Documentação - Ana Mauad e Milton Guran durante a oficina
Totó AraraProdocult
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Documentação - Ana Mauad faz o recolhimento do material produzido pelos participantes da Oficina
Milton GuranO grupo atravessa o pátio do Museu do Índio se encaminhando em direção à sala guarani. Eles conversam, mas não se pode ouvir nada, pois a câmera faz uma tomada de longe.
Benjamim KulinaBarra de cor. Andrea fala sobre os Ashaninka.
Benjamim KulinaAndrea explica para Raimundo Kulina, Arnaldo Kulina, Benjamim Kulina e Felipe Agostini, a respeito de como a exposição ashaninka foi concebida e o que pode ser importante e interessante na montagem de uma exposição etnográfica.
Benjamim KulinaAndrea faz uma digressão sobre as flechas indígenas. Segundo ela, as flechas são talvez a única espécie de artefatos presentes em todas as etnias ameríndias. Ela conta que as crianças identificam imediatamente as flechas aos ameríndios.
Benjamim KulinaAndrea mostra uma roupa diferente e chama a atenção que as crianças ashaninka usam o kitarentse (a roupa tradicional ashaninka) adornadas com plumárias. Ela pergunta aos Kulina a respeito da utilização de plumárias em seus adereços. Arnaldo explica que os Kulina utilizam as plumárias apenas em adereços de cabeça. Na cena vemos Raimundo, delicada e calmamente, depositando os colares que estava experimentando nos bonecos da exposição.
Benjamim KulinaAngélico, capitão de Taracuá Igarapé, sentado na carteira desenhando, enquanto crianças, jovens e adultos Hupd´äh observam.
Danilo Paiva RamosAnimaizinhos de madeira guarani. Menino brinca com os animais.
Benjamim KulinaAnimal; Jacamim-de-costas verdes
Marco Antonio GonçalvesAnimal; Jacamim-de-costas verdes
Marco Antonio GonçalvesParticipantes: Auxiliadora Fernandes da Silva, Karolin Obert.
Motivação: Explicar a origem do nome desse igarapé e relatar quem morava nesse lugar.
Antigo porto do povo Dâw, no igarapé Bukaar Pêeg.
Karolin ObertSantiago Meicuaco fala sobre como os antigos machados eram fabricados e usados. Logo, narra o mito de origem da chegada dos primeiros instrumentos de metal, na negociação entre Wakiméi Ihchúba e Uwaje Niimuhe.
Maria Luísa LucasApresentação do sub-projeto: Os primeiros trinta anos de contato dos Arara de Cachoeira Seca por eles mesmos
Ana MauadAprovação da Anuência
Ana MauadNo ano de 2013, foi conhecida pela atual pesquisadora responsável pelo ProDocult Matis a existência do edital 002 da UNESCO, e a mesma iniciou a escrita do projeto, que posteriormente foi aprovado pelo Museu do Índio/RJ. Por isso, durante as oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias entre setembro e outubro de 2013, foi sendo discutida junto à comunidade a possibilidade de realização de um projeto de salvaguarda de artefatos matis e saberes associados, envolvendo a construção de peças nas aldeias, a filmagem de todo o processo e uma oficina de qualificação do acervo museológico da etnia nas dependências do Museu do Índio.
Foram realizadas diversas reuniões nas duas aldeias existentes na época, Tawaya e Paraíso (atual Bukuak), para explicar as condições de realização do Projeto de Documentação de Culturas Indígenas: Etnia Matis, mantendo um canal de comunicação aberto entre todos os envolvidos: lideranças, habitantes das comunidades e antropóloga.
No ano de 2013, foi conhecida pela atual pesquisadora responsável pelo ProDocult Matis a existência do edital 002 da UNESCO, e a mesma iniciou a escrita do projeto, que posteriormente foi aprovado pelo Museu do Índio/RJ. Por isso, durante as oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias entre setembro e outubro de 2013, foi sendo discutida junto à comunidade a possibilidade de realização de um projeto de salvaguarda de artefatos matis e saberes associados, envolvendo a construção de peças nas aldeias, a filmagem de todo o processo e uma oficina de qualificação do acervo museológico da etnia nas dependências do Museu do Índio.
Foram realizadas diversas reuniões nas duas aldeias existentes na época, Tawaya e Paraíso (atual Bukuak), para explicar as condições de realização do Projeto de Documentação de Culturas Indígenas: Etnia Matis, mantendo um canal de comunicação aberto entre todos os envolvidos: lideranças, habitantes das comunidades e antropóloga.
No ano de 2013, foi conhecida pela atual pesquisadora responsável pelo ProDocult Matis a existência do edital 002 da UNESCO, e a mesma iniciou a escrita do projeto, que posteriormente foi aprovado pelo Museu do Índio/RJ. Por isso, durante as oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias entre setembro e outubro de 2013, foi sendo discutida junto à comunidade a possibilidade de realização de um projeto de salvaguarda de artefatos matis e saberes associados, envolvendo a construção de peças nas aldeias, a filmagem de todo o processo e uma oficina de qualificação do acervo museológico da etnia nas dependências do Museu do Índio.
Foram realizadas diversas reuniões nas duas aldeias existentes na época, Tawaya e Paraíso (atual Bukuak), para explicar as condições de realização do Projeto de Documentação de Culturas Indígenas: Etnia Matis, mantendo um canal de comunicação aberto entre todos os envolvidos: lideranças, habitantes das comunidades e antropóloga.
No ano de 2013, foi conhecida pela atual pesquisadora responsável pelo ProDocult Matis a existência do edital 002 da UNESCO, e a mesma iniciou a escrita do projeto, que posteriormente foi aprovado pelo Museu do Índio/RJ. Por isso, durante as oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias entre setembro e outubro de 2013, foi sendo discutida junto à comunidade a possibilidade de realização de um projeto de salvaguarda de artefatos matis e saberes associados, envolvendo a construção de peças nas aldeias, a filmagem de todo o processo e uma oficina de qualificação do acervo museológico da etnia nas dependências do Museu do Índio.
Foram realizadas diversas reuniões nas duas aldeias existentes na época, Tawaya e Paraíso (atual Bukuak), para explicar as condições de realização do Projeto de Documentação de Culturas Indígenas: Etnia Matis, mantendo um canal de comunicação aberto entre todos os envolvidos: lideranças, habitantes das comunidades e antropóloga.
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Marina Pereira NovoCriança exibe uma pimenta, no meio da roça. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Lorena França ReisOficina de Capacitação em Documentação Fotográfica e Registro de História Oral – Grupo VI - Apresentação. Em português
Maure AraraOficina de Capacitação em Documentação Fotográfica e Registro de História Oral – Grupo VI - Apresentação. Em português
Maure AraraSeu Neguinho caminha pelo seu quintal em direção à antiga casa de sua mãe, onde atualmente guarda seus intrumentos de pesca. Descrição sobre os instrumentos de pesca que utiliza atualmente
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pelo seu quintal em direção à antiga casa de sua mãe, onde atualmente guarda seus intrumentos de pesca. Descrição sobre os instrumentos de pesca que utiliza atualmente
Alessandra TostaVista panorâmica do manguezal
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha e apresenta o manguezal
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaSeu Neguinho descreve e demonstra a utilização do 'batim', instrumento de pesca usado para capturar o crustáceo 'aratu'
Alessandra TostaSeu Neguinho descreve e demonstra a utilização do 'batim', instrumento de pesca usado para capturar o crustáceo 'aratu'
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pelo seu quintal em direção à antiga casa de sua mãe, onde atualmente guarda seus intrumentos de pesca. Descrição sobre os instrumentos de pesca que utiliza atualmente
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pelo seu quintal em direção à antiga casa de sua mãe, onde atualmente guarda seus intrumentos de pesca. Descrição sobre os instrumentos de pesca que utiliza atualmente
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pelo seu quintal em direção à antiga casa de sua mãe, onde atualmente guarda seus intrumentos de pesca. Descrição sobre os instrumentos de pesca que utiliza atualmente
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pelo seu quintal em direção à antiga casa de sua mãe, onde atualmente guarda seus intrumentos de pesca. Descrição sobre os instrumentos de pesca que utiliza atualmente
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha e apresenta o manguezal
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pelo seu quintal em direção à antiga casa de sua mãe, onde atualmente guarda seus intrumentos de pesca. Descrição sobre os instrumentos de pesca que utiliza atualmente
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pela vegetação em direção ao manguezal
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pela vegetação em direção ao manguezal
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pela vegetação em direção ao manguezal
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pelo seu quintal em direção à antiga casa de sua mãe, onde atualmente guarda seus intrumentos de pesca. Descrição sobre os instrumentos de pesca que utiliza atualmente
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pelo seu quintal em direção ao mangue com os intrumentos utilizados para capturar caranguejos entocados na lama do manguezal.
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pelo seu quintal em direção ao mangue com os intrumentos utilizados para capturar caranguejos entocados na lama do manguezal.
Participantes: Dona Luzia (esposa)
Seu Neguinho caminha pelo seu quintal em direção ao mangue com os intrumentos utilizados para capturar caranguejos entocados na lama do manguezal.
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pelo seu quintal em direção ao mangue com os intrumentos utilizados para capturar caranguejos entocados na lama do manguezal.
Alessandra TostaVista panorâmica do manguezal
Alessandra TostaVista panorâmica do manguezal
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pela vegetação em direção ao manguezal
Alessandra TostaSeu Neguinho caminha pela vegetação em direção ao manguezal
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaSeu Neguinho demonstra como se realiza a captura do caranguejo na lama utilizando o 'gancho'
Alessandra TostaFabiana mostra o site do Museu do Índio. Ela explica como funciona o site e como se dá o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online. Ela explica que através do site e dos blogs do projetos, as peças e material coletado entre e pelos Kulina fica disponibilizada para pesquisa.
Benjamim KulinaFabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.
Benjamim KulinaFabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.
Benjamim KulinaFabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.
Benjamim KulinaOficina de Capacitação em Documentação Fotográfica e Registro de História Oral – Grupo I – Apresentação oficina Mulik Arara
Kaiatu AraraAproximando de um grupo de jovens aprendendo a tocar a flauta Boborara no meio do mato, em um velho roçado de bananas.
Benjamim KulinaArara em árvore em frente à maloca.
Lionel RossiniArara em árvore em frente à maloca.
Lionel RossiniArara em árvore em frente à maloca.
Lionel RossiniArara em árvore em frente à maloca.
Lionel RossiniIlustração de Araracuara, queda d’água e no médio Caquetá, tradicionalmente ocupada pelos Miranha e outros Povo do Centro. No século XIX, a região era um polo de compra e venda de mercadorias e pessoas. Ilustração reproduzida em catálogo de exposição (Zerries, 1980).
Otto ZerriesArma de brinquedo feito com madeira, registro realizado durante o terceiro dia de viagem, no retorno para Taracuá Igarapé.
Danilo Paiva RamosParticipantes: Kaiones Braz dos Santos, Thiago Mota Cardoso
Armadilha de caça
Arnaldo assina o livro dos visitantes da exposição.
Benjamim KulinaArnaldo e Raimundo falando o que espera da viagem ao Rio de Janeiro e do trabalho no Museu do Índio.
Benjamim KulinaArnaldo explica o material usado para fazer a alça do shapoto: tirando a casca da árvore (não sabe o nome em português) com nome kulina pitsi zoto. O shapoto é arrematado com bare eteroni (casca do olho da bananeira). A alça do outro shapoto é feita com casca de piriquiteira (que dá na beira do rio), na língua Mahororo. Arnaldo mostra como é a técnica de trançagem que as mulheres usam para fazer o shapoto certinho, equilibrado.
Benjamim KulinaArnaldo tenta tocar buzina de cerâmica Marubo. Ele se parece com um tipo de hohori kulina que eles não fazem mais.
Benjamim KulinaArnaldo toca a flauta Totore.
Benjamim KulinaEsses artefatos que são usados pelas mulheres na casa de forno. O círculo é feito de turí (talo de uma árvore), é um molde usado para fazer beiju; vassourinha feito de piaçaba; tarubá feito com pedaço de madeira; abano feito com talos de tucum, usado para virar beiju e outro abano feito com arumã, também para virar beiju, existe dois de tipos de abano; um remo para torrar farinha e por baixo está peneira de farinha.
Francineia Bitencourt FontesMiranhas veem artesanato de Casilda em sua casa. Participantes: Casilda Meicuaco, Lino Pereira, Assis Cavalcanti, Gersino Farias, Nelsa Benigno, Maria Sara, Jose Candido, Alejando Mijo.
Lionel RossiniGravação dos materiais de artesanato produzidos pelas mulheres.
Paulo BüllGravação dos materiais de artesanato produzidos pelas mulheres.
Paulo BüllÁrvore “Bukaar Pêeg” – motivo para o nome desse igarapé, Espécie desconhecida.
Karolin ObertLabel original: IMG_1588
Árvore inhaho, utilizada para a fabricação dos pilões. Árvore de madeira nobre e muito dura, encontrada nas imediações da aldeia Aiha
Uma canoa a motor e uma canoa a remo sobem o rio para a pescaria.
Benjamim KulinaAs diferentes formas do tsiki, cerâmica: hohori (todos que tem no acervo são hohori). Arnaldo cita um vaso bem grande, para guardar água, mas não dá para entender qual seria o seu nome.
Benjamim KulinaPraia vista da aldeia. De longe, várias pessoas na margem do rio preparando peixes. Homem sobe com balde a escadaria da aldeia.
Benjamim KulinaDe baixo vemos dois operários trabalhando na fixação da telha do posto de saúde.
Benjamim KulinaAssis dormindo na proa da canoa. Participante: Assis Cavalcanti.
Lionel RossiniAssis dormindo na proa da canoa. Participante: Assis Cavalcanti.
Lionel RossiniAssis dormindo na proa da canoa com plano do rio. Participante: Assis Cavalcanti.
Lionel RossiniAssis e Maricota na reunião de anuência e qualificação do acervo etnográfico do Museu do Índio.
José Cândido FerreiraAssis na proa da canoa. Participante: Assis Cavalcanti.
Lionel RossiniAssis na proa da canoa. Participante: Assis Cavalcanti.
Lionel RossiniAssis na proa da canoa. Participante: Assis Cavalcanti.
Lionel RossiniAssis na rede com Marco ouvindo Zezé de Camargo e Luciano. Participante: Marco e Assis Cavalcanti.
Lionel Rossini