De trás para a frente, as artesãs Enawat, Tëkpa e Shawa terminam de quebrar os braços de suas folhas para o lado e começam a trançar os seus xucate. O artefato é um abano para o fogo, mas também assento feminino, prato e tampa para as panelas. É um objeto polifuncional.
Batsi MatisProdocult
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Início da oficina de produção do xucate, abano trançado. As artesãs, também participantes da oficina de produção de cerâmicas, começam a trilha em busca da folha que é a matéria-prima do artefato. Enawat é seguida por Tëkpa e Shawa.
Damë Bëtxum MatisEnawat realiza a extração de mais das folhas que são a matéria-prima do xucate, abano trançado. Passa-as para Tëkpa. As mulheres, seguidas por Shawa, buscam mais folhas. Chove na mata.
Batsi MatisAs artesãs encontam a folha que é a matéria-prima do xucate. Enawat a extrae, enquanto Tëkpa a auxilia a encontrar mais exemplares pela mata. Shawa já tem uma folha consigo. Chove na mata.
Batsi MatisEnawat realiza a extração da folha que é a matéria-prima do xucate, abano trançado. Passa-a para Tëkpa. As mulheres, seguidas por Shawa, buscam mais folhas.
Damë Bëtxum MatisInício da oficina de produção do xucate, abano trançado. As artesãs, também participantes da oficina de produção de cerâmicas, andam na mata em busca da folha que é a matéria-prima do artefato. Enawat é seguida por Tëkpa e Shawa. Chove na mata.
Batsi MatisA artesã Tumã volta para a construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artefatos. Começa a talhar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.
Batsi MatisA artesã Tumã talha o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.
Batsi MatisA artesã Tumã volta para a construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artefatos. Começa a talhar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso.
Damë Bëtxum MatisA artesã Tumã volta para a construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artefatos. Começa a talhar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso.
Damë Bëtxum MatisEm menos de uma hora, Tumã conclui a confecção de seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.
Batsi MatisInício da oficina de produção do tsinte witsun xete, o intrumento para tecer os witsun, adornos trançados. A artesã Tumã foi a responsável e vai buscar a matéria-prima em uma mata próxima à aldeia. Extrai a madeira com um facão e depois pega o caminho de volta para a aldeia.
Damë Bëtxum MatisInício da oficina de produção do tsinte witsun xete, o intrumento para tecer os witsun, adornos trançados. A artesã Tumã foi a responsável e vai buscar a matéria-prima em uma mata próxima à aldeia. Extrai a madeira com um facão.
Batsi MatisDepois de extrair a matéria-prima, Tumã pega o caminho de volta para a aldeia.
Batsi MatisKuini talha uma pequena depressão em uma das pontas da madeira. Imagem dos maxilares de macacos de onde serão retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.Fala na língua.
Dani MatisKuini passa, novamente, a parte do artefato em que colocou o mamu, cera de abelha cozida, pela brasa. Dá um último ajuste no material com a ponta dos dedos e conclui a produção de seu ralador.
Dani MatisKuini vai moldando o mamu do artefato derretido pela brasa usando as pontas dos dedos. Coloca mais pedacinhos de mamu, cera de abelha cozida, na área.
Dani MatisNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini começa a inserir os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo.
Dani MatisKuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. De vez em quando, esquenta o mamu em uma brasa, para que fique maleável para ser trabalhado.
Dani MatisDetalhe do rosto do artesão Kuini.
Dani MatisDetalhe das mãos de Kuini, com a faca, retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, agora, pega a brasa inteira e passa ela mesma sobre a parte cortante do artefato, onde acabou de colocar as bolinhas de mamu, cera de abelha cozida. Assim, o mamu derrete, garantindo a fixação dos dentes na madeira. O artesão aperta o molda o mamu derretido no artefato com a ponta dos dedos.
Dani MatisKuini inicia a oficina de produção do ralador para o cipó tatxik, chamado tatxik nokoxkatê. O tatxik é a matéria-prima para uma bebida de mesmo nome, tomada diariamente pelos homens. O artesão talha a madeira que será o corpo do artefato. Ao seu lado, sua filha, Tupa Ixte.
Dani MatisKuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador, além da faca que o artesão utiliza na atividade.
Dani MatisKuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador, além da faca que o artesão utiliza na atividade. Imagem da brasa na qual Kuini esquenta o mamu para que fique maleável para ser trabalhado.
Dani MatisEntão, Kuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador.
Dani MatisDetalhe das mãos de Kuini colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes.
Dani MatisDetalhe das mãos de Kuini colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes.
Dani MatisTumã junta todos os espinhos que coletou e fala sobre os demux na língua.
Dani MatisTumã pega a trilha de volta para a aldeia.
Dani MatisTumã busca uma clareira na mata para iniciar o trabalho. Retira um a um os espinhos de dentro da casca da palmeira e vai limpando os fiapos de madeira grudados neles. Vai contando sobre os demux na língua.
Dani MatisTumã retira um a um os espinhos de dentro da casca da palmeira e vai limpando-os dos fiapos de madeira.
Dani MatisTumã inicia uma trilha na aldeia, em busca da árvore da qual retira os espinhos para fazer o ornamento facial demux. Fala na língua
Dani MatisTumã inicia uma trilha na aldeia, em busca da árvore da qual retira os espinhos para fazer o ornamento facial demux. Fala na língua
Dani MatisImagem da palmeira de isan, patauá, da qual a artesã extraiu um pedaço da casca.
Dani MatisTumã encontra a árvore da qual se retiram os espinhos do demux, a palmeira isan, patauá. Corta um pedaço da casca com o facão.
Dani MatisTumã vai em busca de uma palmeira isan, patauá, com casca melhor para a produção dos adornos. Corta um pedaço da casca de outra com o facão.
Dani MatisTumã vai em busca de uma palmeira isan, patauá, com casca melhor para a produção dos adornos. Corta um pedaço da casca de outra com o facão.
Dani MatisTumã analisa os espinhos que ficam dentro da casca da árvore do patauá, isan, para ver se estão bons para se produzir o adorno. Fala na língua.
Dani MatisO professor Damã Jacinaldo produz a corda para o seu arco.
Shapu Sibó MatisEm uma clareira no meio da mata, o professor Damã Jacinaldo e seus alunos começam o trabalho de esculpimento da madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira. Ele também extrai os seus próprios pedaços de madeira e começa a ensinar aos alunos como cortar a matéria-prima.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo também extrai os seus próprios pedaços de madeira. Ensina aos alunos os tipos de madeira que podem ser usados. O trabalho é conjunto. Os meninos brincam entre si durante a atividade.
Shapu Sibó MatisUm dos meninos tenta extrair mais madeira.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira. Ele também extrai os seus próprios pedaços de madeira
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos continuam o trabalho de produção de suas flechinhas, agora em outra clareira, que possui um tronco caído para trabalharem em cima. Damã Jacinaldo, então, começa a esculpir o arco. O conjunto do arco e flechas infantil chama-se xëkpan.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira com suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto.
Shapu Sibó MatisOs alunos continuam a esculpir as suas próprias flechinhas usando as suas facas e facões. O professor Damã Jacinaldo continua a esculpir o arco que está produzindo.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto. As flechinhas começam a surgir.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, na mata próxima à aldeia.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos, depois de extraírem bastante madeira, buscam uma clareira para iniciar os trabalhos de esculpimento das flechinas.
Shapu Sibó MatisCom as flechinhas já prontas, os alunos e o professor Damã Jacinaldo andam pela trilha, em direção à outra clareira.
Shapu Sibó MatisUma matxó, mulher mais velha, junta-se ao grupo. As mulheres interagem durante a atividade, que é feminina e coletiva. Tumã e Tumã começam a temperar a argila com o pó de cinzas que resultou da filtragem pelo sekte, peneira.Tëkpa segura sua filha no colo e mexe as cinzas que esquentam ao fogo.
Damë Bëtxum MatisTumã explica sobre o processo de pré-queima das peças, enquanto realiza o mesmo com o masën, buzina, e a máscara de mariwin. A pré-queima serve para que as peças não se quebrem ou rachem durante a queima de fato. Coloca também o seu pote para passar pela pré-queima.
Coletivo MatisAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou. Imagem da antropóloga Carolina Lopez, da artesã Tumã e de uma de suas filhas.
Coletivo MatisCom um galho comprido, Tumã vai mexendo na fogueira. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos começam a aparecer. A artesã mexe nas peças com o galho, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo.
Coletivo MatisDepois de algumas horas, a artesã Tumã inicia o processo de queima das peças. Acende uma fogueira, cujas lenhas foram armadas em formato de forno, e dentro das quais foram colocadas as peças de cerâmica. A mulher vai alimentando a fogueira com mais lenha.
Coletivo MatisAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou.
Coletivo MatisCom o galho, Tumã vai puxando as peças para fora do espaço da fogueira.
Coletivo MatisAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou.
Coletivo MatisAs peças queimam na fogueira que a artesã Tumã montou.
Coletivo MatisTumã vai ajeitando os pedaços de lenha da sua fogueira.
Coletivo MatisCom um galho comprido, Tumã vai mexendo nas peças, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos vão começando a aparecer.
Coletivo MatisCom um galho comprido, Tumã vai mexendo nas peças, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos vão começando a aparecer.
Coletivo MatisCom o galho, Tumã vai puxando as peças para fora do espaço da fogueira.
Coletivo MatisTumã realiza a pré-queima de sua máscara de mariwin, processo feito com o propósito de evitar que a peça se rache ou quebre durante a queima de fato. Enquanto isso, faz o polimento do seu masën, buzina, usando a semente tonkete, instrumento específico para isso.
Coletivo MatisTumã realiza a pré-queima de sua máscara de mariwin e de seu masën, buzina, processo feito com o propósito de evitar que as peças se rachem ou quebrem durante a queima de fato. Artesã e equipe de registro conversam.
Coletivo MatisTumã realiza a pré-queima de sua máscara de mariwin, processo feito com o propósito de evitar que a peça se rache ou quebre durante a queima de fato.
Coletivo MatisO grupo prepara-se para a caminhada de volta à aldeia. Tëkpa é seguida por Bësson (saia azul florida), Tumã (saia rosa), Tumã (saia preta e branca), Binin, Enawat e seu bebê, Shawa (bermuda marrom), e os cachorros que acompanharam as mulheres durante toda a atividade. Elas levam seus cestos e folhas cheios de argila.
Damë Bëtxum MatisO grupo prepara-se para a caminhada de volta à aldeia. Tëkpa é seguida por Bësson (saia azul florida), Tumã (saia rosa), Tumã (saia preta e branca), Binin, Enawat e seu bebê e Shawa (bermuda marrom). As mulheres levam seus cestos e folhas cheios de argila.
Batsi MatisTumã faz o polimento de seu pote com uma semente especificamente utilizada pelas mulheres para isso, chamada tonkete. Depois, faz o polimento de sua máscara de mariwin.
Coletivo MatisTumã faz o polimento de seu pote com uma semente especificamente utilizada pelas mulheres para isso, chamada tonkete.
Coletivo MatisTumã faz o polimento de sua máscara de mariwin com uma semente especificamente utilizada pelas mulheres para isso, chamada tonkete. É observada por uma de suas netas.
Coletivo MatisPlano-detalhe do pote que Tumã está produzindo. A artesã fala na língua.
Coletivo MatisQuase no final da caminhada, cerca de 40 minutos depois, as artesãs param em uma roça próxima à aldeia para comer mamão maduro. Tëkpa corta a fruta, e a distribui primeiramente para Tumã (saia preta e branca). Ao seu lado, em sentido horário, estão Tumã, Shawa, Enawat, Binin e Bësson.
Damë Bëtxum MatisA antropóloga Carolina Lopez junta-se ao grupo de mulheres para comer mamão maduro e conversar. Ao seu lado, em sentido anti-horário, estão Shawa, Tumã, Tumã, Tëkpa, Bësson e Enawat.
Damë Bëtxum MatisTumã mostra para a equipe de filmagem como se toca o masën, buzina tradicional matis, que também serve para chamar os mariwin, e é comumente tocado pelos homens. Fala mais sobre o artefato na língua.
Coletivo MatisBësson faz os últimos ajustes em seu txuma, cuia especificamente utilizada pelos homens para tomarem a bebida tatxik.
Batsi MatisTumã molda, então, a boca de sua máscara. Fala sobre os seres mariwin.
Batsi MatisTumã molda, então, a boca de sua máscara. Fala sobre os seres mariwin para a antropóloga Carolina Lopez. Atrás da artesã estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa. Uma outra mulher (blusa de onça) também se juntou ao grupo.
Batsi MatisTumã molda, então, a boca de sua máscara. Fala sobre os seres mariwin para a antropóloga Carolina Lopez. Atrás da artesã estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa. Uma outra mulher (blusa de onça) também se juntou ao grupo.
Batsi MatisTumã molda a boca de sua máscara, após fazer suas sobrancelhas e nariz, e fala sobre os seres mariwin. Atrás dela estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa.
Damë Bëtxum MatisTumã, agora, molda o rosto de sua máscara: nariz e sobrancelhas.
Batsi MatisTumã, agora, molda o rosto de sua máscara: nariz e sobrancelhas.
Batsi MatisTumã molda a boca de sua máscara, após fazer suas sobrancelhas e nariz. Atrás dela estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa.
Damë Bëtxum MatisTumã, agora, molda o rosto de sua máscara: nariz e sobrancelhas. As mulheres conversam entre si durante a atividade, que é feminina e coletiva.
Batsi MatisTumã, agora, molda o rosto de sua máscara: nariz e sobrancelhas.
Batsi MatisTumã molda, então, a boca de sua máscara.
Batsi Matis