Haniha é surpreendida pelo filmador se banhando no balde da casa. Ela finge que vai jogar água no filmador, que é seu cunhado. Ela está brava.
Benjamim KulinaProdocult
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É uma narrativa contada pelo ancião Mário Marques, que é membro da comunidade de Santo Atanásio (Tṍh Hayám), localizada no igarapé Japú, e membro do clã Paç Ya’ám Tẽ̀h ĩh, “Filho da Pedra da Onça”. A gravação foi realizada à noite na comunidade de Santa Rosa, depois da reunião de anuência (29/10/2019), que contou com lideranças de outras comunidades Hupd’äh da região do igarapé Japú e Cabari. Ao fundo, os Hupd’äh conversam enquanto preparam o ipadu (pilão batendo as folhas secas de coca). Hat Wã́ foi traduzido pelos Hupd´äh, ainda que de modo não assertivo, como “jacaré-açu”.
Bruno Ribeiro MarquesAtividade de qualificação do acervo pessoal de João Paulo Vieira Filho, parte 2
Paulo BüllAtividade de qualificação do acervo pessoal de João Paulo Vieira Filho, parte 3
Paulo BüllConversa com Lux Vidal sobre a etnohistória Parakanã, segunda parte
Paulo BüllInformações da etnohistória parakanã, por Carlos Fausto
Paulo BüllArnaldo fala que é utilizado o Ralador para fazer a farinha: Heheki. Raimundo afirma que se fala do Heheki nas estórias míticas ou que existe uma estória mítica sobre a origem do Heheki.
Benjamim Kulina00:00:00 até 00:00:12 - Imagem da concha usada para raspar madeira (hikuanga)
00:00:12 até 00:01:01 - Pilão de mão - Ulehe limando pilão de mão
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Marina Pereira NovoLabel original: IMG_2128
Coletivo KalapaloEnrique e Santiago contam história de migração dos Miranha para o Brasil. Participantes: Enrique Teteye, Santiago Meicuaco, Maria Luísa Lucas, Gersino Farias.
Lionel RossiniAmarildo Tupinikim entrevista o cacique Manoel dos Santos, que fala sobre sua história de vida e sobre sua primeira experiência como cacique
Alessandra TostaAmarildo Tupinikim entrevista o cacique Manoel dos Santos, que fala sobre sua história de vida e sobre sua primeira experiência como cacique
Alessandra TostaAmarildo Tupinikim entrevista Seu Felício, um dos homens mais velhos da aldeia Caieira Velha, falando sobre os "tempos antigos"
Alessandra TostaAmarildo Tupinikim entrevista seu pai, Manoel Pinto, o homem mais velhos da aldeia Caieira Velha, falando sobre sua história de vida e sobre os "tempos antigos"
Participantes: Dona Preta (filha)
Amarildo Tupinikim entrevista Dona Zulmira, uma das mulheres mais velhas da aldeia Caieira Velha que fala sobre os "tempos antigos"
Alessandra TostaAmarildo Tupinikim entrevista seu pai, Manoel Pinto, o homem mais velhos da aldeia Caieira Velha, falando sobre sua história de vida e sobre os "tempos antigos"
Participantes: Dona Preta (filha)
Amarildo Tupinikim entrevista Seu Felício, um dos homens mais velhos da aldeia Caieira Velha, falando sobre os "tempos antigos"
Alessandra TostaAmarildo Tupinikim entrevista Dona Zulmira, uma das mulheres mais velhas da aldeia Caieira Velha que fala sobre os "tempos antigos"
Alessandra TostaAmarildo Tupinikim entrevista seu pai, Manoel Pinto, o homem mais velhos da aldeia Caieira Velha, falando sobre sua história de vida e sobre os "tempos antigos"
Participantes: Dona Preta (filha)
Felipe e Arnaldo testam um vaso maior como buzina. Arnaldo acha que pode ser este maior o escolhido como exemplar de buzina. Arnaldo explica que o pessoal faz uma amarração para trazer o vaso pendurado ao pescoço para tocar nas festas. Arnaldo afirma que este tipo de vaso é feito apenas para tocar mesmo.
Benjamim KulinaOs Kulina conhecem a única peça de cerâmica kulina inserida na Reserva. Eles especulam sobre quem seria a artesã. Esta peça é um pequeno hohori. Ela foi coletada para o Museu do Índio pelo pesquisador responsável no ano de 2012, na aldeia Ipiranga Velha - como bem lembraram os Kulina.
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Coletivo KrahôJorge Namari estão com o rosto pintado de urucum e tsuetsue (violeta gensiana) e usa saia de embira.
João Onima KulinaHomem (Alejandro Teteye) trazendo lenha na preparação do ritual de Ujcutso em razão da troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia. Nome dos participantes da cena: Alejandro Teteye (Bebe)
Maria Luísa LucasHomens amassam o shatha na canoa, lá embaixo, na praia de Buaçu. Benjamim narra e comenta.
Benjamim KulinaHomem carrega balde de peixes no terreiro de Buaçu. Panorâmica pela aldeia.
Benjamim KulinaHomem com duas crianças no colo pousa para foto. João Onima narra quem são.
João Onima KulinaJorge Namari vestido com saia de zikhi e Tsauri vestido com chapéu de miolo de aricuri se aproximam do terreiro. Eles assistem cada um em seu celular a gravações feitas na noite anterior, quando dançaram até o amanhecer. João Onima comenta.
João Onima KulinaComunidade. Roça. Registro do trabalho de delimitação da área em que será aberta uma nova roça por Cleto Castelo. No início do vídeo o pesquisador Nian Pissolati pergunta na língua Nadëb para Cleto Castelo se uma fruta avistada anteriormente na mata (não identificada no vídeo) é comestível. O indígena afirma que sim. A partir de 00:01:18 Cleto indica e explica, primeiramente na língua Nadëb, em seguida em português, que ali passa um caminho antigo para a roça de Pedro Borracha, que atualmente vive na comunidade de São Joaquim (rio Japurá). Na sequência do vídeo Cleto fala sobre a localização de outras roças, em português.
Nian PissolatiDois operários não indígenas estão no alto da estrutura do telhado para receber a telha que será levantada por dois operários não indígenas do lado de baixo. A cena é vista de cima do telhado.
Benjamim KulinaA mesma cena, agora vista de baixo, ao lado da construção. A telha pesada é levantada e encaixada com cuidado.
Benjamim KulinaComunidade. Artesanato. Cleto Castelo extrai casca de cipó (s’yyb byyh) (espécie não identificada), utilizada para na fabricação de cestos cargueiros (paneiro aturá e outras cestarias). Início da fala em língua Nadëb, Cleto diz que os Nadëb chamam aquele vegetal de s’yyb (espécie de cipó). A sequência da fala é em português. Registro realizado durante trabalho de demarcação de área para abertura de roça de Cleto Castelo.
Nian PissolatiTécnicas de construção. Acampamento. Timóteo Castelo limpa peixes no segundo dia acampamento na paragem do igarapé Mohoja Kado Doo Hadoo, em tradução livre para o português: igarapé Cismado. A paragem está a poucos metros da cachoeira Awaën Bagä (Onde a cachoeira está deitada). Registro realizado na viagem de etnomapeamento do igarapé Natal.
Nian PissolatiManoe, sentado na praia limpando os peixes.
Benjamim KulinaPonto mito-histórico. Imagem em plano subjetivo, câmera afixada à cabeça de Eduardo Castelo. Eduardo mergulha no local chamado Wah'ëëh Makũũh Sah'ooh Babaëënh Hõm Paa Bä, que em tradução livre para o português significa Lugar Onde Está a Canoa dos Antigos. Eduardo filma todo o corpo de uma canoa submersa, da proa à popa. As canoas submersas são atribuídas ao grupo de Kanang Hyyh, narrativa que faz parte do ciclo mítico chamado Kanang Hyyh Makũũ Panyyg, em tradução literal História de Kanang Hyyh Makũũh.
Eduardo CasteloPonto mito-histórico. Imagem em plano subjetivo, câmera afixada à cabeça de Eduardo Castelo. Eduardo mergulha no local chamado Wah'ëëh Makũũh Sah'ooh Babaëënh Hõm Paa Bä, que em tradução livre para o português significa Lugar Onde Está a Canoa dos Antigos. Eduardo filma todo o corpo de uma canoa submersa, da proa à popa. As canoas submersas são atribuídas ao grupo de Kanang Hyyh, narrativa que faz parte do ciclo mítico chamado Kanang Hyyh Makũũ Panyyg, em tradução literal História de Kanang Hyyh Makũũh.
Eduardo CasteloPonto mito-histórico. Imagem em plano subjetivo, câmera afixada à cabeça de Eduardo Castelo. Eduardo mergulha no local chamado Wah'ëëh Makũũh Sah'ooh Babaëënh Hõm Paa Bä, que em tradução livre para o português significa Lugar Onde Está a Canoa dos Antigos. Eduardo filma todo o corpo de uma canoa submersa, da proa à popa. As canoas submersas são atribuídas ao grupo de Kanang Hyyh, narrativa que faz parte do ciclo mítico chamado Kanang Hyyh Makũũ Panyyg, em tradução literal História de Kanang Hyyh Makũũh.
Eduardo CasteloTécnica de pesca. Eduardo Castelo mergulha no rio Uneiuxi e nada até igapó em busca de tucunaré fisgado. Na sequência, seu filho Enock Castelo entra no rio para ajudá-lo. Ouvem-se vozes vindas da canoa, de crianças e de um jovem. Conversam em Nadëb sobre o sucesso da pescaria e sobre o tamanho do peixe fisgado. Eduardo fala que se trata de um filhote de tucunaré. Ao final do vídeo o pescador traz à tona o peixe fisgado, mostra para o pesquisador Nian Pissolati e o leva para a canoa. Adilson Melgueiro e Rosângela Castelo acondicionam o peixe. Não há tradução das falas para o português. Registro realizado na viagem que levava equipe de trabalho de Santa Isabel do Rio Negro à comunidade do Roçado.
Nian PissolatiHomem com adereços, pintado e com bastão para para mijar.
João Onima KulinaOs homens das várias canoas pescam com zagaia. É jogar e zagaia na água e trazer um peixe. Aparecem Dori e Chico pescando.
Benjamim KulinaJorge Namari se despede.
João Onima KulinaHomem sentado em banco da casa.
João Onima KulinaBenedito senta no banco olhando para o rio enquanto sua mulher Joaninha desce em direção à cacimba.
João Onima KulinaOmina sentado no branco segurando seu bastão e vomitando. Jorge Namari, escorado em seu bastão vomitando. Mulher dá uma panela de koiza para rapaz tomar. Haniha aparece em primeríssimo plano. Várias mulheres e moças dão panelas de koiza para vários homens e rapazes. Outras se debruçam sobre o bote de koiza para encher suas panelas. Haniha, encostada no bote, dá uma explicação, enquanto outras moças e meninas enchem as panelas de koiza. Muri, menino pequeno, se debruça sobre o bote e observa tudo. Mulher oferece koiza para um menino de colo. A mãe declina. A mulher fica brava, mas de brincadeira. Ela então dá koiza para meninos bem pequenos que estão junto de Muri. Muri foge. Ela oferece cantando. É Rihane, da aldeia Apuí. Outra menina chega para enchere a barriga do menino. Jorge vomita nelas. A buzina hohori recomeça a tocar.
João Onima KulinaJorge Namari vomita com força tentando acertar grupo de meninas que passa. As mulheres voltam e buscam mais koiza para obrigarem os homens a beber. Marohe e Ruziniha passam com duas panelas grandes de koiza.
João Onima KulinaRetrato frontal de quatro homens Bora com pintura corporal revelando grafismos (oonóva). Usam diademas de plumas, braceletes (túúkemi) e tapa-sexos (waáyu) de fibra vegetal. Um deles usa um colar de dentes de jaguar e dois usam cintos de couro industriais. Desconhece-se seus nomes, a localização ou a data exata.
Robert de WavrinRetrato posterior de quatro homens Bora com pintura corporal revelando grafismos (oonóva). Usam diademas de plumas, braceletes (túúkemi) e tapa-sexos (waáyu) de fibra vegetal. Um deles usa um colar de dentes de jaguar e dois usam cintos de couro industriais. Trata-se dos mesmos homens que aparecem em plano frontal na foto boa_1929_rdw_05. Desconhece-se seus nomes, a localização ou a data exata.
Robert de WavrinHomens ajeitam os bastões escorados no chão e na barriga. Os bastões forçam a barriga dos homens fazendo vomitarem com eficiência. Grupo de moças busca mais koiza em suas panelas. Algumas mulheres ainda cantam. Não se ouve mais canto masculino.
João Onima KulinaDário, Zohe e Zakade pilam o shatha
João Onima KulinaHomens pilando o shatha com machados e outros paus em uma canoa. Filmado de perto da canoa. Dário (Gato), Sakire, Zohe, Siko e outros homens.
Benjamim KulinaBenedito e um rapaz estão pilando o shatha.
João Onima KulinaDário, Zohe e Ubiraci estão pilando o shatha.
João Onima KulinaHomens, jovens e meninos arrastam o bote, tirando-o da água.
João Onima KulinaHomens arrastam o bote ribanceira abaixo para o rio. Maria explica que estão levando a voadeira. Uma mulher recupera sua panela antes do bote descer.
Maria Yndera Waidor KulinaHomens e jovens chegam, carregando o bote, no terreiro da aldeia.
João Onima KulinaHomens e jovens arrastam o bote pelo terreiro da aldeia até o local onde ele vai ser assentado. Duas moças atravessam o terreiro carregando um motor rabeta.
João Onima KulinaHomens arrastam o bote ribanceira abaixo vagarosamente.
Maria Yndera Waidor KulinaHomens, jovens e meninos arrasta, sob gritos, o bote para longe da água. João Onima narra cada acontecimento.
João Onima KulinaHomens arrastam o bote no último trecho, menos íngreme, até o rio. As pessoas começam a descer para o rio para se banhar e tirar a lama de cada pedacinho do corpo.
Maria Yndera Waidor KulinaOs homens assentam o bote no banco do terreiro. João Onima narra o acontecido.
João Onima KulinaMesma cena anterior. Komizi me puxa pelo braço para dançar. Ele canta enquanto Kubiu toca a buzina Hohori. Ao final todos riem. E termina com o velho grito de todos.
Benjamim KulinaOs homens cantam e dançam em linha, desfazendo a roda. Todos carregam panelas consigo, mas ainda vazias. As mulheres também cantam enquanto se aproximam do terreiro em formação de manada. Ouve-se a buzina hohori.
Maria Yndera Waidor KulinaHomens carregam o bote de volta para a água, com cuidado por causa da lama difícil de caminhar. Duas mulheres ainda arrastam um rapaz para enlameá-lo. Os homens arrastam o bote pelo terreiro.
Maria Yndera Waidor KulinaHomens e jovens carregam o bote escadaria acima para o terreiro da aldeia.
João Onima KulinaHomens, jovens e meninos arrastam o bote para cima.
João Onima KulinaOutros dois operários madiha carregam uma grande telha de ameanto.
Benjamim KulinaCaminho nos fundos da aldeia. De longe, dois operários madiha carregam uma grande telha de ameanto. Eles se aproximam cada vez mais e passam pelo quadro.
Benjamim KulinaHomens chegam cantando com shapoto carregados de mandioca para fazer o Koiza. Imagem deles pelas costas, chegando no terreiro da aldeia. Shapotos, tsahes, sacos de linhaça, todos os cestos estão cheios de mandioca. João Onima faz uma narração.
João Onima KulinaHomens chegam cantando com shapoto carregados de mandioca para fazer o Koiza. O primeiro da fila é Namari que brinca para a câmera. Kubiu vem em seguida.
João Onima KulinaHomens consertando telhado de arumã da casa onde estava hospedado o antropólogo.
Thiago Lopes da Costa OliveiraHomens sentados conversando
Coletivo KalapaloKomizi toca flauta Boborara, Kubiu e Zakaria ficam parados. Eu apareço tocando uma buzina Hohori. Komizi brinca comigo, mas Kubiu e Zakaria permanecem parados. Joaquim faz anotações sobre as informações fornecidas na primeira parte da oficina. Hikani! todos gritam: Acabou!
Benjamim KulinaOficina. Início do vídeo Eduardo Castelo e Adilson Melgueiro desenham mapas. Durante todo o vídeo ouvem-se vozes em Nadëb (não traduzido) e português, discutindo quais pontos representar, seus nomes e onde devem ser inseridos no mapa. A partir de 00:00:51 câmera se desloca e registra outros alunos: Paulo Leonardo, André Garrido, Agnaldo Nadëb, Roberto Marco, Donaldo Paiva. São registradas crianças que acompanhavam a oficina: Cláudia Nery, Kleber Castelo, Jemima Leonardo.
Nian PissolatiHomens chegam na varanda onde as mulheres estão preparando (descascando, cortando e jogando nas panelas) as mandiocas para o Koiza. Eles abrem os sacos e derramam as mandiocas no chão da varanda. Jorge Namari, Mawawi, Tsauri, Komizi e outros vão chegando com shapotos, sacos, tsahes. Namari brinca com as mulheres um pedaço grosso de cana de açucar. Elas fogem.
João Onima Kulina00:00:00 até 00:00:40 - Homens e Marina Pereira Novo conversando
00:00:40 até 00:01:09 - Queima da base do pilão - Bases dos pilões queimando, com barro nas bordas
Manoe, Sakire, Kaina, outros, limpando peixes na praia. Xil exclama para Mauri que deu muito mandim. Mauri perguntou por que ele não foi? Ele responde que não o levaram. Mauri diz que quando ele saiu, ele não estava por perto.
Benjamim KulinaHomens e mulheres preparando peixes na canoa
Benjamim KulinaHomens pilando o shatha na canoa. Benjamim narra e comenta. Shatha é um veneno de pesca, plantado nos roçados kulina.
Benjamim KulinaHomens jogam água no bote.Kubiu, Namari, Komizi e outros. João Onima narra.
João Onima KulinaHomens, jovens e meninos viram o bote e as crianças jogam água nele para limpá-lo.
João Onima KulinaOs operários não indígenas operam a instalação da telha.
Benjamim KulinaHomens acompanham jogo de futebol, com musica peruana. Participantes: Marfilio Teteye, Rufino Kuguao, Eugenio Evachiu, Samir Teteye.
Lionel RossiniNamari, Komizi, Kubiu e outros homens comem cana no terreiro.
João Onima KulinaHomens oferecem paneladas de koiza para as mulheres. Muitas mulheres já estão completamente ensopadas de koiza. E os homens também. O chão do terreiro já se encontra bastante molhado. Homem joga koiza na cabeça de mulher sentada e depois dá para ela beber. Ao longe, uma menina se entorna um balde de koiza e depois joga no menino que estavam dando para ela. Outros homens dão koiza para mulheres sentadas no banco. Maria narra e comenta. Alguns meninos molham o chão do terreiro com koiza. Homens ainda buscam as mulheres na periferia do terreiro para dar-lhes koiza. Eles passam com panelas de um lado para o outro em busca de mulheres para obrigar a beber. Algumas meninas tentam fugir, mas são seguradas pelos cabelos e obrigadas a tomar. Elas tomam se divertindo. O chão perto do bote já está bastante enlameado de koiza.
Maria Yndera Waidor KulinaHomens, jovens e crianças param na primeira casa da aldeia, a casa de Siko, e brincam com seus adereços. Algumas crianças sopram a buzina hohori. Estão todos com os rostos pintado, com adereços de cabeça e penduricalhos, e com bastões ou folhas de palmeiras. A casa fica no fim da fileira aos fundos do campo de futebol. João Onima faz uma panorâmica desde o grupo de homens até mostrar a aldeia longe, depois do campo. Ele faz um comentário.
João Onima KulinaDori, Chico, o filho de Zewa, todos pescando com zagaias.
Benjamim KulinaSakire joga a zagaia e recolhe com peixe. Ele perde o primeiro, mas não perde os próximos. Riuta também joga a zagaia e recolhe com peixe. Benjamim conversa com seus companheiros pescadores. Sakire se diverte, brinca enquanto pesca.
Benjamim KulinaZohe, Zakade e outros dois homens pilando o shatha. Várias cenas. Manoel Babá e Nomiha se alimentando com os netos em uma varanda. João Ikobo sentado na porta de sua casa. João Onima narra cada cena.
João Onima KulinaHodo e rapazes preparam os peixes na praia e jogando em um balde.
Benjamim KulinaHomens reabastecendo suas panelas de koiza no bote. Algumas mulheres cospem ou vomitam a bebida. Muita bebida é jogada, seja no chão, seja nas mulheres.
Maria Yndera Waidor Kulina