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho
Alessandra TostaPatrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho
Alessandra TostaPatrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho
Alessandra TostaPatrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho, ministrada pelas museólogas Maria José Sardella e Fabiana Vasconcelos
Alessandra TostaPatrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho
Alessandra TostaPatrik e Lorran Tupinikim participam da oficina de organização do acervo do Museu do Índio, em 03 de junho, ministrada pelas museólogas Maria José Sardella e Fabiana Vasconcelos
Alessandra Tosta