Garoto Miranha com cocar de penas na Reunião de Anuência.
José Cândido FerreiraProdocult
12721 Descrição arquivística resultados para Prodocult
Garrafa de cachaça e pedaço de forno antigos encontrados durante o segundo dia de caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosGato dormindo.
Lionel RossiniGato dormindo.
Lionel RossiniGeorge mostra para Raimundo o desenho na cerâmica, esperando que ele fale um pouco sobre o desenho. Andrea pergunta se os Kulina utilizam o Tipiti, instrumento indígena para secagem da mandioca para fazer farinha: eles não o conhecem. Arnaldo começa a explicar como a farinha era feita antigamente.
Benjamim KulinaGeorge tenta tocar hohori Marubo. Maria José pede que George tire fotos da buzina para que as ceramistas kulina possam conhecer e de repente conseguir recuperar a buzina que já não fazem.
Benjamim KulinaGersino com óculos na canoa (sem som). Participante: Gersino Farias.
Lionel RossiniGersino desce as escadas para tomar banho no rio. Participante: Gersino Farias.
Lionel RossiniGersino e Lino saindo da maloca. Participantes: Gersino Farias, Lino Pereira.
Lionel RossiniGersino explica como a viagem está acontecendo até então. Participante: Gersino Farias.
Lionel RossiniGersino Miranha e familiares na reunião de Anuência.
José Cândido FerreiraChang Whan, Alessandra Tosta e Rodolpho Villanova acompanham a finalização do trabalho dos pesquisadores indígenas na oficina de edição no Museu do Índio, realizada de 01 a 03 de junho.
Alessandra TostaGrafismo de uso variado (provavelmente máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha) feitos por Carmen Kuguao, reconhecida por dominar um grande repertório de motivos.
Carmen KuguaoGrafismo executado no trocano de comunicação do tipo llaaríwa no curso de rituais de nominação homônimos. Aprendeu de sua sogra, Aurelia, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezTrês grafismos. Dois são executados em artefatos (aprendidos rectivamente de Pascoala e Adriana, do clã Arara Vermelha) e outro na face (feminino). Esse último lhe foi ensinado por Carmen Kuguao, que também é autora de outros grafismos desse documento. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Zenaida EimenekeneIlustração que representa de maneira mais sistematizada grafismo executado por Jesusa Lopez (foto boa_2020022_jlo_03). Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosIlustração que representa de maneira mais sistematizada grafismo executado por Jesusa Lopez (foto boa_2020022_jlo_02). Ilustração elaborada após o trabalho de campo como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Bruna BarrosGrafismo aplicado em chocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Enrique TeteyeGrafismo executado no centro de máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Feito sob desenho-suporte do artefato. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Julia ChaiguaGrafismo executado em suportes variados, mas principalmente em indumentárias de líber atualmente utilizadas em apresentações culturais.
Julia ChaiguaGrafismo executado em máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Aprendeu de sua sogra, Aurelia, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezGrafismo executado no centro das máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Aprendeu de Adriana, do clã Arara Vermelha. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezGrafismo executado nas partes periféricas das máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Aprendeu de Adriana, do clã Arara Vermelha. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezGrafismo executado no centro das máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Aprendeu da mãe de Teresita, clã desconhecido. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezGrafismo executado no trocano de comunicação do tipo manguaré ou cuúmu ou em recipientes grandes de cuia para oferecer bebida aos convidados no curso de rituais de nominação. Aprendeu de sua sogra, Aurelia, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezGrafismo aplicado em chocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Aprendeu de sua sogra, Aurelia, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Jesusa LopezA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal e traseira de seu corpo (braços e parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pintura corporal em motivos gráficos na parte superior de seu tronco, nos ângulos frontal e traseiro (colo, dorso e braços). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pintura corporal em motivos gráficos na parte superior de seu tronco (colo). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal e traseira de seu corpo (braços e parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal e traseira de seu corpo (braços e parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal de seu corpo (tronco e pernas). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal de seu corpo (tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal de seu corpo (tronco, colo e pernas). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal de seu corpo (tronco, colo e pernas). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal e traseira de seu corpo (tronco, colo e pernas). Nota-se também grafismos faciais e um detalhe dos grafismos laterais. Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (pernas e quadril). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal e traseira de seu corpo (pernas e quadril). É uma variação da foto anterior (boa_20200201_bbr_16). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pintura corporal em motivos gráficos na parte superior de seu tronco (colo). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma mulher com pintura corporal em motivos gráficos na parte superior de seu tronco (colo). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Bruna BarrosGrafismos diversos. Não se especificou sobre quais suportes eles podem ser executados (corpos, rostos, artefatos, etc.). Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
John DerleyGrafismos diversos. Não se especificou sobre quais suportes eles podem ser executados (corpos, rostos, artefatos, etc.). Atribui-se a Pablo Murui a origem dos padrões. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Nei DokoeQuatro grafismos diferentes (um para adornar a viga da maloca, outro para adornar o trocano ou tambor de nominação llaaríwa). Os outros dois são pinturas faciais femininas feitas na ocasião dos rituais. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Rosa Amelia MeicuacoDesenho de dois tipos de trocanos (tambores de comunicação – respeticamente llaaríwa e cuúmu ou manguaré (esp.)) adornados com grafismo. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Abelino LopezDesenho de trocano (tambores de comunicação –llaaríwa) adornados com grafismo. Autor desconhecido. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
DesconhecidoGrafismos executado em trocanos (tambores llaaríwa) que são adornados com grafismo em situação ritual (rituais de nominação ou transmissão de cargo de chefia). Aprendeu de Teresita, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Casilda Meicuacograma
Tauana KalapaloGrupo atravessando o igarapé. Ninguém caiu.
Benjamim KulinaO grupo caminha pelo jardim do museu.
Benjamim KulinaO grupo chega à sala de conservação.
Benjamim KulinaGrupo chega no roçado e Zakaria escolhe um lugar em que começa a fabricação do tsitsite bedeni (arco pequeno), como os Madiha chamam o arco do Hihiti.
Benjamim KulinaGrupo da oficina de Teteko se aproxima da casaa de Ikobo. Benjamim faz um comentário. Eles entram na cozinha, onde Ikobo acabou de chegar e tira suas roupas. Felipe já está lá deitado na powi. Ikobo e os outros conversam.
Benjamim KulinaGrupo de chefes donos do egitsü, ou Kuarp, como é mais conhecido. Da esquerda para direita: Matula, Lapitsuma, Ugise, Omã e Aumagi
Marina Pereira NovoGrupo de homens atravesa o bihini que separa as duas principais fileiras de casa de Santa Júlia
João Onima KulinaGrupo de homens adornados e pintados para o ritual caminha pela aldeia e conversa, mas permanece em posição. A primeira fila permanece de braços dados, todos carregando seus bastões. As crianças acompanham, também adornadas.
João Onima KulinaGrupo de homens em forma de manada vem pelo caminho da fileira de casas dos fundos da aldeia. Eles vem dançando e cantando. Crianças sopram a buzina hohori. João Onima narra e comenta.
João Onima KulinaDepois de circundar o terreiro, em silêncio, grupo de homens entra dançando e cantando. As mulheres cantam e dançam em roda, enquanto os homens tangenciam sua roda, também cantando e dançando. As mulheres tem as mãos dadas em roda. E os homens dão-se os braços, passando em forma de manada.
João Onima KulinaGrupo de homens em forma de manada passa pela câmera na fileira de casas do fundo da aldeia. Eles passam dançando e cantando, pelo menos as duas primeiras fileiras de homens. Aos fundos do grupo vem outros homens adereçados e pintados caminhando. Crianças sopram o hohori. João Onima comenta.
João Onima KulinaGrupo de homens percorre a aldeia dançando e cantando. As crianças (meninos), com adereços de cabeça, pintadas e com saias e bastões vem a frente. Atrás, outros homens e adolescentes caminham apenas acompanhando os dançarinos.
João Onima KulinaGrupos de homens percorrerm a aldeia, dançando e cantando. Homens e crianças os acompanham caminhando. Ao final, Zakade e sua filhinha Najara.
João Onima KulinaGrupo de homens chega à rua da fileira principal de casas de Santa Júlia. Eles se encaminham, em formação, para o terreiro da aldeia. Embora não estejam dançando, eles recomeçam a cantar. Ouve-se ao fundo o canto do grupo de mulheres, que está a sua espera no terreiro da aldeia. As crianças (meninos) continuam ao redor do grupo de homens. Alguns meninos sopram a buzina hohori.
João Onima KulinaGrupo de homen se encaminha para a aldeia. Um imita o andar torto de um animal. Eles organizam uma roda no fundo do campo.
João Onima KulinaGrupo de homens segue cantando e dançando percorrendo a aldeia. Homens e crianças dispersos vão atrás. São oito horas da manhã, informa João Onima.
João Onima KulinaGrupo de homens toma o caminho que liga a fileira de traz de casas ao terreiro principal da aldeia. As crianças vem na frente, dos lados e atrás. Eles caminham e conversam, mas mantém a formação. A primeira fila de braços dados.
João Onima KulinaIrmão de Davi - ribeirinho não indígena - e operários madiha, o filho de Davi e Ore (da aldeia Ipiranga Velha) cobrem as paredes já levantadas espraiando água com cimento.
Benjamim KulinaGrupo de mulheres atravessa o bihini. Elas vem caminhando e cantando. Ouve-se uma buzina hohori. Maria narra e comenta.
Maria Yndera Waidor KulinaGrupo de mulheres chega dançando em formação de manada, com os braços dados em várias fileiras e com o passinho trotado típico de quase todas as danças kulina. Elas também cantam. Jorge Namari as recebe filmando com seu celular. Os homens cantam e dançam em roda ao lado do bote de koiza.
Maria Yndera Waidor KulinaGrupo de mulheres chega na rua principal da aldeia. Elas caminham e cantam. Ao chegar, elas param de cantar. Ouve-se o som da buzina hohori. No terreiro da aldeia, os homens cantam em roda, à frente do bote de koiza. O grupo de mulheres começa a dançar, com o passinho trotado típico de quase todas as danças kulina. Então começam a cantar também.
Maria Yndera Waidor KulinaGrupo de mulheres entra no terreiro cantando e dançando no passinho de trote, em formação de manada, com os braços dados. Os homens dançam em roda no terreiro, já com as panelas nas mãos. Jorge Namari filma com seu celular. Maria narra e explica o que está acontecendo. Ela toma o ponto de vista do bote. O grupo de mulheres passa tangenciando a roda dos homens e segue até o final do terreiro. Elas circundam o terreiro. Algumas mulheres, também adornadas, seguem atrás do grupo. A buzina hohori se faz ouvir.
Maria Yndera Waidor KulinaGrupo de mulheres sai para passear. Zupira, sua filha e netas vão pela varação que leva até o outro lado da aldeia. João Onima comenta que elas estão indo patsia de, isto é, passear.
João Onima KulinaGrupo de mulheres toma o caminho da escola, que chega ao terreiro da aldeia. Elas caminham e cantam. A sua frente, Haniha vem urrando e trotando estranhamente. Da escola, algumas meninas e crianças assistem ao grupo das mulheres cantando. Haniha observa seu grupo, depois o segue.
Maria Yndera Waidor KulinaGrupo de takuaga, uma festa aprendida pelos Kalapalo com os Bakairi
Marina Pereira NovoGrupo de takuaga, uma festa aprendida pelos Kalapalo com os Bakairi
Marina Pereira NovoAmérico Socot na frente e grupo Hupd´äh enfileirado, cruzando a floresta no segundo dia de caminhada para Serra Grande.
Danilo Paiva RamosKubiu explica que saindo do caminho naquele ponto, seguindo em determinada direção, bem próximo Zakaria vai achar o hihiti madoni.
Benjamim KulinaIndígena que estava vendendo artesanato na porta do Museu tira foto de todo o grupo na porta do Museu do Índio.
Benjamim KulinaGuamu (apelido) /Alejandro Mijo toca manguaré na véspera do ritual (madrugada) Ujcutso em razão da troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia. Nome dos participantes da cena: “Guamu”.
Maria Luísa LucasGuarani
Celso Renato Martins MaldosGuarani Kaiowá
Celso Renato Martins MaldosGuarani Mbya
Celso Renato Martins MaldosGuarani Mbya
Celso Renato Martins MaldosGuarani Mbya
Celso Renato Martins MaldosGuarani Mbya
Celso Renato Martins MaldosGuarani Rio de Janeiro
Celso Renato Martins MaldosGuarani Rio de Janeiro
Celso Renato Martins MaldosGuarani Rio Grande do Sul
Celso Renato Martins MaldosA equipe de museologia guarda as peças de miçanga e encerra a qualificação do acervo Kulina existente no Museu do Índio.
Benjamim KulinaOficina de Capacitação em Documentação Fotográfica e Registro de História Oral – Grupo IV – Coordenador e pesquisadora com o grupo.
Moekoma AraraHaihua observando o trabalho
Tauana KalapaloLabel original: IMG_1041
Marina Pereira NovoHaihua explica as razões que levaram ao atraso no início da oficina de fabricação do pilão
Tauana KalapaloHaja olhando câmera
Tauana KalapaloHaja (fotógrafo e cinegrafista) comendo pipoca com suco
Tauana KalapaloHaja chegando à oficina, acompanhado de jovens
Coletivo Kalapalo